Celebridades

Polícia descarta roubo e diz que Thiago Rodrigues caiu sozinho

Após uma semana de investigação, a polícia afirma que Thiago Rodrigues caiu sozinho. Em entrevista ao “Domingo Espetacular”, da Record TV, a delegada Bianca Lima descarta que o ex-ator da Globo tenha sido espancado durante um assalto ou tenha se envolvido em uma briga.

Imagens divulgadas pela emissora mostram que ele parece se apoiar em uma barraca de feira, após às 5h40 do domingo passado (11), quando tombou na praça Santos Dumont, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro
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“Posso afirmar que é ele sentado em uma barraca de feira e, de repente, ele tomba para frente e cai”, disse a delegada do caso, Bianca Lima. “Ele afirmou ter saído do evento com uma amiga. Essa amiga teria falado: olha Thiago, eu deixei você naquele lugar e você estava bem. Isso já era 5h40”, continuou.

Após cair, ele foi socorrido por feirantes que montavam suas barracas e pessoas que passavam pelo local. “Aqui na delegacia, ele simplesmente disse: eu não me recordo do que aconteceu”, afirmou a delegada.

Agora, a dúvida que resta a polícia é saber se o ator foi furtado depois da queda ou se ele perdeu o aparelho. “Nós vamos buscar saber qual o paradeiro desse celular, nós precisamos de tempo para notificar as operadoras e saber onde está esse celular”, afirmou a delegada.

Procurada pela Record, a assessoria de Thiago Rodrigues preferiu não comentar o vídeo exibido, nem a declaração da delegada.
Entenda o caso

Há uma semana, na noite de sábado (10), o ator Thiago Rodrigues esteve em um evento no Jockey Clube, onde teria se envolvido em uma briga na área vip. Na manhã seguinte, ele foi encontrado por feirantes da Praça Santos Dumont, na Gávea, desacordado.

Na sequência, foi levado ao Hospital Miguel Couto, onde foi confirmado um ferimento na cabeça do ator. A princípio, ele alegou que foi espancado durante um assalto, mas, ao longo da semana, a polícia levantou as hipóteses de briga e queda acidental.

Apesar de Thiago Rodrigues alegar que foi assaltado, apenas o celular desapareceu. Ele foi encontrado com a mochila, cordão e uma carteira. Novos depoimentos e imagens de câmeras de seguranças enfraqueceram a teoria de roubo.

Uol

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STF

Gilmar Mendes exclui Bolsa Família do teto de gastos e interfere em tramitação da PEC

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite deste domingo (18) que os benefícios destinados a garantir uma renda mínima aos brasileiros sejam excluídos do teto de gastos. Ele também afirmou que os recursos para o aumento do Bolsa Família (atual Auxílio Brasil) podem ser obtidos pela abertura de um crédito extraordinário por meio de medida provisória.

“A instituição de normas de boa governança fiscal, orçamentária e financeira, entretanto, não pode ser concebida como um fim em si mesmo. Muito pelo contrário, os recursos financeiros existem para fazer frente às inúmeras despesas que decorrem dos direitos fundamentais preconizados pela Constituição”, diz a decisão.

A medida de Gilmar Mendes interfere diretamente na queda de braço entre o governo eleito e o Congresso para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Estouro, que provoca um aumento das despesas públicas de cerca de R$ 200 bilhões.

Com o aval do STF para reajustar o Bolsa Família por meio de medida provisória, o governo eleito fica menos dependente da aprovação da PEC.

“Reputo juridicamente possível que eventual dispêndio adicional de recursos com o objetivo de custear as despesas referentes à manutenção, no exercício de 2023, do programa Auxílio Brasil (ou eventual programa social que o suceda) pode ser viabilizado pela via da abertura de crédito extraordinário, devendo ser ressaltado que tais despesas não se incluem na base de cálculo e nos limites estabelecidos no teto constitucional de gastos”, diz o documento.

CNN Brasil

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Paraíba

Ônibus com romeiros de Frei Damião despenca da Serra da Jurema em Guarabira

Um ônibus que levava romeiros para o Santuário de Frei Damião despencou na Serra da Jurema em Guarabira.

No momento não há informações de feridos e de quantas pessoas haviam dentro do veículo.

Mais informações em instantes.

Blog do BG PB

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Brasil

Acabar com escola cívico-militar é ‘equívoco’, diz ministro

O ministro da Educação, Victor Godoy, criticou a iniciativa da equipe de transição de Lula de sugerir a extinção do projeto das escolas cívico-militares, criado durante a gestão de Jair Bolsonaro.

