Brasil

PF apresenta elementos frágeis para agir contra Carlos Bolsonaro e demais suspeitos, diz ‘O Bastidor’

Foto: Divulgação/Câmara Municipal do Rio de Janeiro

A terceira operação sobre a chamada “Abin Paralela” foi deflagrada nesta segunda-feira (29) sem evidências suficientes de crimes praticados pelos suspeitos de integrar o “núcleo político” da organização criminosa que a Polícia Federal diz ter funcionado na cúpula da Agência Brasileira de Inteligência. Essa análise foi feita pelo jornalista Samuel Nunes, do O Bastidor.

O principal suspeito do “núcleo político” é o vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A PF diz que Carlos Bolsonaro pediu ao delegado da PF Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin e atual pré-candidato à Prefeitura do Rio, informações sobre inquéritos policiais envolvendo ele, o pai e dois irmãos.

A suspeita da Polícia Federal decorre, segundo a Procuradoria-Geral da República, da análise do sigilo telemático de Ramagem. Nele, os policiais encontraram um print – uma imagem – de um trecho de conversa mantida, segundo a PGR, entre o agora deputado federal e uma das assessoras de Carlos Bolsonaro.

A imagem compartilhada no parecer da PGR e na decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixa uma série de dúvidas. Não há informações sobre a data da conversa nem maiores detalhes sobre o contexto dela. Pelo teor, é possível deduzir que a conversa aconteceu depois do primeiro turno das eleições de 2022, quando Ramagem já havia deixado a direção da Abin. (A PGR afirma, em parecer, que Ramagem era diretor da Abin naquele momento, o que não procede.) Ele saiu do cargo em março daquele ano, para disputar a eleição para deputado federal.

Leia abaixo o teor da imagem:

Nem a representação da PGR, nem a decisão de Moraes deixam clara a origem da conversa. No documento da Procuradoria, diz-se que a conversa seria entre Luciana Almeida, assessora de Carlos Bolsonaro, e Ramagem. Já na ordem de Moraes a interlocutora de Luciana seria Priscilla Pereira e Silva, assessora de Ramagem na Abin e também na Câmara dos Deputados.

Segundo a imagem, Luciana inicia o papo antes do dia 9 de outubro, provavelmente de 2022. Foi nesse dia que o interlocutor agradeceu a uma mensagem enviada por ela, desejando sucesso na nova etapa. No dia 11 do mesmo mês, ela diz que está precisando de ajuda. Não há nenhuma resposta. Não está claro, por exemplo, se eles continuaram a conversa por outro canal, como uma ligação telefônica comum ou em outro aplicativo de mensagens.

Em outro dia, não especificado nos documentos disponíveis, ela manda uma mensagem com o nome de uma delegada da Polícia Federal, os números de dois inquéritos e diz que envolvem “PR e 3 filhos”, em referência clara a Jair Bolsonaro e os filhos. Há também o nome do escrivão que acompanharia essas investigações.

A dúvida sobre quem seria o interlocutor está descrita textualmente nos textos da PGR e de Moraes. Enquanto Paulo Gonet cita que a conversa era “mantida por WhatsApp entre o parlamentar e Luciana Almeida”, a decisão do ministro afirma que o “pedido [foi] realizado por Carlos Nantes Bolsonaro, por meio de sua assessora Luciana Almeida, ao delegado Alexandre Ramagem, através de Priscilla Pereira e Silva”.

Sem provas de crime

Apesar de a troca de mensagens parecer comprometedora, não fica claro se a mensagem com o nome da delegada está relacionada à suposta ajuda pedida por Luciana a Ramagem. Tampouco há outras referências que corroborem que ele tenha atuado de alguma forma para conceder informações sobre a delegada citada pela assessora de Carlos ou sobre os inquéritos que ela cita.

De acordo com a PF, no trecho do relatório citado por Moraes, os números dos inquéritos informados por Luciana não estão relacionados à família Bolsonaro. “Os referidos inquéritos policiais não apresentam pertinência com os referidos Pr e 3 filhos. Entretanto, fontes abertas indicam que no período existiam investigações em andamento no interesse dos sujeitos razão pela qual provavelmente a fonte não obteve os números dos procedimentos corretos”, afirma a polícia.

