Brasil

Lula sanciona lei que regulamenta apostas esportivas; entenda

MP das apostas esportivas: entenda regras, taxas e multas em 7 pontosFoto: Reprodução O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou parcialmente a lei que regulamenta as apostas esportivas, as chamadas bets, no país. A medida foi publicada em edição extra deste sábado (30) do Diário Oficial da União. A proposta era uma das prioridades da equipe econômica do governo, que busca aumentar a receita para cumprir a meta de déficit zero em 2024. Com a sanção, ficam regulamentadas apostas virtuais, apostas físicas, evento real de temática esportiva, jogo online e eventos virtuais de jogos online. A lei determina a cobrança de 15% de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) sobre o valor líquido dos prêmios obtidos. Do produto da arrecadação após deduções, 88% serão destinados à cobertura de despesas de custeio e manutenção do agente operador da loteria de apostas de quota fixa e demais jogos de apostas, excetuadas as modalidades lotéricas previstas na lei. Os 12% restantes terão as seguintes destinações: 10% para a área de educação; 13,60% para a área da segurança pública; 36% para a área do esporte; 10% para a seguridade social; 28% para a área do turismo; 1% para o Ministério da Saúde, para medidas de prevenção, controle e mitigação de danos sociais advindos da prática de jogos, nas áreas de saúde, entre outras destinações expressas na lei. De acordo com o governo, por meio de regulamentação a ser feita pelo Ministério da Fazenda, serão estabelecidos requisitos e diretrizes para expedição e manutenção da autorização para exploração de apostas de quota fixa, os quais estarão condicionados à comprovação, pela pessoa jurídica interessada, da adoção e da implementação de políticas, de procedimentos e de controles internos. Nesse caso, são exemplos do controle interno atendimento aos apostadores e ouvidoria; prevenção à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e à proliferação de armas de destruição em massa; jogo responsável e prevenção aos transtornos de jogo patológico; e integridade de apostas e prevenção à manipulação de resultados e outras fraudes. A lei determina ainda que os valores dos prêmios não reclamados serão revertidos em 50% ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e em 50% ao Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil (Funcap).

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Gastronomia

Confira as receitas de Quiche de Bacalhau, Tosted de Camarão e os segredos de uma tábua de frios perfeita no Papo de Fogão Especial de Ano Novo

QUICHE DE BACALHAU
Massa
Ingredientes:
200g de manteiga
1 gema
1 ovo
50ml de leite
500g de farinha de trigo
sal

Modo de preparo:
Misturar todos ingredientes com a mão até obter uma massa bem compacta.
Deixar descansar por 2 horas a geladeira.
Abrir a massa e esticá-la numa espessura de 2mm e colocá-la na forma de torta.
Reservar na geladeira por mais meia hora.
Tempo de preparo: 2h30

Bacalhau
Ingredientes:
1 litro de leite
1 litro de água
750g de bacalhau Imperial
Tomilho
Louro
Alecrim

Modo de preparo:
Ferver o leite com a água, o tomilho, o louro e o alecrim e o bacalhau por 15 minutos.
Retirar o bacalhau e desfiá-lo em lascas grandes (guardar o leite utilizado no cozimento).
Tempo de preparo: 10min
Tempo de cozimento: 15min

Recheio
Ingredientes:
3 batatas
100g de azeitonas pretas
1 alhos poró ou tomate seco
2 cebolas fatiadas
Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:
Descascar as batas e cortar em rodelas finas.
Cozinhar ad batatas por 3 minutos.
Retirar os caroços das azeitonas pretas
Fatiar o alho poró e a cebola.
Refogar a cebola no azeite, juntar o alho poró ou o tomate seco, as azeitonas, o bacalhau e refogar bem.
Sal e pimenta a gosto. Reserve.

Tempo de preparo: 8min
Tempo de cozimento: 10min

Creme
Ingredientes:
400ml do caldo do leite do cozimento do bacalhau
400g de creme leite de caixinha ou fresco
4 ovos
Paparica defumada
Sal
Pimenta do reino
Noz moscada

Modo de preparo:
Misturar tudo em um bowl e reservar

Tempo de preparo: 5min

Montagem da quiche
Retire a forma com a massa forrada da geladeira
Cubra o fundo da quiche com fatias de batatas.
Disponha o recheio por cima.
Por último colocar o creme por cima e levar para o forno por 50 minutos em temperatura de 170 graus.