“Eles estão dizendo que querem acabar com as escolas cívico-militares, acho que é um equívoco, uma narrativa que é como se os militares estivessem tomando conta do ensino”, disse o ministro em entrevista à Veja.

“Eu ouvi que eles querem acabar com a alfabetização, falaram que querem acabar com a reforma do ensino médio, o que é um outro absurdo”, acrescentou.

Durante o governo Bolsonaro foram criadas 216 escolas cívico-militares no país. Membros da equipe de transição de Lula, porém, afirmam que a ideia é que o programa seja desativado na nova gestão.

O Antagonista

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TJPB

TJPB terá reserva de vagas para ex-detentos

Uma portaria assinada pelo Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides, prevê a reserva de vagas destinadas aos egressos do sistema penitenciário paraibano nas contratações de empresas de pessoal nas licitações contratadas pelo TJPB.

Ao assinar o ato, o presidente do TJPB considerou o disposto na Resolução nº 307, de 17 de dezembro de 2019, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que institui a Política de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional no âmbito do Poder Judiciário, prevendo os procedimentos, as diretrizes, o modelo institucional e a metodologia de trabalho para sua implementação.

Considerou também a Orientação nº 01, do Conselho Nacional de Justiça e do Ministério Público do Trabalho, para efetivação das Cotas Legais de Contratação de Pessoas Presas ou Egressas do Sistema Prisional em Serviços Contratados por Órgãos e Entidades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional e pelo Poder Judiciário, bem como uma Lei Estadual de 2021, que estabelece obrigatoriedade das empresas vencedoras de licitações públicas, no âmbito do Estado da Paraíba, a reservarem até 5% do total de vagas existentes na contratação de obras e de serviços aos egressos.

As reservas de vagas obedecerão aos seguintes critérios: quando, para prestação dos serviços com mão de obra dedicada ou para execução de obras ou serviços de engenharia, for necessária a utilização entre seis a 19 trabalhadores, será reservada uma vaga para pessoa regressa; quando, para prestação dos serviços com mão de obra dedicada ou para execução de obras ou serviços de engenharia, forem necessários 20 ou mais trabalhadores, o percentual de reserva será de 5%.

Blog do BG PB

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Brasil

Partidos aliados, MDB e União Brasil acirram disputa com PT por ministérios com orçamento de R$ 300 bilhões

Com apenas cinco dos 37 ministérios do seu futuro governo definidos, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, terá que resolver nos próximos dias um impasse na montagem de sua equipe para atender aos interesses dos partidos que formarão sua base aliada. Quatro dessas pastas — Integração Nacional, Cidades, Desenvolvimento Social e Minas e Energia — têm sido consideradas as “joias da coroa” por aliados e se tornaram alvo de disputa acirrada nos bastidores. O motivo da cobiça passa pelo controle de cargos estratégicos nos estados, o comando de programas com políticas públicas consideradas “vitrines eleitorais” e um orçamento que, somado, chegará a quase R$ 300 bilhões no ano que vem.

A intenção de Lula é usar essas pastas para atrair partidos que elegeram número considerável de parlamentares, mas não fizeram parte da sua coligação, como MDB e União Brasil. A primeira legenda terá 42 deputados na próxima Legislatura, enquanto a segunda contará com 59 integrantes. Ao mesmo tempo, o presidente eleito precisará conter a pressão do seu próprio partido, o PT, que teme entregar postos de destaque a nomes de fora da sua sigla.

Há duas semanas, Lula foi informado que, depois de Educação e Saúde, Cidades é o ministério de maior interesse dos petistas. Entre os citados para o posto está o ex-governador do Piauí e senador eleito Wellington Dias (PT). O problema é que o comando da pasta também está na lista de prioridades do MDB e até do PSB, partido do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin.

Hoje, Cidades faz parte da estrutura do Ministério do Desenvolvimento Regional, que deve ser dividido em dois no novo governo e voltar a se chamar Integração Nacional. A proposta da equipe de transição é encorpar a pasta com órgãos como a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), estratégica na relação com prefeitos e governadores, além de ter sob seu guarda-chuva o Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional que virou bandeira eleitoral do PT. No cálculo de petistas, quem assumir o ministério poderá realizar políticas públicas para cerca de 80% da população brasileira.

O MDB também espera de Lula uma pasta de “entrega política” para poder aderir à base aliada e incluiu Cidades e Integração Nacional na lista de desejos. Um nome do partido cotado para assumir a primeira é o do deputado José Priante (MDB-PA), ligado ao governador do Pará, Helder Barbalho.

