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Número associado a Vorcaro é ligado ao STF, diz ANATEL; Moraes contesta

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

A Anatel informou à CPMI do INSS, nesta quinta-feira (19), que o número de celular citado na quebra de sigilos do empresário Daniel Vorcaro está vinculado ao STF. Segundo o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), o relatório não identifica quem usava a linha no momento do contato.

Viana disse que o documento confirma apenas que o telefone pertence à estrutura do STF, sem apontar se era usado por ministro ou servidor. Diante disso, a CPMI decidiu encaminhar um ofício à Corte solicitando esclarecimentos sobre quem estava com a linha na data da comunicação, conforme o Poder360.

A apuração ganhou repercussão após mensagens extraídas do celular de Vorcaro indicarem contato com um número associado ao Supremo. Inicialmente, houve suspeita de que o destinatário pudesse ser o ministro Alexandre de Moraes.

Em nota divulgada anteriormente, o gabinete de Moraes negou qualquer ligação com o caso. Segundo o ministro, ele não enviou nem recebeu mensagens do ex-banqueiro e não mantém contato com Vorcaro.

A CPMI do INSS investiga possíveis irregularidades em operações financeiras envolvendo aposentados e pensionistas. Segundo a comissão, os dados analisados fazem parte da quebra de sigilo de investigados, e novos esclarecimentos devem ser solicitados ao STF nos próximos dias.

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Brasil

Eleição de Erika Hilton na presidência da Comissão de Mulheres é rejeitada por 75% dos jovens, diz pesquisa Realtime Big Data

Foto: Antônio Araújo/Câmara dos Deputados

A eleição de Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados é rejeitada pela maioria dos eleitores mais jovens, segundo pesquisa da Realtime Big Data.

De acordo com o levantamento, 75% dos entrevistados entre 16 e 34 anos dizem discordar da escolha, enquanto 25% afirmam concordar.

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de março, com 1.200 entrevistados em todo o país, e indica que, embora os jovens apresentem menor resistência relativa, a rejeição à escolha de Erika Hilton permanece majoritária em todas as faixas etárias.

R7

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Brasil

PF vê “drible” da CPMI em baixar arquivos excluídos de Vorcaro

Foto: Reprodução

Investigadores da PF (Polícia Federal) veem como um “drible” da presidência da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ter pedido à empresa Apple arquivos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro que haviam sido excluídos pela PF antes de o material ser enviado ao colegiado.

No material que foi excluído pela equipe de investigação, e depois baixado novamente e armazenado pela CPMI, havia imagens íntimas de Vorcaro, de sua ex-noiva e de parlamentares.

Na terça-feira (17), a PF foi novamente ao Senado Federal para retirar o material do sistema por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) e formatou os computadores.

Delegados ouvidos pela reportagem dizem que o material não era pertinente para a investigação.

Durante a ação, a PF diz que constatou a reintrodução dos dados anteriormente excluídos.

“A medida decorreu de solicitação direta da Presidência da CPMI à empresa Apple. O fato gerou novo fluxo de download e de armazenamento dos arquivos, fora do controle inicial da cadeia de custódia estabelecida judicialmente”, declarou a PF oficialmente em nota.

O comunicado da PF gerou reação da CPMI.

Em nota, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), rebateu ao dizer que a Constituição Federal confere às comissões parlamentares de inquérito poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, inclusive a prerrogativa de requisitar informações, documentos e dados diretamente de entidades públicas e privadas.

“Foi exatamente dentro desse contexto que a Presidência da CPMI, no exercício regular de suas atribuições institucionais, e em cumprimento de deliberação do colegiado, realizou solicitação de informações à empresa Apple, procedimento absolutamente legítimo, amparado pela Constituição e pela jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal”, pontuou.

O senador declarou que não se tratou de interferência em investigação em curso ou de manipulação ou reconstrução de prova sob cadeia de custódia.

Cadeia de custódia é o conjunto de procedimentos rigorosos para rastrear, documentar e preservar vestígios e provas de crimes desde a coleta até o descarte, garantindo a integridade e idoneidade da prova penal, seguindo o Código de Processo Penal para evitar adulteração, contaminação de provas e assegurar sua legitimidade no julgamento.

Após vazamentos de dados íntimos e informações de entrada de pessoas não autorizadas na “sala-cofre” do Senado para ver as imagens, o STF determinou o bloqueio de todos os dados e, com isso, que a PF fosse retirar todo o material.

A PF comunicou ao ministro André Mendonça, do STF, sobre a reinserção dos dados anteriormente excluídos. Possíveis medidas em relação ao episódio ficam a cargo do relator do caso.

