Política

Quase 50 deputados pedem prisão preventiva de Lulinha por suposto caso no INSS

Quem é Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, que teve quebra de sigilo  aprovada na CPMI do INSS | G1Foto: Reprodução

Quarenta e sete deputados federais protocolaram nesta quinta-feira (26) uma representação na PGR pedindo a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

O pedido cita suposta participação no escândalo do INSS e foi apresentado pela deputada Rosangela Moro, com apoio de parlamentares de PL, Republicanos, PSD, PP e União Brasil.

No documento, os deputados solicitam abertura de investigação formal, decretação de prisão preventiva, inclusão do nome em difusão vermelha da Interpol e início de processo de extradição junto ao governo da Espanha.

Também pedem cancelamento do passaporte e uso de tornozeleira eletrônica caso ele retorne ao Brasil, além de quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático e bloqueio de bens.

A representação sustenta que Lulinha teria atuado como sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador financeiro de um esquema de fraudes no INSS.

Segundo o texto protocolado, ele teria recebido cerca de R$ 300 mil mensais para “viabilizar e proteger interesses do grupo junto à cúpula do governo federal”, com base em relatórios fazendários e depoimentos colhidos no fim de 2025.

Outro ponto citado é a mudança de residência para Madri, na Espanha, em 2025. Para os autores da peça, a permanência no exterior pode dificultar eventual cumprimento de decisões judiciais e representar risco à aplicação da lei penal.

Até o momento, Lulinha não se manifestou publicamente sobre o conteúdo da representação. Caberá ao MPF analisar se há elementos para instaurar investigação ou adotar as medidas solicitadas.

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Brasil

Lula chama vaias a Dilma na Copa de 2014 de “grosseria” e diz que país precisa “se redimir”

Foto: Divulgação

O presidente Lula (PT) criticou, nesta quinta-feira (26), as vaias recebidas por Dilma Rousseff na abertura da Copa do Mundo FIFA de 2014. Em discurso no Palácio do Planalto, Lula classificou o episódio como “um momento muito delicado” e afirmou que o país precisa “se redimir” do que aconteceu naquele torneio.

Segundo ele, as vaias foram “uma grosseria” e representaram desrespeito à então presidente da República. “As pessoas trataram a presidenta com desrespeito”, declarou, ao dizer que jamais imaginou ver aquele tratamento durante uma festa organizada pelo Brasil.

Lula também rebateu denúncias de corrupção associadas à Copa de 2014. Afirmou que o Tribunal de Contas acompanhou as obras em 12 estados e concluiu que “não houve corrupção”. Para o presidente, o que foi passado à sociedade foi “uma mentira” que contaminou o clima do torneio.

Sobre o resultado da seleção brasileira, derrotada pela Alemanha na semifinal, Lula fez um comentário irônico. Disse que a única indicação daquele “banho” foi que, se a Alemanha quisesse jogar “certo”, teria feito “mais 3 ou 4 gols”.

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Economia

Aumento de impostos sobre eletrônicos é tiro no pé do governo Lula e no bolso dos cidadãos

Foto: Reprodução

A oito meses da eleição, o governo Lula volta a colocar a questão do aumento de impostos no centro do debate, ao elevar a tributação sobre componentes eletrônicos. Não se trata de um ajuste restrito a importadores ou a um nicho industrial. Hoje, praticamente toda a população depende de celulares, computadores e tablets para trabalhar, estudar, empreender, fazer operações financeiras, se comunicar e ter momentos de lazer. Quando a política fiscal incide sobre uma engrenagem tão intrincada no cotidiano das pessoas comuns, o efeito não é apenas técnico, mas sim político, porque toca diretamente a rotina de milhões.

O ponto central não é apenas a medida em si, mas o contexto simbólico em que ela se insere. Ao longo do mandato, foi se consolidando nas redes a percepção de que o governo Lula tem uma grande disposição para elevar tributos e muita má vontade em reduzir gastos. Independentemente de dados fiscais ou justificativas econômicas, essa foi a leitura que ganhou força como marca política. Um espaço narrativo que a direita ocupa de forma inversa, batendo na tecla de que é preciso reduzir a carga tributária.

