Paraíba

OUSADIA: Bandidos roubam retroescavadeira e abandonam veículo após causar acidente em JP

Uma retroescavadeira foi furtada durante a madrugada desta quinta-feira (2) de uma obra em uma praça na região do bairro do Cuiá, em João Pessoa.

Na fuga, quando os bandidos desciam a ladeira do Cuiá, eles teriam perdido o controle e capotaram a máquina numa curva. O veículo invadiu uma obra derrubando muro e material.

Até o momento ninguém foi preso.

Com informações de Hyldinho

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Paraíba

Bandido tenta assaltar PM em Cabedelo e acaba baleado

Um homem foi baleado durante uma tentativa de assalto a um cabo da Polícia Militar (PM). O caso foi registrado na noite desta quarta-feira (1º), em Intermares, Cabedelo, na Grande João Pessoa.

Segundo a PM, o agente de segurança reagiu à abordagem e baleou o suspeito no abdômen.

O homem foi encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa e está com “quadro clínico estável”. Já o PM não se feriu.

Com informações do Portal T5

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Judiciário

Juíza do caso Daniel Alves diz que ‘há provas suficientes’ de que houve um estupro

A juíza responsável pelo caso jogador Daniel Alves, na Espanha, afirmou que “há indícios muito mais do que suficientes” para considerar que houve um estupro na madrugada de 31 de dezembro dentro do banheiro da área VIP da boate Sutton, em Barcelona. A afirmação consta em um despacho assinado pela magistrada do Tribunal de Instrução n.º 15, da cidade espanhola, ​​Anna Marín. Alves está preso desde 20 de janeiro por suspeita de agressão sexual que teria sido cometida dentro da casa noturna.

No documento, que explica as razões pelas quais a prisão preventiva do jogador foi pedida, a juíza também anota que Daniel Alves é o suspeito crime. No entanto, Anna Marín sublinha que a investigação ainda está em andamento e que novos fatos podem surgir. As informações são do jornal espanhol “El Periódico”.

A defesa do brasileiro entrou com um recurso nesta segunda-feira pedindo o relaxamento da prisão. Cabe ao Tribunal de Barcelona avaliar se a prisão preventiva é ou não pertinente, com base nas provas coletadas até o momento, que foram consideradas mais do que suficientes para a juíza Anna Marín.

O advogado Cristóbal Martell, representante de Daniel Alves no caso, classificou a investigação da Unidade Central de Agressões Sexuais (UCAS) da polícia de Barcelona de “tendenciosa” e “descuidada”. E criticou o fato de a magistrada ter aceitado a denúncia “sem crítica”.

Dois minutos

A defesa de Daniel Alves colocou em dúvida o depoimento da jovem de 23 anos que acusa o brasileiro de estupro dentro do banheiro da boate Sutton, em Barcelona, no dia 30 de dezembro do ano passado. Nas 24 páginas do documento apresentado à Justiça espanhola consta a alegação de que a vítima entrou no toalete dois minutos após o atleta, o que contrariaria o relato feito pela mulher.

De acordo com o jornal “La Vanguardia”, que teve acesso ao recurso, o advogado Cristóbal Martell sustenta que as imagens das câmeras de segurança e o relato da vítima não coincidem. A defesa do jogador insiste que há o intervalo de dois minutos entre o momento em que Alves entra pela porta do banheiro e a chegada da jovem “depois de falar com suas duas amigas e um garçom”.

A mulher, segundo o relato do advogado do brasileiro, então vai até a porta do banheiro e “entra sem que Alves abra a porta”. De acordo com Martell, “as imagens falam por si” e demonstram “fraquezas nas provas da acusação”. De acordo com o jornal “El Periódico”, Martell também sustenta que a vítima pode ter usado a “mesma distorção narrativa” para descrever o que aconteceu dentro do banheiro por 16 minutos, intervalo de tempo que ocorre longe das câmeras.

