Brasil

Eduardo foi o ‘Bolsonaro’ mais procurado nas redes em 2025

Foto: Reprodução

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi o integrante da família Bolsonaro mais procurado nas redes sociais ao longo de 2025, segundo dados do Google Trends. O interesse digital pelos Bolsonaro teve picos em semanas marcadas por investigações da Polícia Federal, embates com o STF e movimentações eleitorais, mas o ex-deputado apareceu de forma mais constante no topo das buscas durante quase todo o ano.

No início de 2025, Michelle Bolsonaro concentrou o maior pico isolado de interesse, ao atingir 100 pontos entre 19 e 25 de janeiro, impulsionada pela posse no comando do PL Mulher e pela divulgação de relatórios da PF envolvendo movimentações financeiras de Jair Bolsonaro. Ainda assim, Eduardo manteve protagonismo ao longo dos meses, especialmente após anunciar licença do mandato para ir aos Estados Unidos e confirmar sua pré-candidatura ao Senado em 2026.

Eduardo voltou a liderar as pesquisas em julho, em meio ao retorno da licença, críticas ao STF e declarações envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. No fim do ano, o foco das buscas migrou para Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após ser apontado pelo pai como o nome da família para disputar a Presidência, o que manteve seu nome em evidência até o fim de dezembro.

Na média anual de interesse, Eduardo Bolsonaro liderou com 17 pontos, seguido por Michelle Bolsonaro, com 12, e Flávio Bolsonaro, com 7. Carlos Bolsonaro e Jair Renan tiveram impacto bem menor nas buscas. Entre os termos relacionados mais pesquisados estiveram “Eduardo Bolsonaro cassado”, “Alexandre de Moraes”, “Trump” e “Lei Magnitsky”, refletindo o peso das disputas judiciais, da polarização política e das conexões internacionais no engajamento digital da família em 2025.

Com informações do Poder360

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Brasil

Encontro fora da agenda entre Lula e Toffoli expõe bastidores do caso Master

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo; Nelson Jr./SCO/STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não está distante dos desdobramentos do caso Master. No início de dezembro, logo após o ministro Dias Toffoli decretar sigilo absoluto sobre o processo envolvendo o banco — medida que ficou conhecida nos bastidores como “sigilo master” —, os dois se reuniram em um almoço reservado na Granja do Torto, em Brasília.

A informação é do colunista Lauro Jardim, do O Globo. O encontro, que não constou na agenda oficial, contou também com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Durante a conversa, Haddad teria detalhado o funcionamento do esquema financeiro atribuído a Daniel Vorcaro, explicando a complexa rede de operações e os impactos do escândalo.

Ao fim da reunião, Lula teria feito um comentário direto a Toffoli: “Você tem agora a chance de reescrever a sua biografia”. A frase foi interpretada como um sinal claro da expectativa do presidente em relação à condução do caso no Supremo Tribunal Federal.

Até agora, porém, a atuação do ministro tem gerado críticas e constrangimentos. Na semana passada, Toffoli ainda tentou agendar um novo encontro com Lula para o início de fevereiro, mas, segundo apuração, não obteve retorno do Palácio do Planalto.

Com informações do O Globo

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Brasil

Homem é preso após desviar R$ 113 mil em doações do filho e gastar no ‘Jogo do Tigrinho’

Imagem: reprodução

O pai de uma criança com deficiência foi preso após desviar dinheiro arrecadado em doações para o próprio filho e gastar a quantia em apostas on-line, incluindo o chamado “Jogo do Tigrinho”. A prisão ocorreu após denúncia do Ministério Público de Alagoas (MPAL), apresentada na sexta-feira (23) pela Promotoria de Justiça de Murici-AL.

O acusado, João Victor dos Santos Oliveira, é apontado como responsável por desviar cerca de R$ 113 mil destinados ao filho, Noah Gabriel Ferreira dos Santos, de 1 ano e 5 meses.

O MPAL entrou com ação criminal por furto qualificado, estelionato contra vulnerável e abandono material, com pedido de prisão preventiva, aceito pela Justiça.

A criança teve braços e pernas amputados após uma pneumonia, o que gerou campanhas de doação em Murici e em outras cidades, com rifas e pedidos de ajuda divulgados até em programas de TV.

Segundo o MP, enquanto a mãe da criança estava em Maceió acompanhando o tratamento do filho, o pai abriu uma conta bancária em nome do menino e passou a receber as doações como responsável financeiro. Quando a mãe tentou acessar o dinheiro para custear o tratamento e a compra de próteses, descobriu que os valores haviam sido gastos.

