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Brasil teve 1 ônibus queimado a cada 5 dias em 2024

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O Brasil teve 69 ônibus queimados em 2024. Houve uma queda em relação ao ano anterior, quando 105 veículos foram destruídos –queda de 34,4%. As ocorrências voltaram a um patamar similar aos de 2021 e 2022. As informações são de um levantamento da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos).

“Mesmo considerando que houve uma redução, é importante destacar que ainda foram muitos casos […] causando um enorme prejuízo financeiro para as empresas”, diz um texto da associação.

O levantamento considera ônibus coletivos de transporte público municipal e metropolitano –aqueles utilizados no cotidiano pela população.

Apesar do nome, costumam ser operados por empresas privadas, com a concessão do serviço. Veículos usados para turismo e para viagens interestaduais não entram na conta.

O pico de registros de ônibus queimados se deu em 2014, quando manifestantes depredaram os transportes públicos em protestos ao governo de Dilma Rousseff (PT). Totalizaram 657 casos.

As ocorrências de 2020 e 2021 naturalmente são mais baixas. A circulação dos veículos foi limitada por causa do isolamento social provocado pela pandemia de covid. Desde o início da série histórica, em 2004, o Brasil teve 2.875 ônibus incendiados.

A destruição dos ônibus com incêndios é uma questão relacionada à segurança pública do país. Muitos dos casos são ligados a atos do crime organizado.

PREJUÍZO

O estudo também traz dados sobre os impactos financeiros e logísticos dos ônibus queimados:

  • passageiros não transportados – 19.700;
  • custo para reposição dos veículos – R$ 39,2 milhões;
  • custo dos passageiros não transportados – R$ 94.200;
  • custo total – R$ 41,7 milhões.

Poder 360

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Brasil

Sidônio demite aliada de Janja à frente das redes sociais do governo Lula

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Sidônio Palmeira, que toma posse na Secom de Lula na terça-feira (14), está se preparando para substituir a titular de Estratégias e Redes do antigo time de Paulo Pimenta, demitido no início da semana.

A área pilota a comunicação institucional do governo nas redes sociais é comandada por Brunna Rosa desde janeiro de 2023. Ela esteve na campanha lulista de 2022 e, de lá para cá, se destacou pela identificação com Janja (é das mais próximas aliadas à primeira-dama no governo).

Para o lugar de Brunna, Sidônio está considerando quadros da Prefeitura de Recife, onde João Campos ganhou notoriedade pela sua habilidade e de seu time com as redes.

A favorita para o cargo é Mariah Queiroz, que trabalha na equipe de Campos. Ela trabalhou na Prole, agência do marqueteiro Renato Pereira, que atendia Eduardo Paes no Rio.

A intenção de Sidônio é oficializar o movimento após sua posse oficial no cargo. Antes disso, no entanto, ele já alterando a composição da Secom. Entre as mudanças que já fez, está a demissão de José Chrispiniano, secretário de Imprensa que foi substituído por Laércio Portela.

Lauro Jardim – O Globo

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Brasil

Brasil termina 2024 com a 5ª maior inflação do G20

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Brasil teve a 5ª maior inflação do G20 em 2024. O país fechou o ano com taxa anual de 4,83%, acima do teto da meta. O ranking é liderado pela Argentina (116,6%) e pela Turquia (44,4%).

A relação foi enviada ao Poder360 por Alex Agostini, economista chefe da Austin Rating. Nem todos os países divulgaram os dados de inflação fechados para 2024, por isso a comparação é feita com as informações mais recentes.

Dos 21 países ou regiões do G20, 15 registraram desaceleração na inflação em 2024. Não foi o caso do Brasil. A taxa aumentou em relação a 2023.

A Espanha não é integrante do G20, mas é considerada convidada permanente do grupo. O país registrou aceleração da inflação.

Rússia, Índia, Japão, Arábia Saudita, Itália e China foram as outras nações que tiveram inflação maior ou igual em 1 ano.

A INFLAÇÃO

Os índices de inflação são usados para medir a variação dos preços. Ou seja, quanto vale o dinheiro de forma real. Em um resumo simplificado, um produto que custava R$ 100 passa a custar R$ 110 se a variação ampla foi de 10,0%.

Poder 360

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Caixa aumenta juros do financiamento imobiliário: veja como era e como fica



					Caixa aumenta juros do financiamento imobiliário: veja como era e como fica
Caixa aumenta juros do financiamento imobiliário: veja como era e como fica. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O financiamento de imóvel com Caixa Econômica Federal em 2025 está com juros mais altos do que os praticados no ano passado. No dia 2 de janeiro, a instituição elevou suas taxas entre 1 e 2 pontos percentuais (p.p.).