No recurso apresentado pela defesa do jogador, na segunda-feira, no Tribunal de Barcelona, Martell sustenta que existem “certas fragilidades” nas provas reunidas contra o ex-atacante do Barcelona. Segundo ele, as câmeras de segurança do salão não corresponderiam integralmente às declarações prestadas pela vítima, uma jovem de 23 anos que abriu mão de qualquer indenização por parte do jogador.

De acordo com o jornal “El Periódico”, fontes ligadas às investigações indicam que a gravação das câmeras não é incompatível com o relato da vítima. As imagens também parecem dar a impressão de que o jogador está parado ao lado da porta do banheiro fazendo gestos insistentes para que a jovem o siga até o local.

No pedido para suspender a prisão preventiva, Martell sugere a adoção de medidas cautelares menos onerosas, como comparecer em juízo diariamente, retenção de passaporte e consequente proibição de sair da Espanha, além de uso de pulseira eletrônica.

O jogador, que teria dito a companheiros que não teme “o que vier”, enfrentou nessa terça-feira boatos de que sua mulher, a modelo Joana Sanz, teria pedido o divórcio. A notícia foi divulgada por um canal de TV, mas a própria modelo negou que vá se separar.

Apesar disso, nos últimos dias, Joana postou nas redes sociais um desabafo por conta do assédio que tem recebido em mensagens que a chamam de “cúmplice de estuprador”. Os sites também comentam outro fato curioso: ela teria apagado todas as suas fotos com o jogador no Instagram.

O Globo

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Paraíba

Suspeitos de roubar gado são presos em operação no Sertão da PB

Dois homens foram presos durante uma operação integrada entre as polícias Civil e Militar na manhã desta quinta-feira (2) em Uiraúna, no Sertão da Paraíba.

A operação denominada “Ladrão de Gado 3” tem como objetivo prender suspeitos de roubar gado em propriedades rurais da região. As equipes partiram de São João do Rio do Peixe e seguiram o trajeto nos endereços dos acusados.

O delegado Ilamilton Simplício informou que esta é a terceira operação feita na região. Foram expedidos sete mandados de busca e dois mandados de prisão.

A operação contou com a participação de policiais Civis de Cajazeiras, Sousa e Catolé do Rocha.

Os detidos serão encaminhados à delegacia, onde devem ficar à disposição da Justiça

Com informações do Portal T5

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Brasil

Não é Bolsonaro que deve temer prisão, diz Michelle em posse no Senado

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro atraiu atenções e flashes de fotógrafos logo que chegou ao Senado Federal nesta quarta-feira, 1º, dia de posse de parlamentares e votação da Mesa da Casa, incluindo a de presidente.

Michelle retornou ao Brasil no dia 26 e, desde então, tem trabalhado junto ao PL – partido do ex-presidente Jair Bolsonaro – pela campanha de Rogério Marinho (PL-RN) para a presidência do Senado.

O ex-ministro de Bolsonaro disputava a eleição em uma acirrada corrida com o atual dono da cadeira, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) que acabou reeleito.

Segundo apuração do jornal O Globo, Michelle foi questionada sobre o marido, que continua nos Estados Unidos. Ao ser perguntada se Bolsonaro teria receio de ir preso, ela foi enfática. “Não é ele que tem que ter medo de ser preso”, afirmou, sem dar mais detalhes sobre quem deveria ter esse temor.

Com informações de Terra e O Globo

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Brasil

Lula usou ministros e turbinou promessas de cargos para reeleger Pacheco no Senado

Integrantes do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entraram em campo e intensificaram os esforços para garantir a eleição de Rodrigo Pacheco (PSD) como presidente do Senado às vésperas da votação desta quarta-feira (1º).

Na terça (31), senadores alertaram o governo sobre a possibilidade de crescimento de Rogério Marinho (PL), ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL) que foi adversário de Pacheco.

Diante do cenário, o Palácio do Planalto acionou dirigentes de partidos como PSD e União Brasil para afiançar a eles que promessas de entregas de cargos serão cumpridas. Há pedidos de cargos em empresas públicas, como a Geap (Fundação de Assistência ao Servidor Público).

