Brasil

Cantor Nahim, sucesso dos anos 80, morre aos 71 anos

Foto: Reprodução

O cantor Nahim Jorge Elias Júnior, conhecido como Nahim, morreu na manhã desta quinta-feira (13) em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), caso será registrado preliminarmente como morte suspeita.

Natural de Miguelópolis, interior do estado, ele fez sucesso nos anos 80, quando frequentava programas de auditório e foi grande vencedor do quadro “Qual É a Música?”, do Programa Silvio Santos, no SBT.

O artista ganhou projeção nacional com os hits “Dá Coração”, “Coração de Melão” e “Taka Taka”.

G1

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Brasil

Câmara aprova urgência de projeto que compara aborto a homicídio

Foto: Reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (12/6), em votação em tempo recorde a urgência do Projeto de Lei (PL) nº 1904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio, incluindo casos de estupro.

A proposta é de autoria do Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). A proposta visa alterar o Código Penal, que atualmente, não prevê restrição de tempo para realização da interrupção da gravidez.

O aborto é permitido apenas em casos de estupro, risco de vida materna ou quando o feto possui anencefalia. No entanto, a proposta do deputado Sóstenes prevê a criminalização da interrupção acima de 22 semanas de gestação, independente dos casos já previstos na legislação.

Caso seja aprovado, a mulher que realizar aborto acima de 22 semanas pode ser condenada de 6 a 20 anos de reclusão. O crime de estupro, no entanto, é punível de 6 a 10 anos.

Metrópoles

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Brasil

‘Desconheço essa nova joia’, diz Bolsonaro após PF identificar mais um item em investigação

Foto: Antônio Cruz / Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (12) que “desconhece” a existência de uma joia que a Polícia Federal encontrou em investigações nos Estados Unidos.

Na terça, o delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, afirmou que foi identificada uma tentativa de venda de uma nova joia por emissários do ex-presidente.

O presidente afirma que, se houve negociações para se desfazer do bem, isso não “chegou” até ele.

“Desconheço essa nova joia. Não sei nem o que é. Se teve algo nesse sentido (negociação), sequer chegou ao meu conhecimento. Sobre essa questão de presentes recebidos, havia muitas pessoas. Algumas informações me chegavam muito depois. E, por vezes, nem chegavam até mim”, disse Jair Bolsonaro em entrevista ao portal Metrópoles.

A informação sobre a nova joia é de Andrei Rodrigues, que promete uma conclusão da investigação até o fim deste mês.

“Nessa diligência no exterior, com o FBI, descobrimos que houve a negociação de uma outra joia que não estava no foco dessa investigação. Não sei se a joia já foi vendida, se está na casa de joias. Mas houve um encontro de um novo bem que tentaram vender no exterior”, disse o diretor-geral à imprensa nesta terça. “Isso robustece a investigação que tem sido feita”.

Fonte: Portal 98Fm

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Brasil

Secretário demitido diz que foi pressionado pelo governo para comprar arroz: “bode expiatório”

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O agora ex-secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura, Neri Geller, disse nesta quarta (12) que foi pressionado pelo governo para organizar o leilão que comprou 263 mil toneladas de arroz importado e que foi anulado na terça (11) por suspeitas de irregularidade. Ele afirmou que está sendo usado como “bode expiatório” do fracasso do leilão.

Geller pediu demissão do cargo após se levantar a suspeita de privilégio ao filho dele, Marcello Geller, sócio de uma das corretoras que participaram do leilão. O certame foi vencido por quatro empresas ao custo de R$ 1,3 bilhão, sendo que três delas não operam no mercado de compra e venda de grãos.

Ele foi o responsável por organizar o leilão, e disse que a Casa Civil e o Ministério da Agricultura o pressionaram para comprar tamanha quantidade de arroz mesmo sob fortes críticas do agronegócio.

“Foi mal conduzido, em momento de egos aguçados. [A quantidade foi] uma decisão da Casa Civil junto com o ministro [Carlos] Fávaro certeza. Agora, como que se deu lá eu não consegui participar, porque o ministro puxou esse assunto 100% pro gabinete. Mas, quem decidiu obviamente não fomos nós”, disse em entrevista à BandNews TV.

O ex-secretário afirmou, ainda, que as condições técnicas para a realização do leilão “não foram seguidas”, confirmando uma fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a interlocutores que participaram da reunião mais cedo que anulou o leilão.

Geller disparou que “sem dúvida” que as regras não foram seguidas, e que “faltou organização, faltou orientação”. “Se você buscar nos anais das reuniões que nós fizemos, lógico que foram reuniões internas, as posições técnicas não foram seguidas. […] Foi de forma muito açodada”, apontou.

Neri Geller confirmou que já se sabia que 78% da safra de arroz do Rio Grande do Sul havia sido colhida e estava nos armazéns dos produtores, e que o restante estava fora das regiões fortemente atingidas pelas enchentes. “Teve uma queda de apenas 500 mil toneladas”, pontuou.

