Paraíba

Marido presta queixa contra Fernanda Albuquerque após ter negado direito de ver a filha

O empresário Eduardo Cássio, o ainda marido de Fernanda Albuquerque, prestou queixas contra a apresentadora de TV e o irmão dela. Os Boletins de Ocorrência (BO) foram feitos após a vítima se sentir ameaçada pelo cunhado, que é policial militar, e ter negado o direito de passar o fim de semana com a filha.

Eduardo e Fernanda se casaram em 2017 e anunciaram o fim da relação em dezembro de 2022. Ela foi candidata a deputada federal em outubro e é suplente do União Brasil.

Conforme o primeiro BO (que pode ser visto no fim da matéria), obtido com exclusividade pelo Ô Paraíba Boa, na quinta-feira (9), Eduardo estava trabalhando quando recebeu uma ligação do cunhado. Ele relatou que o irmão de Fernanda o ameaçou dizendo que não aceitaria que Eduardo “prejudicasse Fernanda”.

Em resposta, Eduardo contou que apenas falou que iria só “dizer a verdade” e que, em seguida, o cunhado apareceu no local de trabalho.

“O noticiante (Eduardo) ligou para a sua cunhada comunicando o ocorrido e após trinta minutos ela ligou para o noticiante dizendo que havia falado com o irmão, pedindo que ele não o procurasse mais”, diz parte do primeiro BO.

O segundo BO foi registrado contra Fernanda Albuquerque após ela negar o direito, acordado na Justiça, de Eduardo passar o fim de semana com a filha.

O documento relata que nesse domingo (12), por volta da 9h30, Eduardo foi até a casa de Fernanda para pegar a filha. Os dois iriam passar o domingo e a segunda juntos, com a criança voltando para Fernanda na terça. No entanto, em ligação telefônica com a secretaria de Eduardo, a apresentadora negou que iria deixar a filha sair com o pai já que ela estava chorando.

Inconformado com o descumprimento do acordo feito na Justiça sobre a guarda da filha, até que o processo de separação seja concluído, Eduardo Cássio pediu providência legais.

Veja documentos:

BG com Fonte 83

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Brasil

PEC do PT pretende limitar poderes das Forças Armadas

Deputados petistas finalizaram o texto da Proposta de Emenda à Constituição que altera o artigo 142 da Constituição e delimita poderes das Forças Armadas. A intenção é apresentá-la durante essa semana. A CNN havia antecipado o movimento no dia 30 de janeiro.

A minuta do texto acaba com as operações de Garantia da Lei e da Ordem, diz que as Forças Armadas poderão ser designadas apenas para ajudar missões civis; obriga os militares que quiserem exercer cargos públicos a irem direto para a reserva; e veda o uso do cargo, função ou arma para qualquer intervenção política.

Os formuladores do texto são os deputados Carlos Zarattini, Alencar Izidoro e Rui Falcão, que como a CNN mostrou deverá ser o nome do partido para comandar a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, colegiado por onde se iniciam as tramitações de toda PEC na casa.

A minuta exclui do caput do artigo 142, o trecho diz que as forças destinam-se “à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. E inclui no local desse trecho que as forças “destinam-se a assegurar a independência e a soberania do país e a integridade do seu território”.

A ideia é acabar com a Garantia da Lei e da Ordem da forma como existe hoje, quando as forças podem ser convocadas por algum dos poderes e deixar claro que elas, como diz outro artigo da PEC, “poderão ser escaladas por designação do Presidente da República, nos termos da lei, para colaborar em missões defesa civil”.

A minuta também afirma que “o militar da ativa que tomar posse em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, ainda que da administração indireta, ressalvada a hipótese prevista no art. 37, inciso XVI, alínea “c”, será imediatamente transferido para a reserva, nos termos da lei”.

A ideia do PT é justamente atacar o movimento de politização das forças ocorrido no governo Jair Bolsonaro.

CNN

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Brasil

Lula escolhe suspeito de rachadinha para chefia de secretaria

O ex-deputado André Ceciliano (PT-RJ), que foi um dos suspeitos de comandar um esquema de rachadinhas enquanto presidia a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), assumirá o comando da Secretaria de Assuntos Federativos da Presidência da República, vinculada ao Ministério das Relações Institucionais.

