CMJP

Câmara de João Pessoa realiza sessão extraordinária para votar pagamento do piso da enfermagem

Câmara Municipal de João PessoaFoto: Reprodução

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) vai realizar, na manhã desta sexta-feira (1º), às 9h, uma sessão extraordinária para votar o Projeto de Lei Ordinária (PLO) que vai possibilitar o pagamento do piso salarial nacional da enfermagem aos profissionais do Município. A sessão vai ser remota e terá transmissão ao vivo pela TV Câmara JP (canal aberto digital 6.2; canal 23 da TV a cabo Net), e pelo canal do YouTube da emissora (/tvcamarajp).

O texto, de autoria do Executivo Municipal, autoriza a abertura de crédito especial na Secretaria Municipal de Saúde/ Fundo Municipal de Saúde, no valor de R$ 10.560.553,00. O crédito é específico por conta do repasse da União destinado ao cumprimento do piso salarial nacional de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras.

Nesta quinta-feira (31), a secretária de Saúde de João Pessoa, Janine Lucena confirmou que a Prefeitura da capital vai iniciar o pagamento do piso da enfermagem a partir da próxima segunda-feira (4).

Blog do BG PB

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STF

STF forma maioria e abre caminho para volta do imposto sindical

Foto: CUT

O ministro do STF Alexandre de Moraes votou a favor da cobrança de contribuição assistencial de trabalhadores não sindicalizados. Com o voto vista do magistrado, a Corte agora tem maioria no julgamento que pode abrir caminho para a volta do imposto sindical. O placar é de 6 a 0.

Moraes liberou o caso para julgamento em 26 de junho de 2023 depois de pedir vista (mais tempo de análise). O julgamento foi retomado em plenário virtual na Corte até 11 de setembro. Nesta modalidade, os ministros depositam os votos na plataforma e não há debate.

Em seu voto, o ministro diz que a “contribuição assistencial” é o meio pelo qual um sindicato custeia atividades que “trabalhadores das respectivas categorias profissionais ou econômicas, independentemente de filiação”.

Votaram a favor da cobrança, além de Moraes:

  • Gilmar Mendes (que mudou seu entendimento), Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Dias Toffoli.

O Supremo Tribunal Federal terá que decidir ainda se considera ou não o voto do ministro aposentado Marco Aurélio de Mello. Ele havia acompanhado Gilmar Mendes pela inconstitucionalidade da cobrança –no entanto, Gilmar mudou seu entendimento em abril de 2023. André Mendonça, que ocupou a vaga de Marco Aurélio, deve apresentar sua posição caso a Corte desconsidere o voto do ex-ministro.

Veja matéria completa no Poder360

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Brasil

Reajustes do Bolsa Família, IR e funcionalismo ficam fora do Orçamento de 2024

Semasc divulga relação dos contemplados no Programa Bolsa Família em  setembro de 2023 - Prefeitura de Presidente FigueiredoFoto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O reajuste do Bolsa Família, do salário de funcionários públicos e do Imposto de Renda não estão inclusos no Orçamento de 2024. Segundo o secretário de Orçamento Federal, Paulo Bijos, isso não significa que as mudanças deixarão de ser implementadas.

“Em relação à tabela do Imposto de Renda, foi incorporado o efeito, mas a previsão para o reajuste fica para depois, em um momento adequado”, declarou em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (31.ago.2023).

O governo federal enviou ao Congresso o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) pouco antes da fala de Bijos. O documento detalha como devem ser feitos os gastos da União em 2024.

Ele não deu detalhes sobre quando ou qual seria o “momento adequado” para incluir o reajuste do IR.

Sobre o Bolsa Família, limitou-se a dizer que algumas medidas vão compensar o reajuste, como a regularização de cadastros indevidos. O secretário afirmou que quem está no programa social de forma irregular vai ceder espaço para quem se enquadra nos critérios da iniciativa.

“Isso não significa que o Bolsa deixa de ser prioridade”, falou. Disse que cabe ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos deve discutir o reajuste de salários do funcionalismo.

Bijos afirmou que o orçamento conta com espaço, entretanto, para os gastos com concursos públicos.

Poder360

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Brasil

Lula reverte superavit de Bolsonaro no período de janeiro a julho

O governo federal registrou deficit primário de R$ 35,9 bilhões em julho. No mesmo período do ano anterior, o superavit foi de R$ 19,7 bilhões (ajustado pelo IPCA).

O resultado é o 2º pior da série histórica do mês. Só perde para julho de 2020, quando o deficit foi de R$ 109,6 bilhões (ajustado pelo IPCA).

O Tesouro Nacional divulgou o relatório nesta 4ª feira (30.ago.2023).