Apontou, ainda, que se sabia também que a região Centro-oeste do país teve crescimento de 30% na produção de arroz e que havia também a produção dos outros países do Mercosul. “[O leilão] deveria ser feito de forma mais escalonada”, completou.

“Bode expiatório”

O ex-secretário também negou qualquer tipo de favorecimento ao filho e ao sócio, Robson Almeida de França, que foi seu assessor há quatro anos. Neri Geller diz que o empresário começou a atuar no leilão de grãos depois de deixar o gabinete e, inclusive, participou de outros leilões no ano passado.

“Então, aqueles valiam e agora não vale mais”, questionou dizendo que falou com Robson na noite da última sexta (7), quando começou a surgir a suspeita, e que ficou triste com a repercussão. “Eu vou sair como bode expiatório dessa questão? Eu não vou aceitar de forma nenhuma”, disparou.

Ele ainda pediu que a Polícia Federal investigue se houve qualquer direcionamento por parte dele, ressaltando que tem uma carreira política de mais de 30 anos que não pode ser desprezada.

Neri Geller foi ministro da Agricultura no governo Dilma Rousseff (PT) e ex-deputado federal, além de ter sido um dos principais articuladores para aproximar Lula do agronegócio durante a campanha eleitoral de 2022. Ele chegou a ser cotado para o ministério, em um setor que majoritariamente apoiou a reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A decisão de importar arroz foi tomada após as enchentes no Rio Grande do Sul, estado responsável por 70% da produção nacional do grão. Embora 80% da colheita já tivesse sido realizada antes das chuvas, as enchentes impactaram significativamente a logística e o transporte do cereal para o restante do país.

No último final de semana, a Conab havia determinado que as quatro empresas vencedoras do leilão deveriam comprovar capacidade técnica e financeira para intermediar a compra, que custou R$ 1,3 bilhão ao governo.

Gazeta do Povo

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Brasil

Pantanal tem junho com mais focos de incêndio da história

O Pantanal registrou o maior número de focos de incêndio para o mês de junho desde 1998, quando o índice começou a ser contabilizado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Até esta 3ª feira (11.jun.2024), foram 489 alertas de fogo no bioma. O valor representa uma alta de 1.037% frente ao dado de 2022, que contou com 43 focos do tipo no mesmo intervalo de tempo.

Os dados estão reunidos na plataforma BDQueimadas, alimentada com informações de satélites do Inpe. De acordo com a plataforma, o recorde anterior era de junho de 2005. O período contabilizou 188 focos de incêndio no bioma.

Com um tamanho de 150.355 km², o Pantanal é uma das maiores extensões úmidas contínuas do mundo. Da sua área, 65% estão no território do Mato Grosso do Sul e 35%, no Mato Grosso.

Até maio deste ano, o bioma perdeu 1.276 km² para o fogo. Em 2023, o mesmo período contou com uma perda de 120 km². Na comparação, a terra perdida para as chamas cresceu 963%.

O 1º semestre de 2024 já registrou 1.388 focos de queimada na região, uma alta de 943% com relação aos 133 pontos do 1º semestre de 2023. Trata-se do 3º maior número da série histórica, atrás apenas do 1º semestre de 2020 (2.180) e 2009 (2.021)

Poder360

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Brasil

Articulação por CPI do arroz expõe insatisfação do agro com governo Lula

ImagemFoto: Divulgação

Parlamentares ligados ao setor do agronegócio iniciaram uma articulação para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso do cancelamento do leilão do arroz pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A medida expõe uma divisão dentro da própria bancada ruralista, considerada uma das mais influentes no Congresso Nacional e de extrema importância para o governo Lula. A apuração é da analista de política da CNN Julliana Lopes.

Crise no relacionamento com o agro

Após assumir a Presidência, Lula vinha tentando melhorar o relacionamento com o setor do agronegócio. No entanto, com as denúncias envolvendo o leilão do arroz, parte da bancada ruralista passou a recolher assinaturas para a instalação de uma CPI sobre o caso.

Parlamentares da oposição afirmam ser necessário investigar o que realmente aconteceu, alegando que o caso pode revelar outras questões relacionadas à corrupção dentro do governo, embora não haja indícios disso.

CNN Brasil

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Brasil

Governo publica exoneração de Neri Geller após polêmica que anulou leilão para compra de arroz

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

A exoneração do secretário de Política Agrícola, Neri Geller, foi publicada em edição do Diário Oficial da União, na madrugada desta quarta-feira (12). A portaria indica que a demissão partiu do próprio governo.

A saída de Geller do Ministério da Agricultura acontece após o governo federal anular o leilão para importação de 263 mil toneladas de arroz. A Conab justificou que há indícios de incapacidade técnica e financeira de algumas empresas vencedoras.

Um ex-assessor de Geller, que também é sócio do filho do então secretário em uma empresa, foi um dos negociadores do leilão. Isso fez com que a oposição e associações de produtores alegassem um suposto favorecimento.

Na terça-feira (11), o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que Geller havia pedido demissão.

g1

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Brasil

PIX deverá ter opção de pagamento por aproximação de celular, diz presidente do Banco Central

Foto: Reuters/Pilar Olivares

O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira (11) que está sendo feita uma associação com Google Pay e Apple Pay para que seja possível fazer pagamentos com PIX por aproximação, usando o telefone celular.

