Paraíba

Suspeitos de roubar duas toneladas de materiais de construção são presos em CG

A Polícia Civil da Paraíba prendeu nesta quinta-feira (5) dois homens de 21 e 31 anos de idade, investigados por participarem de uma organização criminosa responsável por vários roubos e arrombamentos a canteiros de obras e lojas de material de construção em Campina Grande. Ao todo, duas toneladas de materiais e ferramentas foram recuperadas na ‘Operação Reconstrução’.

O grupo estava sendo investigado pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Com base nos levantamentos, a justiça expediu 13 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão. Os alvos eram endereços no bairro do José Pinheiro, em Campina, e nos municípios de Massaranduba e Lagoa Seca.

Um dos presos é comerciante e confessou que compra os produtos roubados oferecidos pelo grupo sob investigação. “Foram cerca de 300 escoras metálicas e 90 peças de andaimes apreendidos, além de pias de inox, vasos sanitários e diversas ferramentas utilizadas na construção civil. Foi preciso quatro cargas de caminhão cheias, para transportar esse material”, disse o superintendente da Polícia Civil em Campina Grande, delegado Glauber Fontes.

A Polícia Civil já identificou outros membros da organização criminosa, inclusive receptadores, que podem ser presos nas próximas diligências da delegacia.

Blog do BG PB

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Paraíba

Propostas de Lula para combater fake news podem impedir opiniões de jornalistas

Atos implementados pelo governo Lula com o argumento de combate às fake news, especialmente a criação de uma estrutura dentro da Advocacia-Geral da União (AGU), despertaram preocupação por abrirem brecha para o cerceamento de opiniões contrárias à gestão.

Um decreto instituiu uma procuradoria na AGU com a atribuição de representar a União em processos judiciais para “resposta e enfrentamento à desinformação sobre políticas públicas”.

Não há na lei brasileira uma definição sobre o que é desinformação — o projeto de lei das fake news, que busca regulamentar o assunto, ainda está em discussão no Congresso. O vácuo amplia o risco, por tornar a caracterização mais genérica, segundo especialistas.

Já a Secretaria de Comunicação Social (Secom) contará com um braço que terá entre suas funções promover ações buscando “a liberdade de expressão, do acesso à informação e o enfrentamento à desinformação e ao discurso de ódio na Internet”.

Críticos da medida que pode ampliar as prerrogativas de combate à desinformação por parte da AGU e do governo federal entendem que o órgão já pode, hoje, mover uma ação com o objetivo de impedir danos à sociedade em casos de campanhas de desinformação, sem a necessidade de criação da estrutura específica. Alertam ainda para o risco de, mesmo a decisão final sendo do Judiciário, que a atuação do Executivo possa coibir a liberdade de expressão, inclusive em futuros governos, ao ser usada para intimidar opositores com ações judiciais.

Professor de Direito Público da USP, o advogado Floriano de Azevedo Marques Neto argumenta que distinguir o que é informação do que não é não deve ser feito a partir de um entendimento amplo, com marcos legais democraticamente debatidos como parâmetros para essa separação. Ele vê com preocupação a hipótese de uma estratégia de intimidação por meio da abertura de processos.

“As instituições não podem desconsiderar a desinformação como fenômeno contemporâneo, mas errar a mão no tratamento dado ao tema traz o risco de se comprometer garantias e direitos inegociáveis. Posto como está, antes de ter reflexão e marco legal, esse órgão passa a ter poder de mover ação contra tudo e todos os professantes da desinformação. Não acho que seja o caso da atual AGU, mas, se você tem amanhã ou depois uma AGU mais capturada por interesses ideológicos, ela pode inverter essa competência e passar a agir contra a liberdade de expressão. Já tivemos uma AGU recentemente atuando contra a liberdade jornalística”, lembra Marques Neto.

Discussão mais ampla

O jurista Gustavo Binenbojm, professor da Uerj, destaca que há um diagnóstico correto de que as redes sociais contêm campanhas de desinformação com potencial de produzir danos a pessoas, a grupos e a políticas públicas legítimas de governos democráticos, mas defende que os remédios que o governo propõe “podem se tornar venenos”.

“Qualquer governo tem nas mãos um extraordinário arsenal para intimidar veículos e pessoas que venham a discordar das suas interpretações sobre os fatos. A questão é se esse arsenal vai inibir o livre debate e discussão de ideias ou apenas vai ser usado quando houver campanha de desinformação com clara violação da lei. O diagnóstico sobre o problema está correto, mas os remédios deveriam ser mais amadurecidos”, diz Binenbojm. É preferível para o governo focar em campanhas de esclarecimento e não em medidas inibitórias, porque o risco é menor.

