Brasil

Golpes com Pix vão gerar prejuízo anual de R$ 11 bilhões para bancos e consumidores até 2028

Imagem: Cris Faga/Dragonfly Pres

Golpes financeiros com o Pix vão gerar prejuízo anual de até R$ 11 bilhões (US$ 1,937 bilhão) para bancos e consumidores brasileiros nos próximos três anos. A projeção foi divulgada nesta terça-feira pela empresa de pagamentos em tempo real ACI Worldwide, em relatório produzido com a consultoria GlobalData.

O estudo aponta que as fraudes com o Pix devem crescer 39% em relação aos R$ 2,2 bilhões registrados em 2023, o maior avanço entre os seis países avaliados — Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Austrália, Emirados Árabes Unidos e Brasil.

A avaliação considerou os mercados que têm os maiores volumes de transações com sistemas de pagamentos instantâneos, como o Pix. Entre as seis economias analisadas, os prejuízos causados por golpes nesse segmento devem superar US$ 7,6 bilhões (mais de R$ 44 bilhões) até 2028, com o Brasil respondendo por um quarto desse total.

Em comum, golpistas que se utilizam de pagamentos em tempo real costumam usar a tática de engenharia social, por meio de redes sociais, telefone ou aplicativos de mensageria. O intuito dos criminosos é aproveitar a confiança da vítima e fazer com elas transfiram dinheiro voluntariamente.

Os resultados finais da pesquisa foram obtidos a partir da combinação de dados internos da GlobalData, informações das fontes oficiais e análise global do mercado feita pela ACI Worldwide.

Senso de urgência é alerta

A pesquisa também apontou, a partir de entrevistas, as principais modalidades de fraude que afetam os consumidores de cada país. A mais prevalente entre os brasileiros envolve a venda de produtos (22%), em que a vítima paga por algo inexistente.

Golpes relacionados a investimentos, com promessas enganosas de retorno financeiro, correspondem a 21%, enquanto pagamentos antecipados, em que o valor é transferido para garantir um serviço ou produto fraudulento, respondem por 17%.

A criação, por parte dos criminosos, de um senso de urgência para as transferências é uma tática comum aplicada nos diferentes tipos de golpes, ressalta Cleber Martins, líder de Inteligência de Pagamentos e Soluções de Risco da ACI Worldwide:

— No caso da urgência, o criminoso trabalha para convencer a pessoa a desligar as próprias proteções. É o caso de uma promoção imperdível, por exemplo, em que o pagamento precisa ser feito nos próximos minutos via Pix.

A ACI Worldwide destaca que o Banco Central e bancos vêm adotando medidas para mitigar o dano de golpes do Pix, como limites de transferência e verificação de dispositivos. Além das perdas financeiras, um quarto das vítimas de golpes indica que abandonaria a conta bancária comprometida.

“Isso representa um risco significativo a longo prazo para a receita e a confiança dos clientes, algo que os bancos brasileiros precisam considerar em suas estratégias”, afirma o documento.

Nos próximos anos, a empresa projeta que fraudes que aliam engenharia social com uso de inteligência artificial vão tornar o ambiente mais desafiador. Cleber Martins, da ACI Worldwide, diz que, nesses casos, a lógica dos golpes é a mesma, mas o conteúdo é mais convincente. O foco é uma estratégia conhecida por gerar a chamada “herança de confiança”:

— É o caso do golpe em que o criminoso troca a foto no WhatsApp e pede dinheiro se passando por alguém conhecido, como pai ou o filho. Mas o que eles estão fazendo com a IA é tornar a abordagem mais convincente recriando voz, imagem e até fazendo chamada em vídeo das pessoas — explica Martins.

Apesar da IA aumentar o potencial de criminosos, a empresa aponta que a tecnologia também pode ajudar a mitigar perdas e prevenir golpes com Pix ao analisar dados de transações em tempo real, identificar comportamentos suspeitos e facilitar a colaboração entre instituições financeiras.