A alta vale apenas para novos contratos e varia de acordo com a modalidade de financiamento.

Veja as mudanças no financiamento da Caixa

Taxa Referencial (TR)

  • Como era: A linha de crédito corrigida pela Taxa Referencial era, até dezembro de 2024, de TR mais 8,99% a 9,99% ao ano.
  • Como ficou: Os juros subiram a TR mais 10,99% a 11,49% ao ano para imóveis residenciais de até R$ 1,5 milhão. Para imóveis de valores superiores, incluindo comerciais, a taxa chega a 12% ao ano.

Poupança Caixa

  • Como era: A linha de crédito Poupança Caixa, que considera a remuneração da poupança mais um percentual, era de remuneração da poupança mais 3,10% a 3,99% ao ano
  • Como ficou: Agora, a taxa subiu para remuneração da poupança mais 4,12% a 5,06% ao ano.

Essas alterações se referem às modalidades de crédito imobiliário que utilizam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), destinado a imóveis de até R$ 1,5 milhão.

A Caixa informou em nota que realiza uma análise de fatores “mercadológicos e conjunturais, dentro das regras prudenciais de definição das condições do crédito” para definir as taxas.

Como fica o Minha Casa, Minha Vida?

Enquanto isso, as linhas de crédito que utilizam recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), como as do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), não tiveram aumento nas taxas.

Se enquadram no MCMV as famílias com renda de até R$ 8 mil, para a compra de imóveis de até R$ 350 mil. Nessa linha, que é subsidiada, as taxas variam de 4,07% a 8,47% ao ano.

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Transparência Internacional critica Moraes e STF: ‘Promove a impunidade’

Foto: Gustavo Moreno

Dois anos depois dos ataques de 8 de janeiro de 2023, a Transparência Internacional Brasil publicou na quarta-feira 8 um artigo que alerta para o que considera um enfraquecimento das instituições democráticas no país.

O documento defende a ideia de que o Brasil sofre com um processo de “desinstitucionalização” que se manifesta no Supremo Tribunal Federal. Segundo a organização, “ações do próprio STF são vetores de desinstitucionalização e descrédito da sociedade na Justiça e na democracia”.

Uma das principais críticas feitas à Suprema Corte é a forma como conduz os processos relacionados ao 8 de janeiro. O artigo denuncia o fato de que o tribunal tem ignorado garantias fundamentais e adotado medidas que restringem o devido processo legal em um nível “inédito na história republicana”.

Entre os exemplos citados, estão prisões preventivas que extrapolam os prazos legais, julgamentos sem instâncias revisoras adequadas e situações em que advogados apresentaram sustentações orais em vídeos gravados, “sem direito a um julgamento justo”.

Além disso, o texto critica que um dos ministros do STF – em referência a Alexandre de Moraes, mas sem citar seu nome –, que teria sido alvo de uma suposta conspiração de assassinato, tenha julgado os réus do plano sem se declarar impedido. Segundo o artigo, trata-se de uma clara violação dos princípios de imparcialidade judicial.

Ao mesmo tempo em que endurece contra os réus do 8 de janeiro, o STF teria promovido uma “anistia geral e irrestrita” para empresários e políticos envolvidos nos maiores esquemas de corrupção do país. “Promove a impunidade dessa elite”, diz o documento.

O texto afirma que a Corte tem “suspendido e perdoado multas bilionárias” que deveriam ressarcir cidadãos prejudicados, enquanto utiliza o conceito de “devido processo legal” de maneira elástica para justificar essas decisões.

Segundo a Transparência Internacional, o Supremo tem atuado de forma contraditória ao interpretar a lei com rigor extremo contra alguns e com excessiva leniência contra outros. O artigo ainda alerta para a “normalização generalizada do arbítrio”, em referência à aceitação de medidas autoritárias por parte da sociedade civil, da imprensa e da academia.

A Transparência Internacional critica a falta de contestação dessas práticas e alerta para o fato de que setores respeitáveis da sociedade passaram a enxergar essas ações como uma “defesa da democracia”, quando, na verdade, corroem os próprios pilares do Estado de Direito.

A Transparência Internacional conclui seu manifesto com a necessidade de um compromisso genuíno com os valores democráticos. O Brasil, segundo a organização, reconstruiu rapidamente os danos físicos causados pelos atos de 8 de janeiro, mas ainda precisa reconstruir seus princípios institucionais.

“O Brasil reconstruiu rapidamente, com cal e pedra, a Praça dos Três Poderes. Urge que o faça com valores”, alerta o documento, que enfatiza que a democracia deve ser defendida por meio de práticas justas e equilibradas.

