Celebridades

Comediante ex-Globo bate em mãe, é preso e urina no chão da delegacia

Polícia do RJ indicia o humorista Filipe Fernandes Pontes por lesão  corporal culposa no trânsito | Rio de Janeiro | G1

O comediante Felipe Pontes foi preso em flagrante, na manhã deste sábado (31), após agredir sua própria mãe, em Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo. A informação foi confirmada à coluna LeoDias pelo 1° Distrito Policial do município.

O humorista chegou em casa alterado, sob efeito de bebida alcoólica, e enforcou a mãe após uma discussão. Ele a chamou de “puta, vagabunda e outras palavras do tipo”, de acordo com o boletim de ocorrência. O irmão de Filipe, que estava dormindo, acordou assustado com a confusão e imobilizou Pontes até a chegada da Polícia Militar.

Enquanto estava imobilizado, Pontes ameaçou o irmão de morte. Na delegacia, também segundo o B.O., a mãe expressou o “desejo de adoção de medida protetiva de urgência” contra o filho que a agrediu.

Ainda sob efeito do álcool, Felipe Pontes caiu no sono na delegacia e urinou no chão. Imagens mostram o comediante dormindo no local.

Além do Altas Horas , Filipe Pontes teve participações televisivas nos programas Legendários, Zorra Total, Pânico na Band, Domingo do Faustão.

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Mundo

Funeral de Bento XVI será presidido pelo Papa Francisco em 5 de janeiro

O papa Francisco vai presidir o funeral do papa emérito Bento XVI, que será realizado na Praça de São Pedro na próxima quinta-feira, 5 de janeiro. As informações foram confirmadas pelo porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, neste sábado (31). A cerimônia terá início às 05h30, horário de Brasília.

O papa emérito Bento XVI morreu aos 95 anos neste sábado. Ele foi escolhido papa no dia 19 de abril de 2005, após a morte de João Paulo II, no mesmo ano.

Ortodoxo, Ratzinger era conhecido por transitar entre os conservadores com mais facilidade e um dos favoritos para a sucessão papal, mesmo não sendo oficialmente a sua vontade. Ratzinger nasceu em 16 de abril de 1927 na cidade de Marktl, mas passou boa parte da infância e adolescência em Traunstein, perto da fronteira com a Áustria.

De família humilde e o mais novo de três irmãos, entrou para o seminário aos 12 anos e era fluente em diversas línguas, entre elas grego e latim. Mais tarde, fez doutorado em teologia na Universidade de Munique.

O nome adotado por ele foi o de Bento XVI. Na ata da audiência geral, publicada no site oficial do Vaticano, ele explicou as razões para a escolha.

“Quis chamar-me Bento XVI para me relacionar idealmente com o venerado pontífice Bento XV [Cardeal Giacomo della Chiesa], que guiou a Igreja num período atormentado devido à Primeira Guerra Mundial”, disse ele.

CNN com informações da Reuters

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Brasil

Lula escolhe paraibana para presidir Banco do Brasil

Escolhida nesta sexta-feira (30) pelo presidente diplomado Lula (PT) para chefiar o Banco do Brasil, Tarciana Paula Gomes Medeiros é paraibana de Campina Grande.

A indicação representa uma ascensão meteórica na carreira do banco. Ao ser alçada ao posto de presidente, ela pulou o cargo de diretoria e vice-presidente.

Tarciana é funcionária de carreira da instituição financeira há 22 anos. Atualmente, atua como é executiva na Diretoria de Clientes da instituição financeira.

Ela é formada em administração de empresas, com pós-graduação em marketing, liderança e gestão. Antes de ingressar no BB, foi feirante e professora.

Numa rede social para relações profissionais, ela afirma que foi reconhecida pelo desempenho em vendas. “Além das estratégias para distribuição do crédito, considero como sucesso as estratégias de indução para vendas de produtos de seguridade que, em 2013, me levaram ao cargo de Superintendente Comercial na BB Seguridade”, escreveu.

Nascida em Campina Grande (PB), iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 2000, tomando posse na agência Posto da Mata (BA). Assumiu o primeiro cargo de gestão no BB em 2002. Por 10 anos, exerceu diversas funções pelo país, na rede varejo, em agências e superintendências, nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Gosta de basquete e já jogou na seleção paraibana.

Em 2018, assumiu como executiva na Diretoria de Empréstimos e Financiamentos do BB, onde lidou com gestão do processo de pós-venda dos produtos de crédito destinados a pessoas físicas, que ajudaram a elevar a satisfação dos clientes e reduziram a quantidade de reclamações com procedência no Bacen, em posições de recordes históricos. Também trabalhou no atendimento e implementação das ações de assistência aos clientes para prorrogação de operações de crédito durante a Pandemia da Covid-19.

