Brasil

VÍDEO: Carlos Bolsonaro mostra casa revirada após operação da PF

Foto: Reprodução

O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos) compartilhou nesta terça-feira (30) um vídeo de sua casa no Rio de Janeiro revirada após a operação da PF (Polícia Federal).

Os policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa do filho 02 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em seu gabinete na Câmara Municipal do Rio e na casa de praia da família em Angra dos Reis, onde Carlos e Bolsonaro estavam.

A ação fez parte da nova etapa da operação que apura suposta espionagem ilegal feita pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante a gestão de Alexandre Ramagem (PL-RJ), diretor do órgão no governo Bolsonaro.

“Cheguei há pouco em casa com muitas coisas reviradas e largadas abertas”, escreveu Carlos em seu perfil no X (ex-Twitter). Ele declarou que “aos poucos” reorganizará tudo. Nas imagens, é possível perceber portas, gavetas e caixas abertas.

Assista:

Poder 360

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Paraíba

Operação da Polícia Federal investiga exploração sexual infantil em escola de reforço, em João Pessoa

Foto: Reprodução/TV Correio

A Polícia Federal está cumprindo, na manhã desta terça-feira (30), um mandado de busca e apreensão em uma escola de reforço no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.  Os policiais querem saber se os abusos aconteciam dentro do local, que teriam sido descobertos a partir de uma denúncia.

Materiais como documentos, além de aparelhos eletrônicos estão sendo inspecionados pela equipe de policiais.

Matéria em atualização…

BG com Portal Correio

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Brasil

Aeroporto Castro Pinto deve registrar filas intensas durante operação da Receita Federal, nesta terça-feira

Enquete
(Foto: Jornal CORREIO/Arquivo)

Em greve há dois meses, os auditores fiscais da Receita Federal farão operação-padrão nesta terça-feira (30) que prevê inspeções mais rigorosas nas bagagens de passageiros que desembarcarem de voos internacionais. Um dos aeroportos afetados é o Castro Pinto, em João Pessoa.

Segundo o Sindifisco dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), além do Castro Pinto, a fiscalização vai atingir os aeroportos de Brasília, Confins (MG), Corumbá (MS), Fortaleza, Galeão (RJ), Guarulhos (SP), Porto Alegre, Recife e Viracopos (SP).

Na semana passada, os auditores-fiscais fizeram greve nos portos, aeroportos e pontos de fronteira de alfândega com foco nas cargas. Segundo o Sindifisco, a operação-padrão será ampliada para a fiscalização de bagagens, com a expectativa de filas no interior dos aeroportos.

Na última terça-feira (23), o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, declarou que o governo ainda levantava o impacto da mobilização, mas disse que não tinha visto grandes prejuízos no embarque de mercadorias.

Os auditores da Receita Federal cobram o recebimento de um bônus de produtividade previstos em lei. Segundo a categoria, o benefício está previsto há sete anos, com sucessivos governos descumprindo a legislação. Em junho do ano passado, o governo regulamentou o adicional, mas o Ministério da Fazenda alega falta de dinheiro. O Sindifisco Nacional ressalta que a mobilização não afeta a liberação de medicamentos, alimentos perecíveis e cargas vivas.

Na quarta-feira (31), às 10h, os auditores-fiscais protestarão na frente do Ministério da Fazenda, em Brasília.

BG com Portal Correio

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Brasil

Governo fecha 2023 com déficit de R$ 230,5 bilhões, segundo pior da história, diz Tesouro Nacional

Foto: Getty Images

As contas do governo central, que engloba Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, registraram déficit primário recorde de R$ 230,5 bilhões em 2023.

O número divulgado nesta segunda-feira (29) pela Secretaria do Tesouro Nacional representa 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

O déficit primário ocorre quando as despesas do governo superam as receitas. Esta conta, porém, não inclui os custos com o pagamento dos juros da dívida pública.

O resultado é o segundo pior da série histórica iniciada em 1997 e fica apenas atrás do resultado de 2020, ano da pandemia de covid-19, quando o déficit foi de R$ 939,9 bilhões em valores atualizados pela inflação.

Segundo a pasta, o resultado de 2023 foi majorado devido, principalmente, ao pagamento do estoque de precatórios em dezembro, que não estava previsto, no valor de R$ 92,4 bilhões.

No acumulado do ano, em termos reais, a receita líquida apresentou uma redução de R$ 43 bilhões (2,2%) e a despesa total aumentou R$ 239,4 bilhões (12,5%) em 2023, quando comparadas a 2022.

