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Empresas podem perder 1 milhão de vagas com veto de Lula à desoneração da folha

Funcionários trabalham em fábricaFoto: Reprodução

Com risco de perda de 1 milhão de vagas, empresas e trabalhadores pressionam o governo federal a sancionar o projeto de lei que prorroga até 2027 a desoneração da folha de pagamento para os 17 setores que mais empregam. Quase 30 representações patronais assinaram em conjunto um ofício para pedir audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a fim de expor “com maior profundidade os elementos que fundamentam a necessária sanção da medida”. As centrais sindicais também pressionam pela sanção e calculam que, sem a continuidade da concessão, quase 1 milhão de postos de trabalho serão fechados.

“É uma medida fundamental para protegermos os empregos. É importante ressaltar que a medida vai até 2027, tempo mais do que hábil para a aprovação de uma reforma tributária que combata privilégios, desonere a produção e, principalmente, faça justiça aos trabalhadores brasileiros com a atualização da tabela do imposto de renda, isentando quem ganha até R$ 5.000.” diz um sindicato.

A pressão também é feita por parte dos setores patronais. “Trata-se de iniciativa crucial voltada a preservar empregos e solução oportuna enquanto não se aprova a desoneração linear para todos os setores, o que poderá ocorrer numa etapa futura da reforma tributária. Enquanto isso, o governo não pode permitir que se afaste esse modelo e que tenhamos efeitos desastrosos no desemprego e até no aumento da inflação e dos juros, o que acaba prejudicando a população em geral”, diz o ofício enviado ao presidente.

No documento, os setores afirmam que a medida é fundamental para a preservação de setores que geram 9,24 milhões de empregos formais diretos, além de outros milhões de postos de trabalho nas redes de produção. A partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os representantes observam um crescimento do número de empregos da ordem de 15,5% com a desoneração, enquanto os setores que tiveram a folha reonerada cresceram apenas 6,8% no mesmo período. “Gostaríamos de apresentar-lhe esses e outros números, como o maior crescimento dos salários dos trabalhadores desses setores desonerados vis-à-vis aos demais”, diz o ofício.

R7

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Brasil

Veto presidencial à desoneração da folha não teria explicação jurídica, dizem especialistas

Foto: Ailton de Freitas

A prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia até 2027 está de acordo com a Constituição Federal, dizem especialistas em direito tributário consultados pelo R7. O veto presidencial por esse motivo, portanto, “não seria justificável”. O tema já foi discutido no Supremo Tribunal Federal. Em 2021, o ministro aposentado Ricardo Lewandowski, então relator do caso, posicionou-se a favor da medida e afirmou que a reoneração levaria a inúmeras demissões.

O projeto de lei com a extensão da medida fiscal, que terminaria em 31 de dezembro deste ano, foi aprovado pelo Congresso Nacional em outubro e aguarda sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Pela matéria, a contribuição previdenciária de 20% sobre a folha salarial continua sendo substituída por uma contribuição com alíquota entre 1% e 4,5% da receita bruta das empresas.

Com risco de perda de 1 milhão de vagas, empresas e trabalhadores pressionam o governo federal a sancionar o projeto de lei. Na semana passada, no entanto, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em resposta a questionamento feito pelo R7, afirmou que “não há compromisso” com a sanção da desoneração.

Padilha declarou que o governo vai analisar a medida, principalmente no que diz respeito à constitucionalidade. O ministro levantou a hipótese de o texto aprovado pelo Congresso Nacional não estar de acordo com a Constituição Federal, o que é refutado por especialistas.

Nesta quinta-feira (9), quase 30 representações patronais assinaram em conjunto um ofício para pedir audiência com Lula para expor “com maior profundidade os elementos que fundamentam a necessária sanção da medida”. As centrais sindicais também pressionam pela prorrogação.

R7

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Bolsonaro sai em defesa do embaixador de Israel após polêmica

Embaixada de Israel diz que não convidou Bolsonaro para reunião na CâmaraFoto: Sarah Teófilo/Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro saiu em defesa do embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshein, que vem sendo criticado por lideranças petistas e integrantes do governo Lula.