Com informações de O Globo

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Economia

Conta de água fica 5% mais cara na Paraíba em 2023

A Agência de Regulação do Estado da Paraíba (ARPB) aprovou o reajuste de 5,10% na estrutura tarifária da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa). Segundo a resolução, publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (30), os novos valores começam a valer em 30 dias, a partir de 29 de janeiro.

Os aumentos atingem as categorias residencial, comercial, industrial e pública. Também foram aprovados reajustes nos valores das multas aplicadas pela Cagepa. Somente os consumidores beneficiados pela tarifa social não serão afetados com o aumento. Veja na tabela abaixo alguns dos novos valores mínimos em parte das categorias.

A tarifa na faixa de consumo até 10m³ – que compreende 67% dos clientes – deve sair dos atuais R$ 44,03 para R$ 46,28. Somado ao esgoto que ficará em R$ 37,02, a fatura mínima será de R$ 83,30. Já a tarifa social, sem aumento, permanece no total de R$ 11,62.

Na faixa comercial a tarifa total será de R$ 156,88; na industrial, de R$ 190,02; e na pública, de R$ 187,54.

G1

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Brasil

VÍDEO: “Dei a minha vida por esta Pátria. Fiz tudo pelo Brasil!”, diz Bolsonaro

Às vésperas de deixar a cadeira presidencial, o presidente Jair Bolsonaro (PL) começa a olhar para o futuro. “O Brasil não vai se acabar dia primeiro de janeiro”, enfatizou em transmissão ao vivo sobre balanço de governo e análise de cenário político. 

O presidente alertou aos apoiadores, que ele considera maioria dentre os eleitores, que é preciso negociar forças e buscar apoio político.

“Dei minha vida por essa Pátria. Fiz tudo pelo Brasil. O Brasil não vai acabar dia primeiro. Hoje, temos uma multidão de pessoas que passaram a entender mais de política. O bem vai vencer.”

Com informações de O Antagonista

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Brasil

Em live, Bolsonaro condena tentativa de ato terrorista no DF: “Nada justifica”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) condenou, nesta sexta-feira (30/12), a tentativa de ato terrorista, ocorrida em Brasília no último dia 24 de dezembro. A declaração foi feita durante pronunciamento às vesperas de o atual mandatário do país deixar o comando da Presidência da República.

Após dois meses sem realizar as tradicionais lives semanais e com a agenda reclusa, Bolsonaro fez uma transmissão nas redes para fazer um balanço de sua gestão. Desde que foi derrotado nas eleições deste ano, ele adotou uma agenda reclusa, com poucos compromissos oficiais e raras aparições públicas.

Na live, o presidente disse que a ameaça “não se justifica”, mas criticou a imprensa por identificar o homem preso como “bolsonarista”.

Bolsonaro nomeia novos comandantes da Aeronáutica e da Marinha
Em 24 de dezembro, um caminhão estava próximo ao aeroporto de Brasília quando a polícia foi avisada sobre a presença de um artefato explosivo, que depois foi detonado. No sábado, o bolsonarista e empresário George Washignton de Oliveira Sousa, 54 anos, foi preso por envolvimento no esquema.

“Nada justifica, aqui em Brasília, essa tentativa de ato terrorista ali na região do aeroporto. Nada justifica. O elemento que foi pego, graças a Deus, com ideias que não coadunam com um cidadão. Massifica, em cima do cara, como ‘bolsonarista’ o tempo todo”, disse o presidente.

Em depoimento, George disse que veio para a capital federal “preparado para guerra” e que aguardava uma “convocação do Exército”, pois era um “defensor da liberdade”. O Metrópoles revelou que um colega do empresário afirmou em um grupo de WhatsApp sobre as intenções de George ao viajar para Brasília, em novembro.

Bolsonaro nomeia novos comandantes da Aeronáutica e da Marinha
Viagem aos EUA
O pronunciamento desta sexta ocorre próximo à viagem de Jair Bolsonaro para Miami, nos Estados Unidos. O colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, afirmou que atual presidente viajará em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), onde pretende tirar um período sabático após deixar o Palácio do Planalto.

A expectativa é que o atual presidente deixe o Brasil até este sábado (31/12), deixando de participar da cerimônia de posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que retorna para o seu terceiro mandato à frente da Presidência da República em 1º de janeiro de 2023.

Mais cedo, cinco dois oito servidores que devem auxiliar Bolsonaro na vida fora da Presidência (leia mais abaixo), foram autorizados a acompanhar o presidente durante viagem a Miami pelo período de um mês. De acordo com o ato, os servidores farão a segurança e darão apoio ao futuro ex-presidente, entre 1º e 30 de janeiro de 2023.

Metrópoles

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Brasil

Bolsonaro fala em transmissão pela internet sobre seu Governo

O presidente Jair Bolsonaro faz última transmissão on-line antes de deixar o poder. Acompanhe o que diz o presidente.