A genitora, Mikaelle Ferreira dos Santos, relatou que o pai não prestava contas e evitava explicações. Do total arrecadado, restavam apenas R$ 300 na conta. Em depoimento, João Victor confessou ter usado o dinheiro em apostas virtuais e outras despesas.

Com informações de Metrópoles

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Sem categoria

Esposa do cantor João Lima acusa cantor de violência doméstica e pede medidas protetivas

O cantor João Lima foi denunciado por agressões físicas pela esposa, a média e influenciadora Raphaela Brilhante, neste sábado (24). Ela compareceu à Delegacia da Mulher acompanhada da advogada, Dra. Dayane Carvalho, onde formalizou a denúncia e solicitou medidas protetivas de urgência. As agressões foram registradas por câmeras instaladas ondes os dois residem.

De acordo com informações repassadas pela defesa da vítima, os episódios de violência teriam começado ainda durante a lua de mel do casal. João Lima e Raphaela Brilhante estão casados há cerca de dois meses. A advogada afirma que as agressões seriam recorrentes desde o início da união.

Ainda segundo a representante legal de Raphaela, o pedido de medidas protetivas foi protocolado para garantir a segurança da denunciante enquanto o caso é investigado.

Até o momento, não houve posicionamento público do cantor João Lima ou de sua defesa sobre as acusações. O espaço permanece aberto para manifestação.

Blog do BG PB

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Brasil

CONSELHO DE PAZ: 23 países aceitam convite e 6 dizem não a Trump; Brasil evita resposta direta

Foto: REUTERS/Denis Balibouse

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (22) a criação do chamado “Conselho da Paz”, iniciativa voltada à manutenção da paz e à reconstrução da Faixa de Gaza, com possibilidade de atuação em outros conflitos no futuro.

23 aceitaram, seis recusaram e oito ainda analisam

Cerca de 60 países foram convidados. Até o momento, 23 aceitaram, seis recusaram e oito ainda analisam o convite. O Canadá foi o único país que teve o convite cancelado por decisão direta de Trump, após troca de críticas com o primeiro-ministro Mark Carney durante o Fórum Econômico Mundial.

Países que aceitaram

  • Armênia

  • Arábia Saudita

  • Argentina

  • Azerbaijão

  • Bahrein

  • Belarus

  • Bulgária

  • Catar

  • Cazaquistão

  • Egito

  • Emirados Árabes Unidos

  • Hungria

  • Indonésia

  • Israel

  • Jordânia

  • Kosovo

  • Marrocos

  • Mongólia

  • Paquistão

  • Paraguai

  • Turquia

  • Uzbequistão

  • Vietnã

Países que recusaram

  • França

  • Noruega

  • Eslovênia

  • Suécia

  • Espanha

  • Alemanha

Países que estão analisando

  • Brasil

  • Reino Unido

  • China

  • Croácia

  • Itália

  • Rússia

  • Singapura

  • Ucrânia

Desde o anúncio, diplomatas alertam que o novo conselho pode enfraquecer a ONU. Segundo o estatuto obtido pela Reuters, Trump terá mandato vitalício como presidente do órgão. Países interessados em assento permanente deverão pagar US$ 1 bilhão, valor que será administrado pelo próprio Trump.

Posição do Brasil

Nesta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a iniciativa e afirmou que o mundo vive um momento político “muito crítico”, com a Carta da ONU sendo desrespeitada.

“Em vez de corrigir a ONU, o presidente Trump está propondo criar uma nova ONU, como se fosse dono dela”, afirmou Lula.

O governo brasileiro não pretende responder imediatamente ao convite. A estratégia é solicitar esclarecimentos técnicos e jurídicos sobre o funcionamento do conselho. O tema será usado como argumento para defender uma reforma do Conselho de Segurança da ONU durante a Assembleia Geral, em setembro.

Segundo diplomatas, o Brasil pretende mobilizar outros países para pressionar por mudanças no sistema multilateral e alertar que, sem reforma, o mundo tende a ser governado por modelos unilaterais como o proposto por Trump.

Para integrantes da diplomacia, o plano do presidente americano expõe a fragilidade do atual sistema internacional, sobretudo diante da incapacidade do Conselho de Segurança de lidar com crises como a de Gaza.

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Brasil

Mesmo após fala de Lula, Planalto silencia sobre escândalo do Banco Master

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Apesar das declarações recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o caso envolvendo o Banco Master, a orientação no Palácio do Planalto é de cautela máxima. Interlocutores do governo avaliam que tanto o Executivo quanto o PT devem evitar novos posicionamentos públicos para não alimentar interpretações de interferência política nas investigações conduzidas pela Polícia Federal.