Tempo de preparo: 8min
Tempo de cozimento: 50min

TÁBUA DE FRIOS
Ingredientes:
1 queijo brie pequeno
200g de queijo gorgonzola
1 cacho de uva verde
100g de damasco
200g de salame
100g de presunto de parma
100g de presunto de peru fatiado
100g de tomate cereja
50g de azeitona azapa
Geleia de frutas vermelhas ou de sua preferência
3 cilindros de queijo parmesão
50g de queijo do reino em cubos
50g de queijo gouda em fatias

Modo de preparo:
Corte os cilindros de queijo parmesão em fatias finas.
Dobre quinze fatias de salame na metade e dobre novamente.
Coloque o cacho de uva numa das pontas da tábua, depois o queijo brie noitra ponta e em outra o gorgonzola.
Após, vá acrescentando os ingredientes,

Tempo de preparo: 20min

TOSTED DE CAMARÃO
Ingredientes:
6 Fatias de pão
12 filés de camarão limpos
100g de Queijo curado
200g de tomates rústicos
100g de pesto de manjericão

Tomates rústicos
Ingredientes:
8 tomates maduros
1/2 cebola branca
1 dente de alho
1 ramo de alecrim
5 ml de azeite
Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:
Corte a cebola e o alho bem picadinho.
Corte o tomate em cubos pequenos.
Coloque o azeite na panela quente e refoge o alho com a cebola.
Coloque o ramo de alecrim e refoge bem. Em seguida coloque o tomate em cubos, corrige o sal e a pimenta e deixe ferver por 20 min até o tomate ficar em ponto de pasta. Dica: pode finalizar com manjericão caso deseje.

Tempo de preparo: 5min
Temoo de cozimento: 25min

Pesto de manjericão
Ingredientes:
100ml de azeite
40g de folhas de manjericão
20 gramas de castanha
1 dente de alho
29 gramas de queijo curado
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:
Bate tudo no liquidificador até formar uma pasta líquida. Caso fique denso pode acrescentar um pouco mais de azeite.

Tempo de preparo: 6min

Montagem:
Asse o pão na chapa ou forno.
Ralar queijo parmesão.
Temperar com sal e pimenta o camarão e depois grelhar na nata.
Aquecer a pasta de tomate .
Na hora de montar colocar o tomate sobre a torrada, coloca dois camarões sobre o tomate.
Coloque meia colher de sopa de pesto sobre o camarão e depois rale o queijo em cima, e se preferir pode maçaricar o queijo.

Dica de harmonização: vinho branco chileno ou espumante.

Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 12 min

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Paraíba

Réveillon deve ser chuvoso em grande parte da Paraíba

Foto: acervo MaisPB

O réveillon deste ano deverá ser chuvoso em algumas regiões da Paraíba. É o que afirma a Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA).

Segundo o órgão, a previsão e que deva chover entre esse domingo (31) e a segunda-feira (1) no Agreste do Estado podendo se estender até o Cariri, Curimataú e Alto Sertão.

“Existe perspectiva de chuvas isoladas entre os dias 31 e 01 de janeiro pra região de Agreste podendo se estende sobre as regiões do Cariri/Curimataú, Sertão e Alto sertão”, afirmou Marli Bandeira, meteorologista da AESA.

MaisPB

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Brasil

Congresso analisa proibir fogos de artifício que emitem barulho em todo o país

Fogos de artifício que emitem barulho podem ser proibidos no BrasilFoto: Reprodução

Itens comuns nas festividades de fim de ano, os fogos de artifício que emitem barulho são alvo de pedidos de proibição em pelo menos 18 projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado. O objetivo em comum dos textos é evitar poluição sonora e consequentes prejuízos à saúde de pessoas e animais. No Brasil, já há leis estaduais e municipais que restringem esses fogos, mas em nível local. A ideia discutida pelos congressistas é vedar o uso desses produtos mais ruidosos em todo o território nacional, permitindo apenas a queima dos chamados fogos silenciosos, que emitem um som mais baixo do que o convencional.