Folha Política

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Brasil

DATAFOLHA: Bolsonaro acaba governo aprovado por 39% e reprovado por 37%

O presidente Jair Bolsonaro (PL) encerra seu mandato com sua gestão aprovada e reprovada de forma semelhante: 39% dos brasileiros dizem que ele fez um governo bom ou ótimo, enquanto 37% o percebem como ruim ou péssimo.

Consideram sua administração regular 24%, e não opinaram 1%, segundo aferiu o Datafolha. Em pesquisa realizada em 19 e 20 de dezembro, o instituto ouviu 2.026 eleitores em 126 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O resultado de Bolsonaro é o pior de um presidente eleito para seu primeiro mandato desde a volta da democracia ao país, em 1985. O mandatário perdeu a eleição em outubro para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e até hoje não reconheceu abertamente o resultado.

No fim de 1998, já reeleito, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) marcava uma aprovação de 35% e uma reprovação de 25%, com 37% o considerando regular. Nos estertores de 2006, já tendo vencido sua reeleição, Lula tinha 52% de ótimo/bom, 14% de ruim/péssimo e 34% de regular.

Dilma Rousseff (PT), por sua vez, era aprovada por 42%, reprovada por 14% e vista como regular por 34% no fim de 2014 —ela acabaria impedida no meio de seu segundo mandato, em 2016.

Não entram na comparação direta campeões de popularidade ou impopularidade. No primeiro quesito, vence Lula ao fim do segundo mandato em 2010, com 83% de aprovação. No segundo, Fernando Collor antes de perder a cadeira no impeachment de 1992, com 68% de insatisfeitos.

Ao longo de seu tumultuado mandato, pontuado por crises políticas, retórica golpista e a pandemia da Covid-19, Bolsonaro tinha tido o ápice de aprovação no segundo semestre de 2020 —quando os efeitos do auxílio emergencial devido à crise sanitária foram intensos entre o eleitorado mais pobre.

Nas medições de junho e de dezembro daquele ano, Bolsonaro teve 37% de aprovação. Agora, voltou ao nível e o ultrapassou numericamente, cortesia do processo eleitoral em que acabou apenas a 2 milhões de votos de Lula —essa avaliação final agora, aliás, empata com a registrada às vésperas do segundo turno.

Já seu pior momento foi extenso, tendo o auge em dezembro de 2021, antes do início da campanha eleitoral. Há um ano, 53% consideravam o governo ruim ou péssimo, repetindo uma aferição do setembro anterior.

Ali, a turbulência já havia encontrado a apoplexia das manifestações golpistas de Bolsonaro no 7 de Setembro, o coração do governo havia sido entregue ao centrão para evitar um colapso político e o governo não se acertava acerca dos benefícios que acabariam condensados no Auxílio Brasil.

Ao fim de seu governo, Bolsonaro entrega um país melhor na opinião de 39%, o mesmo índice daqueles que o aprovam. De forma similar, 36% dizem que os quatro anos do presidente legaram um Brasil piorado, enquanto 24% veem tudo igual. Não opinaram 1%.

Lula, que volta agora ao poder, encerrou seu primeiro mandato em 2006 com 84% dos brasileiros acreditando que seu governo havia deixado um país melhor e 12%, um pior.

Folha de São Paulo

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Brasil

Moro descarta desfiliação e fala em ‘independência’ após União Brasil aceitar 3 ministérios de Lula

O senador eleito e ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro (União-PR), terá três colegas de legenda como ministros do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. O paranaense é adversário político do futuro presidente e, antes de entrar na política partidária, foi o responsável pela sentença que levou o petista a prisão em abril de 2018.

Apesar disso, Moro tem evitado entrar em confronto com os colegas de legenda. A interlocutores, o senador eleito já disse que, mesmo com os ministérios, ele ouviu de líderes do União Brasil de que o partido terá uma postura “independente” ao atual governo. Além de Moro, há uma ala do partido que também é adversária do próximo presidente. Nomes como o do deputado eleito Mendonça Filho (PE) e dos senadores Márcio Bittar (AC), Alan Rick (AC) e Soraya Thronicke (MS) têm políticos do PT como adversários regionais e não se sentiriam confortáveis sendo parte da base de Lula.

Além do embate entre Moro e a ala lulista do seu partido, há também outras disputas internas dentro do União Brasil.
Além do embate entre Moro e a ala lulista do seu partido, há também outras disputas internas dentro do União Brasil. Foto: Alex Silva/Estadão

Lula confirmou nesta quinta-feira, 29, que os deputados Juscelino Filho (União-MA) e Daniela do Waguinho (União-RJ) comandarão as pastas de Comunicações e Turismo respectivamente. O senador Davi Alcolumbre (União-AP) indicou o governador do Amapá, Walder Goes, para ser ministro da Integração Nacional. Waldez é do PDT, mas irá se licenciar do partido e deve entrar nas fileiras do União Brasil.