Revista Oeste

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[VÍDEO] Lula dá bronca em assessor e pede que galeria do Planalto mencione ‘mentiras’ de Bolsonaro e ‘golpe’ a Dilma

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou a atenção de um auxiliar ao visitar a galeria de ex-presidentes do Palácio do Planalto, reinaugurada após ser destruída por manifestantes do 8 de janeiro de 2023. Acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e do ministro da Casa Civil, Rui Costa, Lula demonstrou insatisfação com a falta de informações sobre os mandatos da República e exigiu a exibição de um contexto, mas de acordo com a visão do PT.

“O que eu quero é que conte a História, a Dilma (Rousseff) foi eleita, foi reeleita, depois sofreu impeachment, que foi um golpe, depois esse aqui (apontando para Michel Temer) não foi eleito. Esse aqui tomou posse em função do impeachment da Dilma, tá? Depois esse aqui (apontando para Jair Bolsonaro) foi eleito em função das mentiras. É isso que tem que contar”, disse.

Lula reclamou que as fotos tinham poucas informações para as pessoas que visitavam o palácio enquanto conversava com o Chefe de Gabinete Adjunto do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Valdomiro Luis de Sousa:

“Isso aqui é a data que governou, não a data que nasceu. Se você não explica, ninguém entende. Você tem que explicar, a pessoa que vem aqui ver, tem que saber o que aconteceu. O Collor foi eleito e foi ‘impichado’ em tal data. Esse aqui (apontando para foto de Itamar Franco), assumiu no lugar do Collor, porque se não as pessoas passam aqui e não entendem a História”, afirmou.

Lula continuou:

“Foi presidente do Brasil e nasceu quando (Júlio Prestes)? Você explica quando ele nasceu, mas não explica quando ele governou. E esse aqui (Getulio Vargas)? Essa aqui tem que estar dito publicamente foi eleito em 1930, até 1945, foi cassado, voltou em 1950 eleito pelo povo e ficou até 1954 quando morreu, se matou. Porque aí a pessoa vem aqui e vê e vai saber da História”.

Fonte: O Globo

 

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Lula comete gafe e fala “cidadões” duas vezes

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva edita decreto que cria Prêmio Eunice Paiva de defesa da democracia. Premiação será concedida anualmente pelo Observatório da Democracia da AGU para pessoas que colaborem de forma notória para consolidar o regime democrático no país, durante cerimônia no Palácio do Planalto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu uma gafe nesta 5ª feira (9.jan.2024) e falou “cidadões” duas vezes. O correto é cidadãos.

“Nós queremos, na verdade, é que cada país tenha a sua soberania resguardada. Não pode um cidadão, não pode 2 cidadões [sic], não pode 3 cidadões [sic] acharem que podem ferir a soberania de uma nação”, disse Lula a jornalistas ao comentar decisão da Meta de encerrar checagem de fatos.

A fala do presidente foi feita durante uma visita às obras que foram restauradas depois de terem sido destruídas nos atos de 8 de Janeiro. As peças estão expostas no térreo do Palácio do Planalto. Na ocasião, Lula pareceu não gostar da parede com a foto de todos os outros presidentes do Brasil, que também fica no térreo do prédio. Pediu para ser feita uma alteração: em vez da data de nascimento e morte, quer que mostre a data que cada chefe tomou posse.

A jornalistas, o presidente disse nesta manhã que fará uma reunião na tarde desta quinta-feira (9.) para discutir o encerramento da checagem de fatos anunciado pela Meta -que controla o Facebook e o Instagram. “Eu acho que é extremamente grave as pessoas quererem que a comunicação digital não tenha mesma responsabilidade de um cara que cometa um crime na imprensa escrita”, declarou.

Lula tem 79 anos e que passou por risco de morte em outubro, depois de um acidente doméstico. Ele bateu a cabeça, levou pontos e já passou por ao menos 2 procedimentos.

Poder360

 

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Após convite, governo Lula decide enviar embaixadora para posse de Maduro

O presidente Lula e Glivânia Maria de Oliveira, embaixadora do Brasil na Venezuela — Foto: Ricardo Stuckert/Presidência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai enviar a embaixadora do Brasil em Caracas, Glivânia Oliveira, para a cerimônia de posse de Nicolás Maduro, nesta sexta-feira. Maduro assumirá mais um mandato como presidente da Venezuela, após uma eleição polêmica, realizada em julho do ano passado, em que não ficou comprovada sua vitória.

A participação na posse será protocolar. Ninguém sairá de Brasília até Caracas. O governo Lula não reconheceu a vitória de Maduro sobre o opositor Edmundo González, porque as atas eleitorais que comprovariam o resultado jamais foram apresentadas.

Na avaliação do governo Lula, Maduro não cumpriu o que prometeu no Acordo de Barbados, quando representantes do governo e da oposição venezuelana se comprometeram, no fim de 2023, com eleições livres, justas, transparentes e aceitas por todos.

