Brasil

Ministro de Lula direciona R$ 321 milhões em convênios para prefeitos aliados que devem buscar reeleição

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, usou os últimos dois meses do ano passado para assinar dezenas de convênios que vão transferir — alguns deles em pleno ano eleitoral — mais de R$ 321 milhões para cidades governadas por prefeitos aliados do seu grupo político no Amapá, onde já foi governador por quatro mandatos. O atual chefe do Executivo estadual também foi beneficiado pelas verbas.

Dentre os municípios beneficiados pelos repasses do governo federal, oito têm prefeitos que devem concorrer à reeleição ou vice-prefeitos em busca de assumir a cabeça de chapa neste ano. A maior parte do dinheiro que vai turbinar os cofres das cidades administradas por esses políticos será destinado a obras de grande apelo eleitoral. Procurado pela reportagem, o MIDR afirmou que “são seguidos rigorosamente todos os critérios técnicos antes da liberação de recursos e, consequentemente, da execução de projetos”, mas não explicou porque apenas governos aliados foram contemplados.

A equipe de Góes assinou 46 convênios entre outubro do ano passado e janeiro deste ano. Os R$ 321 milhões celebrados entre o Ministério da Integração, os municípios e o governo do Estado por meio deste instrumento já foram empenhados – ou seja, a pasta já reservou os recursos, mas ainda não liberou o dinheiro.

Os convênios estabelecem a transferência de recursos financeiros do governo federal a Estados, municípios e organizações com o objetivo de executar projetos pré-aprovados em negociações políticas. O gestor público que deseja obter os repasses precisa apresentar uma contrapartida, muitas vezes irrisória, para contribuir com os custos da obra a ser viabilizada com o dinheiro da União.

Com informações de Estadão Conteúdo

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Judiciário

Penas de Toin da Braiscompany e Fabrícia, juntas, chegam a quase 150 anos de prisão; veja condenação de outros réus

AAcostumados a dar golpe, tinham tudo premeditado para fugir”, revela  ex-segurança de Antônio e Fabrícia Ais, donos da Braiscompany • Página1 PBFoto: Reprodução/Instagram

As penas de Antônio Inácio da Silva Neto, o ‘Toin’ e Fabrícia Farias chegam a quase 150 de prisão. No caso de Antônio Inácio, ele foi condenado a 88 anos e sete meses de prisão. Já Fabrícia, a pena é de 61 anos e 11 meses de detenção. No entanto, eles seguem foragidos da justiça.

Além do casal, outros investigados no caso Braiscompany, foram condenados por crimes contra o sistema financeiro através de pirâmide financeira.

O juiz federal Vinícius Costa Vidor  ainda condenou outros oito réus denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) pelo crime de pirâmide financeira. A sentença ainda impõe o reparo de R$ 277 milhões em danos patrimoniais e R$ 100 milhões em dano coletivo. Veja lista completa abaixo:

  • ANTÔNIO INÁCIO DA SILVA NETO – 88 anos e 7 meses
  • FABRÍCIA FARIAS – 61 anos e 11 meses
  • MIZAEL MOREIRA DA SILVA – 19 anos e 6 meses
  • SABRINA MIKAELLE LACERDA LIMA – 26 anos
  • ARTHUR BARBOSA DA SILVA – 5 anos e 11 meses
  • FLÁVIA FARIAS CAMPOS – 10 anos e 6 meses
  • FERNANDA FARIAS CAMPOS – 8 anos e 9 meses
  • CLÉLIO FERNANDO CABRAL DO Ó – 19 anos
  • GESANA RAYANE SILVA – 14 anos e 6 meses
  • DEYVERSON ROCHA SERAFIM – 5 anos

Blog do BG PB

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Judiciário

URGENTE: ‘Toin’ da Braiscompany é condenado pela Justiça Federal a mais de 88 anos de prisão

Prefeito paraibano investiu R$ 5 milhões na Braiscompany, diz ex-segurança de 'Toin' | SNN Brasil

A Justiça Federal na Paraíba condenou Antônio Ais Neto ou ‘Toin’ da Braiscompany, a 88 anos de prisão. A sentença foi divulgada nesta quarta-feira (14). De acordo com o juiz Vinícius Costa Vidor, Toin se apropriou de mais de duzentos milhões de reais das vítimas, multiplicando seu patrimônio, através de transações usando criptomoedas.

“Considerando o montante da pena aplicada, a pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado, em estabelecimento a ser fixado pelo juízo da execução.”, diz a senteça.

Os elementos de prova colhidos ao longo da instrução demonstraram que Antônio, conjuntamente com sua esposa, Fabrícia Campos, foram os mentores do esquema criminoso sob investigação, bem como os principais beneficiados. Pelo estimado até o momento, provavelmente 16% do 1,1 bilhão de reais
movimentados pelo esquema foram desviados diretamente em favor do casal e de pessoas próximas.

