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VÍDEO: “Fim do sonho dos aposentados roubados”, diz Viana após decisão que enterra CPMI do INSS

 

Vídeo: Reprodução/Instagram

O senador Carlos Viana criticou duramente o encerramento da CPMI do INSS e afirmou que a decisão representa “o fim do sonho dos aposentados brasileiros que foram roubados” de ver uma investigação ampla no país. A declaração foi dada nesta quinta-feira (26), após a comissão perder força no Congresso.

A decisão que barrou a prorrogação da CPMI veio do Supremo Tribunal Federal, que formou maioria por 8 votos a 2 contra a continuidade dos trabalhos. Votaram a favor da prorrogação os ministros André Mendonça e Luiz Fux, enquanto a maioria foi formada por Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e o presidente da Corte, Edson Fachin.

Mesmo com o desfecho, Viana afirmou que a comissão conseguiu avançar e expor irregularidades. Segundo ele, o colegiado revelou esquemas, identificou envolvidos e detalhou a forma como os recursos teriam sido desviados. O senador disse ainda esperar que os investigados — incluindo 14 pessoas já presas — sejam formalmente indiciados.

O parlamentar confirmou que o relatório final deve ser apresentado na sexta-feira (27), com expectativa de votação no mesmo dia ou, no máximo, no sábado. Ele descartou qualquer possibilidade de relatório paralelo e afirmou que o Congresso terá que decidir entre aprovar o texto apresentado ou encerrar a análise sem votação.

Por fim, Viana defendeu mudanças na legislação das comissões parlamentares de inquérito, alinhando-se a declarações de Gilmar Mendes sobre a necessidade de reequilibrar os poderes. O senador também mencionou a possibilidade de uma nova investigação, destacando a expectativa por delações que possam esclarecer um suposto rombo bilionário envolvendo servidores e políticos.

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Brasil

STF forma maioria contra prorrogação da CPMI no INSS

Foto: Reprodução

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26) por 7 votos a 2 contra a prorrogação da CPMI do INSS. Os ministros André Mendonça e Luiz Fux votaram a favor da liminar que determina o adiamento da comissão. Já os magistrados Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Carmem Lúcia e Gilmar Mendes votaram juntos em divergência a Mendonça e Fux e formaram a maioria.

Ainda resta o presidente da Corte, Edson Fachin, para determinar o último voto.

Na última segunda-feira (23), Mendonça já havia determinado que o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), oficializasse a prorrogação da CPMI em até 48h. Ele atendeu a um mandado de segurança da cúpula do colegiado, que acusou Alcolumbre de omissão por não ler o requerimento de extensão dos trabalhos.

Em caso de inércia de Alcolumbre em ler o requerimento, Mendonça determinou que a presidência da CPI “estará imediatamente autorizada a prorrogar o funcionamento regular” dos trabalhos pelo prazo que a minoria parlamentar entender necessário.

Jovem Pan News

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VÍDEO: Mendonça vota pela prorrogação da CPI do INSS e defende resposta a ‘roubo de bilhões dos mais vulneráveis’

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, defendeu a prorrogação da CPMI do INSS, que investiga fraudes em benefícios previdenciários.

Para ele, a continuidade dos trabalhos é necessária diante de um “roubo de bilhões de reais” que atingiu pessoas vulneráveis, como idosos e famílias de baixa renda.

Mendonça também criticou a cúpula do Congresso, apontando “omissão” por não dar andamento ao pedido de prorrogação da comissão. Ele determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, leia o requerimento para estender os trabalhos.

A CPMI pediu mais 90 dias de funcionamento, com possibilidade de prorrogação adicional. O pedido foi ignorado por Alcolumbre, o que levou o caso ao STF.

Agora, os demais ministros vão decidir se mantêm ou derrubam a decisão de Mendonça. Nos bastidores, a avaliação é que ele pode não ter votos suficientes para vencer.

Lideranças do Congresso criticam a medida e afirmam que o STF está interferindo em uma atribuição do Legislativo, ferindo o princípio da separação dos poderes.

Além disso, há receio de que a prorrogação da CPMI impacte o cenário eleitoral e amplie tensões políticas. Parlamentares também temem que as investigações avancem sobre diferentes grupos e gerem novos desgastes.

Dentro do STF, parte dos ministros defende estabelecer limites mais claros para o funcionamento de CPIs, para evitar que comissões sejam usadas como instrumento de pressão sobre a Corte.

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STF limita “penduricalhos” e salário de juiz pode chegar a quase R$ 79 mil; veja valor máximo

Foto: Reprodução

O STF definiu novos critérios para limitar os chamados “penduricalhos”, que são verbas indenizatórias pagas além do salário de integrantes do Judiciário e do Ministério Público. Pela decisão, esses adicionais poderão chegar a até 35% do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46.366,19, segundo o próprio STF.

Com a regra, os adicionais podem alcançar até R$ 16.228,16 além do salário. O Supremo também autorizou o pagamento de um adicional por tempo de serviço, com acréscimo de 5% a cada cinco anos de atividade, também limitado ao mesmo percentual de 35%, de acordo com a decisão da Corte.