Na Câmara, a maioria das propostas com esse teor foi apensada ao projeto de lei (PL) 6881, de 2017. Ele proíbe o uso de fogos de artifício que causem poluição sonora, como estouros e estampidos. A proibição à qual se refere esse artigo estende-se a todo o território nacional, em recintos fechados e ambientes abertos, em áreas públicas e locais privados. Em caso de descumprimento, a pena prevista é de três meses a um ano de detenção, e multa, podendo a punição ser dobrada em caso de reincidência.

Além dos danos aos animais, o autor do projeto, o ex-deputado Ricardo Izar (SP), aborda a incidência de acidentes em humanos causados pelo mau uso dos fogos de artifício.

Em 2023, o deputado Waldemar Oliveira (Avante-PE), relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça, emitiu um parecer pela constitucionalidade, juridicidade, técnica legislativa e, no mérito, pela aprovação. O texto ainda precisa ser votado na comissão antes de ir ao plenário da Casa.

Senado

Já no Senado, dois projetos tiveram andamento ao longo do ano, mas as decisões ficaram para 2024. O PL 5, de 2022, do senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), teve o parecer aprovado na Comissão de Educação em outubro e aguarda para avançar na Comissão de Constituição e Justiça.

A proposição veda, diretamente, a produção, o comércio e o uso dos artefatos pirotécnicos mais nocivos. Na mesma linha, o PL 439, de 2021, do senador Fabiano Contarato (PT-ES), está em análise na Comissão de Meio Ambiente (CMA). A relatora da proposta, senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), é favorável à aprovação da proposta, mas sugere endurecer ainda mais a medida, proibindo também a exportação dos produtos.

Na Casa também tramita uma proposta sugerida pelo portal e-Cidadania. Trata-se do PL 2.130, de 2019, que proíbe a fabricação, a comercialização e a importação de fogos de artificio que não atendam aos limites de emissão sonora estabelecidos em regulamento. Aprovado na Comissão de Meio Ambiente, o projeto aguarda votação de requerimento para que seja apreciado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Em 2017, o Senado já aprovou uma proposta para proibir fogos de artifício compostos de “altos explosivos”. No entanto, esse texto não especifica a questão do barulho e vem no sentido de regulamentar, de forma geral, a fabricação, o comércio e o uso dos produtos.

Entraves

Parlamentares que ponderam sobre a proibição alegam a necessidade de pensar também no aspecto econômico. “Recebi uma nota da CNI [Confederação Nacional da Indústria] sobre o número de empregos ligados a essa área também: em torno de 25 mil empregos, quase 26 mil”, disse a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) durante a discussão do PL 5, de 2022.

A possibilidade de que os produtos continuem chegando por meio de contrabando e o temor de restringir uma manifestação cultural também são pontos de ponderação que entram para o debate.

R7

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Brasil

Lula assina decreto e reajusta diárias para viagens de ministros em até 42%

Foto: Hugo Barreto/Metropoles

Um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reajustou os valores máximos para pagamentos de diárias de viagens para ministros e servidores públicos pelo país. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nessa sexta-feira (29/12).

O valor é utilizado para custear despesas com hospedagem, alimentação e locomoção das autoridades e funcionários. No caso dos cargos de alto escalão, o montante pode chegar a R$ 900 por dia de viagem.

O reajuste, que chega a 42%, passará a valer a partir de fevereiro de 2024. Veja a divisão dos valores para ministros:

  • Deslocamentos para Brasília, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo: R$ 900 (antes, R$ 668,15)
  • Deslocamentos para outras capitais: R$ 800 (antes, R$ 598)
  • Demais deslocamentos: R$ 750 (antes, R$ 527,84)

A alteração também vale para servidores federais. O valor, entanto, varia entre R$ 335 e R$ 800, a depender do cargo e do destino.

As diárias são concedidas a cada dia em que o funcionário estiver afastado da sede em que realiza o serviço. O decreto determina ainda que o servidor não receberá o pagamento quando:

  • o afastamento for permanente;
  • o deslocamento ocorrer dentro da mesma região metropolitana (desde que não haja pernoite);
  • o afastamento não exigir pernoite;
  • o servidor estiver hospedado em imóvel pertencente à União;
  • a União custear despesas de hospedagem;
  • o servidor estiver atuando em apoio às viagens do presidente ou do vice-presidente da República.