CNN

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Mesmo com melhora, Bolsonaro segue na UTI e sem previsão de alta

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado no Hospital DF Star, em Brasília, sem previsão de alta, apesar de apresentar evolução no quadro clínico. Ele está hospitalizado desde a última sexta-feira (13), após ser diagnosticado com uma infecção pulmonar bacteriana.

De acordo com o boletim mais recente, houve melhora nos exames de imagem e redução dos marcadores inflamatórios, indicando avanço no tratamento. Atualmente, Bolsonaro está em uma unidade de cuidados intermediários, semelhante a uma semi-intensiva, estágio entre a UTI e o quarto.

O tratamento com antibióticos segue em andamento e já está aproximadamente na metade, segundo médicos. Além disso, o ex-presidente realiza sessões de fisioterapia respiratória e motora. A expectativa é de que, caso a evolução continue positiva, ele possa deixar a UTI até o fim da semana.

Paralelamente, a defesa voltou a acionar o Supremo Tribunal Federal pedindo a transferência para prisão domiciliar. O pedido está sob análise do ministro Alexandre de Moraes, que ainda não definiu prazo para decisão.

Os advogados alegam que a medida é necessária para garantir melhores condições de acompanhamento médico, já que Bolsonaro cumpre pena na Papudinha. Segundo a defesa, a permanência no sistema prisional pode representar riscos adicionais à saúde do ex-presidente.

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PF investiga se dinheiro desviado do INSS bancou viagens de Lulinha

Foto: Reprodução do Instagram

A Polícia Federal apura se recursos desviados do Instituto Nacional do Seguro Social foram utilizados para custear viagens do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A investigação teve início a partir da análise de movimentações financeiras de Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como operador do esquema. Segundo a PF, ele realizou cinco transferências de R$ 300 mil, somando R$ 1,5 milhão, para uma empresa ligada à empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha.

No mesmo período, a empresa teria feito pagamentos de cerca de R$ 640 mil a uma agência de viagens. A coincidência levantou suspeitas de que os valores possam ter sido usados para bancar despesas do empresário, que já teria utilizado serviços da mesma agência.

A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e afirma que ele “jamais recebeu valores” do investigado ou de empresas relacionadas. Os advogados classificam as suspeitas como “ilações irresponsáveis” e sustentam que não há ligação com o esquema investigado.

Em paralelo, a defesa confirmou ao Supremo Tribunal Federal que Lulinha viajou a Portugal em 2024 a convite do lobista, mas afirma que não houve parceria comercial nem repasse de recursos, enquanto a PF segue tentando esclarecer o destino do dinheiro e a eventual relação com o caso.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

Bolsonaro tem melhora importante dos marcadores inflamatórios, diz boletim médico desta quarta-feira (18)

Foto: Carolina Antunes/PR

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou “boa evolução clínica, com melhora parcial dos aspectos tomográficos e melhora importante dos marcadores inflamatórios”, segundo boletim médico divulgado pelo hospital DF Star nesta quarta-feira, 18. Apesar do progresso no tratamento, os médicos destacam que ainda não há previsão de alta.

O ex-presidente foi hospitalizado na última sexta-feira, 13, com broncopneumonia bacteriana bilateral. Segundo o boletim médico, Bolsonaro “tem programação de manter o tratamento com antibioticoterapia e segue com suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora”.

Após deixar o hospital na manhã desta quarta, o médico Brasil Caiado explicou a jornalistas que um novo exame apontou uma melhora parcial do pulmão direito, sendo que o lado esquerdo do órgão ainda apresenta comprometimento moderado e difuso.

O cardiologista destacou ainda que apesar de não haver previsão de alta da UTI, existe uma expectativa de que, com as reações positivas ao tratamento, Bolsonaro possa ser transferido para o quarto neste final de semana.

Na última sexta, o médico afirmou que essa foi a “maior pneumonia que Bolsonaro já teve”. O ex-presidente chegou à UTI com água nos pulmões, causadas pela aspiração de líquido do estômago, em decorrência dos soluços frequentes que ele apresenta.

UOL

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Brasil

Lulinha abre ‘empresa de gaveta’ na Espanha em meio a investigações do INSS

Foto: Júlia Barbon

O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), abriu uma “empresa de gaveta” na Espanha após o início das investigações sobre a fraude do INSS, que apuram se ele foi um dos beneficiários do esquema.

Batizada de Synapta, a empresa teve início de operação registrado em 13 de janeiro de 2026 e foi inscrita em 6 de fevereiro no Registro Mercantil de Madri.

A Folha visitou nesta segunda-feira (16) o endereço de registro da empresa, localizada no distrito de Chamartín, região de alto padrão na zona norte de Madri.