Mesmo assim, os investigadores concluem: “Conforme se depreende da IPJ 183071/2024 que a comunicação entre os investigados Del. Alexandre Ramagem e Carlos Bolsonaro se dá precipuamente por meio de seus respectivos assessores”.

Até agora, as representações da PF nesse caso são mantidas em sigilo. Todas são de autoria do mesmo delegado. Sem acesso a elas, muito menos às evidências que as fundamentam, é impossível verificar de modo independente as afirmações de crime feitas pela PF desde a primeira operação, em outubro.

Falta uma história

A operação contra Carlos é a terceira ação da PF sobre o uso político da Abin, mas, pelos dados colacionados nas decisões, ainda não está claro se os investigadores conseguem apontar detalhadamente como, quando e de que forma tal atuação aconteceu e quem são os responsáveis diretos e indiretos pelos crimes, se é que eles ocorreram.

Em resumo, parece que ainda falta uma história a ser contada. Não está claro, por exemplo, se a PF chegou a ouvir todos os servidores da Abin que atuavam próximos a Ramagem e ao sistema First Mile, de onde eram tirados os dados de monitoramento de forma ilegal. Nenhum depoimento é citado, mesmo indiretamente.

Do lado da PGR, a quem também deveria interessar o bom andamento das investigações, o parecer emitido pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, dá indícios de que pouco se deve avançar em uma apuração detalhada sobre o caso na Abin. O principal exemplo disso é que ele resumiu, em apenas quatro páginas, o relatório da PF, em um documento bastante pobre em termos de fundamentação jurídica.

Até a decisão de Moraes, cuja falta de critérios vem sendo apontada pelo Bastidor, é mais bem fundamentada. Ao menos, o ministro e a equipe se deram ao trabalho de escrever 17 páginas para justificar os mandados desta segunda-feira. De toda forma, tudo parece uma colcha de retalhos sem lógica entre si. O leitor pode avaliar abaixo.

Leia a decisão de Moraes e o parecer da PGR sobre a operação

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Brasil

Gleisi diz que pedido de impeachment contra Lula é “normal”: “fizemos o tempo todo contra Bolsonaro”

Foto: Reprodução/CNN

A presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), diz considerar como “normal” um pedido de impeachment contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Nós fizemos o tempo todo contra Bolsonaro”, disse à CNN durante agenda na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, neste sábado (2).

Ela se refere ao pedido protocolado pela oposição após a fala de Lula em que comparou os ataques em Gaza ao Holocausto.

Para a presidente do partido, o pedido não passa de uma “disputa política” uma vez que “não tem crime” na fala de Lula.

“Não é uma situação que vingue, não tem crime para acontecer. É uma disputa política, mas nós vamos disputar em cima dessas ideias, do que é justo ou injusto nessa posição sobre Gaza e nessa posição de Lula, que é permanente”, comentou.

Gleisi participava junto do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, de um evento de lançamento do movimento “Desenrola Guarulhos”, ao lado do deputado federal Alencar Santana (PT), pré-candidato a prefeito da cidade.

CNN Brasil

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Paraíba

Posto de saúde estaria sem dentista e enfermeiros, na Paraíba

Unidade de Saúde da Família (USF)

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um inquérito civil para apurar a suposta ausência de atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) de Umari, no município de São João do Rio do Peixe, no Sertão paraibano.

A denúncia anônima recebida pela Ouvidoria do MPPB alega que a UBS está funcionando com redução da carga horária dos profissionais, especialmente dos enfermeiros e da equipe de saúde bucal.

De acordo com a portaria assinada pela promotora de Justiça Flávia Cesarino de Sousa Benigno, o objetivo do inquérito é apurar os fatos e colher provas para embasar posterior ação civil pública e demais ações cabíveis, se assim for necessário, visando à solução das irregularidades porventura detectadas.

