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FUTURA/APEX: Flávio venceria Lula no 2º turno por 48% a 42,6%

Foto: Reprodução

O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) num eventual segundo turno, de acordo com pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14).

No levantamento, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula acumula 42,6%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08282/2026.

CNN

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Banco Central alerta para superendividamento e cita “problema crescente”; relatório mostra quase 130 milhões de pessoas com algum tipo de débito bancário

Foto: REUTERS/Adriano Machado

O Banco Central classificou, nesta segunda-feira (13/4) o superendividamento como “um problema crescente” no país, em meio a concessões de empréstimos pessoais sem garantia e um comprometimento ​de renda cada vez maior das famílias ​com cartões de crédito.

Dados do Relatório de Cidadania Financeira, divulgados nesta segunda-feira (13/4), mostram que o país já soma quase 130 milhões de pessoas com algum tipo de débito bancário, o que evidencia a dimensão do desafio para a economia.

Esse cenário de superendividamento tende a se agravar em momentos de juros elevados, como o atual, dificultando a recuperação financeira das famílias.

“O impacto psicológico das dívidas na vida das pessoas é profundo e abrangente. Estudos mostram que o endividamento excessivo está associado a altos níveis de estresse, ansiedade e depressão. A preocupação constante com as contas a pagar e a sensação de impotência diante das dívidas podem levar a problemas de sono, baixa autoestima e até mesmo a conflitos familiares”, diz o BC.

Na avaliação da autoridade monetária, o quadro reflete um ambiente de crédito mais caro e maior dificuldade das famílias em equilibrar o orçamento. O alto nível de comprometimento da renda com dívidas tem limitado a capacidade de consumo e aumentado o risco de inadimplência, especialmente entre as faixas de menor renda.

O BC também destaca que o problema vai além do volume de endividados e envolve casos mais graves, em que o consumidor já não consegue pagar suas dívidas sem comprometer despesas básicas.

Com informações de Metrópoles

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O Agente Secreto entra em lista de filmes “mais enganadores” do cinema

Foto: Divulgação

Apesar do sucesso internacional, o filme O Agente Secreto entrou na mira de críticas pesadas da revista britânica Far Out, que incluiu o longa em uma lista dos filmes “mais enganadores” da história do cinema.

Na publicação, que repercutiu neste domingo (12), o veículo atribuiu nota 6 ao filme e classificou a obra como “três horas torturantes de praticamente nada acontecendo”, colocando a produção brasileira na quinta posição do ranking.

Um dos principais pontos levantados pela crítica foi o próprio título. Segundo a revista, o nome sugere um suspense de espionagem no estilo de 007, o que não se confirma na narrativa. Para o veículo, o longa “engana completamente” o público ao criar essa expectativa.

Ambientado no Carnaval de 1977, em Recife, durante a ditadura militar, o filme acompanha Armando, personagem de Wagner Moura, que vive sob identidade falsa enquanto tenta escapar de ameaças e perseguições.

Mesmo com a avaliação negativa, o longa acumula cerca de 50 prêmios internacionais, incluindo conquistas no Festival de Cannes e no Globo de Ouro, consolidando reconhecimento fora do país apesar das críticas recentes.

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Pela segunda vez, delegado confirma que não houve interferência de Bolsonaro na PF

Delegado considera que Bolsonaro não interferiu na PF durante governoFabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A atual gestão da Polícia Federal revisou a conclusão do inquérito que tinha apurado interferências indevidas do então presidente da República Jair Bolsonaro na corporação e concluiu, pela segunda vez, que não há provas do cometimento de crimes no caso.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes havia determinado a reabertura do caso, que tinha sido instaurado após o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça, quando ele disse ter sofrido pressão do presidente para trocar cargos de comando da corporação.

Um dos motivos seria um receio de Bolsonaro com o avanço do inquérito das fake news contra seus aliados. A PF, sob Bolsonaro, concluiu que não houve interferência indevida e o então procurador-geral da República Augusto Aras havia pedido o arquivamento da investigação.

Agora, sob o governo Lula, a PF fez uma revisão das provas colhidas e reiterou a conclusão de que não há provas para justificar uma imputação penal no inquérito.

“Merece ser mencionado que o IPL 2021.0031208 -CCINT/CGCINT/DIP/PF apurou objeto específico, que, sob a ótica das diligências tomadas em contemporaneidade com os fatos, não revelou informações capazes de justificar imputações penais”, escreveu o delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo, vinculado à Diretoria de Inteligência Policial (DIP).

O delegado cita, por exemplo, que a PF solicitou compartilhamento de provas do inquérito das fake news com o ministro Alexandre de Moraes que indicassem a ocorrência de interferências indevidas, mas que o ministro havia respondido que não havia provas disso naquele inquérito.

A conclusão diz ainda que eventuais atos de interferência detectados nos inquéritos de relatoria do ministro Alexandre de Moraes podem ser apuradas diretamente nesses procedimentos de investigação.

Após receber esse relatório complementar, Moraes enviou o processo para análise do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ele pode indicar novas diligências a ser tomadas ou requisitar o arquivamento definitivo do caso.