A informação é da colunista Milena Teixeira, do Metrópoles. A avaliação interna é de que qualquer comentário oficial sobre o caso pode ser explorado politicamente e gerar ruídos institucionais, especialmente porque as apurações ainda estão em andamento e podem alcançar novos nomes. Aliados defendem que o governo aguarde o desfecho das investigações antes de adotar uma postura mais firme ou institucional sobre o escândalo.

Lula falou sobre o assunto pela primeira vez nesta semana, durante evento em Maceió (AL), que marcou a contratação de duas milhões de moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida desde 2023. Sem citar diretamente Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, o presidente afirmou que há quem defenda o banqueiro por “falta de vergonha na cara”.

Na declaração, Lula disse ser inadmissível que a população mais pobre seja penalizada enquanto um banco privado provoca um rombo bilionário no sistema financeiro. Segundo ele, o prejuízo acabaria sendo absorvido por instituições como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e bancos privados, reforçando o tom crítico que, nos bastidores, o governo agora tenta conter.

Com informações do Metrópoles

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Judiciário

Moraes mantém engavetados pedidos da CGU por dados sobre Bolsonaro

Foto: Getty Images

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ainda não respondeu a pedidos feitos pela Controladoria-Geral da União (CGU) para ter acesso a provas de investigações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As solicitações, encaminhadas em dezembro de 2025 pelo ministro da CGU, Vinicius de Carvalho, tratam de dois casos sensíveis: a suposta fraude no cartão de vacinação contra a covid-19 e irregularidades na entrada de joias da Arábia Saudita no Brasil.

Os pedidos foram protocolados no inquérito que apura a atuação de “milícias digitais antidemocráticas”, sob relatoria de Moraes, mas não houve qualquer movimentação desde então. A CGU afirma que os dados são essenciais para a responsabilização administrativa de servidores públicos eventualmente envolvidos. Em ocasiões anteriores, Moraes já havia negado solicitações semelhantes, alegando a existência de diligências em andamento.

No caso do cartão de vacina, a Polícia Federal indiciou Bolsonaro em 2024, apontando um esquema de inserção de dados falsos no sistema do Ministério da Saúde, supostamente comandado pelo então ajudante de ordens Mauro Cid. A investigação acabou arquivada em março de 2025 por decisão de Moraes, após parecer da PGR alegar falta de provas além da delação de Cid. Mesmo assim, a CGU voltou a pedir acesso a áudios, mensagens e registros do ConecteSUS, sem resposta.

Já a investigação sobre as joias sauditas segue aberta no Supremo. A PF aponta que presentes recebidos por Bolsonaro teriam sido vendidos ilegalmente nos Estados Unidos, com valores usados para custear despesas pessoais após o fim do mandato. A CGU fez ao menos três pedidos formais para obter provas do inquérito, incluindo áudios e e-mails, mas afirma que ainda não recebeu resposta do STF. Procurado, o Supremo disse que informações públicas constam no andamento do processo, enquanto a CGU declarou que não comenta investigações em curso.

Com informações do Poder360

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Brasil

Com eleição no radar, Lula injeta R$ 178 bilhões no Minha Casa Minha Vida em 2026

Foto: Ricardo Stuckert/PR

De olho na reeleição, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu turbinar os recursos do programa Minha Casa Minha Vida em 2026, ano de eleição presidencial. A previsão é de investimentos da ordem de R$ 178 bilhões, consolidando o programa como principal vitrine social da gestão. Do total, R$ 8,56 bilhões virão do Orçamento Geral da União, R$ 24,76 bilhões do Fundo Social e R$ 144,5 bilhões do FGTS.

Desde que foi retomado em 2023, o Minha Casa Minha Vida passou a receber aportes crescentes. No primeiro ano do atual mandato, o volume chegou a R$ 111,1 bilhões; em 2024, subiu para R$ 145,6 bilhões; e, em 2025, ultrapassou a marca de R$ 180 bilhões. A escalada de recursos reforça o papel estratégico do programa para o governo, tanto no enfrentamento do déficit habitacional quanto na movimentação da construção civil e geração de empregos.

Nos quatro anos do governo Jair Bolsonaro (PL), quando o MCMV foi substituído pelo Casa Verde e Amarela, os investimentos somaram cerca de R$ 186 bilhões — praticamente o mesmo volume que o governo Lula projeta aplicar em apenas um ano. Na prática, o programa enfrentou restrições orçamentárias severas e chegou a sofrer cortes de até 95% no fim do mandato anterior, reduzindo drasticamente novas contratações.

