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VÍDEO: Moraes é alvo de protesto em frente ao Banco Master: ‘Explica os milhões da tua mulher’


Vídeo: Reprodução/Instagram

Um grupo de manifestantes realizou nesta quinta-feira (5) um novo protesto em frente à sede do Banco Master, na zona sul de São Paulo, com críticas direcionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O ato repetiu o tom de mobilizações anteriores, mas teve público menor em comparação ao registrado em janeiro.

A manifestação contou com a presença do líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, do deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) e do ex-deputado estadual Arthur do Val, conhecido como Mamãe Falei. O movimento organizou o ato e utilizou faixas e palavras de ordem contra decisões do Judiciário.

Durante o protesto, participantes também mencionaram o ministro Dias Toffoli, relator do inquérito relacionado ao caso Master no Supremo. Em um dos momentos, uma manifestante ateou fogo a uma fotografia do magistrado, ação que chamou atenção nas redes sociais.

O episódio ocorre em meio ao aumento da tensão política envolvendo investigações e decisões do STF, que têm provocado reações de grupos de oposição. Até o momento, não houve registro de confronto com a polícia, e as autoridades não divulgaram balanço oficial sobre ocorrências relacionadas ao ato.

Com informações de Conexão Política Brasil

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Defesa apela ao STF e pede prisão domiciliar para Bolsonaro após alegada piora de saúde

 

Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou, nesta quarta-feira (4), com um novo pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a concessão de prisão domiciliar. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes e se baseia na alegação de piora do quadro clínico do ex-presidente enquanto está preso.

Segundo os advogados, Bolsonaro apresentou nos últimos dias episódios eméticos — termo médico usado para vômitos — e uma crise de soluços considerada acentuada. A defesa afirma que a situação exige avaliação técnica imediata para analisar a necessidade de uma prisão domiciliar de caráter humanitário.

No pedido, os representantes solicitam que a Superintendência da Polícia Federal seja intimada, com urgência, a juntar aos autos um laudo pericial. O objetivo é permitir que o assistente técnico da defesa apresente um parecer e, a partir disso, o STF avalie a possibilidade de mudança no regime de prisão.

Bolsonaro está detido desde o dia 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A transferência do ex-presidente da sede da Polícia Federal para a unidade da PM foi determinada pelo próprio ministro Alexandre de Moraes.

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Escritório de Lewandowski recebeu contrato milionário do Master sem atuação em processos

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Apesar de ter mantido um contrato de consultoria jurídica no valor de R$ 250 mil mensais com o banco Master, o escritório ligado ao ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski não aparece como representante da instituição financeira em nenhum processo judicial. O acordo foi firmado em agosto de 2023 e seguiu em vigor até setembro de 2025, período que inclui parte da passagem de Lewandowski pelo governo Lula.

A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O contrato estava em nome da Lewandowski Advocacia, escritório registrado em nome da esposa do ex-ministro, Yara de Abreu Lewandowski, e do filho, Enrique de Abreu Lewandowski. Nenhum dos dois, no entanto, atuou formalmente em ações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro ou às empresas do grupo Master, segundo registros nos tribunais.

Em nota, Ricardo Lewandowski confirmou que o escritório foi contratado para prestar serviços de consultoria jurídica, mas sem atuação direta em processos ou representação do banco junto a órgãos do Poder Executivo. Durante o período do contrato, há registro de apenas uma reunião de Enrique Lewandowski com autoridades públicas, em maio de 2024, na Advocacia-Geral da União, para tratar de um tema relacionado a seguros habitacionais — sem qualquer menção ao Master.

A revelação do vínculo entre Lewandowski e o banco reacendeu pressões políticas sobre o governo federal, especialmente em torno da possível instalação de uma CPI para investigar o Master. Parlamentares da base aliada passaram a recolher assinaturas para tentar controlar a comissão, caso ela seja criada, após virem à tona as conexões envolvendo o banqueiro e lideranças do governo.

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Lula amplia máquina pública e número de servidores federais cresce pelo terceiro ano seguido

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerrou 2025 com 579.070 servidores públicos federais na ativa, aumento de 4.140 funcionários em relação ao ano anterior. O crescimento de 0,72% marca a terceira alta consecutiva no quadro de pessoal e representa o maior contingente desde 2021, segundo dados oficiais.

A expansão está ligada à aposta da gestão petista na realização de concursos públicos para recompor áreas consideradas estratégicas. Apenas no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), realizado em duas edições recentes, foram ofertadas mais de 10 mil vagas, com salários que chegaram a R$ 22,9 mil e milhões de candidatos inscritos.

Enquanto amplia contratações, o Planalto mantém posição contrária a propostas de reforma administrativa que visam reduzir custos. A ministra da Gestão, Esther Dweck, já afirmou que mudanças como a PEC 38 de 2025 não refletem a visão do Executivo e criticou iniciativas anteriores que, segundo ela, poderiam penalizar servidores.