— O criminoso é o único que tem a visão completa do esquema. A próxima geração de IA vai permitir que os bancos aprendam juntos, em tempo real, quando os alertas de fraudes acontecem. A ideia é que os sinais possam ser trocados, sem que os dados dos clientes sejam compartilhados— afirma o executivo da ACI Worldwide.

O Globo

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Brasil

Brasil Bolsonaro se emocionou duas vezes na posse de Trump, diz aliado

Foto: Reprodução

A posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira (20/1) emocionou o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL) em dois momentos. Segundo narrou o deputado bolsonarista Evair Vieira de Melo (PP-ES) ao Metrópoles, o ex-mandatário “se sensibilizou” quando o republicano falou sobre o Canal do Panamá e o sobre a necessidade de investimento em petróleo e energia. O parlamentar que acompanhou a transmissão com Bolsonaro em Brasília (DF).

“O discurso do Trump nos encheu de esperança. Objetivo e pragmático. Quis estar ao lado de Bolsonaro nesse momento, até para mostrar unidade, solidariedade e gratidão por tudo que ele já fez pelo Brasil. Saímos energizados e com a certeza que seremos vitoriosos em breve. (Ele disse que) ‘Trump teve ‘coragem’ quando tratou do Canal do Panamá e sobre a indústria de petróleo, que precisa ser potencializada”, disse Evair.

Durante seu discurso de posse, Trump afirmou que os Estados Unidos vão retomar o Canal do Panamá. O republicano questionou o cumprimento dos acordos comerciais pelo país localizado na América Central, onde está o canal.

“O espírito do nosso tratado foi totalmente violados. Navios americanos estão sendo severamente sobrecarregados e não estão sendo tratados de forma justa, e isso inclui a Marinha dos Estados Unidos. A China está operando o Canal do Panamá, e não o demos à China. Nós o demos ao Panamá. E estamos tomando de volta”, disse o republicano.

Ainda nesta segunda, o presidente dos Estados Unidos antecipou um decreto de emergência nacional de energia para impulsionar a produção de petróleo nacional. “Vamos jogar os preços para baixo, preencher nossas reservas estratégicas de novo e exportar o nosso óleo para todo o mundo”, disse.

Metrópoles

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Brasil

Após posse, Lula cumprimenta Trump e deseja “mandato exitoso”

Imagem: reprodução/X

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumprimentou o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, após o republicano tomar posse do cargo nesta segunda-feira (20). O Brasil foi representado por embaixadora na posse do presidente dos EUA.

“As relações entre o Brasil e os EUA são marcadas por uma trajetória de cooperação, fundamentada no respeito mútuo e em uma amizade histórica”, escreveu Lula em publicação no X.

O presidente brasileiro também disse que as nações nutrem “fortes laços” em diversas áreas, como comércio, ciência, educação e cultura.

“Estou certo de que podemos seguir avançando nessas e outras parcerias. Desejo, ao presidente Trump, um mandato exitoso, que contribua para a prosperidade e o bem-estar do povo dos Estados Unidos e um mundo mais justo e pacífico”, concluiu o presidente Lula.

CNN Brasil

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Brasil

Trump diz que EUA vão reconhecer apenas dois gêneros

U.S. President Donald J. Trump speaks after being sworn in during the inauguration of Donald Trump as the 47th president of the United States takes place inside the Capitol Rotunda of the U.S. Capitol building in Washington, D.C., Monday, January 20, 2025. It is the 60th U.S. presidential inauguration and the second non-consecutive inauguration of Trump as U.S. president. Kenny Holston/Pool via REUTERS/Proibida reprodução

Em um discurso de cerca de 30 minutos, o presidente recém-empossado dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou algumas das expectativas previamente anunciadas, como a retomada do Canal do Panamá; o combate à migração ilegal no país, em especial a partir da fronteira com o México. O Golfo do México, reiterou Trump, passará a se chamar Golfo da América.