O montante também pode ser reduzido em até 25% caso a estadia dure mais que 120 dias seguidos.

Metrópoles

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Brasil

Centrão e partidos da base pressionam Lula por reforma ministerial em 2024

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A disputa de poder é inerente à política. Acontece em qualquer governo, da direita à esquerda. No terceiro mandato de Lula, a batalha por espaços no primeiro escalão começou cedo, impulsionada pelo fato de o presidente não contar com maioria no Congresso e ter de negociar alianças com partidos de centro e do notório Centrão para conseguir aprovar projetos considerados prioritários.

Ao compor seu ministério, Lula priorizou o PT, como era de se esperar, e também distribuiu pastas para MDB, PSD e União Brasil. Depois, em nome da governabilidade, contemplou Republicanos e PP, que haviam apoiado Jair Bolsonaro durante o mandato do capitão. Esse loteamento da Esplanada não foi suficiente para aplacar o apetite das legendas, que se lançaram numa disputa fratricida por cargos de destaque.

Os sobreviventes

Nem mesmo ministros com gabinete no Palácio do Planalto, considerados da cota pessoal do presidente, escaparam da fritura. O presidente da Câmara, Arthur Lira, chegou a pedir a demissão do chefe da Casa Civil, Rui Costa, contestado também por colegas de PT. Já o Centrão, com o apoio de petistas estrelados, pressionou pela saída de Alexandre Padilha da Secretaria de Relações Institucionais. A ofensiva contra os dois não acabou e continuará em 2024, como já deixaram claro parlamentares de diferentes legendas.

Ciente de sua força no Congresso, o Centrão também não desistiu do sonho de comandar o Ministério da Saúde. Antes de receber o Ministério do Esporte, o PP de Arthur Lira até sugeriu um nome para substituir a ministra Nísia Trindade, mas não conseguiu emplacá-lo. É provável que o lobby partidário seja retomado no próximo ano — como de costume, num momento em que o governo precisar de votos no plenário da Câmara.

Fogo amigo

Hegemônico por natureza, o PT, apesar de comandar os principais ministérios, praticou com gosto um de seus hobbies prediletos: fritar aliados. O partido fez o que pode para convencer o presidente a demitir José Múcio Monteiro do Ministério da Defesa, sob a alegação de que ele foi e é conivente com militares que participaram, direta ou indiretamente, da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.

Numa concorrência com o Centrão, os petistas também tentaram tirar do cargo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Lula, detentor da caneta que nomeia e demite, blindou os subordinados. Os alvos de fritura entrarão 2024 em seus respectivos postos, mas não completamente seguros. Aproveitando o pretexto de que o presidente terá de escolher um novo ministro da Justiça para substituir Flávio Dino, que tomará posse no Supremo Tribunal Federal, os partidos da aliança governista pressionam por uma reforma ministerial. Os anos passam, mas certas coisas, definitivamente, não mudam.

Veja

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Brasil

Sindicatos repudiam “reforma grevista” anunciada pelo governo Lula; veja o que muda a partir de 2024

Foto: Divulgação/Sindivacs-DF

O governo federal, por meio do Ministério de Gestão e Inovação, publicou, no fim de dezembro, uma nova instrução normativa sobre as greves dos servidores públicos. A medida vale a partir de 2 de janeiro de 2024.

O documento muda a última regulação sobre o assunto, redigida em 2021 pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A publicação do documento ocorre em meio ao desagrado dos servidores com uma tentativa de negociação de salário, além de insatisfação em relação à reforma administrativa, cogitada para 2024. Além disso, a classe pedia a revogação da medida do governo Bolsonaro.

Imagem: reprodução/metrópoles

No texto da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), as principais mudanças são a notificação “imediata” da paralisação com, no mínimo, 72h de antecedência – no passado, o aviso deveria ser feito 48h antes do começo da greve. Ao cumprir esse passo, os servidores poderão compensar as horas usadas na greve.

O termo de Acordo para repor o tempo utilizado na paralisação também sofreu alterações. Na versão anterior, esse tratado era oferecido apenas se o motivo da greve tivesse “conexão com aspectos abrangidos pelas relações de trabalho, no âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional”.