O saldo primário é formado pelas receitas (na forma de arrecadação de tributos) contra as despesas. Não contabiliza o pagamento com os juros da dívida.

No acumulado de janeiro a julho de 2023, o deficit foi de R$ 77 bilhões (ajustado pelo IPCA), o que corresponde a 1,3% do PIB (Produto Interno Bruto). Em 12 meses, as contas tiveram saldo negativo de R$ 97 bilhões, 0,95% do PIB do período.

No acumulado de janeiro a julho de 2022, havia sido registrado superavit de R$ 78,8 bilhões.

O resultado das contas públicas em julho foi pior que a mediana da pesquisa Prisma Fiscal com o mercado, feita pelo Ministério da Fazenda. O levantamento estimava deficit de R$ 6 bilhões.

David Athayde, subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal, disse a jornalistas que a queda forte na receita do ano se deve a “fator pontual” gerado por receitas com petróleo em 2022.

Para o próximo semestre, Athayde diz esperar efeito positivo com reoneração de combustíveis. O Tesouro estima que o país termine 2023 com deficit em torno de 1% do PIB.

Poder 360

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Paraíba

Polícia Civil conclui que motorista vítima de ataque em ônibus em João Pessoa, morreu por infecção

Ônibus ficou completamente destruído após ser incendiado com passageiros e motorista dentro, em João Pessoa — Foto: Reprodução/TV Cabo BrancoFoto: Reprodução/TV Cabo Branco

A Polícia Civil da Paraíba concluiu nessa quarta-feira (30) que o motorista que teve 54% de seu corpo queimado num ataque a ônibus em João Pessoa morreu em decorrência de uma infecção generalizada. A conclusão é da perícia realizada no corpo da vítima e que foi divulgada 30 dias após o óbito.

Perito responsável pela análise do corpo, Flávio Fabres confirmou que o cadáver apresentava uma área de cobertura de queimadura de grandes proporções e que foi essa condição que provocou a infecção que o levou à morte.

Fabres ponderou ainda que o resultado do laudo é peça fundamental nas investigações e que esse documento poderá colaborar para o delegado da investigação qualificar o tipo de homicídio cometido contra o motorista. Ele exemplifica duas das qualificações mais evidentes, que seria a morte por fogo e por meio cruel, mas destacou que outras ainda poderão ser incluídas.

Por fim, ele explicou que o laudo, embora tenha saído dentro do prazo, demorou um pouco porque muitas vezes são necessários exames complementares e investigações maiores no corpo para identificar a causa real da morte.

O motorista morreu em 30 de julho deste ano, no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. No dia 18 do mesmo mês, ele conduzia o ônibus que foi incendiado por criminosos no bairro de Padre Zé. Outros cinco passageiros estavam no veículo, ficaram feridos, mas sem tanta gravidade.

Desde então, duas operações policiais já foram realizadas e oito pessoas foram apontadas como responsáveis pelo crime. Em 29 de julho, um homem identificado por dirigir o carro que levou os autores do ataque até o ônibus acabou preso. Já em 23 de agosto, dois outros mandados de prisão foram cumpridos. Três pessoas são consideradas foragidas e duas ainda precisam ser melhor identificadas.

g1 Paraíba

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Brasil

PF cumpre mandados em nova fase de operação contra venda ilegal de seguros, na Paraíba

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (31) a Operação Safe Fake, com objetivo de aprofundar investigação relacionada ao funcionamento ilegal de empresa seguradora. São cumpridos dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Federal no Estado da Paraíba, nas cidades de Panelas e Lagoa dos Gatos, ambos no vizinho estado de Pernambuco.

A investigação foi iniciada quando se identificou uma sociedade civil prestadora de serviços de seguro sem registro na SUSEP – Superintendência de Seguros Privados – que é a autarquia federal responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.

Não havia pela empresa, alvo da operação, análise de riscos da atividade, contrariando dessa forma a legislação em vigor aplicável às empresas de seguro.

Operação Safe Fake, deflagrada pela Polícia Federal

O nome da operação em sua tradução significa “falso seguro”, que era o que acontecia com as pessoas que comprovam o produto na empresa, acreditavam que estavam com seus bens protegidos e apenas descobriam a fraude quando solicitavam os serviços acordados.

Os investigados responderão pelos crimes de gestão temerária e funcionamento de instituição financeira por equiparação previstos no parágrafo único, do art. 4º e art. 16 da Lei 7.492, de 16 de junho de 1986, respectivamente.

MaisPB

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Brasil

VÍDEO: Flávio Dino diz que não tinha “dever legal” de preservar vídeos do 8 de janeiro no Ministério da Justiça

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Flávio Dino diz que não tinha “dever legal” de preservar vídeos do circuito interno do Ministério da Justiça em 8/1.