O diplomata entrou na mira do Itamaraty após fazer críticas públicas ao governo Lula e por ter participado de um evento com Bolsonaro na quarta-feira (8/11).

O encontro entre Zonshein e o ex-presidente ocorreu durante a exibição de imagens dos ataques do Hamas contra israelenses promovida pelo embaixador na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Em conversa com a coluna, Jair Bolsonaro afirmou ter sido convidado para participar do evento, mas disse que “nem sabia que o embaixador ia se fazer presente”.

“Ele estava presente, lógico, cumprimentei como autoridade. Lá na Câmara, a organização me colocou para sentar do lado dele. Trocamos algumas poucas palavras. Nada além disso”, afirmou.

Bolsonaro disse ter ficado “muito feliz” em ter ido ao encontro. “Senti a dor dele, fui solidário à dor dele e do seu povo naquele momento”, declarou à coluna.

Igor Gadelha – Metrópoles

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TSE aprova fusão de PTB e Patriota; novo partido se chamará PRD e terá direito a R$ 22,8 milhões

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta-feira (9), por unanimidade, o registro do Partido Renovação Democrática, legenda criada pela fusão de PTB com o Patriota.

Com a união das agremiações, o novo partido passa a ter direito a R$ 22,8 milhões do Fundo Partidário, referente a valores de 2023.

A união das duas siglas foi aprovada em convenção nacional feita em Brasília, em outubro de 2022, dias antes da data do segundo turno das eleições.

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Governador de São Paulo sanciona lei que cancela multas da Covid e Bolsonaro recupera quase R$ 1 milhão

Ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)

 

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sancionou a lei que cancela as multas administrativas aplicadas durante a pandemia a pessoas que descumpriram obrigações impostas para a prevenção e enfrentamento da Covid-19. A Lei 17.843 foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (9).

O projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) no dia 17 de outubro, com 52 votos a favor e 26 contra, além de duas abstenções.

De acordo com o governo de São Paulo, as penalidades tinham finalidade somente educativa, não arrecadatória. Por isso, após o fim do estado de emergência de saúde, não haveria motivo para seguir com os processos.

Com a aprovação da medida, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá reaver os R$ 913 mil que depositou em juízo no mês de agosto para o pagamento de multas que recebeu por não usar máscaras de proteção individual no estado de São Paulo. Ao longo da pandemia, Bolsonaro foi multado sete vezes, sendo duas em 2021 e cinco em 2022.

O depósito foi feito após o ex-presidente sofrer, em junho deste ano, um bloqueio judicial de R$ 317 mil pela Justiça. Na época, Bolsonaro chegou a abrir uma vaquinha para que apoiadores o ajudassem na arrecadação do valor necessário ao pagamento das multas.

Além dos valores de Bolsonaro, o governo paulista deixará de arrecadar, segundo fonte consultada pela CNN, R$ 72 milhões provenientes das multas aplicadas durante o mandato de João Doria (PSDB). Durante a pandemia de Covid-19, cerca de 10 mil punições foram aplicadas, por motivos como aglomerações, festas clandestinas, além do não uso de máscaras.

Reação da oposição

O deputado estadual Paulo Fiorilo, líder do PT na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), anunciou em suas redes sociais que acionará a Justiça para tentar barrar a anistia. “Não nos resta outro caminho: vamos judicializar”, escreveu o petista em publicação no X, antigo Twitter.

CNN

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Padre Lancellotti chama Israel de “estado assassino” em manifestação do PT

Foto: Reprodução

Em um vídeo postado em suas redes sociais padre Júlio Lancellotti chamou Israel de “estado assassino”.

O vídeo mostra uma fala de Lancellotti durante uma manifestação em um ato contra Israel e a favor da Palestina realizado em São Paulo no último sábado, 4.

“Israel, além de ser um Estado assassino, é um Estado covarde”, declarou Lancellotti, falando em um microfone ao lado do Sheik do Centro Islâmico da Penha, Rodrigo Jalloul.

“Estar aqui, hoje, é uma grande emoção. E eu me sinto aqui palestino”, disse o padre, que no Twitter se define como “defensor de Direitos Humanos”.