O aumento no número de funcionários veio acompanhado de crescimento nas despesas com pessoal. Em 2025, os gastos da União com servidores chegaram a R$ 407,9 bilhões, alta de 4,3% em relação ao ano anterior e o maior nível desde 2021, reforçando o debate sobre o impacto fiscal da expansão da máquina pública.

Com informações do Poder360

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Tornozeleira de Oruam está desligada desde domingo; rapper é procurado

Oruam está preso desde domingo: veja os detalhes do caso - QG DO RAP BR

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, é considerado foragido da Justiça após a expedição de mandado de prisão preventiva pela 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A medida foi determinada depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) revogou a liminar que o mantinha em liberdade.

A decisão do STJ foi proferida, nesta segunda-feira (2), pelo ministro Joel Ilan Paciornik. Ao analisar o caso, o magistrado apontou descumprimento reiterado das medidas cautelares impostas ao cantor, especialmente em relação ao uso da tornozeleira eletrônica.

Agentes da Polícia Civil fazem buscas em endereços ligados ao Oruam, mas até o momento, ele não foi localizado.

Segundo informações da Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária), Oruam utiliza o equipamento desde 30 de setembro. A partir de 1º de novembro, passaram a ser registradas sucessivas violações, totalizando 66 ocorrências, sendo 21 consideradas graves somente em 2026. A maioria dos registros está relacionada à ausência de carregamento da bateria.

A Seap informou que o cantor compareceu à Central de Monitoração Eletrônica no dia 9 de dezembro, quando foi realizada a substituição do equipamento. A tornozeleira retirada foi encaminhada à perícia técnica, que constatou dano eletrônico, possivelmente decorrente de alto impacto.

Ainda de acordo com a secretaria, as violações foram formalmente comunicadas ao Poder Judiciário, com envio de relatórios mensais à Terceira Vara Criminal. Após a troca, o novo equipamento voltou a apresentar falhas por ausência de carregamento, e desde 1º de fevereiro permanece descarregado, o que compromete o acompanhamento da medida judicial.

CNN

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Câmara aprova novo “penduricalho” e libera salários de até R$ 77 mil para servidores

Deputados: medida pode levar salários a quase R$ 80 mil
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (3) um projeto que cria um novo plano de carreira e amplia benefícios para servidores da Casa, abrindo caminho para salários que podem chegar a R$ 77 mil mensais. A proposta institui a Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico (GDAE), já adotada no Senado e no Tribunal de Contas da União (TCU), e agora segue para análise do Senado Federal.

Na prática, a nova gratificação cria uma espécie de “mês com 40 dias”, permitindo que servidores em funções comissionadas convertam dias de folga em pagamento extra. Os principais beneficiados serão ocupantes de cargos de natureza especial (CNES), que podem ser preenchidos tanto por concursados quanto por indicados políticos. O bônus também é tratado como verba indenizatória, o que o torna isento de Imposto de Renda.

A votação ocorreu de forma acelerada e simbólica, menos de duas horas após o texto se tornar público, sem registro individual dos votos dos deputados. A rapidez gerou críticas dentro do próprio plenário. Para a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), o projeto amplia “penduricalhos” e cria vantagens sem debate amplo sobre uma reforma administrativa mais profunda.

Além do novo benefício aprovado na Câmara, o Congresso ainda discute mudanças semelhantes nos planos de carreira do Senado e do TCU. No caso do tribunal, cálculos internos indicam que os salários podem alcançar até R$ 92 mil, o que reacende o debate sobre supersalários e o impacto dessas medidas nas contas públicas.

Metrópoles

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VÍDEO: Motorista por aplicativo é agredido após expulsar passageiros do carro por prática de sexo oral

Um motorista por aplicativo foi agredido após interromper uma corrida porque um casal praticava sexo oral no banco traseiro do veículo. A situação aconteceu em Salvador-BA, no domingo (1º), e é investigada pela Polícia Civil (PC).

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o motorista conta que aceitou uma viagem para o bairro do Rio Vermelho e três homens embarcaram no veículo. Dois deles, quem estavam no banco de trás do carro, começaram a trocar beijos e passaram a praticar sexo oral.

Diante da situação, o motorista — que tem 23 anos e se apresenta apenas como Zeca — parou o carro, na Ladeira da Barra, e pediu que todos saíssem do veículo. No vídeo, que não captou áudio, é possível ver que um dos homens troca palavras com o motorista, que se irrita.

Em seguida, o homem ameaça socar o condutor do veículo, que se revolta e sai do carro. Ao g1, Zeca admitiu que revidou o soco e disse que agiu para se defender. Ele registrou um boletim de ocorrência contra a pessoa que solicitou a viagem, uma vez que não tinha outras informações sobre os passageiros, mas contou que ainda não foi contatado pela polícia.

Em nota, a Polícia Civil informou que registrou a ocorrência como “vias de fato” e que houve agressões dos dois lados. O caso é apurado pela 14ª Delegacia Territorial (DT/Barra).

g1

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MP Militar deve pedir expulsão de Bolsonaro do Exército nesta semana

Foto: Breno Esaki

O Ministério Público Militar deve protocolar nesta semana pedido ao Superior Tribunal Militar (STM) para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros militares condenados pela trama golpista — o ex-comandante da Marinha Almir Garnier e os generais Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto — sejam expulsos das Forças Armadas.