No início da tarde, a previsão de governistas era a de que Pacheco teria de 44 a 52 votos. O presidente do Senado foi reeleito para mais dois anos de mandato por 49 votos, ante 32 do adversário.

O resultado da eleição na Casa representa uma segunda derrota do bolsonarismo e dá mais uma demonstração de força de Lula um mês após o início do seu mandato.

Logo após a vitória, Marinho apontou interferência do governo no resultado eleitoral. O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, rechaçou que isso tenha ocorrido.

“Este governo não fez qualquer medida de interferência no processo eleitoral, seja do Senado ou da Câmara”, disse.

“O governo não interferiu em absolutamente nada no processo eleitoral tanto no Senado como na Câmara porque não é prática do presidente Lula querer fazer uma intervenção no Congresso Nacional”, continuou.

Apesar da vitória, aliados de Pacheco tiveram o receio de que Marinho registrasse uma votação mais expressiva.

Um dos problemas apontados por pessoas próximas de Marinho foi que Pacheco teria “loteado” o Senado mesmo antes de ser eleito, prometendo o comando das principais comissões somente a aliados políticos e deixando de fora outras siglas com representatividade.

O presidente do Senado contou com a atuação forte do PT de Lula, de aliados antigos do MDB e do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que foi um dos principais fiadores da eleição.

A Alcolumbre está prometida a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que ele já preside e é a mais importante da Casa. Já ao senador Rogério Carvalho (PT-SE) está prometida a primeira secretaria.

A negociação para reeleger Pacheco também envolveu espaços na Mesa Diretora. O presidente do Senado quis manter em posições de poder seus principais aliados —como Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) na vice-presidência. Mas ele esperava o placar para definir o destino de duas secretarias que estão hoje nas mãos do PL e do Progressistas.

Mesmo tendo a segunda maior bancada do Senado, o PL corre o risco de ficar sem espaços importantes na Casa diante da formação de blocos. O partido do ex-presidente se juntou ao PP e ao Republicanos —que somam 22 senadores—, mas o governo articula dois blocos ainda maiores.

A influência e espaço de Alcolumbre também viraram motivo de reclamação em diversos partidos, entre eles a União Brasil. Na montagem do governo, o partido de centro ficou com três ministérios. Dois deles foram indicados pelo senador: o dos ministros das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil), e da Integração, Waldez Góes (PDT).

Embora seja do PDT e esteja apenas licenciado do partido, o ex-governador do Amapá Waldez Góes é próximo de Alcolumbre —o senador também articulou a indicação do aliado junto a governadores da região da Amazônia.

Pouco após as nomeações, dirigentes e integrantes da União Brasil reclamaram que a equipe petista conduziu o processo de forma atabalhoada e acabou contemplando apenas Alcolumbre, e não a totalidade da União Brasil.

Aliados do governo Lula no Congresso já admitiam, antes da votação, que o nome de Alcolumbre acabou pesando contra a candidatura de Pacheco em alguns momentos, o que aumentou a conta do que o governo precisou fazer para garantir a vitória.

Sem dar detalhes de qual foram as moedas de troca, eles admitem que o PT, por exemplo, corre o risco de acabar sem a presidência de comissões de destaque no Senado.

Eles entendem ainda que, não fosse uma intensificação na movimentação do governo para conseguir votos de senadores, a margem da vitória de Pacheco seria menor do que o placar registrado nesta quarta.

“Estávamos muito confiantes que se a eleição fosse ontem ou hoje, no começo da tarde, nós teríamos uma grande possibilidade de vitória, mas é fato que houve um trabalho muito forte do nosso adversário e do próprio governo”, afirmou Marinho após a derrota.

Ele ainda insinuou que pode ter acontecido troca de votos por indicações a cargos, mas disse que não tem como provar essa possibilidade.