Revista Oeste

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Reforma tributária pode ser promulgada ainda este ano, avalia Haddad

Brasília (DF) 17/10/2023 – O ministro da Fazenda,Fernando Haddad deixando o ministério após reuniões internas.
Foto: Antonio Cruz/Agência BrasilFoto: Agência Brasil

Apesar do prazo curto e da necessidade de uma nova votação na Câmara dos Deputados, a reforma tributária tem chances de ser promulgada ainda este ano, disse agora à noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele comentou a aprovação da proposta em primeiro turno no Senado e se disse confiante na nova etapa da tramitação no Congresso.

“Agora, a discussão é muito mais fácil de ser feita. É incorporar ou não [novos pontos] e poder promulgar. Acredito que seja possível a promulgação da reforma tributária ainda este ano, apesar da volta para a Câmara”, declarou o ministro.

Haddad agradeceu aos senadores e deu nota 7,5 para o texto. “Não é nota 10, mas vai trazer investimentos para o Brasil e aumentar nossas exportações”, disse. O ministro, no entanto, elogiou o dispositivo incluído pelo Senado que permitirá a revisão de regimes especiais a cada cinco anos. Segundo ele, a revisão periódica poderá fazer a reforma tributária chegar à nota 10.

Sobre o placar de 53 votos a 24 no plenário do Senado, apenas quatro votos a mais que o necessário, Haddad diz que a margem de folga poderia ser maior caso o debate não tivesse sido politizado.

“Houve muita atuação por parte da oposição contra reforma. Na minha opinião, isso polarizou um pouco o debate, que é uma questão de Brasil. A proposta da emenda constitucional sequer foi apresentada nesse governo. Já vem tramitando desde 2019, mas eu quero crer que se nós colocarmos o Brasil acima disso, dessas disputas, nós podemos inclusive ampliar esse placar”, acrescentou o ministro.

Agência Brasil

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Polícia Federal vê ‘relação criminosa’ entre ministro de Lula e empresário, diz jornal

O ministro das Comunicações, Juscelino FilhoFoto: Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) encontrou mensagens que indicam a existência de “relação criminosa” entre o ministro das Comunicações do governo Lula (PT), Juscelino Filho (União-MA), e o empresário Eduardo José Barros Costa, conhecido como “Eduardo DP” ou “Imperador”. Eduardo é apontado como dono de uma empreiteira investigada por desvios na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), comandada pelo Centrão. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, nas conversas, Juscelino, que na época era deputado federal, teria indicado nomes e contas de pessoas onde a empresa faria pagamentos.

As mensagens analisadas pela PF abrangem o período de 2017 a 2020 e estavam no celular de Eduardo, citado pelos investigadores como sócio oculto da empresa Construservice. As informações constam em um relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), no qual a Polícia Federal afirma que Juscelino integra uma “organização criminosa ” com o empresário. O grupo seria responsável por um “suposto desvio ou apropriação e uso indevido de, no mínimo, R$ 835,8 mil”.

Em uma conversa de 18 de janeiro de 2019, Juscelino passa ao interlocutor o nome de uma pessoa e indica o valor de R$ 9,4 mil. No dia seguinte, Costa responde com um recibo de depósito efetuado. O empresário ainda troca mensagens com seu irmão, responsável por sua movimentação financeira, explicando o pagamento.

“Isso é do Juscelino lá de Vitorino, o deputado, faz isso aí, que a terraplanagem daquela pavimentação quem fez foi ele, é pra descontar, viu?”, diz Eduardo ao parente em uma mensagem de áudio.

Ainda de acordo com o relatório da PF, as mensagens reforçam a “atuação criminosa de Juscelino Filho”. O documento frisa ainda que a função do hoje ministro na organização criminosa “era conhecida por todos os membros”.

“Resta cristalina a relação criminosa pactuada entre Juscelino Filho e Eduardo DP”, destaca outro trecho do relatório da PF.

Os investigadores apontam ainda Eduardo DP como o líder do esquema. O celular dele foi apreendido em julho de 2022, durante a primeira fase da operação Odoacro. Na ocasião, a PF chegou a prender temporariamente o empresário e apreendeu mais de R$ 1 milhão em dinheiro vivo, além de itens de luxo, como bolsas e relógios.