Caso não houvesse o pagamento extraordinário de precatórios, o governo teria fechado as contas em R$ 138 bilhões. O valor corresponde a 1,27% do PIB.

Mesmo com o resultado, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que há uma perspectiva de melhora nas contas públicas e reversão dos resultados negativos.

“Nossa sinalização para o horizonte de médio prazo é de reversão desta tendência que vem acontecendo em mais de uma década, de piora a cada um desses ciclos (…). Esperamos que a partir de 2024 o movimento de recuperação fiscal fique mais nítido”, disse Ceron à imprensa ao comentar os resultados nesta segunda.

Ao ser questionado sobre um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o orçamento do governo federal para 2024 que apontou receitas superestimadas na peça aprovada pelo governo, Ceron afirmou que só poderá verificar as projeções até o final de fevereiro, quando poderá atualizar as projeções.

“A partir do final de fevereiro vamos apresentar os resultados de janeiro, e vai ser possível verificar os nossos resultados sobre nossas projeções. Nas mais atualizadas, estamos performando bem, acima do previsto, no momento as notícias são animadoras em relação a 2024″, disse.

Pior resultado para dezembro

Ainda segundo os dados do Tesouro, em dezembro de 2023, o resultado primário do governo central foi deficitário em R$ 116,1 bilhões, frente a um superávit de R$ 4 bilhões em dezembro de 2022. É o pior resultado para dezembro desde o início da série histórica.

Em termos reais, a receita líquida apresentou um acréscimo de R$ 6,8 bilhões (3,8%), enquanto a despesa total registrou um aumento de R$ 127,2 bilhões (72,3%), quando comparadas a dezembro de 2022.

CNN Brasil

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Brasil

PF apresenta elementos frágeis para agir contra Carlos Bolsonaro e demais suspeitos, diz ‘O Bastidor’

Foto: Divulgação/Câmara Municipal do Rio de Janeiro

A terceira operação sobre a chamada “Abin Paralela” foi deflagrada nesta segunda-feira (29) sem evidências suficientes de crimes praticados pelos suspeitos de integrar o “núcleo político” da organização criminosa que a Polícia Federal diz ter funcionado na cúpula da Agência Brasileira de Inteligência. Essa análise foi feita pelo jornalista Samuel Nunes, do O Bastidor.

O principal suspeito do “núcleo político” é o vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A PF diz que Carlos Bolsonaro pediu ao delegado da PF Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin e atual pré-candidato à Prefeitura do Rio, informações sobre inquéritos policiais envolvendo ele, o pai e dois irmãos.

A suspeita da Polícia Federal decorre, segundo a Procuradoria-Geral da República, da análise do sigilo telemático de Ramagem. Nele, os policiais encontraram um print – uma imagem – de um trecho de conversa mantida, segundo a PGR, entre o agora deputado federal e uma das assessoras de Carlos Bolsonaro.

A imagem compartilhada no parecer da PGR e na decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixa uma série de dúvidas. Não há informações sobre a data da conversa nem maiores detalhes sobre o contexto dela. Pelo teor, é possível deduzir que a conversa aconteceu depois do primeiro turno das eleições de 2022, quando Ramagem já havia deixado a direção da Abin. (A PGR afirma, em parecer, que Ramagem era diretor da Abin naquele momento, o que não procede.) Ele saiu do cargo em março daquele ano, para disputar a eleição para deputado federal.

Leia abaixo o teor da imagem:

Nem a representação da PGR, nem a decisão de Moraes deixam clara a origem da conversa. No documento da Procuradoria, diz-se que a conversa seria entre Luciana Almeida, assessora de Carlos Bolsonaro, e Ramagem. Já na ordem de Moraes a interlocutora de Luciana seria Priscilla Pereira e Silva, assessora de Ramagem na Abin e também na Câmara dos Deputados.

Segundo a imagem, Luciana inicia o papo antes do dia 9 de outubro, provavelmente de 2022. Foi nesse dia que o interlocutor agradeceu a uma mensagem enviada por ela, desejando sucesso na nova etapa. No dia 11 do mesmo mês, ela diz que está precisando de ajuda. Não há nenhuma resposta. Não está claro, por exemplo, se eles continuaram a conversa por outro canal, como uma ligação telefônica comum ou em outro aplicativo de mensagens.

Em outro dia, não especificado nos documentos disponíveis, ela manda uma mensagem com o nome de uma delegada da Polícia Federal, os números de dois inquéritos e diz que envolvem “PR e 3 filhos”, em referência clara a Jair Bolsonaro e os filhos. Há também o nome do escrivão que acompanharia essas investigações.