Advogado e especialista em tecnologia, Ronaldo Lemos também vê com ressalvas a criação do órgão. Ele ressalta que a AGU já tem por força constitucional a função de representar a União e assessorar o Executivo e que as competências para qualquer tipo de combate à desinformação “têm de ficar implícitas dentro dessa função”.

“Explicitar especificamente o combate à desinformação parece ser uma tentativa de ampliar o mandato da AGU”, avalia Lemos. Não é saudável que a AGU inclua nas suas atividades rotineiras o combate à desinformação. A possibilidade de abusos e de extrapolação de competências é muito grande. Uma das grandes conquistas do Marco Civil foi justamente assegurar que o Poder Executivo não tenha ingerência administrativa sobre as comunicações pela internet. Essa competência cabe ao Legislativo e ao Judiciário. Ampliar poderes do Executivo sobre comunicações na rede é em geral típico de países autoritários.

De acordo com a AGU, que está sob comando de Jorge Messias, o objetivo da procuradoria no órgão é atuar para combater “fatos inverídicos ou supostamente descontextualizados levados ao conhecimento público de maneira voluntária com objetivo de prejudicar a adequada execução das políticas públicas, com real prejuízo à sociedade”, segundo informou ao GLOBO.

AGU nega cerceamento

As demandas serão levadas à apreciação do Judiciário, e a procuradoria não é responsável pelos julgamentos dos casos. A AGU diz que seguirá entendimentos já existentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um exemplo são as fake news contra urnas eletrônicas, alvo de resolução da Corte eleitoral aplicada no pleito passado. Essa atuação será baseada nas normas vigentes e nos precedentes dos tribunais que disciplinam o assunto, e também na própria sistemática de atuação das agências de checagem de informações falsas.

A AGU acrescentou que “sob nenhuma hipótese” a procuradoria “cerceará opiniões, críticas ou atuará contrariamente às liberdades públicas consagradas” na Constituição. “Ao contrário, sua atuação será, exatamente, para proteger essas liberdades. Além disso, ressalta-se que a divulgação de informação com erro não intencional não é desinformação”, ressaltou. O órgão disse ainda que o funcionamento da nova estrutura será debatido com a sociedade, incluindo juristas e a imprensa. A Secom não se posicionou oficialmente, mas, segundo O GLOBO apurou, as linhas de ação da secretaria que vai tratar de desinformação também vão passar por debates públicos.

O Globo

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Brasil

Ministro recua de ideia de acabar com o saque-aniversário do FGTS

Um dia após ter lançado a possibilidade de extinguir o saque-aniversário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, voltou atrás. Em uma postagem na rede social Twitter, ele escreveu que a modalidade de saque será “objeto de amplo debate” entre o Conselho Curador do FGTS e as centrais sindicais.

A declaração sobre um eventual fim do saque-aniversário foi dada na última quarta-feira (4). Em seguida, a própria assessoria de imprensa do ministério confirmou a informação de que a pasta pretendia encerrar a modalidade.

Desde a entrada em vigor do saque-aniversário, em abril de 2020, 28 milhões de trabalhadores aderiram à modalidade e retiraram R$ 34 bilhões do FGTS. Em média, R$ 12 bilhões são retirados por ano.

R7

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Brasil

Parlamentares fazem bolão sobre quem será primeiro ministro de Lula a cair

Integrantes do Congresso Nacional já iniciaram, nos bastidores, um bolão a respeito de quem será o primeiro ministro a ser demitido do novo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são da âncora da CNN Daniela Lima.

Entre os favoritos estariam a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, e o da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

O nome de Daniela, conhecida como Daniela do Waguinho, está enfraquecido depois circulado nas redes sociais fotos e vídeos dela ao lado de pessoas supostamente envolvidas com a milícia no Rio de Janeiro.

No caso de Góes, o problema estaria do fato de ele já ter sido condenado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) a seis anos e nove meses de prisão após ser acusado de desviar dinheiro de empréstimos consignados de servidores do estado do Amapá, o qual governou entre 2003 e 2010 e entre 2015 e 2022.

A condenação de Góes foi em 2019, mas o caso dele ainda será avaliado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

CNN Brasil

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Brasil

Janja leva repórter da Globo ao Alvorada para reclamar do local

Numa ação favorável ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Grupo Globo enviou uma jornalista ao Palácio da Alvorada, em Brasília, para percorrer o local com a primeira-dama, Janja Lula da Silva mostrando as condições da residência oficial da Presidência. O tom da gravação foi de queixas sobre o estado em que foi encontrado o Alvorada, em crítica à administração anterior, de Jair Bolsonaro (PL).