Sua nomeação ainda não foi oficializada, mas ele já cumpre agenda diária e publica a rotina nas redes sociais. O petista foi um dos alvos em uma operação realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em 2018.

Um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) foi usado como base para investigar movimentações atípicas nas contas de nomes ligados à Assembleia. Como resultado, foram identificadas transações suspeitas de auxiliares de outros 20 deputados da Alerj.

Ceciliano apareceu no topo da lista de suspeitos do suposto esquema. O volume de movimentações atípicas envolvendo quatro auxiliares dele somava R$ 49,3 milhões.

As investigações contra Ceciliano foram arquivadas depois que o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro avaliou que não houve transferência de recursos ou valores de funcionários do gabinete para as suas contas pessoais, de seus familiares ou entre os próprios servidores.

R7

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Paraíba

Assaltantes de banco morrem durante confronto com a polícia em Cubati, no agreste da PB

Um grupo criminoso composto por sete assaltantes de banco, que iriam explodir agências de Taperoá, morreu na madrugada desta segunda-feira (13) após entrar em confronto com policiais civis. Entre os suspeitos há paraibanos e cearenses.

Após uma investigação conjunta das Polícias Federal, Civil e Rodoviária Federal, foi possível interceptar a Organização Criminosa no momento em que iam explodir as agências
bancárias.

As equipes ainda apreenderam fuzis, pistolas, espingardas, calibre .12, revólveres, explosivos, grampos, veículos e outros
apetrechos utilizados pelo Novo Cangaço.

Um coletiva de imprensa dará mais detalhes sobre a operação às 10:30 na Central de Polícia de Campina Grande.

Blog do BG PB

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Esporte

SOLTOU O VERBO: Presidente do Treze diz que time foi assaltado na derrota contra o Sousa e chama juiz de bandido; Ouça

A derrota por 1 a 0 para o Sousa na tarde
deste domingo (12), no Sertão da Paraíba, fez com que o presidente do Treze, Artur Bolinha , soltasse o verbo contra a arbitragem.

Em entrevista no fim da partida, ele ameaçou retirar o Treze da disputa do paraibano e chamou o juíz Wagner Reway de bandido. Ele ainda denunciou um suposto esquema na Federação Paraibana de Futebol. 

Ouça: https://www.blogdobgpb.com.br/wp-content/uploads/2023/02/AUD-20230212-WA0168.mp3

Blog do BG PB

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Política

Dilma não tem experiência para assumir Banco do Brics, diz Meirelles

Foto: DIVULGAÇÃO/VANESSA CARVALHO/BRAZIL PHOTO PRESS

O ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles disse neste domingo (12) ao R7 que a ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT) não é a pessoa mais adequada para assumir o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como Banco do Brics.

Segundo Meirelles, Dilma tem experiência por ter sido chefe do Poder Executivo, mas não dispõe do currículo adequado para ocupar um banco com foco em empréstimos, como é o caso do Banco do Brics.

“É uma pessoa que tem uma experiência muito grande, por ter sido presidente da República, ministra de Minas e Energia, ter sido da Casa Civil, mas não tem experiência nenhuma em banco. Precisa de uma experiência específica, que é algo que ela não tem. O NBD é semelhante ao Banco Nacional do Desenvolvimento”, disse ele.

O governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem se articulado para que o presidente do NBD, Marcos Troyjo, renuncie ao cargo, sem terminar o mandato, que vai até 2025.

Troyjo foi nomeado presidente do NBD em 2020, durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na época, ele atuava como secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, chefiado pelo então ministro Paulo Guedes.

O NBD tem sede em Xangai, na China, e foi criado em 2014, durante a 6ª Cúpula do Brics — grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul —, com o objetivo de mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nesses países.

Para Dilma Rousseff assumir a presidência do Banco do Brics, seu nome precisa ser validado pelo conselho de governadores. Não há, ainda, data para análise. Procurada pela reportagem, a petista disse que não vai comentar o caso. O Ministério da Economia informou, também, que não vai se pronunciar.