A promotora oficiou à procuradora adjunta do município de São João do Rio do Peixe, Paloma Breckenfeld Alexandre de Oliveira, para que tome conhecimento da instauração do procedimento, bem como para que apresente, no prazo máximo de 20 dias, manifestação acerca dos fatos reclamados, bem como controle de jornada de trabalho (ponto eletrônico) de todos os profissionais que trabalham na UBS em questão.

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Polêmica

Braiscompany: ‘clientes precisam ser ressarcidos para justiça ser feita’, diz Lucas Veloso, um dos primeiros a denunciar caso

Humorista Lucas Veloso — Foto: Divulgação

Humorista Lucas Veloso — Foto: Divulgação

Um dos primeiros a denunciar a Braiscompany nas redes sociais, o ator paraibano Lucas Veloso disse que acredita que a justiça vai ser feita no caso apenas quando os investidores que perderam dinheiro forem ressarcidos. O artista, no entanto, disse que a sensação de ver o empresário Antônio Inácio da Silva Neto, mais conhecido como Antônio Ais, preso é “prazerosa”, e espera que o caso possa servir de exemplo para alertar contra outros golpes.

 

Antônio Ais e a esposa, Fabrícia Farias, foram presos na Argentina na quinta-feira (29). Por deciisão da Justiça argentina, ela ganhou o direito de aguardar o processo de extradição em liberdade. Ele segue preso no país vizinho.

 

“A justiça vai ser feita quando quem perdeu dinheiro lá receber. (Mesmo) que não receba todo o montante, que a gente sabe que um pedaço foi perdido, mas que as pessoas que investiram possam ser ressarcidas”, disse Lucas Veloso.

Mesmo ponderando a questão da conclusão do caso, Lucas comemorou a prisão dos donos da Braiscompany. “É muito prazeroso ver, porque o sentimento que a gente fica de injustiça, vendo a impunidade… a gente sabia que ele tava lá fora, sabia que ele tava gastando dinheiro, que ele tava luxando com o dinheiro dos outros. É muito bacana, é a sensação de saber que tem gente protegendo a gente, que a gente não tá sozinho. É muito legal mesmo”, afirmou.

 

O ator também explica que “qualquer erro é uma oportunidade também para o acerto” e, por isso, o caso pode servir de alerta para os mesmos investidores que perderam dinheiro para que não caiam novamente no mesmo golpe.

 

“A impressão que eu tenho é que as pessoas, elas vão cair de novo, vai aparecer outro, vão cair de novo. Então tem que estar a gente aqui, que está participando dessa história, para lembrar essas outras pessoas e até quem vai esquecer, que participou desse escândalo e vai esquecer no futuro, para a gente falar assim: ‘aí, gatão, já vimos esse filme, vamos ter atenção mais com isso aí’”, afirmou.

 

No início do escândalo, o ator e humorista criou um personagem chamado “Chico Bitcom”, inspirado no empresário Antônio Neto. De acordo com ele, a intenção nunca foi debochar das vítimas do golpe e de quem trabalhou na empresa, mas não tinha conhecimento do esquema fraudulento.

Lucas e o filme patrocinado pela Braiscompany

Lucas começou a denunciar Antônio Ais após sofrer um prejuízo por não ter o retorno financeiro prometido pela empresa . O valor seria investido em forma de patrocínio para um filme, um projeto chamado ‘Rico’s’, mas a verba nunca chegou. O ator explica que a obra não foi cancelada e o dinheiro não é mais problema, mas considera que o filme sofreu um “desgaste midiático” e, atualmente, possui outras prioridades.

 

“O problema nunca foi patrocínio ou não, porque todos os dias eu recebo umas 10 negativas de patrocínio pra um que diz ‘sim’. Se eu fosse me intrigar de todo mundo eu estaria lascado, não falava com mais ninguém. O problema foi quando ele começou a mexer com os meus seguidores, que atrasou o pagamento daquele senhorzinho que vendeu a moto pra botar o dinheiro lá (na Braiscompany)”, disse.

Blog do BG PB com G1

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Brasil

Rastro aponta que fugitivos de presídio federal de Mossoró estão perdidos e perto de caverna

Foto: reprodução

Fugindo há 18 dias, os criminosos Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça parecem estar perdidos. Rastros apontam que a dupla estava perto da divisa do Rio Grande do Norte com o Ceará quando passou a retornar, por cerca de 8 km, em direção à Penitenciária Federal de Mossoró, onde estava presa.