Blog do BG PB

 

 

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Brasil

Senado vai analisar projeto de lei que transfere custo de tornozeleira eletrônica a presos

Foto: SSP-PR

O Senado vai analisar um projeto de lei que obriga o condenado ou acusado de crime que usa monitoramento eletrônico a arcar com as despesas do equipamento. Normalmente, o aparelho é usado em forma de tornozeleira ou pulseira.

O projeto de lei (PL) 6/2024, do senador Cleitinho (Republicanos-MG), ainda não tem relator nem comissões designadas para sua análise.

Para o senador, a saída da prisão sob monitoração eletrônica é um benefício usufruído pelo condenado e, por isso, não deveria ser custeada pelos cofres públicos.

“É mais do que justo que o próprio condenado arque com os custos desse direito – e não a sociedade brasileira, já vitimada pela prática do delito”, disse Cleitinho.

No entanto, o texto define que os presos podem comprovar não ter condições financeiras de realizar os gastos. Nestes casos, o juiz poderá conceder a isenção no pagamento.

DESTINO DOS VALORES

Caso o projeto vire lei, os valores pagos serão depositados na conta do juízo responsável pela supervisão do monitoramento. Mas se a condenação do preso for definitiva, ou seja, transitada em julgado, os recursos serão transferidos ao Funpen (Fundo Penitenciário Nacional).

O fundo, que foi criado pela lei complementar 79, de 1994, financia melhorias no sistema prisional do país. Os valores do Funpen são repassados aos estados, por exemplo, para a construção e ampliação de estabelecimentos penais.

Já nos casos em que o acusado de crime for inocentado definitivamente, os valores pagos serão devolvidos. A proposta, que altera a lei de execução penal (lei 7.210, de 1984), ainda obriga os beneficiados com o monitoramento eletrônico a devolverem o aparelho em perfeitas condições de uso após o período de uso.

MONITORADOS

O uso de tornozeleira ou pulseira eletrônica é usado comumente nos casos de prisão domiciliar, quando o condenado cumpre pena de crime menos grave em sua residência ou em estabelecimentos chamados “casa do albergado”.

No entanto, mesmo em crimes mais graves, o juiz pode permitir que o criminoso fique em casa se, por exemplo, tiver mais de oitenta anos ou sofrer doença grave. Em todo caso, compete ao juiz avaliar se haverá o monitoramento eletrônico.

Quando há uma investigação em curso antes do julgamento, o juiz também pode submeter o acusado a monitoração eletrônica.

O mesmo também pode ser feito em presos beneficiados com a chamada “saída temporária”, em que os condenados entre quatro e oito anos de prisão têm o direito de sair do estabelecimento prisional. A saída pode ocorrer até cinco vezes por ano, de até sete dias cada, para visitar familiares, realizar cursos ou outras atividades sociais.

CUSTOS

Cleitinho lembra que o Estado arca com um custo alto mensal para manter esse tipo de vigilância. Ao apresentar o projeto, ele mencionou que, em 2023, “havia 92.984 pessoas em prisão domiciliar fazendo uso de equipamentos de monitoramento eletrônico” em junho de 2023, segundo o Sistema de Informações do Departamento Penitenciário Nacional (Sisdepen).

“Os custos pela utilização do equipamento variam de estado para estado. No Distrito Federal, o custo seria de R$ 211,102; no Mato Grosso do Sul, de R$ 255,003 […] Admitindo-se, apenas para fins ilustrativos, um custo mensal de R$ 200 por preso, o valor gasto por mês com as 92.984 pessoas que faziam uso de equipamento de monitoramento eletrônico [em prisão domiciliar] seria de R$ 18.596.800”.

TRAMITAÇÃO

O projeto ainda aguarda o despacho que determinará quais comissões temáticas vão analisá-lo. O despacho também dirá se ele vai precisar passar pelo plenário ou se a deliberação das comissões será a palavra final.

Se for aprovado pelo Senado, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.

Poder 360 com informações de Agência Senado

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Paraíba

Mais de 200 cidades da Paraíba devem receber chuvas intensas nesta quarta, segundo Inmet

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é 78805a221a988e79ef3f42d7c5bfd418-68.png O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de chuvas intensas para 203 municípios da Paraíba. O aviso vale até as 10h desta quarta-feira (14). CLIQUE AQUI E VEJA A LISTA DE CIDADES A previsão é de chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora e 50 milímetros por dia e também de ventos intensos entre 40 e 60 quilômetros por hora. Há baixo risco de queda de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. Em caso de rajadas de vento, o Inmet orienta que a população não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Deve se evitar também usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Para mais informações basta entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros, no 193. Para receber essa e outras notícias acesse o grupo do BG PB no Whatsapp Portal Correio

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Política

Projeto que põe fim às saidinhas deve ser decidido pelo Senado na próxima semana

Congresso pode restringir saidinhas no BrasilFoto: Agência Brasil

O projeto que limita as saídas temporárias de presos condenados, conhecidas como “saidinhas”, tem previsão para ser votado pelos senadores na semana após o Carnaval. Na última quarta-feira (7) foi aprovada a urgência de análise em plenário, o que suprime a necessidade de discussão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Houve alteração do texto em relação ao que foi aprovado na Câmara. Por isso, antes de ir para sanção presidencial, a proposta precisa passar por uma reanálise dos deputados federais.

