Foto: Divulgação/IRNA
O Irã prepara um ataque a Israel com mísseis balísticos e que pode acontecer a qualquer momento, afirmaram nesta terça-feira (1º) membros do Departamento de Estado dos Estados Unidos.
A ofensiva, caso aconteça, será a primeira resposta do Irã desde a escalada nos conflitos entre Israel e o Hezbollah — o grupo extremista, embora atue no Líbano, é financiado pelo regime iraniano.
Segundo o site de notícias dos EUA Axios, os mísseis balísticos alcançarão Israel apenas 12 minutos após serem lançados.
Segundo disse uma das fontes à agência de notícias Associated Press, Washington promete “consquências severas” a um eventual ataque iraniano.
Os EUA, em paralelo, estão ajudando Israel a se preparar para a ofensiva de Teerã, disse ainda o funcionário do departamento. Um porta-voz das Forças Armadas israelenses afirmou que Israel já espera resposta do Irã e disse que o país está preparado “para qualquer ameaça”.
“Os sistemas de defesa aérea que temos estão totalmente preparados e as aeronaves da Força Aérea estão intensificando suas saídas’, disse o porta-voz das Forças Armadas israelenses para países árabes, Avichay Adraee. “Estamos no auge da nossa prontidão ofensiva e defensivamente”.
Caso o ataque ocorra, esta não será a primeira ofensiva do Irã contra Israel. Em abril, forças iranianas lançaram 300 drones e mísseis contra o território israelenses em retaliação a um bombardeio ao Consulado do Irã em Damasco, na Síria, que causou a morte de um comandante do Exército iraniano.
Na ofensiva de abril, os drones e mísseis causaram diversas explosões nos arredores de Jerusalém, mas não houve vítimas.
O Irã e Israel são os principais rivais no Oriente Médio, e a tensão entre os dois países aumentou após o início da guerra na Faixa de Gaza — o Hamas, assim como o Hezbollah, é financiado pelo regime iraniano.
G1

Durante a sessão desta segunda-feira (30), o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) mudou o relator do pedido de liberdade para a primeira-dama de João Pessoa, Lauremília Lucena.
O pedido foi feito pelo primeiro relator do habeas corpus, o juiz Sivanildo Torres Ferreira. No entanto, Sivanildo enviou o processo para o juiz Bruno Teixeira de Paiva, responsável por relatar outros processos da Operação Território Livre, que investiga aliciamento violento de eleitores, em João Pessoa.
Como não houve entendimento, o colegiado foi acionado e decidiu, em votação apertada, que o pedido retornaria para o gabinete de Sivanildo. Mesmo com o pedido para que o HC fosse analisado com urgência, o magistrado não estabeleceu prazo para elaborar um parecer sobre o caso.
Com isso, Lauremília continuará presa no Presidio Feminino Júlia Maranhão, na Capital.
Blog do BG PB


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