R7

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Gastronomia

Confira as receitas de Risoto de carneiro guisado; e Dadinho de peixe com farofa de maracujá do Papo de Fogão

RISOTO DE CARNEIRO GUISADO

Ingredientes:
120g de arroz arbóreo
100g de cebola picada
100g de carneiro guisado desfiado
2 dentes de alho picado
Sal e pimenta do reino a gosto
80g de queijo parmesão
500ml do caldo do carneiro
100g de queijo de coalho
2 colheres de sopa de manteiga
100ml de vinho branco seco
Azeite

Modo de preparo:
Em uma panela refogue a cebola e o alho.
Quando a cebola ficar transparente coloque o arroz e refogue.
Acrescente um pouco do caldo do carneiro e mexa constantemente.
Conforme for secando vai acrescentando o caldo, sempre mexendo.
Quando ficar al dente acrescente a carne do carneiro e o vinho branco.
Quando estiver no ponto desligue o fogo, acrescente a manteiga gelada, o queijo parmesão e ajuste o sal e a pimenta do reino.
Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 10 min
Tempo de cozimento: 18 min

DICA RÁPIDA

DADINHO DE PEIXE COM FAROFA DE MARACUJÁ

Dadinho
Ingredientes:
200g de peixe badejo do Norte
Lemon Pepper a gosto
3 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de manteiga

Modo de preparo:
Corte o peixe em quadrados de 2cm.
Tempere com lemon pepper a gosto.
Em uma frigideira quente acrescente o azeite, a manteiga e sele os dadinhos dos 6 lados até ficarem dourados.
Sirva em seguida junto com a farofa.

FAROFA MARACUJÁ
Ingredientes:
200g de farinha de mandioca
100g cebola roxa
100g de manteiga
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
Polpa de ½ maracujá

Modo de preparo:
Em uma frigideira refogue bem a cebola com a manteiga.
Em fogo baixo, adicione, aos poucos, a farinha, em fogo baixo, mexendo pacientemente para deixar crocante.
Quando estiver crocante, acrescentar a polpa do maracujá, acertar o sal e pimenta do reino e misturar bem por 3 minutos.
Sirva em seguida.

Calda
Ingredientes:
50ml água
Polpa de ½ maracujá
5 colheres de melaço
Sumo de 1 limão Siciliano

Modo de preparo:
Numa panela, em fogo médio, colocar a água, a polpa, o melaço e deixar reduzir.
Quando estiver em ponto de fio, acrescenta o limão e finaliza.

Tempo de preparo: 10 min
Tempo de cozimento: 20min

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Brasil

Bolsonaro diz que volta ao Brasil nas próximas semanas: ‘missão não acabou’

Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou ontem, em um evento de uma igreja na Flórida, nos Estados Unidos, que pretende voltar ao Brasil “nas próximas semanas” e disse que a “missão não acabou” com o país. Ele não falou qual seria a data exata para o retorno.

“Por melhor que esteja em qualquer lugar do mundo, não existe algo melhor do que a nossa terra. A saudade bate no peito de todo mundo aqui. Não tem aqui quem não tenha um irmão, tio, um filho, um amigo lá no Brasil. Nós sabemos que é um país fantástico. Eu também quero retornar ao Brasil. Pretendo retornar ao Brasil nas próximas semanas”, disse Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente da República.

A uma plateia de apoiadores, Bolsonaro voltou a colocar em dúvida, sem apresentar provas, o resultado da eleição presidencial do ano passado.

“É uma satisfação muito grande a forma como vocês tem me tratrado ao redor desse globo. Isso não tem preço. Ainda mais para quem, pelo menos diante do TSE, não conseguiu ser reeleito. Dizem que todos nós temos uma missão aqui na Terra. A minha missão ainda não acabou. Não interessa o que venha a acontecer comigo aqui ou no Brasil. E na forma como, por ventura, algo venha a acontecer.”, disse Bolsonaro.

Ex-presidente criticou ‘interesses’ em terras Yanomami. Para Bolsonaro, o atual governo não quer ajudar indígenas. Essa questão yanomami agora. A intenção não é atender a esses. Porque ali tá misturado, 40% da terra yanomami tá no Brasil e 60% tá na Venezuela. Se não tivesse riqueza lá, não teria sido demarcado como terra indígena. Os interesses são muitos. Não há interesse em ajudar a população.”, disse.