“Não posso afirmar, porque não vi, mas claramente houve uma diminuição nos votos que nós achávamos que tínhamos assegurado. O que houve nas entrelinhas, o Diário Oficial certamente, no futuro, vai poder constatar, ou não, se houve algum tipo de favorecimento. Não vou fazer pré-julgamentos”, completou.

Folha de São Paulo

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Brasil

Placar do Senado trará consequências para governabilidade de Lula

Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reconduzido à presidência do Senado com 49 votos –8 a menos do que teve há 2 anos. O apoio dado ao senador reeleito é um dos mais modestos no atual período democrático do país –leia mais abaixo o histórico desde a redemocratização.

Esse frágil equilíbrio trará consequências para a governabilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os 49 votos de Pacheco são o mínimo necessário para aprovar uma PEC (proposta de emenda à Constituição) no Senado –como, por exemplo, a reforma tributária prometida por Fernando Haddad (Fazenda).

Esse volume de apoio foi conseguido nos últimos dias na base da tradicional fisiologia da política brasileira, com distribuição de cargos públicos pelo Palácio do Planalto.

Depois da proclamação do resultado, o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) disse que “em nenhum momento o governo fez qualquer intervenção” na eleição no Senado.

No plenário, chamava atenção, pouco antes, a presença de seus colegas de Esplanada Waldez Góes (Integração Nacional) e Alexandre Silveira (Minas e Energia) –supervisores de robustos orçamentos.

“Não vou dizer que não houve pedidos”, disse o líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT), antes da votação. Ele negou, contudo, que os ministros tenham distribuído promessas.

Fato é que a base de apoio ao governo Lula ficará na conta do chá para aprovar PECs nos próximos meses. O Planalto talvez tenha de se lançar novamente com volúpia em direção ao Senado e distribuir benefícios no estilo franciscano do “é dando que se recebe”.

Essa fórmula funciona. Mas é desgastante. Expõe o Planalto a riscos de algum escândalo quando houver algum interesse contrariado.

Para a oposição, sobra o gosto aziago na boca por causa da derrota. Mas os 32 votos obtidos por Rogério Marinho (PL-RN) indicam haver músculos do bolsonarismo e de seus aliados no enfrentamento ao STF (Supremo Tribunal Federal).

A economia pode operar milagres. Se o PIB crescer, a inflação for controlada, o juro cair e empregos forem criados, a vida de Lula no Congresso melhora muito. É cedo para saber qual será o cenário em junho.

Nesta quarta_feira (1º), vieram 2 sinais pouco alentadores para: 1) o governo Lula é aprovado por 52% dos brasileiros (mesmo patamar de apoio ao petista há 3 meses, na eleição); 2) o Banco Central manteve a taxa de juros em 13,75% ao ano, colocando um freio no crescimento econômico.

A eleição para presidente do Senado teve vitoriosos (Lula e Pacheco) com pouca vantagem em relação aos opositores. E derrotados que saíram do processo maior do que entraram (Marinho, bolsonaristas e oposição em geral).

Poder360

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Paraíba

Iphaep embarga obra que destruiu piso histórico do Casarão José Rufino em Areia

A obra para reforma do Casarão José Rufino, em Areia, foi embargada após o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (Iphaep) constatar que a Prefeitura Municipal não ter pedido autorização. O imóvel possui mais de 200 anos de existência e teve parte de sua estrutura danificada, com a destruição do piso das senzalas destruído.

Anteriormente, o Iphan já havia impedido qualquer intervenção no local histórico em razão da remoção do piso. A este órgão, no entanto, a prefeitura havia solicitado permissão para manutenção do prédio.