A dúvida sobre quem seria o interlocutor está descrita textualmente nos textos da PGR e de Moraes. Enquanto Paulo Gonet cita que a conversa era “mantida por WhatsApp entre o parlamentar e Luciana Almeida”, a decisão do ministro afirma que o “pedido [foi] realizado por Carlos Nantes Bolsonaro, por meio de sua assessora Luciana Almeida, ao delegado Alexandre Ramagem, através de Priscilla Pereira e Silva”.

Sem provas de crime

Apesar de a troca de mensagens parecer comprometedora, não fica claro se a mensagem com o nome da delegada está relacionada à suposta ajuda pedida por Luciana a Ramagem. Tampouco há outras referências que corroborem que ele tenha atuado de alguma forma para conceder informações sobre a delegada citada pela assessora de Carlos ou sobre os inquéritos que ela cita.

De acordo com a PF, no trecho do relatório citado por Moraes, os números dos inquéritos informados por Luciana não estão relacionados à família Bolsonaro. “Os referidos inquéritos policiais não apresentam pertinência com os referidos Pr e 3 filhos. Entretanto, fontes abertas indicam que no período existiam investigações em andamento no interesse dos sujeitos razão pela qual provavelmente a fonte não obteve os números dos procedimentos corretos”, afirma a polícia.

Mesmo assim, os investigadores concluem: “Conforme se depreende da IPJ 183071/2024 que a comunicação entre os investigados Del. Alexandre Ramagem e Carlos Bolsonaro se dá precipuamente por meio de seus respectivos assessores”.

Até agora, as representações da PF nesse caso são mantidas em sigilo. Todas são de autoria do mesmo delegado. Sem acesso a elas, muito menos às evidências que as fundamentam, é impossível verificar de modo independente as afirmações de crime feitas pela PF desde a primeira operação, em outubro.

Falta uma história

A operação contra Carlos é a terceira ação da PF sobre o uso político da Abin, mas, pelos dados colacionados nas decisões, ainda não está claro se os investigadores conseguem apontar detalhadamente como, quando e de que forma tal atuação aconteceu e quem são os responsáveis diretos e indiretos pelos crimes, se é que eles ocorreram.

Em resumo, parece que ainda falta uma história a ser contada. Não está claro, por exemplo, se a PF chegou a ouvir todos os servidores da Abin que atuavam próximos a Ramagem e ao sistema First Mile, de onde eram tirados os dados de monitoramento de forma ilegal. Nenhum depoimento é citado, mesmo indiretamente.

Do lado da PGR, a quem também deveria interessar o bom andamento das investigações, o parecer emitido pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, dá indícios de que pouco se deve avançar em uma apuração detalhada sobre o caso na Abin. O principal exemplo disso é que ele resumiu, em apenas quatro páginas, o relatório da PF, em um documento bastante pobre em termos de fundamentação jurídica.

Até a decisão de Moraes, cuja falta de critérios vem sendo apontada pelo Bastidor, é mais bem fundamentada. Ao menos, o ministro e a equipe se deram ao trabalho de escrever 17 páginas para justificar os mandados desta segunda-feira. De toda forma, tudo parece uma colcha de retalhos sem lógica entre si. O leitor pode avaliar abaixo.

Leia a decisão de Moraes e o parecer da PGR sobre a operação

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Brasil

Brasil cai 10 posições em ranking que mede percepção sobre corrupção

ImagemFoto: Reuters/A. Machado

O Brasil caiu 10 posições no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2023, divulgado nesta terça-feira (30) pela entidade Transparência Internacional. O país registrou 36 pontos e ficou na 104ª posição.

O IPC mede como especialistas e empresários enxergam a integridade do setor público nos 180 países pesquisados. A nota vai de zero a 100, onde zero significa “altamente corrupto” e 100 significa “muito íntegro”.

Quanto melhor a posição no ranking, menos o país é considerado corrupto. O Brasil ficou com a mesma pontuação da Argélia, da Sérvia e da Ucrânia.

Entre os países das Américas, o Brasil ficou atrás, por exemplo, de Uruguai (76 pontos), Chile (66 pontos), Cuba (42 pontos) e Argentina (37 pontos).

O Brasil ainda ficou dois pontos a menos do que no ano anterior (2022), abaixo da média global, que está em 43 pontos. Esta é a segunda pior pontuação recebida pelo Brasil desde que o índice é calculado. Nos anos de 2018 e 2019 o país recebeu apenas 35 pontos.