Segundo as investigações, os criminosos criavam empresas de fachada e simulavam competições durante as licitações, com o propósito de fazer com que a empresa vencedora fosse sempre a de Eduardo. Sem nunca ter firmado contratos com o governo federal antes de 2019, a Construservice participou de obras de pavimentação em seis estados por um valor que pode chegar a cerca de R$ 400 milhões, de acordo com o Portal da Transparência. O valor empenhado do governo para a empresa foi aumentando ano a ano: foram R$ 32 milhões em 2019; R$ 16 milhões em 2020; e R$ 92 milhões em 2021.

Em setembro deste ano, pessoas ligadas ao ministro das Comunicações também foram alvo da terceira fase da mesma operação, para investigar suspeitas de desvio de dinheiro público envolvendo uma emenda parlamentar de Juscelino, quando era deputado federal, repassada à Codevasf. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Luís (MA), Vitorino Freire (MA) e Bacabal (MA). As medidas foram autorizadas pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Um dos alvos era a irmã de Juscelino Filho, prefeita de Vitorino Freire, Luanna Resende. Ela foi afastada do cargo, também por decisão do STF. Juscelino Filho, por sua vez, não foi alvo de mandados. À época, a PF ponderou que envolvimento de Juscelino foi ter apresentado as emendas, o que não é crime.

Em nota assinada por seus advogados, o ministro nega qualquer ilegalidade em sua relação com o empresário Eduardo DP e afirma que as mensagens do relatório são “sem origem e fidedignidade conhecidas”. O texto chama ainda de “ilação absurda” as afirmações do documento da PF.

“Não há qualquer irregularidade nas obras, cujas emendas atendem a demandas da população, conforme já esclarecido às autoridades. Emendas parlamentares são um instrumento legítimo e democrático do Congresso Nacional e todas as ações de Juscelino Filho foram lícitas. São absurdas as ilações de que Juscelino tenha tido qualquer proveito pessoal com sua atividade parlamentar, sobretudo construídas a partir de supostas mensagens sem origem e fidedignidade conhecidas”, diz o texto assinado por Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, advogados de Juscelino.

Desde o governo passado, a Codevasf é comandada pelo Centrão. A estatal foi turbinada com verbas do antigo orçamento secreto, direcionadas para as bases eleitorais dos parlamentares.

O Globo/Folha de São Paulo

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Justiça do DF arquiva processo contra Bolsonaro por incitação ao estupro

Bolsonaro é contra tributária, mas PL do Senado não fecha posiçãoFoto: REUTERS/Adriano Machado

A Justiça do Distrito Federal arquivou, nesta quarta-feira (8), uma ação penal na qual o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) responde por incitação ao crime de estupro contra a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

A decisão do juiz Francisco Antônio Alves de Oliveira, do 2º Juizado Especial Criminal de Brasília, entendeu o argumento do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de que não seria mais possível discutir o ato de Bolsonaro devido ao tempo que se passou desde o ocorrido. Isso porque a pena de incitação ao crime é de seis meses e a prescrição ocorre em três anos.

“Por todo o exposto, tendo em vista a data do recebimento da denúncia, o período em que o processo permaneceu suspenso (e o correspondente prazo prescricional) e a pena máxima cominada, de seis meses de detenção, verifica-se a ocorrência da prescrição da pretensão punitiva do Estado, considerando-se a pena em abstrato, uma vez que transcorridos mais de três anos sem que tenham ocorrido outras causas de interrupção e suspensão”, escreveu o juiz.

O caso refere-se a declarações feitas em 2014 contra a deputada. Na ocasião, o então deputado Bolsonaro afirmou que a deputada não merecia ser estuprada porque ele a considerava “muito feia”.

CNN Brasil

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Brasil

(VÍDEO) RAPAZ…O CASO É SÉRIO: Lula, que não tira Bolsonaro da boca, diz que não fala do Governo anterior

Eu vou passar 4 anos sem falar uma vírgula do outro governo”, diz Lula minutos após criticar gestão Bolsonaro.

Presidente afirmou que encontrou país “semi-destruído” e que o antecessor cometeu um crime com a economia brasileira que deveria ser denunciado pelo Ministério Público.

Metrópoles

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