De acordo com a ação do Iphaep, “objetos tombados não poderão, em nenhum caso, ser destruídos, demolidos, multilados, separados, pintados ou restaurados sob a pena da aplicação dos artigos 165 e 166 do Código Penal Brasileiro”. Logo abaixo é marcado como outro motivo para embargo o não cumprimento de um artigo que exige prévia autorização do instituto para ações. (veja no fim da matéria)

Atualmente, o Instituto Estadual elabora relatório de vistoria sobre a situação. De acordo com a coordenadora do setor de arquitetura do órgão, Gabriella Lima, após isso será emitido um diagnóstico e parecer. Então poderá ser definido o valor da multa à administração. Veja embargos:

Blog do BG PB

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Brasil

Sessão de posse na Câmara é interrompida após pai de Arthur Lira passar mal


Foto: Ricardo Abreu/TV Globo

A sessão de posse dos deputados federais na Câmara foi interrompida nesta quarta-feira (1º) após o ex-senador e atual prefeito de Barra de São Miguel (AL), Benedito de Lira (PP), passar mal.

Benedito de Lira é pai do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e acompanhava a sessão quando se sentiu mal.

Ele foi socorrido por brigadistas e atendido pela equipe médica da Casa. Na sequência, foi encaminhado de ambulância a um hospital privado de Brasília.

A sessão da Câmara foi interrompida por volta das 10h43. Àquela altura, o deputado Átila Lins (PSD-AM) fazia a chamada de deputados eleitos para prestar o compromisso de cumprir a Constituição.

Deputados que estavam próximos a Benedito de Lira no plenário sinalizaram a Arthur Lira, que estava na Mesa da presidência, que o pai do deputado estava passando mal.

Lira, então, disse: “É meu pai”. E acionou o departamento médico da Casa. Arthur Lira deixou a cadeira da presidência no plenário para acompanhar a situação.

Na sequência, a sessão foi suspensa. Cerca de 15 minutos depois, por volta das 11h, os trabalhos foram retomados.

Arthur Lira voltou a conduzir a sessão por volta das 11h20. Ele foi aplaudido pelos colegas e se emocionou.

Roteiro da sessão

Antes da interrupção, no início dos trabalhos, Lira convidou cinco deputados para atuarem como secretários da sessão, um de cada região do país. O hino nacional foi executado.

O presidente da Câmara, então, leu o seguinte compromisso:

“Prometo manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.
Após a leitura, os parlamentares foram chamados e, de pé, ratificaram o juramento dizendo: “Assim o prometo”.

Os primeiros deputados chamados foram os dos estados de Roraima, Amapá, Pará, Amazonas, Rondônia, Acre, Tocantins, Maranhão, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

Quando a sessão foi retomada, após o atendimento a Benedito de Lira, foram chamados os deputados eleitos pela Paraíba.

Por G1

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Paraíba

Adriano Galdino é eleito presidente da Assembleia Legislativa para 1º e 2º biênios

O deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos) foi eleito, nesta quarta-feira (01), para dois novos mandatos como presidente da Assembleia Legislativa. A eleição para o primeiro e segundo biênio ocorreu por unanimidade, com chapa única, em votação aberta e nominal.

Para o primeiro biênio Galdino terá Tião Gomes (PSB) como 1º vice-presidente, Eduardo Carneiro (SD) como 2º vice-presidente, Tovar Correia Lima (PSDB) 3º vice-presidente e Camila Toscano (PSDB) a 4ª vice-presidente. Júnior Araújo é o 1º secretário, com Fábio Ramalho (PSDB) na segunda, Taciano Diniz (UB) na terceira e Anderson Monteiro (MDB) na quarta secretaria.

O corregedor titular será Walber Virgolino (PL), com Branco Mendes (Republicanos) na 1ª corregedoria , Jutay Menezes (Republicanos) na segunda corregedoria e George Morais (UB) na terceira. Ambos no primeiro e segundo biênio.

Já para o segundo biênio, Adriano terá Felipe Leitão (PSD) como 1º vice-presidente, Cida Ramos (PT) na segunda, Taciano Diniz (UB) na terceira e Fábio Ramalho (PSDB) na terceira. O 1º secretário será Tovar Correia Lima (PSDB), com Eduardo Carneiro (SD) na segunda, Anderson Monteiro (MDB) na terceira e Jane Panta (PP) na quarta.

MaisPB

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