Os criminosos passaram cerca de oito dias escondidos em uma casa localizada em área isolada, em Três Veredas, a cerca de 10 km do centro de Baraúna. Contudo, em vez de se afastar, seguiram no caminho inverso, sentido penitenciária, na região de Riacho Grande.

A dupla foi vista pela última vez em uma plantação de bananas e milho. O local é próximo à Reserva Nacional da Furna Feia, onde integrantes da força-tarefa estão concentrados. A área foi completamente cercada.

O território é rico em cavernas e também conta com diversas propriedades que cultivam frutas e legumes. Veículos de passeio e de transporte de cargas são vistoriados minuciosamente por policiais em todas as entradas e saídas dos povoados.

 

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Paraíba

Penitenciária de Psiquiatria Forense: 32% dos internos são condenados por homicídio, afirma diretor

Foto: divulgação/TJPB

O diretor da Penitenciária de Psiquiatria Forense de João Pessoa, Rogério Gominho, afirmou ao Jornal da Paraíba que 32% dos internos foram condenados por homicídio. O local foi interditado parcialmente para ingresso de novos pacientes, seguindo uma orientação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determinou o fechamento de estabelecimentos de custódia, mais conhecidos como manicômios judiciais.

 

De acordo com Rogério Gominho, a penitenciária conta com uma população de 101 internos, sendo 6 mulheres e 95 homens. As mulheres ficam recolhidas no Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, localizado ao lado da penitenciária, no bairro da Torre, em João Pessoa. O diretor afirma que os internos respondem pelos seguintes crimes:

 

Homicídio – 32,69%

Ameaça – 11,54%

Furto – 10,58%

Porte de Arma – 10,58%

Roubo – 9,62%

Estupro – 6,73%

Lesão Corporal – 4,81%

Dano ao Patrimônio – 2,88%

Tráfico – 2,88%

⁠Outros – 7,69%

O responsável pela penitenciária explica que os crimes definidos como “outros” são infrações de desacato, desobediência, embriaguez, adulteração de placa de veículos, que representam delitos mais específicos e que registram menores porcentagens.

 

“Geralmente são crimes que envolvem violência e muitas vezes as vítimas são familiares, pessoas próximas, porque eventualmente pode ocasionar uma perda de vínculo familiar, pode ser um caso de homicídio dentro da família, um pai, uma mãe, um irmão, uma companheira, um companheiro. São crimes, que em parte, estão relacionados com violência”, explica o diretor.

 

De acordo com os dados do CNJ, a penitenciária possui 102 internos em regime fechado, o que diverge em apenas um interno há mais que os dados disponibilizados pelo diretor do local. Desse total, a maioria é de sentenciados, sendo 58 homens e quatro mulheres. Há ainda 39 internos provisórios e uma interna provisória.

 

A determinação do TJPB decide que as pessoas com transtornos mentais que cometeram crimes devem ser tratadas nas instalações do Sistema Único de Saúde (SUS), com o apoio da família.

Entenda o fechamento da penitenciária de psiquiatria forense

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou a interdição parcial da penitenciária, localizada em João Pessoa, desde esta quarta-feira (28). A medida atende uma orientação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determinou que todos os estados extingam os estabelecimentos de custódia e tratamento psiquiátrico, mais conhecidos como manicômios judiciais, até agosto deste ano.

A determinação está em ato conjunto, assinado pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador Carlos Beltrão, e pelo Grupo de monitoramento e fiscalização do Sistema Carcerário e Socieducativo da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira.

 

De acordo com o ato, esses pacientes deverão ter sua situação jurídica reavaliada, no prazo máximo de 120 dias, em acordo com as estratégias de desinstitucionalização previstas pela Resolução CNJ (487/2023).

 

O que diz a Secretaria de Estado da Saúde (SES)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) afirmou que trabalha, desde 2020, em conjunto com outros órgãos, na implantação de um programa voltado para pessoas com transtorno mental em conflito com a lei. A SES também destacou que o estado tem rede assistencial para acolher essas pessoas.