Em outra frente, o PSB divulgou recentemente uma carta na qual sugere que o ex-governador Márcio França assuma o ministério da Cidades. O nome é defendido pela cúpula da sigla. Mas o movimento foi considerado afoito por correligionários. Aliados de França admitem que, diante do maior “poder de fogo” do MDB no Congresso, é improvável que ele fique com a vaga.

Fator Lira

Uma reunião recente entre Lula e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) embaralhou ainda mais o quebra-cabeça na Esplanada dos ministérios. O cacique do Centrão avisou ao petista que será preciso distribuir cargos a um grupo político no Congresso para conseguir aprovar a chamada PEC da Transição — prioridade do governo eleito para cumprir promessas de campanha como, por exemplo, o Bolsa Família de R$ 600.

Um dos focos é o Ministério da Integração, no qual Lira tenta emplacar o deputado Elmar Nascimento (União-BA), escolhido como relator da PEC da Transição na Câmara. Essa indicação atenderia a dois interesses: representaria o grupo político ligado ao presidente da Câmara e cumpriria a cota do União Brasil, que negocia ocupar até duas pastas no novo governo para apoiar as pautas do Palácio do Planalto no Congresso.

A Integração Nacional é cobiçada pela sua ampla atuação no Nordeste, além de ter o controle de órgãos como a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), responsável por obras milionárias abastecidas via orçamento secreto e que no governo de Jair Bolsonaro é comandada por um apadrinhado do próprio Elmar.

Mas não é só o Centrão que está de olho na pasta. Aliado de Lula, o senador Jader Barbalho (MDB-PA) tenta emplacar o seu filho primogênito, Jader Filho, no ministério onde já exerceu influência no passado. Integrantes do PT, contudo, resistem a essa investida para não enfraquecer o partido na região.

De olho em 2026

O principal impasse entre PT e MDB, porém, está no Desenvolvimento Social (atual Cidadania). A pasta que herdará o Bolsa Família é o preferido da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que Lula quer ter em sua equipe, mas petistas resistem sob o argumento de que a emedebista ganharia uma potente arma para se cacifar como candidata presidencial em 2026.

Dois nomes despontam no PT para ocupar o lugar de Simone. O do deputado estadual André Quintão (PT-MG), que foi secretário de Desenvolvimento Social em Minas e tem o apoio da ala mineira da sigla. E o da ex-ministra Tereza Campello, uma das responsáveis por estruturar a criação do Bolsa Família e considerada referência na legenda na elaboração de programas sociais.

Já no Ministério de Minas e Energia, Lula terá de arbitrar uma disputa regional. O presidente da Câmara e outros parlamentares querem que a pasta fique com o União Brasil. Mas o principal rival de Lira em Alagoas, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), tenta emplacar o filho, o ex-governador e senador eleito Renan Filho (MDB), que já foi sondado sobre a possibilidade de assumir o Planejamento, mas não demonstrou interesse.

Além de ter a Petrobras sob a sua alçada, o ministério de Minas e Energia, que já foi um reduto histórico do MDB, exerce influência direta em subsidiárias da estatal e em empresas públicas como Companhia de Pesquisa de Recursos Humanos (CPRM), Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e Pré-Sal Petróleo (PPSA).

Caso opte por uma solução caseira, o presidente eleito tem como cotado o senador Jean Paul Prates (PT-RN). O alvo inicial do parlamentar era o comando da Petrobras, mas a sua nomeação poderia esbarra no estatuto social da companhia por ter disputado a eleição como suplente de senador.

O Globo

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Paraíba

TSE conclui julgamento que cassa mandato de Márcio Roberto

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu cassar o mandato do deputado estadual eleito Márcio Roberto (Republicanos). O julgamento ocorreu neste sábado (17/12) de modo online.

Sete ministros votaram pela cassação do ex-prefeito de São Bento, que teve sua candidatura indeferida pelo Ministério Público Eleitoral por desaprovação de contas no Tribunal de Contas da União.

Os votos foram do ministro-presidente Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, ministro-relator Benedito Gonçalves, Raul Araújo, Carlos Horbach e Sergio Silveira Banhos.

Com a cassação de Márcio Roberto, Bosco Carneiro, o 1º suplente do Republicanos, deve assumir a vaga.

Com informações de Maurílio Júnior

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Brasil

Indefinições políticas entre aliados de Lula põe em risco trabalho da equipe de transição

O tamanho da frente política formada para eleger Luiz Inácio Lula da Silva virou um desafio para a definição de ministérios e se transformou em incerteza sobre o aproveitamento das sugestões feitas pelo gabinete de transição. O balanço do trabalho engloba propostas que não necessariamente refletem a posição do ministro a ser escolhido para cada área e nem mesmo do futuro presidente.