Em todos os governos, quando um presidente deixa a residência oficial, depois de 4 anos, há reparos a serem feitos. Eis exemplos abaixo:

  • 1994 – o então presidente Itamar Franco (1992-1995) determinou que o palácio passasse por reformas nas partes elétrica e hidráulica, além de uma nova pintura nas principais áreas, antes de ser ocupado por seu futuro residente –no caso, o tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2003);
    2004 – no 1º ano do 1º mandato de Lula, o palácio passou por amplas mudanças. Incluíram: instalação de ar condicionado, recuperação de pisos, reforma de copas e banheiros, pintura, impermeabilização e modernização dos elevadores. Segundo texto no site do PSDB, a reforma R$ 16 milhões à época;
  • 2017 – Michel e Marcela Temer se mudaram para o Alvorada 5 meses depois de o presidente tomar posse; móveis foram substituídos, tema controverso à época, e uma tela de proteção, instalada na sacada do 1º andar por causa do filho do casal, Michelzinho, que tinha 8 anos.
    No tour amigável com a repórter do Grupo Globo pelo Alvorada, a abordagem indicava o que seria uma possível destruição da Alvorada. Na maioria das imagens, entretanto, o estado geral do edifício estava parecido ao que o Poder360 pode verificar em várias oportunidades ao longo dos anos.

Para demonstrar o que seriam os “estragos”, como diz o Jornal Nacional, foram mostradas:

  • a quina de uma mesa lascada;
  • poltrona com um pequeno rasgo no
  • revestimento de couro;
  • alguns tapetes puídos;
  • tacos de madeira desgastados (por estarem perto de portas que levam à área externa);
  • área do teto com pé direito triplo, bem no alto, com infiltração no gesso perto de uma porta de vidro.

Fotos: Reprodução

Tratada com muita deferência, Janja foi apresentada como cuidadora do bem público. “O que a gente percebe é que não teve cuidado, manutenção. Os pés dos móveis que são de latão não estão polidos”, disse a primeira-dama. “Eu e o presidente Lula resolvemos que a gente só vai mudar daqui [sic] quando a gente tiver um inventário completo do que tem aqui dentro, como foi entregue pra gente”, completou no trecho editado pelo Jornal Nacional.

A reportagem completa, com mais de 18 minitos, foi ao ar no canal a cabo de notícias do Grupo Globo, a GloboNews (audiência em novembro de 2022 de 0,2 ponto no Painel Nacional de Televisão, menos de 150 mil pessoas).

O Palácio da Alvorada é um edifício público. Recebe milhares de pessoas ao longo dos 4 anos de mandato de um presidente da República. Tapetes gastos e poltronas desgastadas são comuns e a cada período presidencial são necessários reparos quando há troca de inquilino.

Esta foi a 2ª aparição de Janja falando com jornalistas desde a vitória de Lula no 2º turno das eleições de 2022. A primeira-dama elegeu nos 2 casos o Grupo Globo. Primeiro, no programa dominical Fantástico. Agora, na GloboNews.

Poder360

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Esporte

Sousa perde para o Confiança e dá adeus a Copa do Nordeste

O Sousa perdeu por 1 a 0 para a equipe do Confiança na noite desta quinta-feira (5), na Arena Batistão em Aracaju, pela primeira eliminatória da pré-Copa do Nordeste. O gol proletário foi marcado por Lenon.

O Confiança volta a campo no próximo domingo contra o Ferroviário em partida válida pela segunda eliminatória da pré-Copa do Nordeste. Já o Sousa tem seu próximo jogo marcado para o dia 11 de janeiro contra o Botafogo, pela estreia do Campeonato Paraibano.

Globoesporte

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Esporte

NO SUFOCO: Botafogo-PB vence o Retrô nos pênaltis e avança na Copa do Nordeste

O Botafogo-PB venceu o Retrô nos pênaltis na noite desta quinta-feira (5), no Almeidão, em João Pessoa, e avançou para a segunda fase eliminatória da Copa do Nordeste.

Após empate sem gols no tempo regulamentar, o time paraibano fez 3 a 1 sobre a equipe pernambucana nas penalidades máximas e agora enfrentará o Santa Cruz na próxima fase.

A partida entre o Belo e a Cobra Coral está marcada para as 19h15 do próximo domingo, no Arruda, em Recife. O mando de campo é do time pernambucano por conta da sua melhor colocação no Ranking da CBF com relação à equipe paraibana.

Globoesporte

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Paraíba

Prefeitos paraibanos criticam decisão de Lula em acabar com a Funasa

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) lamentou a Medida Provisória do governo Lula que extingue a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Segundo George Coelho, presidente da Famup, a medida vai afetar diretamente os municípios menores que ficarão sem o apoio direto do órgão na garantia das obras de saneamento básico, por isso, a entidade está realizando uma campanha contra a extinção da Funasa.