O presidente afirmou que declarará emergência nacional de energia, de forma a retomar, em larga escala, a produção de fontes não sustentáveis, em especial petróleo e gás, para garantir as reservas estratégicas do país, bem como a disponibilização de energia para as indústrias norte-americanas. E prometeu também revogar obrigações de cunho ambientalista em favor de veículos elétricos, de forma a manter o compromisso com as montadoras de veículos com motores à combustão.

Trump voltou a afirmar que, para proteger os trabalhadores americanos, pretende tributar produtos com origem em outros países. Reiterou alguns de seus posicionamentos contrários à chamada ideologia de gênero, dizendo que “há apenas dois gêneros: o masculino e o feminino”, e que porá “fim à política de tentar fazer engenharia social da raça e do gênero, promovendo uma sociedade que será baseada no mérito, sem enxergar a cor”.

Agência Brasil

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“Há muita semelhança entre eu e o Trump”, diz Bolsonaro

Foto: Reuters

Enquanto Donald Trump toma posse efetivamente, o ex-mandatário do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), disse ver “muita semelhança” entre ele próprio e o novo presidente eleito dos Estados Unidos.

Dentre as semelhanças, o ex-presidente cita a conta bancária, o ataque que sofreu durante campanha eleitoral, o 8 de Janeiro e anistia.

“Logicamente, ele é um milionário e eu só passei a ter um milhão na minha conta depois daquela campanha do Pix. Eu levei uma facada aqui no Brasil, Trump levou um tiro lá nos Estados Unidos. Lá, eles tiveram o 6 de Janeiro e aqui nós tivemos o 8 de Janeiro, muito semelhante”, disse Bolsonaro durante live do portal Auriverde, nesta segunda-feira (20).

O ex-presidente queria ir à posse de Trump, mas está impossibilitado de viajar. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou mais uma vez, na última semana, a devolução do passaporte de Bolsonaro, que está apreendido desde fevereiro de 2024.

De acordo com Bolsonaro, as semelhanças unem os dois representantes.

“Hoje, o Trump deve assinar a anistia do pessoal de 6 de Janeiro. Lá teve morte, aqui não teve. Então essas questões todas nos unem”, afirmou.

Com a ausência de Bolsonaro, a ex-primeira-dama do Brasil, Michelle, e o filho, Eduardo, representam o ex-presidente na cerimônia que acontece nesta segunda-feira (20).

CNN Brasil

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Lula diz torcer por gestão Trump: “Não queremos briga”


Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, nesta segunda-feira (20), que espera uma gestão “profícua”, ou seja, proveitosa, do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Tem gente que fala que a eleição do Trump pode causar problemas na democracia mundial. O Trump foi eleito para governar os Estados Unidos, e eu torço para que ele faça uma gestão profícua, para que o povo americano melhore e continue sendo um parceiro histórico do Brasil”, afirmou o presidente durante fala na abertura da primeira reunião ministerial do ano.

Lula também disse que não tem interesse em conflitos com os Estados Unidos, nem com nenhuma outra nação, e que as relações sigam a diplomacia.

“Da nossa parte, não queremos briga. Nem com a Venezuela, nem com os americanos, nem com a China, nem com a índia e nem com a Rússia. Queremos paz e harmonia. Queremos uma relação onde a diplomacia seja a coisa mais importante, e não a desavença e a encrenca.”

As falas de Lula acontecem em meio aos preparativos para a posse do presidente eleito nos EUA, que acontece nesta segunda, em Washington. O governo brasileiro deve ser representado no evento pela embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti.

Apesar das falas do chefe do Executivo brasileiro, fontes diplomáticas demonstram preocupação com a relação entre os governos de Lula e Trump. Desde a eleição do republicano, praticamente não houve nenhum contato entre as partes, além de mensagens protocolares.

CNN Brasil

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Brasil

Lula reúne ministério para reforçar cobrança por entregas e sob expectativa de reforma

Evaristo Sá – 8.jan.25/AFP

O presidente Lula (PT) fará reunião ministerial nesta segunda-feira (20) para reforçar a cobrança e a pressa por entregas dos ministérios nesta segunda metade do governo. O encontro, que é o primeiro do ano, também ocorre sob a perspectiva de uma reforma no primeiro escalão do governo.