Durante 30 dias, mais de 900 colaboradores prepararam um diagnóstico das políticas de governo e das primeiras medidas a serem tomadas assim que Lula tomar posse, em 1.º de janeiro de 2023. Cada um dos 32 grupos temáticos encaminhou um relatório ao coordenador técnico da transição, Aloizio Mercadante, que assumirá o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Haverá agora uma síntese das informações, com cerca de 80 páginas, com divulgação prevista para quinta-feira.

O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin afirma que ‘essa foi a transição mais participativa de todos os governos’.
O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin afirma que ‘essa foi a transição mais participativa de todos os governos’. Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Além de sugestões de políticas e medidas imediatas, como atos a revogar, emergências orçamentárias, apontamentos de riscos e indícios de irregularidades, os relatórios dos grupos de trabalho contêm propostas de organograma para cada ministério.

Na terça-feira, quando deu por encerrado o trabalho da transição, em cerimônia no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Lula só havia anunciado cinco ministros de uma equipe que terá 37 pastas (só duas a menos que o recorde do governo Dilma Rouseff). De lá para cá, nomes passaram a ser confirmados, como o de Margareth Menezes na Cultura, embora sem anúncio oficial.

“Os grupos fizeram um trabalho bom, mas algumas propostas têm de ser adequadas à estrutura e aos cargos disponíveis”, disse ontem a deputada Gleisi Hoffmann, presidente do PT e coordenadora de articulação política da transição.
Pressão

Até hoje estão pendentes definições cruciais, como quem comandará o Ministério do Desenvolvimento Social. Cotada, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) é pressionada pelo PT a abrir mão da demanda, mas indica que prefere ficar fora do governo a aceitar outra pasta.

Na transição, Simone atuou no grupo de Desenvolvimento Social. Oito coordenadores assinaram o relatório – além da senadora, a ex-ministra Tereza Campello é cotada para assumir novamente o ministério a ser recriado – e 51 colaboradores. O texto tem 96 páginas que contemplam o diagnóstico dos cadastros e programas sociais, o organograma proposto, ações que devem ser tomadas no curto prazo e seis pedidos de revogação imediata de atos do governo Jair Bolsonaro, com o objetivo de reestruturar o pagamento de benefícios, como o novo Bolsa Família.

O governo eleito nomeou 22 colaboradores com remuneração, dos 50 cargos autorizados, e se vangloria por ter sido econômico e contar com maioria de voluntários. O maior salário, de R$ 17,3 mil, foi destinado ao futuro vice-presidente Geraldo Alckmin, coordenador-geral do gabinete de transição.

“Essa foi a transição mais participativa de todos os governos. Foram perto de mil colaboradores, mas, se contar (videoconferência por) Zoom, participação à distância, técnicos, foram mais de 5 mil pessoas do Brasil inteiro que deram sua contribuição voluntária, com despesa até de viagem, locomoção”, disse Alckmin. Em 2018, a equipe de Bolsonaro contou com 233 participantes, dos quais 43 remunerados.

Para sair do papel, todo esse trabalho depende agora da vontade política de Lula e da definição de ministros. Muitas vezes, porém, a adoção das medidas esbarra na base política a ser montada pelo futuro governo no Congresso. Como revelou o Estadão, parlamentares da oposição prometem reagir à tentativa de “revogaço” em áreas como desarmamento.
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Peneira

Mercadante disse ter recebido 23 páginas com sugestões de atos que devem ser revogados. Todas precisam passar, ainda, pelo crivo do futuro governo. “Estão revogando tudo, mas estamos passando por uma peneira, cada medida e suas implicações. Os ministros vão avaliar com o presidente o que precisará ser revogado”, afirmou ele.

Nos últimos dias, o gabinete se dividiu entre tornar público ou não o que foi produzido desde novembro. A coordenação chegou a dizer que os relatórios parciais seriam reservados, mas o cenário mudou. Por orientação jurídica, os integrantes da equipe foram obrigados a assinar um termo de confidencialidade sobre as informações a que tiveram acesso.

A medida foi considerada exagerada por Lula, que não viu no material dados sensíveis ou sigilosos. Apoiado pela futura primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, o presidente eleito disse que era preciso divulgar a situação de “descalabro” encontrada para não ser cobrado por falhas da gestão Bolsonaro.

No CCBB, os grupos de trabalho e a coordenação ocuparam salas nos dois primeiros andares. Três auditórios também foram usados para exposições à imprensa. No corredor principal do prédio, espaços com portas coloridas serviam para abrigar os integrantes do gabinete. Em uma delas consta até hoje a inscrição “Equipe Stuckert”. Fotógrafo de Lula há 20 anos, Ricardo Stuckert é um dos mais próximos colaboradores do petista.