 

“A SES vem cumprindo o que determina a Lei e tornado possível a implantação da Política antimanicomial e o que determina Resolução 487 de 2023 do CNJ”, afirmou.

 

De acordo com o órgão, a Saúde participou da elaboração do Plano Atenção Integral à Pessoa com Transtorno Mental em Conflito com a Lei do Estado da Paraíba, no ano de 2021, em conjunto com o Tribunal de Justiça, Ministério Público da Paraíba, Defensoria Pública do Estado da PB, Conselho de Secretários Municipais de Saúde – COSEMS/PB, entre outros atores.

 

De acordo com a SES, o plano apresenta três eixos importantes: Desinstitucionalização, Prevenção e fluxo de atendimento.

 

Em 2023, foi assinado o Termo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Estado da Saúde, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano, Secretaria de Administração Penitenciária, também junto ao TJPB.

 

Também em 2023, a SES implantou a Equipe de Avaliação e Acompanhamento das Medidas Terapêuticas, aplicáveis as pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei – EAP, que vem acompanhando caso a caso os internos da Penitenciária de Psiquiatria Forense (PPF) e sua desinternação de forma responsável e em diálogo com os gestores municipais.

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Política

Ministra Marina Silva desembarca na Paraíba na próxima semana

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O deputado estadual Chió (REDE), confirmou nesta quinta-feira (29) que a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil, Marina Silva (REDE), deverá desembarcar na Paraíba no próximo sábado (9).

De acordo com o parlamentar, a visita tem como objetivo celebrar o aniversário de Gleds, pré-candidata a prefeita de Remígio, visando o fortalecimento político de membros do partido para as Eleições 2024.

“A presença da Ministra ressalta a importância do município e fortalece os laços políticos locais”, escreveu o deputado.

@politicaetc

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Celebridades

BBB 24: Wanessa Camargo é expulsa do reality

Foto: Reprodução/TV Globo

Wanessa Camargo é expulso do Big Brother Brasil 24, após David denunciar a cantora por agressão no início da manhã deste sábado (2). O motorista de aplicativo cita um suposta tapa da sister em sua perna, enquanto dormia.

Após a realização de uma festa nesta sexta-feira (1º), Wanessa entrou no quarto onde Davi dormia e começou a dançar, pular, falar alto e acender as luzes. Em um momento, ela fez um movimento brusco, atingindo a perna do brother, que acordou instantaneamente.

“É o Davi que tá dormindo aí, Wanessa”, alertou Yasmin Brunet, que também havia entrado no local. “Desculpa, Davi! Eu tô bem louca”, justificou a artista.

Davi não conseguiu voltar a dormir, se levantou e foi ao confessionário. Ele confessou a situação a outro participante, Matteus, apontando que a produção o informou que “as imagens seriam analisadas”.

“Isso não vai ficar assim, não. Ela deu um tapa nas minhas pernas, véi! Ela viu que eu tava deitado ali. São quatro câmeras naquele quarto e ela veio bater na minha cama. Além de ser provocação, é falta de respeito e agressão”, afirmou o baiano.

Ela é a segunda participante a deixar a temporada sem passar pelo paredão –já que Vanessa Lopes desistiu do reality show da Globo.

Com MaisPB

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Brasil

Alckmin se junta a Lula e diz que Israel viola ‘preceitos básicos da humanidade’

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Após duras críticas proferidas pelo presidente Lula (PT) ao governo de Israel, desta vez também seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), criticou a conduta do país na guerra que se desenrola em Gaza.

“Fiquei absolutamente chocado com a notícia do ataque contra civis palestinos na Faixa de Gaza, perpetrado por forças militares israelenses, que vitimou dezenas de pessoas e feriu outras centenas”, escreveu Alckmin no X na noite desta sexta-feira (1º).

O vice-presidente se referia ao episódio da última quinta-feira (29) no qual o Hamas acusou Israel de matar mais de 110 civis que aguardavam para receber ajuda humanitária no norte de Gaza ao lado de um comboio de caminhões com suprimentos.