Na prática, segundo informações divulgadas pelo STF, a soma dos benefícios pode elevar os ganhos de magistrados para cerca de 70% acima do teto constitucional, o que representa aproximadamente R$ 32.456,32 em adicionais. Considerando o teto atual, a remuneração total poderia chegar a cerca de R$ 78.822,51.

A decisão não se aplica apenas aos juízes. Conforme o entendimento do Supremo, o regime remuneratório da magistratura é equiparado ao do Ministério Público. Assim, promotores e procuradores também passam a seguir as mesmas regras.

Segundo o STF, as novas regras começam a valer a partir do mês-base de abril, com impacto nos pagamentos realizados em maio. O modelo será aplicado até que o Congresso Nacional aprove uma lei específica sobre o pagamento de verbas indenizatórias.

De acordo com especialistas ouvidos pela CNN Brasil, os pagamentos de penduricalhos ao Judiciário e ao Ministério Público podem ultrapassar R$ 10 bilhões por ano. Já o ministro Alexandre de Moraes afirmou que a limitação definida pelo Supremo pode gerar economia de cerca de R$ 7,3 bilhões anuais, conforme dados apresentados durante o julgamento.

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Americanas pede fim da recuperação judicial após cumprir plano e tenta virar página da crise

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A Americanas solicitou à Justiça o encerramento de seu processo de recuperação judicial, iniciado em 2023 após a revelação de inconsistências contábeis bilionárias. O pedido foi protocolado nesta quarta-feira (25) na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, após a empresa afirmar que cumpriu todas as obrigações previstas no plano aprovado pelos credores dentro do prazo legal.

Caso seja aceito, o encerramento marcará o fim de uma das maiores crises corporativas do país, que envolveu um rombo bilionário e uma dívida superior a R$ 50 bilhões — sendo cerca de R$ 42 bilhões renegociados no âmbito da recuperação judicial.

Além do avanço jurídico, a companhia também anunciou a venda da Uni.Co, responsável pelas marcas Imaginarium e Puket, por R$ 152,9 milhões para a BandUP!. A operação faz parte da estratégia de reestruturação financeira adotada após o colapso.

A crise veio à tona em janeiro de 2023, quando a empresa revelou inconsistências contábeis inicialmente estimadas em cerca de R$ 20 bilhões, provocando uma forte queda nas ações e a saída do então presidente Sergio Rial poucos dias após assumir o cargo.

O plano de recuperação também contou com um aporte de R$ 12 bilhões dos acionistas de referência, entre eles Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Herrmann Telles. Agora, a decisão final sobre o encerramento do processo depende da Justiça.

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Pesquisa mostra que 58% dos brasileiros gastam tudo ou mais do que recebem

Foto: Freepik

Uma pesquisa realizada pela Quiddity em parceria com a consultoria ágora mostra que 58% dos brasileiros encerram o mês sem sobras ou gastam mais do que recebem.

O número de mulheres nesta situação é ainda pior: 64% não conseguem guardar dinheiro, ante 53% dos homens.

Diante deste aperto financeiro, 55% dos entrevistados relatam ansiedade constante, enquanto 39% manifestam exaustão ou frustração.

Apesar deste cenário, 85% disseram projetar uma melhora na própria vida financeira em 2026. Questionados sobre a situação do país, no entanto, apenas 34% acreditam que vai melhorar.

A pesquisa “Tensões Culturais” ouviu 1.355 pessoas de todas as regiões do país e de todas as classes sociais de 26 de janeiro a 9 de fevereiro deste ano, pela internet. O levantamento foi uma iniciativa do grupo de comunicação Untold e conduzido pela Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica da própria empresa.

A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O estudo realizado anualmente desde 2023 e esta é a 4ª edição, que será divulgada na íntegra nesta semana.

Lauro Jardim – O Globo

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TCU aponta falha do governo Lula que fortalece CV e PCC

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Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), entre agosto de 2024 e abril de 2025, aponta que a “baixa execução” do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF) do governo federal tem contribuído para o fortalecimento de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), além de impulsionar a violência no país.

Segundo o documento técnico, apenas 54% dos planos de ação previstos para o funcionamento do programa foram efetivamente executados desde que o planejamento estratégico foi estabelecido. Dos 42 projetos desenhados para integrar órgãos de segurança e inteligência, 19 sequer saíram do papel ou foram interrompidos.

“No curso da auditoria, constatou-se que apenas 23 dos 42 (54%) planos de ação previstos no PPIF foram executados. Essa ineficácia favorece o tráfico de drogas e de armas, o contrabando e o fortalecimento de organizações criminosas, comprometendo a segurança pública e a soberania nacional”, diz trecho do documento.

O relatório utiliza dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) para evidenciar a expansão das principais facções criminosas que atuam no país. Um dos problemas centrais seria a vulnerabilidade das fronteiras, apontadas como porta de entrada para drogas e armas comercializadas por essas organizações.

“Segundo a Senappen, as duas principais organizações criminosas brasileiras, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), têm desempenhado papel central na articulação de crimes transnacionais, sobretudo no tráfico de drogas e de armas”, diz o documento.