A companhia declara atividades genéricas na área de tecnologia, como consultoria técnica e informática, implementação de soluções digitais e suporte a usuários. Também cita atuação no setor de intermediação comercial, como “identificação de oportunidades de compra ou venda”.

O escritório fica no quinto andar de um típico complexo de edifícios modernos que abriga companhias internacionais, consultórios e sedes da administração pública madrilenha.

Lulinha consta como administrador único da empresa, que não teve nenhuma movimentação registrada oficialmente desde sua abertura, exceto a nomeação do escritório de advocacia espanhol Monereo Meyer Abogados e cinco de seus funcionários como procuradores legais.

O endereço registrado pela Synapta é o mesmo desse escritório, especializado na assessoria a empresas estrangeiras com negócios na Espanha e em Portugal.

O capital informado da empresa é o mínimo exigido pela legislação espanhola: 3.000 euros, o equivalente a cerca de R$ 18 mil.

Tanto o recepcionista do prédio quanto a recepcionista da firma de advocacia disseram à reportagem desconhecer a Synapta. A segunda funcionária, porém, confirmou ser possível que a companhia tivesse domicílio registrado naquele mesmo endereço.

A legislação espanhola —assim como a brasileira— permite que empresas mantenham um endereço fiscal que não seja o local de operação dos negócios, prática comum e prevista em lei.

Stefan Meyer, um dos fundadores do escritório, mostrou surpresa ao ouvir que a reportagem procurava a empresa do filho do presidente brasileiro. “O que nós temos a ver com isso? Mande um email e investigaremos, ok?”, disse. Mais tarde, a assessoria respondeu que, por dever de confidencialidade profissional, não poderia comentar além das informações públicas.

A defesa de Lulinha diz que a empresa cumpre as exigências legais e ainda não exerce atividades, tendo sido formalizada visando projetos futuros do filho do presidente da República. Por já estar constituída na prática, mas sem atividades efetivas relevantes, é considerada por ora como “de gaveta”.

Os advogados dizem que o empresário atualmente trabalha e recebe renda como pessoa física no exterior, sem detalhar os contratos ou clientes, sob o argumento de preservação de privacidade.

Lulinha teve seus sigilos bancário e fiscal quebrados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), a pedido da Polícia Federal, e pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista do INSS em fevereiro. A decisão da comissão foi suspensa pelo ministro Flávio Dino e será julgada em plenário físico da corte.

Trechos dos dados sigilosos, repassados pela PF à CPI, apontam que, em quatro anos, Lulinha recebeu pouco mais de R$ 9,7 milhões em suas contas e repassou valor equivalente, somando R$ 19,5 milhões em transações.

A PF afirmou em um relatório, divulgado nesta terça-feira (17) pelo jornal O Estado de S. Paulo, que a saída do Brasil poderia ser uma “evasão do país”. “Do ponto de vista investigativo, asseveramos que Lulinha viajou para o exterior, sem previsão de volta, o que denota possível evasão do país, considerando estar associado aos fatos associados ao principal operador das fraudes bilionárias a milhões de aposentados do Brasil”, diz o documento.

A ida do filho de Lula para a Espanha já era de conhecimento de aliados do presidente desde meados de 2025. Àquela altura, a primeira operação para apuração das fraudes do INSS já havia ocorrido, mas não havia notícia de ligações dele com o caso.

Na época, Lulinha disse a interlocutores que não tinha intenção de falar sobre seu novo emprego e que pretendia atuar no setor privado, conforme informou a Folha então.

A mudança para o exterior pode trazer dificuldades para as investigações. “Há complicações [para realizar] busca e apreensão e até [entregar] intimações”, avalia o jurista Wálter Maierovitch.

A defesa de Lulinha diz que a mudança para a Espanha não tem relação com as investigações sobre a fraude no INSS. Ela afirma que, caso seja solicitado pelo STF, o filho do presidente retornará ao Brasil para prestar esclarecimentos.

As investigações da fraude do INSS apuram informações, relatadas por uma testemunha, de que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, suspeito de realizar pagamentos para manter o esquema de fraudes na Previdência, teria repassado valores a Lulinha por meio da empresária Roberta Luchsinger, amiga de sua mulher, Renata de Abreu Moreira.

Roberta Luchsinger é investigada pela Polícia Federal. Em 16 de dezembro, o ministro do STF André Mendonça, relator no Supremo do inquérito sobre a fraude, emitiu mandados de busca e apreensão na sede de sua empresa, em Higienópolis, região central da capital paulista.

Luchsinger recebeu R$ 300 mil do Careca do INSS, valores que são alvo de apuração da PF. Uma testemunha do caso afirmou que a transferência faria parte de um pagamento maior, que somaria R$ 1,5 milhão e teria como destino final “o filho do rapaz”, em referência a Lulinha.