Outro motivo de irritação no governo Lula são as ofensas de Nicolás Maduro. O líder chavista não se conforma com a posição do governo brasileiro ante a eleição e não perdoa o Brasil por ter barrado a Venezuela no Brics, bloco formado por nações em desenvolvimento, que inclui países como China, Rússia e Brasil.

Manter os laços com a Venezuela, em uma relação entre dois Estados, e não entre dois governos, é a estratégia do Brasil, que continua cuidando das embaixadas do Peru e da Argentina em Caracas. Um importante interlocutor da área diplomática acredita que, se não fosse a bandeira brasileira na representação argentina naquele país, uma tragédia já poderia ter acontecido, como a invasão do prédio e a prisão de opositores de Maduro, que lá estão asilados desde março de 2024.

A Venezuela tem uma fronteira de mais de dois mil quilômetros com o Brasil, numa região estratégica como a Amazônia. Além disso, é dona da maior reserva de petróleo do mundo e abriga um número significativo de brasileiros. Cuidar dos interesses por lá é essencial, explicam integrantes do governo brasileiro.

Posse esvaziada

Apenas países que reconheceram a vitória de Maduro receberam convite específico para a posse. O Brasil entrou no bolo de convites enviados às embaixadas. Portanto, Lula não foi diretamente convidado, mas poderia ir, se julgasse conveniente, o que não é o caso.

Porém, a expectativa é que a posse seja esvaziada. Países aliados, como Rússia e Bolívia, não devem enviar seus presidentes.

Governos x Estados

A tradição de reconhecer ou não governos remete a uma visão de maior ingerência em outros países. Houve um tempo em que, se os Estados Unidos reconheciam ou não um governo na América Latina, isso era determinante. Mas a atual política externa brasileira está se afastando dessa abordagem.

Nas palavras de um interlocutor do governo Lula, o Brasil não pode ser mais um país que determina qual governo é legítimo ou não. Por isso, o foco é manter relações com os Estados e, consequentemente, com quem de fato exerce o governo.

Um exemplo sempre lembrado na área diplomática foi o período Bolsonaro, quando o Brasil decidiu reconhecer o oposicionista Juan Guaidó como presidente. Não funcionou. O grupo político do Guaidó não tinha controle de nenhuma instituição na Venezuela, e o Brasil ficou sem diálogo para resolver questões do nosso próprio interesse. Seria péssimo cometer o mesmo erro, na avaliação de integrantes do governo.

O chanceler Mauro Vieira vem reforçando que “o Brasil não reconhece governos, reconhecemos Estados”. Ou seja, o Brasil reconhece a Venezuela como um Estado, assim como a China, a França ou a Palestina.

O Globo

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Piloto morre em acidente com avião em Ubatuba; outras 7 vítimas são resgatadas com vida

Acidente envolvendo avião em Ubatuba (SP) deixou ao menos dois mortos – Foto: Reprodução

A Prefeitura de Ubatuba, no litoral de São Paulo, confirmou que uma pessoa morreu após um avião de pequeno porte ultrapassar a pista do aeroporto da cidade e explodir na Praia do Cruzeiro na manhã desta quinta-feira (9).

Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra o avião saindo do aeródromo, ultrapassando a pista que margeia a praia e chegando à faixa de areia em chamas.

Vítimas

Inicialmente, a Prefeitura de Ubatuba havia informado que duas pessoas haviam morrido no acidente. Às 11h23, a administração municipal corrigiu a informação para apenas a morte do piloto.

Cinco vítimas estavam na aeronave e outras três estavam em uma pista de skate no local. Elas foram resgatadas com vida.

No jatinho estavam o piloto, dois adultos e duas crianças. As vítimas feridas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O piloto foi retirado das ferragens, mas não resistiu aos ferimentos.

A Defesa Civil informou que cinco viaturas e 12 bombeiros atuam no local.

Modelo do avião

A aeronave, com matrícula PR-GFS, modelo 525, foi fabricado em 2008 pela empresa Cessna Aircraft. Ela tem capacidade para sete passageiros, além de dois pilotos.

Segundo o sistema da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave estava com operação negada para táxi aéreo, mas com situação de aeronavegabilidade ‘normal’.

Fonte: Portal 98Fm

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Aeronave de pequeno porte cai em Ubatuba (SP)

Foto: Reprodução

Uma aeronave de pequeno porte caiu na manhã desta quinta-feira (9) em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros. Não há informação sobre vítimas.

Segundo a prefeitura, o acidente ocorreu na orla da praia do Cruzeiro, próximo a uma pista de skate.

O avião acidentado é um bimotor a jato modelo Cessna Citation.

CNN

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