Os dados da AP Exata Inteligência em Dados ajudam a dimensionar esse movimento. Em um recorte de cerca de 10 mil publicações feitas nesta quarta-feira, é possível perceber o impacto que a viralização do tema produziu de imediato. A rejeição ao presidente subiu 0,2 ponto e a aprovação caiu 0,2, gerando variação de 0,4 ponto, em poucas horas.

No debate específico sobre o aumento do imposto, a reprovação alcança 74,3%, a aprovação fica em 6,8% e 18,9% das menções são neutras, concentradas na difusão da informação. Excluído o bloco meramente informativo, o cenário se torna ainda mais contundente, com 91,6% de rejeição contra 8,38% de apoio. Algo que, às vésperas das eleições, deixa qualquer marketeiro em desespero.

A oposição percebeu rapidamente o potencial estratégico do assunto e agiu em tom crítico uníssono ao longo do dia. Parte da direita se apressou, estrategicamente, em direcionar a narrativa ao público gamer, um segmento jovem altamente conectado e com grande capacidade de produção e disseminação de conteúdo. Ao associar imposto e videogames e computadores, a crítica ganhou linguagem própria e atravessou as bolhas ideológicas, fazendo com que o debate se estabelecesse no terreno emocional de um grupo muito expressivo no ambiente online.

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O desafio do governo, portanto, se tornou menos contábil e mais narrativo. Não basta defender a medida com argumentos de proteção à indústria nacional ou ligados à saúde contábil do País, se a percepção dominante é a de encarecimento generalizado.

Desta vez, o apelido “Taxxad”, usado pela oposição para carimbar o ministro Fernando Haddad, deixou de soar apenas como ironia militante e encontrou ressonância ampla no debate público. Já não se trata mais de uma decisão politicamente equivocada do Ministério da Fazenda, mas sim de um tiro no bolso dos cidadãos e no pé do próprio governo.

Estadão

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Brasil

Lula tem desempenho pior que Bolsonaro na segurança, diz pesquisa

Foto: Reprodução

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta 5ª feira (26.fev.2026) mostra que o atual governo, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem desempenho pior que o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na área da segurança pública. O mandato de Bolsonaro (2019-2022) é mais bem avaliado em comparação ao petista por 53% dos brasileiros.

Já 34% dos entrevistados consideram que Lula tem um desempenho melhor que Bolsonaro. O tema da segurança pública preocupa tanto o governo federal quanto a oposição e será central nas eleições de outubro deste ano.

O desempenho do governo Lula na segurança pública é visto como “muito ruim” por 35,2% dos entrevistados e como “ruim” por 17,8%, de acordo com o levantamento. Já 26% responderam que o desempenho do petista é “bom”, enquanto 4,6% avaliaram como “muito bom”.

Segundo a AtlasIntel/Bloomberg, 49,6% dos entrevistados avaliaram, de modo geral, como “muito alto” o nível de criminalidade no Brasil neste momento. Já 38,8% disseram que o nível é “alto”, enquanto 11,4% responderam como “regular”. Só 0,1% disse considerar “muito baixo”.

Quando questionados se acreditam que organizações criminosas controlam esferas importantes da política e do sistema judicial no Brasil, 91,5% dos entrevistados responderam “sim”.

A AtlasIntel/Bloomberg também perguntou a respeito da influência da criminalidade nas decisões de voto nas eleições. A maioria dos brasileiros (62,8%) disse que o tema “é importante, mas não é o único” considerado. Enquanto 27,6% responderam que “políticas contra a criminalidade estão entre os principais fatores” determinantes do voto. Já 8,2% dos eleitores disseram que o tema não influencia o voto.

A pesquisa entrevistou 4.986 eleitores brasileiros recrutados digitalmente. Os dados foram coletados de 19 a 24 de fevereiro. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento integra o relatório Latam Pulse, que mede a percepção sobre lideranças políticas em países da América Latina.

Poder360

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VÍDEO: Ex-juíza defende penduricalhos e diz que desembargador “mal tem lanche”

 

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Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

A ex-juíza e presidente da Associação Brasileira dos Magistrados do Trabalho (ABMT), Cláudia Márcia de Carvalho Soares, afirmou nesta quarta-feira (25) que juízes da primeira instância “não tem água nem café” ao defender o pagamento de verbas indenizatórias, os chamados “penduricalhos”.