A reunião começa de manhã na Granja do Torto e deve durar todo o dia. Estão previstos ministros e líderes do governo no Congresso Nacional.

Como de praxe, Lula abre o encontro com uma fala inicial, que deve ser transmitida. A expectativa de aliados do presidente é de que ele destaque os índices positivos e realizações do governo nos últimos dois anos, mas que imponha uma maior rapidez nas entregas daqui para frente.

O presidente quer passar a mensagem de que o governo chegou na sua reta final, será preciso acelerar as medidas e, sobretudo, dar visibilidade de forma alinhada com a Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência). A mais recente crise do Pix reforçou no Planalto a ideia de que é preciso um discurso mais unificado na Esplanada.

O governo recuou da norma da Receita Federal que ampliaria a fiscalização sobre transações de pessoas físicas por meio desse tipo de transferência que somassem ao menos R$ 5.000 por mês, após ataques da oposição e uma onda de desinformações sobre a medida.

Está prevista entre as falas de abertura do encontro a do novo ministro da Secom, Sidônio Palmeira, primeira vez para todo o primeiro escalão do governo. Ele tomou posse na terça-feira passada e já enfrentou a crise do Pix.

Como a Folha mostrou, um dos seus primeiros atos à frente da pasta foi encomendar uma campanha com foco em autônomos e empreendedores, após diagnosticar grande desgaste com esse público. Na avaliação de aliados do presidente, o diálogo com o segmento já era difícil e piorou ainda mais com a disseminação de fake news sobre a taxação do Pix.

Um dos principais desafios de Sidônio, segundo integrantes do governo, será justamente de alinhar o discurso da Esplanada. Há no Palácio do Planalto um entendimento de que muitos ministros ao proporem uma medida ou tomarem uma decisão nem sempre estão alinhados com o núcleo de governo, ou seja, com o que o presidente quer.

Além de Lula e Sidônio, Rui Costa (Casa Civil) e Fernando Haddad (Fazenda) participarão das falas iniciais. Mas todos os ministros vão apresentar, brevemente, um balanço de suas pastas e uma projeção para 2025.

Lula tem o hábito de usar sua intervenção para dar broncas nos seus auxiliares, o que poderia já sinalizar para eventuais trocas nos ministérios, esperadas para as próximas semanas. Apesar disso, ministros dizem, reservadamente, que ele não deve abordar a reforma em si.

O chefe da Casa Civil, Rui Costa, chegou a dizer em entrevista recente que Lula poderia concluir as trocas até a reunião ministerial, o que não ocorreu.

“O presidente está focando em aperfeiçoar a gestão. Portanto, há indicativo que as mudanças que o presidente quer fazer eventuais mudanças ainda neste mês, até para que quem entrar possa ter mais tempo de fazer alterações que presidente espera”, disse no último dia 9.

“Teremos reunião de ministério dia 21 e eventualmente alterações, se o presidente assim decidir, podem ser feitas antes dessa reunião ministerial”, completou. O encontro acabou marcado para segunda-feira (20).

Auxiliares do presidente acreditam que a previsão de Rui Costa foi feita de uma perspectiva de que seria melhor já realizar a reunião com os novos titulares. Apesar disso, a expectativa é de que as trocas devem demorar mais duas semanas.

Lula, na semana passada, determinou o início de negociações com partidos da base aliada para realizar uma reforma ministerial.

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Folha de São Paulo

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Brasil

Milei culpa ‘regime Lula’ por ausência de Bolsonaro em posse de Trump

Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA, Juan MABROMATA / AFP

O presidente da Argentina, Javier Milei, lamentou em declaração no último sábado (18) a ausência de Jair Bolsonaro (PL) na cerimônia de posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump. O evento está marcado para ocorrer nesta segunda-feira (20) em Washington.