UOL

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Brasil

‘Foco devem ser as causas da alta dos juros, não autonomia do Banco Central’, diz Pacheco

Foto: Cristiano Mariz/O Globo

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirma que não há ambiente para avançar uma proposta de rever a autonomia do Banco Central, alvo de críticas do presidente Lula. Chefe do Poder Legislativo diz que é preciso atacar as causas da alta taxa de juros ao invés de criticar o Banco Central, como tem feito Lula.

“Interpreto as afirmações do presidente Lula em relação ao Banco Central como um descontentamento com a taxa de juros do Brasil. É um descontentamento geral, que imagino que seja também do próprio presidente do BC, Roberto Campos Neto. A alta taxa de juros, que já vem desde o ano passado, é fruto de certa negligência em relação ao controle da inflação e do aumento de gastos públicos. Afirmações em relação às pessoas que compõem o Banco Central não contribuem. No final, o que temos que atacar são as causas da alta taxa de juros”, disse Rodrigo Pacheco em entrevista ao jornal O Globo.

“A autonomia do BC é um projeto aprovado pelo Senado e por ampla maioria na Câmara. Na sequência, houve uma discussão sobre a constitucionalidade do projeto no Supremo Tribunal Federal. Considero a mudança positiva. É muito mais importante identificarmos as causas do aumento da taxa de juros, e buscarmos atacá-las, do que a rediscussão da autonomia do BC. Não vejo ambiente para essa discussão. Para muitos, inclusive para mim, poderia representar um retrocesso no ordenamento jurídico brasileiro”, afirmou Pacheco ao ser questionado sobre a possibilidade de o Senado rever a decisão que deu autonomia ao Banco Central.

Com informações de O Globo

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Brasil

STJ anula apreensão de drogas feita depois de revista considerada ‘ilegal’

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) trancou a ação penal, ou seja, encerrou sem julgar o mérito, contra um homem acusado de tráfico de drogas. Abordado por policiais militares com 42 gramas de maconha e R$ 145 na frente de sua casa, o réu possuía no imóvel mais 66 quilos do entorpecente.

O ministro Reynaldo Soares da Fonseca concedeu de ofício habeas corpus ao acusado. De acordo com o magistrado, sem fundada suspeita, a revista pessoal é ilegal, bem como todas as provas que dela derivam.

“Somente quando o contexto fático anterior à invasão permitir a conclusão acerca da ocorrência de crime no interior da residência é que se mostra possível sacrificar o direito à inviolabilidade do domicílio”, justificou Fonseca.

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O ministro acrescentou que “a busca domiciliar decorreu diretamente de ilegal busca pessoal, não podendo ser validada aquela diligência nas condições em que realizada”.

O caso

De acordo com os policiais, durante patrulhamento de rotina em julho de 2022, em Catanduva, no interior de São Paulo, eles suspeitaram do acusado, porque o réu estava na calçada e virou as costas para a viatura “tentando disfarçar”.

Ele carregava 42 gramas de maconha e dinheiro no bolso da bermuda, admitindo possuir mais drogas em casa, onde foram apreendidos 66 quilos do entorpecente, duas balanças e material típico para embalar a droga. Ainda conforme os policiais, o réu os autorizou a revistarem o imóvel, o que foi negado pelo acusado na delegacia.

Segundo o ministro, “importa salientar que o consentimento dado pelo paciente, durante abordagem policial na porta de sua residência — constando de seu interrogatório policial que não autorizou a entrada dos policiais militares em sua residência — em situação claramente desfavorável, não é suficiente para justificar a entrada no domicílio”.

Autuado em flagrante e denunciado por tráfico, o acusado teve negado habeas corpus pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, motivando a sua defesa a tentar o trancamento da ação penal no STJ, sob a alegação da ilicitude das provas, devido à revista pessoal realizada sem justa causa.

Para o ministro, não existe nos autos “dado concreto que de forma efetiva justifique a existência de justa causa para a abordagem, o que contraria o artigo 240, parágrafo 2º, do Código de Processo Penal, ante a ausência de fundada suspeita”.

Desse modo, a ilegalidade verificada no início do processo contaminou as demais provas, sendo hipótese de se aplicar a teoria dos frutos da árvore envenenada para anulá-las, trancar a ação penal e determinar a soltura do réu.

Revista Oeste

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