Ministro afirmou que não sabia quais imagens haviam sido incluídas pela Polícia Federal no inquérito e ironizou. “Não vai aparecer um disco voador”.

 

Metrópoles

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Brasil

GDias mentiu 11 vezes em depoimento à Polícia Federal

Foto: Divulgação

À frente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Lula no 8 de Janeiro, Gonçalves Dias (GDias) mentiu onze vezes em depoimento à Polícia Federal. Tentando se livrar da culpa pela invasão ao Palácio do Planalto, tentou induzir os investigadores a erro. A análise da oitiva não deixa dúvidas: GDias é um mentiroso contumaz.

A mentira mais descarada é que não sabia de protestos radicais previstos para o dia 8. Como a coluna mostrou, o próprio GDias enviou à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), em 6 de janeiro, uma convocação em “grupos patriotas” para o fechamento dos Três Poderes.

GDias também mentiu ao dizer que não tinha conhecimento se a Abin monitorava o acampamento em frente ao QG do Exército na véspera das invasões. Havia monitoramento. E GDias recebia atualizações constantes em seu celular pessoal.

Mentiu ao alegar não ter ordenado monitoramento das manifestações. Ele próprio enviou ao diretor da Abin, Saulo Moura, mensagens sobre o risco das manifestações. Saulo, por sua vez, disse que prosseguiria com os relatórios.

GDias mentiu ao dizer não ter recebido relatório sobre o aumento de fluxo de ônibus em Brasília. Um relatório exatamente com essas informações foi enviado ao então GSI na manhã de 7 de janeiro.

Mentiu ao afirmar que só teve conhecimento dos alertas enviados pela Abin quando elas foram enviadas ao Senado. Como já mostrado, GDias recebeu os relatórios e pediu à Abin excluísse seu nome da lista de autoridades avisadas.

Paulo Capelli – Metrópoles

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Brasil

PF ouve Bolsonaro, Michelle e mais seis sobre o caso das joias nesta quinta

Moraes autoriza quebra de sigilo bancário de Bolsonaro e Michelle | ExameFoto: Reprodução

Esta quinta-feira (31) será marcada pelos depoimentos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seus aliados à Polícia Federal (PF) sobre as joias recebidas da Arábia Saudita.

A Polícia Federal quer saber de Bolsonaro de onde partiu a ideia para vender as joias e relógios recebidos de presente da Arábia Saudita, para quem foram vendidos, e como foi o processo de recompra e retorno de alguns itens para o Brasil.

As declarações à PF serão simultâneas, a partir das 11h, para evitar que os seguintes depoentes combinem versões:

  • Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama
  • Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência da República e advogado de Jair Bolsonaro
  • Tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro
  • General Mauro Lourena Cid, pai de Mauro Cid
  • Frederick Wassef, advogado de Jair Bolsonaro
  • Tenente Osmar Crivelatti, ex-assessor da Presidência da República
  • Coronel Marcelo Câmara, ex-assessor da Presidência da República

Uma das questões que devem ser feitas ao ex-presidente, de acordo com apuração da CNN, é sobre se ele deu uma ordem expressa para que Mauro Cid vendesse no exterior o relógio Rolex, posteriormente recomprado pelo advogado Frederick Wassef.

Com informações de CNN Brasil

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Brasil

123 Milhas acusa Azul de ser uma das culpadas por sua crise

Azul e 123 Milhas

Entre os motivos que a 123 Milhas apresentou para justificar seu pedido de recuperação judicial, na terça-feira, a empresa incluiu o fim de um contrato que mantinha com a Azul Linhas Aéreas.

Veja também: Clientes podem perder reembolso após a 123 Milhas pedir recuperação judicial

De acordo com a agência de viagens on-line, o termo garantia à empresa pesquisas de passagens com pontos na grade da companhia aérea, procedimento que fazia com fosse possível adquirir passagens com preços mais vantajosos, o que atualmente não é mais possível. O fim dessa garantia, segundo a 123 Milhas, teria sido um dos fatores que a fizeram acumular R$ 2,3 bilhões em dívidas.

Questionada sobre o tema, a Azul afirmou que não se manifestará. Em sua negativa, a companhia aérea se recusou a confirmar se o contrato de fato existiu e se a 123 Milhas teve acesso a condições de compra superiores às dos consumidores em geral.

Ao mencionar a Azul, a 123 Milhas mencionou que o contrato seria um exemplo de outros celebrados com “companhias aéreas parceiras” e também desfeitos.

Lauro Jardim – o Globo

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