
O governador foi criticado pela atitude, que foi avaliada nos bastidores como um sinal de insatisfação por parte de Tarcísio com as cobranças que ele vem recebendo para demonstrar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), pré-candidato à Presidência da República.
Ao longo desta semana, contudo, Tarcísio negou especulações sobre o futuro eleitoral dele e disse que vai tentar a reeleição ao governo estadual. Além disso, declarou publicamente que vai apoiar Flávio e que não seria candidato à Presidência da República nem se Bolsonaro lhe pedisse.
“Vai ser um papo de amigo. Vou falar de amenidades, ver se ele está precisando de alguma coisa, falar da solidariedade e do carinho que tenho por ele e do que a gente está fazendo aqui fora para ajudá-lo. Todo mundo pensa que vou falar sobre eleição, mas eu não costumo falar de política com ele. Procuro sempre mostrar que estou do lado dele, porque foi alguém que abriu uma porta importante para mim. Por isso, sempre terá a minha consideração”, afirmou.
Outras visitas a Bolsonaro
Nesta semana, a defesa do ex-presidente pediu autorização ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes para receber as visitas de aliados.
Entre os nomes estão o senador Wilder Morais (PL-GO), o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, o senador Hélio Lopes (PL-RJ), o deputado federal Gilberto Silva (PL-SP) e Luiz Antônio Nabhan Garcia, ex-secretário especial de Assuntos Fundiários.
Bolsonaro está preso na Papudinha desde 15 de janeiro. O ex-presidente foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.
R7





Foto: Rosinei Coutinho/STF
Foto: Ricardo Stuckert / PR
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