Agora, a atualização sobre o andamento da paralisação total ou parcial deverá ocorrer diariamente, assim como o número de funcionários que aderiram e os locais afetados pelo movimento. Antes, eram exigidas apenas atualizações, sem estipulação de periodicidade.

A ausência dos funcionários, pela determinação atualizada, passará a ser marcada apenas como “falta”, enquanto a edição passada taxava a greve como motivo para a falta.

De acordo com a Secretaria de Relações do Trabalho, o documento elaborado pelo governo petista “retira o caráter antissindical” da instrução anterior.

O novo texto ainda prevê a criação de um sistema próprio para lançamento dos dados sobre as paralisações, mas por ora eles deverão ser reportados ao portal já utilizado desde o governo Bolsonaro.

Panela de pressão

A publicação da nova norma ocorreu em meio à greve dos servidores da Receita Federal e do Banco Central. No fim do ano, o governo tentou, mais uma vez, negociar a demanda do aumento de salário dos funcionários, mas a proposta tinha como foco principal elevar os benefícios e desagradou os servidores.

Outro fator que pressiona a relação é uma possível reforma administrativa em 2024. Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi elaborada pelo ex-ministro Paulo Guedes, da Economia, na gestão Bolsonaro e daria fim à progressão automática de carreira, autorizaria a redução de salários e poderia abaixar férias superiores a 30 dias.

Pelo governo petista, a reforma tomaria forma como uma diminuição de 150 para 30 carreiras dentro do serviço público, mirando cargos da Polícia Federal, auditoria fiscal e analistas.

Reação de sindicatos

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) repudiou a normativa do governo Lula e já pedia a derrubada da medida aplicada por Bolsonaro.

“Estamos diante de mais uma medida antitrabalho do governo federal, que fecha o ano, sem surpresa, com um pacote de ataques aos servidores e às servidoras. Isso só reafirma a nossa necessidade de estarmos, em 2024, firmes e mobilizados, e encontrarmos na greve – que querem desde logo coibir – seu mais efetivo remédio em nosso proveito”, falou Gustavo Seferian, presidente do Andes-SN, em nota.

Já o Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita) analisa o novo texto do governo junto a “outras entidades representativas dos servidores públicos”.

Metrópoles

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Turismo

Litoral da Paraíba tem 14 trechos de praias impróprios para banho

Praia do Cabo Branco em João Pessoa — Foto: Luana Silva/g1 Foto: Reprodução

Catorze trechos de praias estão impróprios para banho no Litoral da Paraíba, conforme o relatório de balneabilidade divulgado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). De acordo com o relatório, são onze praias impróprias em João Pessoa e três em Pitimbu.

Os outros pontos monitorados, situados em Mataraca, Baía da Traição, Rio Tinto, Lucena, Cabedelo e Conde tiveram a qualidade das águas classificada como própria.

A análise da balneabilidade da água foi realizada do dia 25 até o dia 29 de dezembro é válida até o dia 5 de janeiro, data da nova divulgação do relatório.

Lista de praias impróprias para banho na Paraíba

João Pessoa

  • Manaíra, em frente ao N° 1461 da Av. João Maurício;
  • Manaíra, em frente a quadra de Manaíra;
  • Manaíra, em frente ao N° 315 da Av. João Maurício;
  • Cabo Branco,Em frente a rotatória do Cabo Branco;
  • Farol do Cabo Branco, em frente a galeria de águas pluviais;
  • Seixas, no final da Av. das FalésiasImprópria;
  • Penha, em frente à desembocadura do Rio Cabelo;
  • Penha, em frente à desembocadura do Rio Aratu;
  • Jacarapé, em frente a Rua do Centro de Convenções;
  • Arraial, em frente à desembocadura do Rio Cuiá;
  • Sol, em frente à desembocadura do Riacho Camurupim.

Pitimbu

  • Maceió, em frente à desembocadura do riacho Engenho Velho;
  • Ponta dos Coqueiros, em frente à desembocadura da Lagoa;
  • Acaú/Pontinha, em frente à desembocadura do Rio Goiana.