A expectativa é que todo esse processo de deliberação no Congresso seja acelerado. O projeto tramita no Legislativo há mais de uma década, mas o tema ganhou apelo após o assassinato do sargento da Polícia Militar de Minas Gerais Roger Dias por um presidiário que descumpria o prazo do benefício.

A saidinha é um benefício que se aplica aos condenados que estejam no regime semiaberto e já tenham cumprido 1/4 da pena, durante feriados, cursos ou demais atividades.

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R7

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Celebridades

Renata Heilborn confirma ter sido traída por Marcelo Courrege com Carol Barcellos, madrinha de casamento

Renata, que teve Carol como madrinha de casamento, usou os Stories de seu perfil no Instagram para confirmar as suspeitas que circulavam na web desde setembro último de que já existia envolvimento entre os dois. Naquela ocasião eles ainda estavam casados.

“Essa é a primeira e última vez que vou me pronunciar sobre as notícias que estão saindo nas mídias (e, infelizmente, com muitas informações falsas). Estamos no meio do carnaval e eu tô me divertindo. Aliás, façam o mesmo! Só aceito encontrar vocês na rua cheios de purpurina. Mas vamos lá”, iniciou ela em um longo desabafo, com direito a textão.

“Fui casada durante 10 anos – no total foram 12 anos de relacionamento. Primeiro ponto: meu casamento não era aberto. Que isso fique muito claro. Segundo: descobri da pior forma possível que meu ex-marido tinha um caso com uma amiga minha – madrinha do meu casamento. Casamento, aliás, que não era perfeito. Longe disso”, continuou.

“Já estávamos em crise, e eu mesma já havia pedido a separação um ano antes de isso tudo acontecer”, disse, acrescentando que, na ocasião, eles estavam passando por crises após pedir demissão da TV Globo. Foi quando ela descobriu que ele estava se envolvendo com uma amiga e confidente dela, Carol Barcellos.

“Depois que eu descobri, numa manhã de sexta-feira, saí de casa, e ele foi morar na casa dela e viver sua ‘paixão’. Eu demorei pra ficar bem, pra me refazer da decepção. De imediato, comecei a me culpar porque abri minha intimidade para uma pessoa que julgava [ser] minha amiga. A traição de um amigo abre um buraco muito mais profundo. Mas não era uma opção parar de viver. Eu não merecia isso”, desabafou.

A jornalista aproveitou para alfinetar a ex-amiga: “Cada um dá o que tem. E tem gente que não tem nada pra dar. Que é vazia, com caráter frágil. Perdi o medo, o trauma ficou e hoje eu só agradeço. Como todo mundo que esbarra comigo diz: ‘foi livramento’. Foi, sim. Daqueles enormes. E hoje eu só agradeço”, garantiu ela.

Renata finaliza seu desabafo dizendo ter recebido muito apoio da família e que apenas os amigos de verdade ficaram.

“Tá melhor seguir assim. Fim da fofoca, fim da polêmica. Agora vamos em frente porque ainda tem carnaval pra acontecer e coisa muito melhor pra fazer”, finalizou.

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IstoÉ

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Celebridades

Jornalista da Globo é detonado após assumir romance com madrinha de casamento

Marcelo Courrege e Carol Barcellos, jornalistas de esporte da TV Globo, no último domingo, (11) chocaram muita gente ao anunciar que estão namorando. O novo casal surgiu junto na primeira noite de desfiles do Grupo Especial das escolas de samba do Rio de Janeiro.

O motivo do espanto é pelo fato de Courrege ter sido casado com Renata Heilborn, que também é jornalista da Globo, e Carol Barcellos, sua atual, ter sido madrinha de casamento do ex-casal. Marcelo e Renata eram casados desde 2014, mas a relação chegou ao fim no ano passado.

Em setembro de 2023, a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, noticiou, de forma cifrada, que Marcelo Courrege e Renata Heilborn mantinham um casamento aberto. Na ocasião, a jornalista ainda afirmou que o jornalista já estava se relacionando com Barcellos antes mesmo da separação.