Na auditoria, o TCU apresenta um diagnóstico dos principais motivos para a ineficiência do programa: ausência de comunicação com a Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Creden); planejamento estratégico sem força normativa; itens inadequados à categoria de plano de ação; não implementação de mecanismos fundamentais de governança; ausência de envio de informações; indicadores e metas inadequados; falta de mecanismos de revisão do planejamento estratégico; e substituição recorrente de representantes titulares por suplentes.

O PPIF, coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), foi concebido em 2016 como a principal ferramenta de articulação entre as Forças Armadas, a Polícia Federal, a Receita Federal e os governos estaduais. Em 2018, foi editado o planejamento estratégico do programa que, “além de definir missão, visão de futuro, objetivos estratégicos e estratégias, também estabeleceu planos de ação”, destaca o TCU.

Ainda segundo o documento, o propósito inicial do Comitê-Executivo do Programa (CEPPIF) era promover a aproximação entre os altos escalões das instituições participantes, acelerando o fluxo de informações e reduzindo a morosidade dos trâmites formais típicos da burocracia estatal.

Prazo para restruturação

Na conclusão, o tribunal determinou prazo para a reestruturação do programa. “Para sanar essa deficiência normativa, propõe-se determinar ao CEPPIF que, em 180 dias, reestruture e leve à Creden, para aprovação, o planejamento estratégico do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF)”, diz o texto.

De acordo com o TCU, embora programa tenha sido criado em 2016 e estruturado em gestões anteriores, o governo atual oficializou o plano como pilar central de sua estratégia de segurança ao editar o Decreto nº 12.038, em abril de 2024. O texto instituiu a Política Nacional de Fronteiras (PNFron), mantendo o PPIF como seu instrumento operacional.

A auditoria foi realizada por determinação do próprio Tribunal de Contas da União, sob relatoria do ministro Jorge Oliveira.

Metrópoles 

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Ministros articulam saída de Toffoli de turma do STF que julga caso Master

Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) iniciou uma articulação para que o ministro Dias Toffoli deixe a 2ª Turma da corte, responsável por julgar processos relacionados ao Banco Master. As informações são da coluna de Matheus Teixeira, da CNN.

Com isso, Toffoli não precisaria se declarar suspeito em julgamentos futuros relacionados ao caso Master e, assim, evitaria novos desgastes. O ministro foi relator do caso Master, mas deixou a condução das investigações após a Polícia Federal entregar um relatório ao presidente do Supremo, Edson Fachin, sobre a relação de Toffoli e Vorcaro.

O ministro André Mendonça foi sorteado o responsável pelas apurações. Geralmente, decisões mais sensíveis são submetidas à turma do relator que, neste caso, é a mesma de Dias Toffoli.

CNN

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PESQUISA ATLASINTEL: Flávio Bolsonaro lidera entre nomes da direita que aparecem à frente de Lula no 2º turno

Foto: Reprodução/Veja

Pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25), mostra que quatro nomes da direita aparecem numericamente à frente do presidente Lula (PT) em simulações de segundo turno para a eleição presidencial. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera entre esses cenários, embora todos estejam dentro da margem de erro.

De acordo com a pesquisa, Flávio Bolsonaro aparece com 47,6% das intenções de voto em eventual disputa direta contra Lula, que tem 46,6%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), surge com 47,2%, enquanto o presidente registra 46,3% nesse cenário de segundo turno.

O levantamento também incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente inelegível, que aparece com 47,4% das intenções de voto contra 46,6% de Lula. Já a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) tem 47%, enquanto o presidente soma 46,8% em eventual disputa direta.

Segundo a AtlasIntel, foram ouvidos 5.028 eleitores entre os dias 18 e 23 de março. O instituto informa que o nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de um ponto percentual.

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Moraes impõe restrições e limita articulação política de Bolsonaro no início da corrida eleitoral

Foto: Fellipe Sampaio/STF | Ton Molina/STF

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, também trouxe impactos diretos no cenário político. A medida restringe a articulação do líder do PL justamente no início do período pré-eleitoral.

Entre as determinações, Moraes estabeleceu a suspensão, por 90 dias, de visitas ao ex-presidente, com exceção de familiares, advogados e médicos. A justificativa apresentada é de ordem médica, visando garantir um ambiente controlado durante a recuperação de problemas de saúde, incluindo um quadro recente de pneumonia.

Na prática, a decisão impede Bolsonaro de manter contato direto com aliados políticos em um momento considerado estratégico. O período coincide com etapas importantes do calendário eleitoral, como a janela partidária e a desincompatibilização de pré-candidatos.

Desde que foi preso preventivamente em 2025, o ex-presidente vinha recebendo visitas frequentes de parlamentares e lideranças políticas, com quem articulava filiações e estratégias eleitorais. Nesse contexto, também foi definida a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

Com as novas restrições, a interlocução política deverá ser feita principalmente por familiares, como Flávio e Carlos Bolsonaro, além de Jair Renan Bolsonaro, que seguem autorizados a realizar visitas periódicas.

A informação é da CNN

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