Blog do BG PB

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Mundo

Elon Musk fecha 2023 como o mais rico do mundo, com US$ 232,4 bi

ImagemFoto: Reprodução

Dono do X (ex-Twitter), CEO da Tesla e fundador da SpaceX, Elon Musk termina o ano de 2023 como a pessoa mais rica do mundo, segundo o ranking da Bloomberg. A fortuna do bilionário –que havia caído US$ 138 bilhões em 2022, ano da compra do Twitter– agora é avaliada em US$ 232 bilhões (R$ 1 trilhão).

Esse total é US$ 53 bilhões maior que as fortunas do 2º e 3º colocados do ranking. Bernard Arnault, dono do grupo LVMH e Jeff Bezos, fundador da Amazon, estão empatados com US$ 179 bilhões. Musk voltou à liderança em junho deste ano, quando ultrapassou Bezos.

Dentre os 15 mais ricos da lista, há apenas uma mulher: Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal e a 1ª mulher a alcançar a fortuna de US$ 100 bilhões. Dos 15 melhores colocados, 8 são empresários do setor de tecnologia.

A lista completa dos bilionários, com 500 nomes, têm outros 32 que atuam nesse setor. Segundo a Bloomberg, a fortuna desse grupo aumentou 48% (US$ 658 bilhões) em 2023, um ano marcado pelas demissões em massa nas big techs e pelo avanço da inteligência artificial.

Bill Gates, que já foi o mais rico do mundo e tem se dedicado a ações de caridade nos últimos anos, é o 4º da lista. Outro nome ligado à Microsoft, Steve Ballmer, que presidiu a empresa e hoje é dono do Los Angeles Clippers, está em 5º no ranking, com US$ 131 bilhões.

Leia a lista dos 15 primeiros:

  1. Elon Musk, CEO da Tesla e dono do X (antigo Twitter) – US$ 232 bilhões;
  2. Bernard Arnault, dono do grupo LVMH – US$ 179 bilhões;
  3. Jeff Bezos, fundador da Amazon – US$ 179 bilhões;
  4. Bill Gates, fundador da Microsoft – US$ 141 bilhões;
  5. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft e proprietário do Los Angeles Clippers – US$ 131 bilhões;
  6. Mark Zuckerberg, fundador da Meta – US$ 130 bilhões;
  7. Larry Page, cofundador do Google – US$ 127 bilhões;
  8. Larry Ellison, cofundador da Oracle – US$ 124 bilhões;
  9. Sergey Brin, cofundador do Google – US$ 120 bilhões;
  10. Warren Buffet, investidor e acionista majoritário da Berkshire Hathaway – US$ 120 bilhões;
  11. Carlos Slim, controlador da América Móvil – US$ 104 bilhões;
  12. Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal – US$ 100 bilhões;
  13. Mukesh Ambani, presidente e acionista majoritário da Reliance Industries Limited – US$ 97 bilhões;
  14. Amancio Ortega, fundador da Inditex – US$ 88 bilhões;
  15. Gautam Adani, fundador do Adani Group – US$ 83 bilhões.

Poder360

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Brasil

Lula sanciona lei que garante até R$ 35 bi ao governo

ImagemFoto: Adriano Machado/Reuters

O presidente Lula (PT) sancionou nesta sexta-feira (29) a medida que altera regras para benefícios do ICMS e aumenta a arrecadação federal. O mandatário não vetou nenhum dispositivo aprovado pelo Congresso Nacional.

A medida é a principal aposta do Ministério da Fazenda na reta final do ano para elevar as receitas em 2024 e reduzir o déficit nas contas públicas. A estimativa é que a medida aumente em até R$ 35 bilhões a arrecadação do governo.

A MP aprovada permite ao governo federal tributar, a partir de 2024, o aumento de lucro gerado por incentivos fiscais de ICMS (um imposto estadual) concedidos às empresas quando esses benefícios não estiverem ligados a investimentos.

Hoje, como acabam pagando menos imposto estadual ao receberem o incentivo, as empresas têm um ganho maior —e, para não recolher tributos sobre esse valor extra, elas o excluem da base de cálculo de impostos e contribuições federais (na prática, estendendo o benefício estadual ao nível federal).

Folha de S. Paulo

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