Em evento promovido pelo Valor Capital Group, em São Paulo, Campos Neto afirmou que uma das razões que levam as pessoas a usarem o cartão de crédito no lugar do PIX é a facilidade da ferramenta de aproximação.

Na apresentação, ele também defendeu o diálogo entre países para que se avance em uma integração global de sistemas de pagamento instantâneo.

Recorde de transações

 

O Banco Central informou na última sexta-feira (7) que as transações via PIX registraram um novo recorde, com 206,8 milhões de operações em um único dia. Segundo a instituição, as transações somaram R$ 90,9 bilhões. O valor também é recorde.

O total de operações superou as 201,6 milhões de transações registradas em 5 de abril de 2024 – que era o recorde anterior.

Considerando o movimento de quinta-feira (6) da última semana, acrescentou o BC, pela primeira vez foram realizados mais de 400 milhões de PIX num intervalo de 48 horas.

“Os números são mais uma demonstração da importância do PIX como infraestrutura digital pública, para a promoção da inclusão financeira, da inovação e da concorrência na prestação de serviços de pagamentos no Brasil”, avaliou o Banco Central.

Fonte: g1

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Brasil

43,8% das mulheres são vítimas de violência política de gênero

Qualquer mulher pode ser alvo de violência política de gênero, considerando que ela se manifesta em espaços políticos, institucionais, profissionais ou privados, podendo ocorrer antes, durante ou depois do processo eleitoral.

Pesquisa do Observatório de Violência Política contra a Mulher revela que 43,8% das mulheres foram vítimas de violência política e 12,5% não responderam à pergunta, o que pode indicar receio de represálias.

Na Paraíba, a deputada estadual Camila Toscano (PSDB) é autora de duas leis que combatem a prática. A de número 12.247/22 que instituiu a Política Estadual de Enfrentamento ao Assédio e à Violência Política Contra Mulher e a Lei 12.021/21 que criou o Estatuto da Mulher Parlamentar e Ocupante de Cargo ou Emprego Público no Estado.

A Política Estadual tem como finalidade criar mecanismos de prevenção, cuidados e responsabilização contra atos individuais ou coletivos de assédio e qualquer outra forma de violência política contra mulheres. Visa assegurar o exercício dos direitos políticos, sejam elas filiadas a partidos políticos ou não, candidatas ou não, eleitas ou nomeadas ou não e ainda promover, desenvolver e implementar políticas e estratégias públicas para a erradicação de todas as formas de assédio e violência política.

Essa legislação prevê ainda que os servidores públicos, que tenham conhecimento de atos de assédio ou violência política contra mulheres candidatas, eleitas ou nomeadas em função ou cargo público, deverão comunicar o fato às autoridades competentes, ficando preservada a identidade do denunciante.

Já a Lei 12.021/21 tem o objetivo de criar mecanismos de prevenção, cuidados e responsabilização contra atos individuais ou coletivos de assédio e qualquer outra forma de violência política contra as mulheres, incluindo o exercício pleno de seus direitos dentro dos partidos políticos.

1º processo da Paraíba – Atualmente, encontra-se em julgamento pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) uma ação movida pelo Ministério Público contra o comunicador Célio Alves. Ele é acusado de violência política de gênero contra a deputada Camila Toscano. Este é a primeira ação deste tipo da Paraíba e já tem três votos favoráveis à condenação.

Conforme os autos do processo, durante entrevista a um programa de rádio (que também foi compartilhada nas redes sociais com mais de 10 mil seguidores), Célio Alves disse que Camila Toscano “parece uma youtuber, uma digital influencer” e que acha que ser deputada “é mostrar a cor do cabelo, o tom da maquiagem, se a roupa está bonita ou não, distribuir sorrisos e dizer que é uma alegria estar aqui”. O caso ganhou repercussão nacional e Camila recebeu solidariedade de políticas e entidades.

No Brasil – Com a Lei nº 14.192/21, o Brasil deixou de fazer parte do grupo de países da América Latina que ainda não possuíam regras para prevenção, repressão e combate à violência política contra a mulher. A Lei conceitua a violência política contra a mulher como “toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos das mulheres”, assim como atos que impliquem “distinção, exclusão ou restrição no reconhecimento, gozo ou exercício de seus direitos e de suas liberdades políticas fundamentais, em virtude do sexo” (art. 3º).

MaisPB

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Brasil

(VÍDEO) Crianças causam ‘apagão’ e fogem após bola atingir rede elétrica de rua

Um grupo de crianças que brincava de futebol na rua acabou se dispersando depois de uma situação inusitada. Uma câmera de monitoramento flagrou o instante em que um deles acerta a bola nos fios de um poste, causando um “apagão”.

Antes animados com a partida, os meninos correram assim que uma explosão de energia ocorreu devido ao impacto provocado pela bola.

Nas imagens é possível ver a rua completamente escura logo depois.

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Blog do BG PB com Metrópoles

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