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Delegado revisa inquérito e conclui pela segunda vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF

O presidente Jair Bolsonaro durante reunião ministerial em 22 de abril, a última com a presença de Sérgio Moro, que dois dias depois deixou o Ministério da Justiça / Foto: Narcos Corrêa/PR

A Polícia Federal concluiu novamente que não há provas de crime no inquérito que apura suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação.

O caso havia sido reaberto por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após acusações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro ao deixar o governo, em 2020.

Na nova análise, já sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a PF revisou as provas e manteve a conclusão de que não há elementos para responsabilização penal.

O relatório também cita que não foram encontradas evidências de interferência nem mesmo em materiais relacionados ao inquérito das fake news.

Com o envio do documento ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, caberá a ele decidir se solicita novas diligências ou o arquivamento definitivo do caso.

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PESQUISA VERITÁ: Flávio Bolsonaro supera Lula em 18 estados e no DF; Lula tem maioria em 7 estados do Nordeste e no RS

Pesquisa do Instituto Veritá mostra que Flávio Bolsonaro venceria Lula em 18 estados e no DF, enquanto o atual presidente só teria maioria dos votos em 7 estados do Nordeste e no Rio Grande do Sul.

Na intenção de voto estimulada, Flávio Bolsonaro lidera com 42,8%, contra 38,4% de Lula.

Este é o retrato da pesquisa realizada pelo Instituto Veritá que ouviu 40.500 eleitores em todo o país de 13 a 19 de março de 2026. A pesquisa tem margem de erro de 1 ponto percentual e intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE é o BR-02476/2026.

Estratificação

Cor ou raça

O levantamento também mostrou que Flávio lidera entre os eleitores de cor ou raça branca, amarela, parda e indígena, enquanto Lula está à frente entre a população negra.

Religião

Nos dados estratificados por religião, Flávio tem maioria entre católicos e evangélicos. Já Lula lidera entre os espíritas, membros de outras religiões e pessoas sem religião.

Faixa etária

Flávio lidera ainda entre os eleitores das faixas etárias de 16 a 34 anos e 35 a 54 anos. Lula tem maioria entre os eleitores acima de 55 anos.

Gênero

Na estratificação por gênero, Lula lidera o voto feminino (43% x 36,5%), enquanto Flávio lidera o voto masculino (49,8% x 33,2).

Renda familiar

Flávio Bolsonaro também lidera em todos os cenários por renda familiar:

  • Acima de 5 salários mínimos: Flávio 51,8% x Lula 40,6%
  • Entre 2 e 5 salários mínimos: Flávio 51,2% x Lula 39,9%
  • Abaixo de 2 salários mínimos: Flávio 47,% x 42,9%

Rejeição

A pesquisa do Instituto Veritá também indica que Lula, com 43,1%, é mais rejeitado que Flávio, com 34,6% de rejeição.

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Petistas minimizam Flávio liderando pesquisas e culpam INSS e Master pelo desgaste de Lula

Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil e Carlos Moura/Agência Senado

Líderes do Partido dos Trabalhadores reagiram à pesquisa do Datafolha que mostra Flávio Bolsonaro com 46% e Luiz Inácio Lula da Silva com 45% em um eventual 2º turno — empate técnico dentro da margem de erro de 2 pontos. Nos cenários contra Romeu Zema e Ronaldo Caiado, Lula aparece com 45% contra 42%.

O presidente do PT, Edinho Silva, atribuiu o resultado ao momento político e ao impacto de denúncias, afirmando que a pesquisa é um “retrato do momento”. Segundo ele, investigações em curso, como casos ligados ao INSS e ao Banco Master, acabam afetando quem está no poder.

Dentro do partido, a avaliação é que episódios recentes, incluindo suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, podem desgastar o governo e influenciar o cenário eleitoral. Ainda assim, há expectativa de mudança com o início da campanha e melhora na comunicação.

O deputado Lindbergh Farias também minimizou os números, mas reconheceu a disputa acirrada e defendeu o confronto direto com Flávio Bolsonaro como estratégia.

Já o secretário de comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou que o partido vai intensificar a comparação entre o atual governo e a gestão de Jair Bolsonaro, além de corrigir falhas na comunicação.

Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, todos esses cenários configuram empates. A pesquisa Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades de 7 a 9 de abril. A pesquisa está registrada no TSE com o código BR-03770/2026.

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PESQUISA DATAFOLHA: Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula pela primeira vez e tem 46% contra 45% do petista em eventual 2º turno

Foto: reprodução CNN

Pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (11) mostra que Luiz Inácio Lula da Silva perdeu a vantagem em um eventual segundo turno e foi numericamente ultrapassado pela primeira vez por Flávio Bolsonaro: 46% a 45%. Nos cenários contra Ronaldo Caiado e Romeu Zema, Lula vence por 45% a 42%.

Esta é a primeira pesquisa com a depuração do quadro de pré-candidatos a partir da escolha do ex-governador de Goiás pelo PSD, na semana passada.

Primeiro turno

Já a simulação do primeiro turno, agora reduzida a apenas uma e por isso só comparável à sua análoga na rodada anterior, repete a cristalização de uma polarização entre Lula e Flávio neste estágio inicial da corrida eleitoral.