A ala presidencial, usada por Lula e Alckmin, fica no fim do corredor. Ali, as portas são protegidas por dois policiais federais e se abrem automaticamente com acionamento digital.

Estadão

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Copa do Mundo

Argentina e França decidem título da Copa do Mundo neste domingo

As seleções de Argentina e França se enfrentam neste domingo (18), pela grande final da Copa do Mundo de 2022.

A partida está marcada para começar às 12h, no Estádio Lusail.

Tanto Argentina quanto França duelarão pelo tricampeonato da Copa: A Argentina foi campeã em 1978 e 1986, enquanto a França conquistou o troféu em 1998 e 2018.

As duas seleções já se enfrentaram três vezes em Copas do Mundo. O primeiro confronto foi na fase de grupos em 1930, que terminou com vitória da Argentina por 1 a 0. Em 1978, ano da conquista inédita dos “hermanos”, a equipe voltou a derrotar os franceses na fase de grupos, dessa vez por 2 a 1.

A única vitória da França contra a Argentina em Copas foi nas oitavas de final em 2018, quando a equipe venceu aquela partida por 4 a 3.

Argentina

Depois da derrota que surpreendeu os argentinos na estreia da Copa, para a Arábia Saudita, por 2 a 1, a equipe comandada por Lionel Scaloni foi melhorando o seu desempenho jogo a jogo até se classificar para a final.

Venceu México e Polônia por 2 a 0 para terminar a fase de grupos na primeira posição. Venceu a Austrália por 2 a 1 nas oitavas, eliminou a Holanda nas quartas no pênaltis, após empate de 2 a 2 no tempo normal, e fez 3 a 0 na Croácia na semifinal.

A Argentina, que chegou ao Mundial com uma invencibilidade notória de 36 jogos sem perder, está jogando cada vez melhor. Com Lionel Messi no comando de ataque, outros nomes da equipe vem fazendo uma excelente Copa.

Emiliano Martínez no gol, Nicolás Otmendi na defesa, Rodrigo de Paul no meio e o atacante Julián Álvarez são alguns dos bons destaques do time que tentará o tricampeonato diante dos franceses.

Nos seis jogos feitos até o momento, são quatro vitórias, um empate e apenas uma derrota.

França

A França tem a possibilidade de conquistar um bicampeonato mundial que não acontece desde o Brasil, que conseguiu esse feito nas edições de 1958 e 1962.

Defensora do título, a França fez uma fase de grupos sem impressionar, mas avançou de fase com tranquilidade: venceu a Austrália por 4 a 1, venceu a Dinamarca por 2 a 1 e perdeu para a Tunísia por 1 a 0.

Nas oitavas de final, eliminou a Polônia por 3 a 1. Nas quartas venceu a Inglaterra por 2 a 1, e superou Marrocos na semifinal por 2 a 0.

Com algumas semelhanças da equipe que venceu a Copa em 2018, a França superou os vários desfalques antes da estreia para se colocar como forte candidato ao bicampeonato.

A estrela de Kylian Mbappé segue brilhando forte nesta Copa, e o desempenho de veteranos e novatos mantém a equipe com uma competitividade muito alta.

CNN

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Brasil

TCU calcula economia de R$ 56 bi aos cofres públicos por ações em 2022

O governo federal economizou R$ 56,4 bilhões com a atuação do Tribunal de Contas da União (TCU) em 2022. O número foi apresentado pelo presidente do TCU, Bruno Dantas, na última sexta-feira (16/12), em conversa com jornalistas.

No ano passado, benefícios provenientes das ações de controle externo do tribunal totalizaram o montante de R$ 87 bilhões. Já em 2020, a economia foi estimada em R$ 43 bilhões. Os dados não podem sem comparados entre si, uma vez que a atuação do tribunal depende da quantidade dos casos analisados.

Em 2022, o ressarcimento de dano ao erário foi de R$ 5 bilhões. O TCU também aplicou R$ 577 milhões em multas.

“Concluímos 228 fiscalizações, julgamos 4.568 processos de controles externos, tivemos 2.418 gestores públicos condenados ora em débito ora em multa e examinamos 16.168 atos de pessoal”, afirmou o novo presidente do TCU.

Dantas tomou posse nessa última quarta-feira (14/12) como presidente do tribunal de contas. Desde julho, ele ocupava o posto interinamente, devido à aposentadoria da ministra Ana Arraes.

Metrópoles

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