A defesa da empresária afirmou que o pagamento não teria relação com os ilícitos apurados no esquema do INSS e seria decorrente de um negócio de canabidiol desenvolvido entre ela e Careca. A defesa de Lulinha admitiu que ele viajou a Portugal, com despesas pagas pelo lobista, para conhecer o projeto.

Uma semana antes da operação contra Luchsinger, em dezembro, Lulinha fez uma série de movimentações na gestão de suas empresas no Brasil: a LLF Tech Participações, a G4 Entretenimento e Tecnologia e a BR4 Participações.

No caso das duas primeiras empresas, as movimentações, registradas na Junta Comercial de São Paulo, transferiram a administração dos negócios para Renata. No caso da BR4, ele deixou a sociedade.

As três empresas estão registradas, em São Paulo, em um prédio comercial em Pinheiros, na zona oeste, mas não funcionam lá.

Folha de S. Paulo

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Brasil

Como prints expõem ainda mais ligação entre Vorcaro e Moraes

Foto: Reprodução/Rosinei Coutinho/STF

A tentativa do banqueiro Daniel Vorcaro de ocultar mensagens pode ter produzido o efeito contrário e ampliado as evidências na investigação do caso Master. Segundo análise da Polícia Federal, prints feitos no bloco de notas e enviados via WhatsApp acabaram deixando mais rastros do que uma conversa comum.

O material analisado envolve trocas atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. As mensagens teriam sido enviadas como imagens de visualização única, mas foram recuperadas por softwares usados pela PF, que conseguem reconstituir conteúdos mesmo após exclusão.

Especialistas em segurança digital apontam que transformar textos em imagens pode facilitar o trabalho da perícia. Isso porque os arquivos ficam armazenados em diferentes locais do celular, como galeria, pastas temporárias e até na lixeira do sistema, aumentando as chances de recuperação.

Ferramentas como o IPED, desenvolvido pela própria Polícia Federal, e sistemas estrangeiros como Cellebrite e GrayKey permitem acessar dados mesmo em aparelhos bloqueados, além de cruzar informações e extrair textos de imagens, acelerando as investigações.

O caso expõe como estratégias para tentar esconder conversas digitais podem acabar ampliando o rastro de provas, especialmente diante do avanço das tecnologias forenses utilizadas pelas autoridades.

Com informações do G1

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Brasil

R$ 3,5 BILHÕES PARADOS: Dinheiro da segurança pública encalha enquanto violência avança no país

Foto: Agência SP

Mais de R$ 3,5 bilhões destinados à segurança pública seguem sem uso no Brasil, mesmo diante do avanço da criminalidade. Levantamento do Instituto Rui Barbosa aponta que R$ 3,57 bilhões do Fundo Nacional de Segurança Pública ainda não foram aplicados em ações de combate à violência.

A informação é da colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles. Entre 2019 e 2025, quase R$ 7 bilhões foram repassados a estados e ao Distrito Federal, mas quase metade desse valor permanece parada e pode até ser perdida. A situação acendeu o alerta de órgãos de controle, que veem falhas graves na execução dos recursos.

Diante do cenário, 23 Tribunais de Contas decidiram realizar uma auditoria nacional para investigar o destino dos valores. A ação será coordenada pelo comitê do IRB em parceria com a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil.

Os recursos poderiam ser utilizados em áreas estratégicas, como inteligência policial, combate ao crime organizado, enfrentamento à violência contra a mulher, além da compra de equipamentos, viaturas e modernização de estruturas das forças de segurança.

Além do desperdício, há o risco de perda definitiva do dinheiro caso os prazos legais não sejam cumpridos. Estados precisam comprovar a execução mínima dos valores recebidos, sob pena de ver bilhões voltarem aos cofres da União sem qualquer impacto real na segurança da população.

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Brasil

PESQUISA QUAEST: 56% afirmam já ter definido voto para presidente; 43% dizem que podem mudar

Veja números:

  • Já definiram o voto: 56%;
  • Ainda podem mudar de candidato: 43%;
  • Não sabem/não responderam: 1%.

Eleitores de Flávio Bolsonaro

O levantamento também perguntou aos entrevistados que afirmam votar no senador Flávio Bolsonaro (PL) se a escolha está definida ou se ainda pode mudar.

Veja números:

  • Dizem que o voto está definido: 63%;
  • Afirmam que podem mudar de candidato: 36%;
  • Não sabem/não responderam: 1%

Eleitores de Lula

A pesquisa também analisou o grau de definição do voto entre entrevistados que afirmam votar no presidente Lula (PT).

Veja números:

  • Dizem que o voto está definido: 67%;
  • Afirmam que podem mudar de candidato: 31%;
  • Não sabem/não responderam: 2%.

Com informações de g1

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