Flávio avançou quatro pontos em menções espontâneas, indo de 12% para 16%. Lula ainda lidera o quesito, quando o entrevistado não tem acesso à lista de pré-candidatos, oscilando de 25% para 26% ante a pesquisa anterior. Caiado aparece pela primeira vez, com 2% de citações.

Rejeição

A rejeição é alta: 48% dizem não votar em Lula, e 46% rejeitam Flávio. Ambos são amplamente conhecidos (99% e 93%). Já Zema (56% desconhecem, 17% rejeitam) e Caiado (54% e 16%) têm menor rejeição.

Perfil do eleitores

Por perfil, Lula tem mais apoio entre menos instruídos (50%), mais pobres (44%) e nordestinos (55%).

Flávio lidera entre mais ricos (49%), classe média alta (41%) e evangélicos (49% a 25% sobre Lula). Entre católicos, Lula vence por 43% a 30%.

Dados da pesquisa

Todos os resultados configuram empates dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou menos do levantamento, que ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades de terça (7) a quinta (9). Ele está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-03770/2026.

Com informações de Folha de S. Paulo

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Governo Lula gasta R$ 2 milhões com cachês para influenciadores e artistas

O governo Lula (PT) pagou cerca de R$ 2 milhões para influenciadores digitais e artistas participarem de campanhas publicitárias desde 2025, quando Sidônio Palmeira assumiu o comando da Secom (Secretaria de Comunicação Social).

Os maiores cachês foram desembolsados para a atriz Dira Paes, que recebeu R$ 470 mil por ação de publicidade do programa Celular Seguro, e para o carnavalesco Milton Cunha, contratado por R$ 310 mil para divulgar o Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde.

O governo ainda pagou de R$ 1.000 a R$ 124,9 mil em cachês para ao menos 55 influenciadores digitais divulgarem vídeos sobre bandeiras e ações do governo ou para protagonizarem propagandas produzidas pelas agências de comunicação que têm contratos com a Secom.

Outros 12 nomes participaram das ações sem receber pagamentos federais ou por meio de parceria com big techs contratadas pela Secom, lista que inclui o apresentador João Kleber. Ele protagonizou propaganda do governo sobre “Teste de Fidelidade ao Brasil”.

A participação de João Kleber foi oferecida pelo Kwai, empresa que recebeu ao menos R$ 19,5 milhões em anúncios da Secom e ministérios no último ano.

A Secom afirma que a contratação dos influenciadores reflete os novos hábitos de consumo de mídia dos brasileiros na hora de buscar informações, “com aumento significativo do tempo dedicado à navegação nas redes sociais e do engajamento da audiência nas publicações desse perfil”.

A pasta diz ainda que eles são remunerados com a verba de produção das campanhas e por meio das agências que foram licitadas pelo governo.

Valores divulgados pela Secom por meio da Lei de Acesso à Informação

  •     Dira Paes: R$ 470 mil
  •     Milton Cunha: R$ 310 mil
  •     Matheus Buente: R$ 124,98 mil
  •     Morgana Camila: R$ 119,25 mil
  •     Vitor diCastro: R$ 90 mil
  •     Anaterra Oliveira: R$ 50 mil
  •     Rodrigo Góes: R$ 50 mil
  •     Gabriela de Oliveira Ferreira: R$ 40 mil
  •     Giovana Fagundes: R$ 40 mil
  •     Matheus Sodré: R$ 40 mil

Folha de São Paulo 

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Lula cita Moraes como “companheiro” e tenta se afastar de desgaste envolvendo o STF

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou um tom cauteloso ao comentar a atuação do ministro Alexandre de Moraes, em meio à repercussão do caso envolvendo o Banco Master no Supremo Tribunal Federal. Durante entrevista, Lula se referiu ao magistrado como “companheiro”, ao mesmo tempo em que sinalizou uma tentativa de manter boa relação institucional do tema.

A informação é do colunista Merval Pereira, do jornal O Globo. A declaração trouxe à tona discussões que já vinham sendo levantadas nos bastidores e na mídia, especialmente sobre a participação de Moraes em julgamentos ligados ao caso. O tema ganhou ainda mais visibilidade diante das conexões citadas entre integrantes da Corte e personagens envolvidos nas investigações.

Nos bastidores políticos, a fala do presidente foi interpretada como um movimento para se desvincular de um possível desgaste envolvendo o Supremo Tribunal Federal. A avaliação é de que, ao comentar publicamente o assunto, Lula tenta demonstrar distanciamento de uma crise que pode atingir tanto o Judiciário quanto o governo.

O STF tem desempenhado papel central no cenário político recente, especialmente diante de um Congresso com maioria de oposição ao Planalto. Ao mesmo tempo, decisões e casos envolvendo a Corte têm gerado repercussão negativa em setores da opinião pública, o que amplia a sensibilidade do tema.

A condução de processos ligados ao Banco Master, incluindo possíveis impedimentos de ministros, segue no centro do debate jurídico e político, com impacto direto na relação entre os Poderes e na percepção pública sobre as instituições.

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