Além do reforço no MCMV, o governo lançou o programa Reforma Casa Brasil, com R$ 30 bilhões do Fundo Social para financiar melhorias em imóveis já existentes, e criou uma nova faixa voltada à classe média, com financiamento de até R$ 2,25 milhões e juros abaixo da Selic. O pacote amplia o alcance social e eleitoral da política habitacional, recolocando o Minha Casa Minha Vida como um dos principais trunfos de Lula na disputa de 2026.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

Gilmar elogia PGR por arquivar acusações contra Toffoli e recebe correção no X

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) de arquivar o pedido de afastamento do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master. A manifestação do decano da Corte recebeu correção por meio das notas da comunidade da rede social X.

Em uma publicação em sua conta no X nesta quinta-feira, 22, o magistrado afirmou que a resolução “evidencia o funcionamento regular das instituições da República”.

Segundo o decano do STF, “em um Estado de Direito, a preservação do devido processo legal e a observância das garantias institucionais constituem condições essenciais para a estabilidade democrática e para a confiança da sociedade nas instituições”. “Decisões fundadas em critérios jurídicos objetivos, afastadas de pressões circunstanciais, fortalecem a segurança jurídica e reafirmam a maturidade institucional do sistema constitucional brasileiro.”

Apresentada por parlamentares, a representação para a suspeição estava baseada na viagem do ministro em um jatinho com um dos advogados de executivos do banco. O procurador-geral da República, Paulo Gonet afirmou que não havia nenhuma providência a ser adotada. “O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o STF, com atuação regular da PGR”, defendeu.

No parecer, Gonet não chegou a opinar sobre o mérito do fato abordado na representação e apenas citou que não teria providências a adotar. O caso não envolveu os fatos mais recentes revelados sobre o investimento de um cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro em um resort, que tinha como sócios os irmãos de Toffoli.

Depois da postagem de Gilmar, os leitores que participam das notas da comunidade do X “adicionaram contexto” às informações do decano. “A decisão da PGR não prova ‘funcionamento regular’ das instituições, pois ignora indícios de suspeição de Toffoli: viagem em jatinho com advogado de investigado no caso Master (nov/2025) e possíveis conexões patrimoniais como no caso do resort Tayayá”, afirma a nota.

A representação arquivada foi protocolada em 12 de dezembro pelos deputados federais Caroline De Toni (PL-SC), Carlos Jordy (PL-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP).

Um novo pedido de suspeição de Toffoli deve ser apresentado a Gonet. Os parlamentares estão refazendo a solicitação e citando elementos “inéditos e mais graves” que reforçam “a necessidade de afastamento” do ministro da condução da Operação Compliance Zero. Isso inclui “conexões pessoais, patrimoniais e interesses” que envolvem o banco, que foi liquidado em novembro do ano passado.

Revista Oeste

 

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Polêmica

Familiares realizam velório de desconhecido após corpos serem trocados, em Santa Rita

Familiares de um idoso se surpreenderam ao comparecer ao velório do homem e se deparar com o corpo de uma outra pessoa, na tarde dessa quinta-feira (22), em Santa Rita.

José Pereira da Silva, de 75 anos, que trabalhava como mecânico, estava internado desde o mês de novembro do último ano, no Hospital Metropolitano, após sofrer um infarto. Durante a manhã do dia 22, quadro do homem se agravou e ele veio a falecer.

Após o óbito, a filha e a sobrinha do homem realizaram o reconhecimento do corpo, que foi liberado para recolhimento da funerária.

Ao chegar ao velório, no entanto, os familiares de José Pereira identificaram que o corpo que estava no local não era o do idoso.

Segundo os funcionários da funerária, o corpo levado para a ornamentação e velório seria o mesmo identificado pela família no hospital.

A família do idoso buscou mais informações por meios próprios e localizou os familiares do homem que estava sendo velado.

Em entrevista à TV Correio, a sobrinha e filha de considereção de José, afirmou que os corpos foram trocados e que o idoso já teria sido enterrado, por volta das 13h.

Ainda não há informações sobre o momento em que houve a troca dos corpos e de quem seria o responsável pela ação.

Em nota, o Hospital Metropolitano reforçou que os procedimentos realizados pela unidade foram feitos de maneira adequada e em conformidade com os fluxos técnicos legais.

Portal Correio

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