Em resposta, o governo de Binyamin Netanyahu disse que os tiros de seus soldados teriam matado cerca de dez pessoas e que as demais possíveis mortes do incidente foram causadas por atropelamentos e pisoteamentos devido a uma confusão que, para Tel Aviv, foi iniciada pelos próprios palestinos, que saquearam os veículos.

“Obstar o acesso de indivíduos à ajuda humanitária é inconcebível sob qualquer perspectiva, e abrir fogo contra civis viola os preceitos mais básicos de humanidade”, seguiu Geraldo Alckmin.

Ele também saiu em defesa de Lula, que vem sendo criticado pela diplomacia de Israel com frequência. “Lutar pela paz, como defende o presidente Lula, não é mais uma opção, mas um imperativo ético que deve orientar todos os esforços da comunidade internacional neste momento”, escreveu no X.

As mensagens de Alckmin foram publicadas no mesmo dia em que, durante evento que reuniu nações latino-americanas e caribenhas em São Vicente e Granadinas, Lula chamou a operação militar israelense em Gaza de uma “carnificina” e uma “matança”.

Ainda antes, o Itamaraty já havia publicado seu comunicado mais duro sobre o tema até o momento. A pasta disse que o governo de Israel “não tem qualquer limite ético ou legal” em suas ações em Gaza e mencionou nominalmente o primeiro-ministro Netanyahu em mais de um trecho para criticá-lo.

Folhapress

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Paraíba

Servidores da UFPB ameaçam entrar em greve a partir deste mês

ufpb

Durante uma assembleia nesta sexta-feira (01), os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) aprovaram um indicativo de greve previsto para o dia 11 de março.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior da Paraíba (Sintespb), também foi acertado que uma nova reunião deve elaborar o calendário de mobilização e aprovar percentual para o fundo de greve.

Ainda de acordo com o Sintespb, os servidores já se encontravam em estado de greve. Agora, ele manifestaram a necessidade de deflagrar o movimento grevista. Tudo isso motivado pela falta de avanço do projeto de reestruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE), de responsabilidade do Ministério de Gestão Pública e Inovação.

A intenção do movimento grevista é pressionar o Governo no sentido de oferecer um reajuste decente para a campanha salarial 2024 e efetivar a reestruturação nas carreiras. Na Mesa Permanente de Negociação, realizada na última quarta-feira (28), ficou acertado um reajuste de 9% dividido para 2025/2026, que não recompõe as perdas salariais.

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Paraíba

Paraíba tem 20 trechos de praias impróprios para banho; Veja locais

Praias
Foto: Divulgação/Secom-JP

A Paraíba tem vinte trechos de praias impróprios para banho, conforme relatório de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). A edição atual do documento vale até 8 de março.

A orientação geral da Sudema é que os banhistas evitem trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

Veja locais:

Praias em João Pessoa

  • Bessa I, próximo à foz do Maceió do Bessa
  • Bessa, no final da Rua Dr. Abel Beltrão
  • Manaíra, no final da Av. Ruy Carneiro
  • Cabo Branco, no final da Av. Monsenhor Odilon Coutinho
  • Cabo Branco, no final da Rua Áurea
  • Cabo Branco, em frente à rotatória do Cabo Branco
  • Farol do Cabo Branco, em frente à galeria de águas pluviais
  • Seixas, no final da Av. das Falésias
  • Penha, em frente à foz do Rio Cabelo
  • Penha, em frente à foz do Rio Aratu
  • Arraial, em frente à foz do Rio Cuiá

Praia em Cabedelo

  • Jacaré, na margem direita do estuário do rio Paraíba
  • Miramar, no final da Av. Cassiano da Cunha Nóbrega
  • Ponta de Mato, no final da Rua Nossa Senhora dos Navegantes
  • Formosa, no final da Rua Monsenhor José Coutinho da Silva
  • Areia Dourada, no final da Rua Projetada
  • Camboinha, no final da Rua Benício de Oliveira
  • Intermares, em frente ao Maceió de Intermares

Praias em Pitimbu

  • Maceió, em frente à foz do riacho Engenho Velho
  • Acaú/Pontinha, em frente à foz do Rio Goiana

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