Soares se manifestou durante o julgamento que pode referendar as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam o pagamento de “penduricalhos” ilegais no funcionalismo público.

“O juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café, ministro Dino”, disse a representante da ABMT.

Soares afirmou ainda que desembargadores “mal tem um lanche”. Segundo ela, atualmente, um juíz não tem segurança jurídica e “não sabe o que vai receber no mês seguinte”.

Gazeta do Povo

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Política

Anotações de Flávio Bolsonaro confirmam Efraim no PL e divulgam chapa completa na Paraíba; veja os nomes

Uma anotação manuscrita do senador Flávio Bolsonaro revelou a estratégia do Partido Liberal (PL) para as eleições na Paraíba. O documento, intitulado “situação nos estados”, foi discutido na sede nacional da legenda, em Brasília, e obtido por jornalistas durante entrevista coletiva. Flávio confirmou a autoria, afirmando que as anotações reúnem sugestões debatidas internamente.

No trecho referente a Paraíba, consta que o senador Efraim Filho, atualmente no União Brasil deve se filiar ao PL para disputar o Governo do Estado. Para o Senado, aparecem dois nomes: o ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e o nome do Major Fábio, atualmente no Partido Novo e que também deve e filiar ao PL, formando a chapa ‘puro sangue’, veja:

O documento ainda menciona a eleição suplementar em Cabedelo, onde o deputado estadual Walber Virgulino (PL) está disputando a prefeitura da cidade, onde o PL deve apostar todas as suas fichas antes das eleições estaduais.

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VÍDEO: Polícia Civil apreende carros de luxo e imóveis na Paraíba durante operação contra tráfico de drogas

A ofensiva da Polícia Civil da Paraíba contra o narcotráfico interestadual não atingiu apenas a estrutura operacional da organização criminosa, mas também o patrimônio acumulado ao longo dos anos. Durante a Operação Argos, foram sequestrados 13 imóveis de alto padrão e 40 veículos, entre carros esportivos e frotas utilizadas pela organização, avaliados em mais de R$ 10 milhões.

A investigação aponta que o grupo, liderado por Jamilton Alves Franco, o “Chocô”, utilizava empresas de fachada e laranjas para ocultar a origem ilícita do dinheiro. O esquema financeiro teria movimentado cerca de R$ 500 milhões desde 2023, segundo a Polícia Civil.

Entre os bens apreendidos estão imóveis de luxo em diferentes estados e veículos de alto padrão que, de acordo com os investigadores, eram usados tanto para ostentação quanto para facilitar a logística do grupo criminoso.

Além do sequestro de bens, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 104 milhões em contas bancárias de quase 200 investigados. A operação foi deflagrada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) da Polícia Civil da Paraíba e contou com apoio de forças de outros estados.

Segundo a polícia, o objetivo agora é descapitalizar a organização, enfraquecendo o poder financeiro que sustentava o tráfico de drogas na Paraíba e em regiões do Nordeste.

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Polícia Civil deflagra maior operação contra o tráfico de drogas na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da DRACO, deflagrou nesta quarta-feira (26) a Operação Argos, considerada o maior golpe contra o narcotráfico interestadual dos últimos anos no estado.

A ação desarticulou a organização criminosa liderada por Jamilton Alves Franco, conhecido como “Chocô”, apontado como o maior fornecedor de drogas da Paraíba e de regiões do Sertão de Pernambuco e do Ceará. Natural de Cajazeiras (PB), ele se mudou ainda jovem para São Paulo, onde, segundo as investigações, se conectou à cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), integrando o núcleo conhecido como “Sintonia”, responsável pelas diretrizes da facção.

As investigações começaram em 2023, após sucessivas apreensões de grandes carregamentos de drogas no Sertão paraibano. O cruzamento de dados, análise de celulares e quebra de sigilo bancário revelaram que todas as cargas pertenciam ao mesmo grupo. Ao longo de quase três anos, as apreensões causaram prejuízo superior a R$ 100 milhões à organização criminosa.

Outras apreensões em 2024 e 2025, incluindo 80 kg de cocaína pura com selo “Tio Patinhas”. Segundo a Polícia Civil, o grupo funcionava como uma “holding do crime”, com divisão profissionalizada em três núcleos: transporte (uso de carretas de empresas legais para esconder drogas), varejo (distribuição na Paraíba) e financeiro (lavagem de dinheiro). A movimentação financeira da organização teria chegado a cerca de R$ 500 milhões desde 2023.