“Os municípios pequenos serão prejudicados com essa decisão. Essa foi uma medida definida sem a participação ampla dos atores que operam no âmbito da política pública de saneamento básico, notadamente aquela dedicada às populações mais vulneráveis, sobretudo as que ocupam as áreas rurais. A Funasa é um órgão que cuida dos pequenos municípios levando água, saneamento básico e a sua extinção podem colocá-los em um plano secundário”, destacou George Coelho.

O presidente da Famup esclareceu ainda que o cenário rural impõe a necessidade de intervenções que possam alavancar as ações de saúde e saneamento de forma sustentável e não dissociadas. “É necessário o fortalecimento da Funasa e de suas 26 Superintendências Estaduais e não sua extinção. É necessário assessorar estados e municípios na definição de modelos mais eficientes de gestão, estimulando a adoção de formas mais autônomas e avançadas, privilegiando o cooperativismo e o associativismo, reduzindo as desigualdades de acesso aos serviços básicos de assistência”, defendeu.

Com a MP 1.156/2023, as atividades da fundação serão transferidas para outros órgãos de governo. As atividades relacionadas à vigilância em saúde e ambiente ficarão com o Ministério da Saúde e as demais atividades da Funasa serão assumidas pelo Ministério das Cidades. A transferência da estrutura, do patrimônio, do acervo, e dos contratos da fundação será feita gradualmente, após ato do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviço Público.

Blog do BG PB

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Brasil

Associação Médica Brasileira critica possibilidade de retomada do programa Mais Médicos

Em entrevista ao Jornal Jovem Pan, o presidente da Associação Médica Brasileira, César Eduardo Fernandes, comentou uma possível volta do programa Mais Médicos. Ele diz que se ocorrer e for no formato anterior, será novamente rejeitado pela classe médica. A maior crítica é por os médicos cubanos que vieram para Brasil terem sido dispensados da revalidação do diploma. “A impressão que dá, até pela denominação do programa, Mais Médicos, é de que é uma questão meramente quantitativa: se eu tiver mais médicos, independente da qualidade desses médicos, eu resolvo o problema. Foi com essa ideia que vieram para cá os médicos cubanos em grande número, aos milhares, e a esses médicos foi isentada a absoluta necessidade que existe em qualquer país. Isso não é uma posição xenofóbica. É importante que se registre isso. Nós podemos receber médico em quaisquer lugar do país, assim como os médicos brasileiros podem trabalhar em outros países, desde que preencham os requisitos básicos, ou seja, de que eles demonstrem cabalmente e formalmente as suas competências, as suas habilidades para o exercício da medicina”, comentou.

César Fernandes reconhece o que chamou de “vazios assistenciais” no país, onde a saúde primária não chega à população, mas defendeu que uma solução definitiva envolveria valorização salarial e políticas de Estado de planos de carreira. “Esse caminho, me parece, passa, necessariamente, pela fixação de médico, de equipe de saúde, de estrutura de saúde, para que a população possa ter uma assistência adequada. O programa Mais Médicos foi um programa que teve uma inaceitação, um certo repúdio da classe médica, e eu acho que reviver esse programa da forma como ele foi concebido não me parece uma boa ideia”, disse. César destacou ainda que aumentaram os números de escolas médicas no Brasil, defendendo que há profissionais, mas que a qualificação também deve ser um ponto importante na criação de um novo programa por mais assistência médica em diversos pontos do Brasil.

Jovem Pan

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Brasil

Salários dos ministros do governo Lula custarão mais de R$101 milhões

Foto: Reprodução/Diário do Poder.

No governo que ameaça acabar o saque-aniversário do FGTS, Lula e sua inchada equipe ministerial, rateada em 37 pastas para acomodar políticos derrotados e gratificar apoiadores, impôs ao pagador de impostos o custo de R$101.197.390,84 em quatro anos. O cálculo expõe a mentira do presidente de que não haverá aumento nos gastos públicos. Como se ministros não exigissem batalhão de assessores, mordomias, carrões oficiais etc. Jair Bolsonaro encerrou o governo com 23 ministros.

Conta certa

Só os 15 ministros que o presidente nomeou a mais que Bolsonaro já engorda a despesa pública em R$41 milhões.

O céu é o limite

A conta considera o salário, que fechará o governo em R$46,3 mil; férias, décimo terceiro e o generoso auxílio moradia, atualmente em R$7,7 mil.

Bom para ministros…

O custo é só de ministros de estado. A coisa fica ainda pior se incluir o secretário executivo e o adjunto, subsecretários, e assessores especiais.

…melhor para Lula

Além do salário bater nos R$46,3 mil, Lula ainda dá uma turbinada de R$10,3 mil com sua aposentadoria como “anistiado político”.

Por Coluna do Cláudio Humberto/Diário do Poder

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