Em uma breve fala a jornalistas durante o baile de gala da posse de Trump, Milei culpou o “regime Lula” por ter barrado a presença do ex-presidente brasileiro no evento que une líderes aliados de Trump e chefes de Estado.

“(Bolsonaro) é um grande amigo e lamento muito que o regime de Lula não o tenha deixado vir (a este evento)”, afirmou Milei. Porém, não houve interferência do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na decisão que barrou a participação de Bolsonaro na posse.

Partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o despacho que manteve a proibição de Bolsonaro deixar o País. O magistrado rejeitou a dois pedidos da defesa do ex-presidente pela devolução do seu passaportes para que ele pudesse comparecer à posse de Trump.

Jovem Pan com informações de Estadão Conteúdo

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Brasil

68,5 milhões de brasileiros terminaram 2024 com o nome sujo

Foto: Shutterstock

Em dezembro do ano passado, 41,51% dos brasileiros adultos estavam inadimplentes, o que representa 68,49 milhões de consumidores. Os dados são do CNDL/SPC Brasil.

Cada consumidor negativado devia, em média, R$ 4.432,05 na soma de todas as dívidas. Além disso, cada inadimplente devia, em média, para 2,10 empresas credoras.

O número de devedores com participação mais expressiva em dezembro está na faixa etária de 30 a 39 anos (23,64%). De acordo com a estimativa, são 16,90 milhões de pessoas registradas em cadastro de devedores nesta faixa etária, ou seja, 49,76% dos brasileiros desse grupo etário estão negativados.

A participação dos devedores por sexo é bem distribuída, sendo 51,16% mulheres e 48,84% homens.

Em dezembro, 31,09% dos consumidores tinham dívidas no valor de até R$ 500.


Em termos de participação, o setor credor que concentrou a maior parte das dívidas é o de Bancos, com 64,62% do total. Na sequência, aparece Água e Luz (10,87%) e Comércio (10,32%).

Na abertura por região em relação ao número de dívidas, a maior alta veio da região Centro‐Oeste (7,55%), seguida pelo Sudeste (2,16%), Nordeste (1,93%) e Norte (1,57%). Por outro lado, o Sul (‐0,85%) mostrou queda no número de dívidas na comparação anual.

Em termos regionais, o maior percentual de inadimplentes está na região Centro‐Oeste, onde 44,82% da população adulta está incluída em cadastros de devedores. Por outro lado, na região Sul, a proporção de negativados equivale a 37% da população adulta.

Poder 360

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Morre Léo Batista, jornalista esportivo da Globo, aos 92 anos

Foto: Divulgação/TV Globo

Morreu, neste domingo (19/1), o jornalista esportivo Léo Batista. O comunicador deu entrada no Hospital Rios D’Or, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, no dia 6 deste mês e foi diagnosticado com um tumor no pâncreas.

O jornalista ficou conhecido em sua vida esportiva como A Voz Marcante. Inclusive, ele ganhou um documentário com esse nome, produzido pelo SporTV, em junho de 2022.

Léo Batista é um dos funcionários mais antigos da emissora dos Marinhos, contratado em 1970. Ele foi um dos primeiros âncoras do Globo Esporte e do Jornal Hoje.

Nascido em 1932, em Cordeirópolis (SP), Léo Batista participou de momentos inesquecíveis da sociedade brasileira ao longo de quase 80 anos de carreira. Foi o primeiro jornalista, por exemplo, a informar o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, na Rádio Globo. Quarenta anos depois, na TV Globo, anunciou a morte de Ayrton Senna horas após o acidente em Ímola, na Itália.

Em mais de 50 anos de trajetória na TV Globo, o botafoguense Léo Batista se tornou sinônimo de esporte. Cobriu Copas do Mundo, Olimpíadas, corridas de Fórmula 1, apresentou os principais programas do canal e fez parceria até com uma zebrinha, ao anunciar os resultados da loteria esportiva no Fantástico.

Metrópoles e ge

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