O Estadão ouviu políticos da legenda que há um esforço para não constranger os nomes do partido que são opositores de Lula. Há uma preocupação principalmente em relação a bancada do Senado, visto que, diferente dos deputados, os senadores podem mudar de legenda sem o risco de perder o mandato.

Ainda assim, o presidente eleito não esconde que a nomeação dos ministros têm como objetivo ter o apoio da legenda no Congresso. Ao anunciar Waldez Goes na Integração Nacional, ele cobrou apoio do União Brasil no Congresso. “Waldez, você vai ter duplo trabalho, além de seu trabalho como ministro, vai ter que ajudar a coordenar a bancada na Câmara e no Senado. Portanto, se prepare”, completou o petista.

O nome de Waldez foi sacramentado na noite de ontem, 28, após uma reunião entre Lula e Alcolumbre. Na manhã desta quinta, o presidente do União Brasil, Luciano Bivar, Alcolumbre e Lula fizeram uma nova reunião e definiram a indicação dos deputados Daniela do Waguinho (União-RJ), próxima de Bivar, e Juscelino Filho (União-MA) para comandar respectivamente as pastas de Turismo e Comunicações.

Além do embate entre Moro e a ala lulista do seu partido, há também outras disputas internas dentro do União Brasil. A legenda foi criada no começo deste ano e é o resultado da fusão do DEM com o PSL. O deputado Luciano Bivar era o presidente do PSL e se manteve no comando partidário com a criação do União. No entanto, Bivar tem acumulado embates com a ala oriunda do DEM. Durante a própria filiação de Moro, que contou com o apoio de Bivar, integrantes do antigo DEM discordaram e até ameaçaram vetar sua filiação.

A postura de evitar movimentos bruscos de atrito com o partido difere do que foi adotado por Moro no começo de 2022. Quando ainda queria ser candidato à Presidência, Moro chegou a se filiar ao Podemos, mas trocou a legenda depois de cerca de cinco meses filiado. O objetivo era ter uma estrutura partidária maior para ser candidato ao Planalto. A candidatura presidencial não prosperou, mas ele conseguiu ser eleito senador pelo União Brasil. O movimento de saída desagradou os parlamentares do Podemos e levou ao rompimento de Moro com o senador Alvaro Dias (Podemos-PR), que não conseguiu ser reeleito e perdeu a eleição que foi vencida por Moro neste ano.

Estadão

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Brasil

Herdeiros de Pelé: conheça os filhos e a herança do Rei do Futebol

Considerado uma lenda do futebol mundial, Pelé conquistou diversos títulos e prêmios, dentre eles, três Copas do Mundo. Segundo publicação da Forbes, em 2014, a fortuna do Rei cresceu US$ 15 milhões, aproximadamente R$ 79 milhões. À época, a revista colocou Pelé na lista dos 10 atletas aposentados mais bem sucedidos do mundo. Não há informações oficiais sobre a fortuna dele atualmente.

Ao longo da carreira, o futebolista atuou profissionalmente apenas em dois clubes: o Santos Futebol Clube, de 1956 a 1974, e o New York Cosmos, de 1975 a 1977. Em 1961, no auge da trajetória, o salário de Pelé veio à tona nas páginas dos jornais: Cr$ 2 milhões, o equivalente a R$ 70 mil nos dias atuais.

Se jogasse hoje, de acordo com estimativas da Forbes, o santista seria o jogador mais bem pago do mundo, com salário anual de US$ 223 milhões, cerca de R$ 1,1 bilhão. Para chegar ao montante, a revista realizou uma comparação entre Pelé e os quatro principais e mais valiosos craques da atualidade: o argentino Lionel Messi, o português Cristiano Ronaldo, o brasileiro Neymar e o francês Mbappé.

Herdeiros

Desde 2016, Pelé é casado com Márcia Aoki. Ele teve outras duas esposas: Rosemeri Cholbi, com quem esteve junto entre 1966 e 1982, e Assíria Nascimento, com quem foi casado de 1994 a 2008.

Pelé teve sete filhos, seis reconhecidos por ele. Sandra Machado, falecida em 2014 em razão de um câncer, nunca teve vínculo afetivo com o futebolista. No entanto, a paternidade da moça, fruto de um relacionamento extraconjugal do esportista com a doméstica Anisia Machado, foi reconhecida pela Justiça.

Veja os herdeiros de Pelé:

Kely Cristina (filha)
Edinho (filho)
Jennifer (filha)
Sandra (filha já falecida)
Flávia (filha)
Joshua (filho)
Celeste (filha)
Márcia Aoki (esposa)

Metrópoles

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