O Poder Judiciário volta ao funcionamento normal nesta segunda-feira (2).

Bolsonaro e os outros militares citados foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado pela tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Veja as penas dos militares estabelecidas pelo STF

  • Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército e ex-presidente da República: 27 anos e três meses de prisão;
  • Walter Braga Netto, general da reserva do Exército: 26 anos de prisão;
  • Almir Garnier, almirante e ex-comandante da Marinha: 24 anos de prisão;
  • Augusto Heleno, general da reserva do Exército: 21 anos de prisão;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general da reserva do Exército: 19 anos de prisão.

O Código Penal Militar estabelece que militares condenados a penas privativas de liberdade superiores a dois anos sejam punidos com a a chamada “indignidade para o oficialato”, que resulta na perda de posto e patente, e consequentemente, na exclusão das Forças Armadas, seguindo o devido processo de julgamento.

Segundo levantamento do Metrópoles, na coluna Grande Angular, o STM cassou patentes em 85% dos processos sobre indignidade para o oficialato, entre 2018 e 2025.

Metrópoles

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Motta promete acelerar debate sobre fim da escala 6×1: “Com equilíbrio”

Brasília, DF 02/02/2026 - O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, participa da sessão de reabertura dos trabalhos do Congresso Nacional. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom
© Agência Brasil
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republianos-PB), discursou nesta segunda-feira (2), na abertura do ano legislativo, e destacou a agenda de votações programadas para o semestre, incluindo, segundo ele, um avanço no debate sobre o fim da jornada de trabalho 6×1 (aquela em que o empregado trabalha seis dias por apenas e tem apenas um de descanso).
“Devemos acelerar também o debate sobre a PEC 6×1, com equilíbrio e responsabilidade, ouvindo trabalhadores e empregadores”, apontou.
No momento, diferentes projetos de lei tramitam simultaneamente, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, sobre a redução de jornada e fim da escala 6×1.
Em dezembro do ano passado, na Câmara, a subcomissão especial que analisa uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovou a redução gradual da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mas rejeitou o fim da escala 6×1.
Já no Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi mais adiante e aprovou, também no início de dezembro de 2025, o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso (6×1) e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 36 horas semanais. Ambas as mudanças são sem redução salarial. O tema seguirá para o plenário do Senado no ano que vem.
O tema é considerado uma prioridade absoluta do governo federal para os trabalhos legislativos deste ano, tanto que foi enfatizado na Mensagem ao Congresso entregue pelo presidente Lula no início da abertura dos trabalhos parlamentares.

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Aprendizado em matemática no Brasil cai para 21,4% entre jovens do ensino médio

Foto: Getty Images

O aprendizado em matemática no ensino médio voltou a cair no Brasil e atingiu apenas 21,4% dos jovens em 2023. O dado representa uma queda de 4,1 pontos percentuais em relação a 2019, segundo o Índice de Inclusão Educacional (IIE), divulgado nesta segunda-feira (2).

Após a pandemia, nenhum estado brasileiro conseguiu chegar a 30% de estudantes com nível mínimo adequado na disciplina. Na prática, pouco mais de 2 em cada 10 jovens concluem o ensino médio com domínio básico de matemática.

O índice considera como patamar mínimo 300 pontos no Saeb, nível necessário para resolver problemas simples do dia a dia, como porcentagens e leitura de gráficos. Abaixo disso, os estudantes enfrentam dificuldades em tarefas básicas.

Estados tiveram quedas acentuadas

Mesmo os estados que lideravam o ranking antes da pandemia registraram forte recuo:

  • São Paulo: de 35,2% para 24,7%

  • Paraná: de 33,6% para 28,1%

  • Goiás: de 34,2% para 27,0%

  • Distrito Federal: de 33,4% para 22,5%

O RN ocupa a 14º posição no ranking com 16,5%, abaixo da média nacional.

Norte e Nordeste concentram piores índices

As menores taxas estão nessas regiões. Em 2023:

  • Amapá: 8,2%

  • Pará: 10,0%

  • Amazonas: 10,2%

  • Maranhão: 10,4%

  • Bahia: 11,5%

Português tem leve melhora

Diferentemente da matemática, o desempenho em língua portuguesa subiu levemente, de 27,2% para 27,9% no período. Ainda assim, nenhum estado alcança 40% em matemática, patamar que alguns já se aproximam em português.

Apenas 15,5% dominam as duas disciplinas

O levantamento mostra que só 15,5% dos jovens concluíram o ensino médio na idade correta com aprendizado mínimo simultâneo em português e matemática.

Apesar do cenário negativo, o IIE avalia que o sistema educacional tem capacidade de recuperação, desde que haja políticas focadas nas lacunas de aprendizagem e no enfrentamento das desigualdades regionais e raciais.

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