O país mais bem classificado no ranking foi a Dinamarca, com 90 pontos. A Somália recebeu a menor pontuação, com 11 pontos.

g1

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Paraíba

João Azevedo diz que aumento de 5% para servidores foi o “limite” do estado

Foto: Reprodução

O governador João Azevêdo (PSB) reagiu, na manhã desta segunda-feira (29), a protestos realizados por entidades e associações que representam servidores do Estado contra o reajuste anunciado de 5% nos salários de todos funcionários do Governo. Na semana passada, os manifestantes foram até à Granja Santana, residência oficial do governador, e disseram que o aumento dado à classe é “irrisório”.

Hoje, durante evento no Centro de Convenções, Azevêdo disse que o Estado já tinha ido ao limite. “Se faz necessário entender os limites que o Estado tem. O estado tem que cumprir legislação, existe a Lei de Responsabilidade Fiscal que não pode-se ultrapassar e o limite que podemos chegar foi esse, inclusive acima da inflação”, afirmou.

BG com MaisPB

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Brasil

Senado deve voltar a discutir redução da jornada de trabalho em 2024

ImagemFoto: Reprodução

O Senado deve voltar a discutir em 2024 a redução da jornada de trabalho para 4 dias por semana, sem redução salarial. O assunto tem sido tendência no mundo todo, com alguns países já colocando em prática legislações ou projetos pilotos que incentivem as empresas a adotarem modelos de jornadas reduzidas.

A mudança já é discutida pelo Congresso Nacional desde 1995, quando o senador Paulo Paim (PT-RS) e o então deputado federal e posteriormente senador, Inácio Arruda, apresentaram sua 1ª PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 231, de 1995 sobre o tema. No entanto, só em 2023 o assunto passou a ser visto como uma aprovação possível no Legislativo.

Já em dezembro do ano passado, antes do encerramento das atividades legislativas, a CAS (Comissão de Assuntos Sociais) aprovou o projeto que inclui na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho —Decreto-Lei 5.452, de 1943) a possibilidade de redução da hora trabalhada diária ou semanal, sem redução da remuneração, desde que feita mediante acordo ou convenção coletiva (projeto de lei 1.105, de 2023).

Atualmente a CLT estabelece o regime de tempo parcial de 30 horas semanais, já a Constituição fixa como jornada máxima as 44 horas semanais. Diante dessa diferença de 14 horas entre o definido pela CLT e o máximo permitido pela Constituição, o texto possibilita essa negociação da redução da jornada até 30 horas, desde que seja acordado entre empregador, sindicato e empregado e sem redução salarial. Apresentada pelo senador Weverton (PDT-MA), o projeto, que recebeu parecer favorável do senador Paulo Paim, não contempla contratações por tempo parcial, visto que o limite 30 horas semanais. Como foi analisada em decisão terminativa, a proposta seguirá para a Câmara dos Deputados, exceto se no mínimo 9 senadores apresentarem recurso para análise no plenário do Senado

Poder 360

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Política

Câmara volta do recesso e ameaça travar agenda de Lula

ImagemFoto: Gabriela Biló/Folhapress

Líderes de partidos do centrão dizem que o presidente Lula (PT) e sua equipe de articulação política terão dificuldades em votações na Câmara dos Deputados em 2024 e podem ver assuntos de interesse do governo travados na retomada dos trabalhos do Congresso Nacional.

A insatisfação desse bloco —comandado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que dita o ritmo dos trabalhos no plenário— tem como foco principal o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT).

Integrantes do centrão argumentam que o chefe da articulação política do Palácio do Planalto descumpriu diversos acordos ao longo de 2023. O principal deles seria a liberação das verbas de emendas parlamentares negociadas com os deputados, em especial recursos do Ministério da Saúde, pasta chefiada por Nísia Trindade.

Folha de S. Paulo

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Polícia

Carlos Bolsonaro é alvo da PF em investigação sobre ‘Abin paralela’

Foto: Reprodução

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) é alvo da Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (29).

O que aconteceu

A PF cumpre mandados de busca e apreensão contra pessoas que receberam informações da “Abin paralela”. Segundo as investigações, a Abin foi usada durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) para monitorar adversários políticos.

Um dos alvos é Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente. A busca e apreensão foi autorizada na casa de Carlos e na Câmara Municipal do Rio. Imagens da GloboNews mostraram pelo menos três viaturas da PF na residência do vereador, na Barra da Tijuca. O condomínio é o mesmo onde Jair Bolsonaro também tem uma casa. O ex-presidente atualmente reside em Brasília.

UOL

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