A investigação também identificou um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro, envolvendo empresas de fachada, uso de “laranjas” e até suspeita de infiltração em contratos públicos, com empresas que receberam recursos milionários mesmo sem estrutura operacional compatível.

A operação mobiliza mais de 400 policiais civis e conta com apoio de forças da Paraíba, São Paulo, Bahia e Mato Grosso. Ao todo, estão sendo cumpridos 44 mandados de prisão preventiva e 45 mandados de busca e apreensão

O nome “Argos” faz referência ao personagem mitológico de cem olhos, simbolizando vigilância permanente. Com a ação, a Polícia Civil afirma ter atingido os três pilares da organização: logística, distribuição e capital, enfraquecendo de forma significativa o narcotráfico interestadual com atuação na Paraíba.

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Brasil

Ex-dirigentes do INSS fecham delação e entregam Lulinha e políticos

Foto: Reprodução 

Dois ex-servidores do alto escalão do INSS estão em processo avançado de delação premiada.

A coluna apurou que o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios da autarquia, André Fidelis, entregaram o filho mais velho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, e detalharam o envolvimento de políticos no esquema.

Entre os políticos citados pelos delatores está Flávia Péres (ex-Flávia Arruda). Ela foi ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do governo Jair Bolsonaro. É a primeira vez que o nome dela aparece associado ao esquema. Flávia é mulher do economista Augusto Lima, ex-CEO do Banco Master e ex-sócio do empresário mineiro Daniel Vorcaro.

Os dois delatores estão presos desde 13 de novembro.

Virgílio Filho é acusado pela PF de receber R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às entidades que faziam os descontos ilegais nas aposentadorias. Desse total, R$ 7,5 milhões teriam vindo de empresas de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

Os repasses teriam sido enviados a empresas e contas bancárias da esposa do ex-procurador, a médica Thaisa Hoffmann Jonasson.

Já André Fidelis teria recebido R$ 3,4 milhões em propina entre 2023 e 2024, segundo os investigadores.

Andrezza Matias – Metrópoles 

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Brasil

Liquidação de banco expõe ligação com Banco Master e políticos do PT

Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A liquidação do Banco Pleno pelo Banco Central, decretada em fevereiro de 2026, abriu uma nova frente de crise no sistema financeiro e lançou luz sobre a relação da instituição com o Banco Master e personagens ligados a governos do PT na Bahia. O colapso ocorre em meio às investigações da CPI do INSS e da Polícia Federal, que apuram possíveis fraudes em operações de crédito consignado.

Segundo o Banco Central, o modelo de negócio do Pleno tornou-se insustentável. A instituição captava recursos por meio de CDBs com juros elevados, mas não conseguia expandir sua carteira de crédito consignado na mesma proporção. Com a deflagração da Operação Compliance Zero e a intervenção no Banco Master, investidores passaram a sacar recursos em massa, provocando uma crise de liquidez que culminou na liquidação.

O elo político remonta a 2018, durante a gestão de Rui Costa na Bahia, com a criação do programa Credcesta, cartão de crédito consignado voltado a servidores estaduais. O empresário Augusto “Guga” Lima, ex-sócio do Banco Master e controlador do Pleno, teria participado das articulações do modelo, que também envolveu o senador Jaques Wagner. Decretos estaduais ampliaram a margem de endividamento dos servidores e favoreceram a consolidação do produto no estado.

No centro das investigações estão Daniel Vorcaro, do Banco Master, e Augusto Lima. Ambos cumprem prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica e tiveram sigilos bancário, fiscal e telemático quebrados por determinação da CPI do INSS. O STF autorizou o compartilhamento das informações com a Polícia Federal para aprofundar a apuração criminal.

O impacto financeiro é bilionário. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deverá realizar o maior desembolso de sua história: estimativas apontam pagamento de R$ 40,6 bilhões a clientes do Banco Master e R$ 4,9 bilhões aos do Banco Pleno. Especialistas questionam se houve falha na fiscalização do Banco Central, que teria demorado a endurecer medidas mesmo diante de sinais de fragilidade nas instituições.

Com informações da Gazeta do Povo

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