Na tarde desta terça-feira, 13, a notícia viralizou nas redes sociais e Marcelo Courrege e Carol Barcellos foram detonados por alguns internautas, que reprovaram o fato da filha do jornalista veterano Caco Barcellos estar se relacionando com o ex da amiga.

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IstoÉ

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Brasil

Deputados da oposição querem dividir com senadores o poder de sabatinar indicados ao STF e mandato de dez anos

Foto: MARCOS OLIVEIRA/AGÊNCIA SENADO

Deputados da oposição na Câmara articulam a apresentação de uma proposta que sugere que deputados dividam com os senadores o poder de sabatinar indicados ao (STF) Supremo Tribunal Federal. Atualmente, somente os membros do Senado participam do processo de aprovação de um nome à Suprema Corte. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) também sugere mandato de dez anos para os ministros do STF.

A sugestão faz parte de um conjunto de proposições “anti-STF” que têm ganhado força nos últimos meses em razão do conflito de competências entre o Legislativo e o Judiciário. Isso porque uma ala de parlamentares julga que os ministros têm atuado para invalidar leis aprovadas no Congresso.

A proposta ganhou o apelido de “PEC do resgate parlamentar”, e quem tem buscado apoio para a apresentação do texto é o deputado Gustavo Gayer (PL-GO). Uma PEC só pode ser apresentada com a assinatura de, no mínimo, 171 deputados.

A movimentação acontece em um momento de tensão entre o Parlamento e o Judiciário devido às operações policiais autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes que mirou deputados da oposição.

PECs em tramitação

Atualmente, duas PECs que tratam da limitação dos poderes dos ministros da Suprema Corte estão em tramitação no Congresso. Uma delas limita decisões monocráticas e pedidos de vista nos tribunais superiores. Em linhas gerais, a proposta impede que decisões tomadas por um ministro do STF suspendam a vigência de leis ou atos dos presidentes da República, do Senado e da Câmara dos Deputados.

A outra PEC tem a ver com a elevação da idade mínima e a instituição de mandato com prazo fixo para ministros do STF. Pela proposta, seriam fixados oito anos para o mandato de ministros do Supremo, sem direito à recondução.

Com informações de R7

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Mundo

Homem declarado morto reaparece após família receber cinzas nos EUA

Tyler Chase, que foi declarado morto de forma equivocada nos EUA

 

O primeiro sinal de que Tyler Chase teve de que ele poderia estar morto ocorreu em uma loja de conveniência. Ele tinha cupons de alimentos, mas seu cartão de benefícios não funcionou. A próxima indicação foi quando ele entrou em contato com autoridades estaduais de Oregon, nos Estados Unidos, que lhe disseram que um atestado de óbito havia sido registrado em seu nome.

Então, semanas depois, veio o desenvolvimento mais perturbador: uma urna de cinzas havia sido enviada para sua família e estava guardada no armário de sua prima. Na realidade, ele estava vivo.

Em meados de dezembro, um policial do departamento de polícia de Portland apareceu na instalação de moradia temporária de Chase perguntando por que ele estava buscando os documentos de um homem que as autoridades haviam identificado como morto.

Chase lembrou de ver sua foto nas mãos de um policial, com uma expressão de incredulidade no rosto. Na noite seguinte, o investigador principal do instituto médico legal do condado de Multnomah o visitou para explicar o erro.

Meses antes, outro morador masculino do centro de recuperação havia sido encontrado morto por overdose de fentanil com a carteira de Chase, presumivelmente roubada. Chase lembrou de ter perdido sua carteira e descreveu o outro morador como alguns anos mais velho, mais baixo e mais magro, com cabelos ruivos. Ele disse que tentou persuadir o homem a permanecer no programa de recuperação de vicios, mas ele saiu.

A confusão de identidade ocorreu porque o homem morto estava com a carteira e a carteira de motorista temporária de Chase, disse o escritório do examinador médico em comunicado à emissora KGW8, afiliada da NBC em Portland, em janeiro.

Chase, em tratamento por anos, havia perdido contato com sua família, incluindo seu pai. Quando foram informados pelas autoridades que ele havia morrido de overdose de drogas, eles tinham poucos motivos para duvidar. O último parente com quem ele havia entrado em contato era sua prima Latasha Rosales, 35.

Embora o escritório do examinador tenha dito que a família imediata de Chase havia se recusado a ver o corpo antes da cremação, seu pai, Toby Chase, negou a informação. O mesmo aconteceu com o resto de sua família, segundo Rosales.

“Lamentamos profundamente que a identificação errada tenha acontecido”, disse o escritório do examinador médico em seu comunicado. O escritório disse que desde então iniciou uma “revisão abrangente” dos procedimentos e que, no futuro, exigiria que corpos encontrados com identificação temporária também fossem identificados por impressões digitais no momento da investigação da morte.
China, terra do meio

Folha de São Paulo

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