Economia

Petrobras reduz em R$ 0,17 gasolina vendida a distribuidoras

Foto: reprodução

A Petrobras reduzirá em 5,6% o preço médio da gasolina vendida a distribuidoras a partir de terça-feira (3), informou a companhia em comunicado à imprensa nesta segunda-feira (2).

Dessa forma, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras nas refinarias passará a ser de R$ 2,85 por litro, uma redução de R$ 0,17 por litro.

Com o reajuste anunciado, a Petrobras reduziu, desde dezembro de 2022, os preços da gasolina para as distribuidoras em R$ 0,22 por litro, uma redução de 7,3%.

Considerando a inflação do período, esta redução é de R$ 0,60 por litro ou 17,5%, segundo a estatal.

CNN Brasil

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Brasil

Paraíba é o terceiro estado do país com maior crescimento industrial, revela Banco do Brasil

Indústria da Paraíba cresceu 78% em dez anos, aponta pesquisa do IBGE |  Paraíba | G1

A Paraíba obteve a segunda maior expansão industrial do Nordeste (4,4%) e o terceiro do Brasil, com um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) estimado em 3,4%, acima das médias nacional (1,9%) e regional (2,7%), segundo o estudo da Resenha Regional de Assessoramento Econômico do Banco do Brasil, atualizado no último dia 30.

O desempenho é impulsionado pela força do setor industrial, que se consolida como um dos principais motores da economia estadual em meio a um contexto de desaceleração global e vem crescendo constantemente desde 2022, com uma média anual de 5% nos últimos quatro anos.

A economia da Paraíba apresenta um panorama promissor em 2025, contrastando com as incertezas que marcam o cenário econômico global e nacional. De acordo com a Resenha Regional do Banco do Brasil, o estado deve registrar um crescimento do PIB de 3,4%, superando as projeções para o Brasil (2,5%) e Nordeste, (2,6%).

Outros Setores

Segundo o relatório, o setor de serviços terá um crescimento de 3%, que supera a média nacional e a do Nordeste, ambas com 2,3%. Já o agronegócio, terá um crescimento de 7,4%, tendo o milho como principal produto, obtendo uma variação de 142,6% na safra deste ano.

Blog do BG PB

 

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Brasil

Jornalismo investigativo e humor correm risco no STF, diz chefe do Google no Brasil

Foto: divulgação

O presidente do Google no Brasil, Fábio Coelho, está preocupado com o andamento do julgamento do artigo 19 do Marco Civil da Internet, que será retomado na quarta-feira no Supremo Tribunal Federal.

Em entrevista exclusiva ao UOL, ele afirma que, se prevalecer o entendimento de que as plataformas são responsáveis juridicamente pelo que os usuários publicam, o “ambiente vai ficar mais difícil de operar”.

“As plataformas vão ter que preventivamente e remover qualquer conteúdo que seja potencialmente questionável para evitar uma responsabilização ou um passivo financeiro”, afirmou.

Coelho acrescenta que o jornalismo investigativo, o humor e a propaganda eleitoral estarão em “risco”.

“Qualquer matéria de jornalismo investigativo poderia ser removida, porque algumas pessoas podem se sentir caluniadas”, explica. “O humor também fica em risco, porque as plataformas teriam medo daquele humor ser interpretado como verdade.”

Até agora, três ministros do STF já votaram. O ministro Dias Toffoli estabeleceu a “responsabilização objetiva” das plataformas, modelo que não tem paralelo no mundo, pelo qual as empresas tem que remover conteúdos antes de serem acionadas pela Justiça sob risco de multa. Ele foi acompanhado no seu voto pelo ministro Luiz Fux.

Já o ministro Luís Roberto Barroso fez um voto divergente em que mantém a responsabilização das empresas apenas após a decisão judicial, mas abre exceções para crimes graves nos quais a remoção das publicações tem que ser preventiva.

Raquel Landim – UOL

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Mundo

Como são os drones ucranianos de R$ 3 mil que causaram prejuízo de R$ 40 bilhões à Rússia

Foto: Reuters

Em uma das operações mais ousadas da guerra com a Rússia, a Ucrânia lançou um ataque coordenado com drones que resultou na destruição de 41 aeronaves militares russas, incluindo bombardeiros estratégicos Tu-95 e aeronaves de vigilância A-50. Uma ponte também foi destruída.

A operação, denominada “Teia de Aranha”, envolveu o transporte clandestino dos drones camuflados em caminhões até regiões estratégicas dentro da Rússia, incluindo bases aéreas em Murmansk, Irkutsk, Ivanovo, Ryazan e Amur. Os drones foram camuflados em telhados de galpões de madeira e ativados remotamente para atingir os alvos.

A ofensiva foi planejada por mais de um ano e meio e executada com o uso de drones FPV, sigla para Visão em Primeira Pessoa (First Person View). De acordo com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, 117 drones foram usados.

A escolha por drones FPV se deve à capacidade desses equipamentos de realizar ataques precisos com baixo custo e à dificuldade de serem detectados e neutralizados. Essa abordagem permitiu à Ucrânia infligir danos significativos à aviação estratégica russa, estimados em cerca de US$ 7 bilhões, segundo a Agência de Segurança Interna da Ucrânia.

A Rússia considerou os ataques da Ucrânia como um ato terrorista.

Como é o drone ucraniano que impôs prejuízo de US$ 7 bilhões à Rússia — Foto: g1

Drones FPV

Usados para atividades civis, como filmar corridas, os drones FPV são pequenos e baratos e foram adaptados pela Ucrânia para fins militares.

Eles destacam-se por sua simplicidade e eficácia. São compactos e leves, facilitando o transporte e a implantação em áreas remotas.

Segundo a agência de notícias Reuters, os drones FPV podem custar menos de US$ 500 por unidade, cerca de R$ 3 mil, o que permite a produção em larga escala. Dependendo do tamanho, da bateria e da carga útil, o alcance varia de 5 km a cerca de 20 km.

Originalmente, os equipamentos podem pesar até 3 quilos, incluindo o peso da ogiva, mas a Ucrânia desenvolveu modelos específicos como o “Baba Yaga”, um drone multirrotor capaz de transportar até 15 kg de explosivos e equipado com câmeras térmicas para operações noturnas.

Uma das grandes vantagens do drone FPV é ser projetado para voos rápidos e ágeis, dificultando a interceptação por sistemas de defesa aérea.

Os equipamentos são controlados por pilotos em solo. Eles usam um fone de ouvido e recebem as imagens transmitidas em tempo real.

Este episódio destaca a crescente importância dos drones FPV no cenário de guerra moderno, evidenciando como tecnologias acessíveis podem ser adaptadas para alterar significativamente o equilíbrio de poder em conflitos armados.

A destruição de 41 aeronaves representa uma perda substancial para a capacidade ofensiva da Rússia, especialmente no que diz respeito a bombardeios de longo alcance.

g1

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Brasil

Banco Central lança Pix Automático esta semana; saiba como vai funcionar

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O Banco Central (BC) lança, nesta quarta-feira (4), em São Paulo, o Pix Automático, a nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos que permitirá o pagamento automático de contas recorrentes.

A nova ferramenta entra em operação no próximo dia 16 de junho e promete ampliar o uso do Pix para compromissos financeiros frequentes, como contas de luz, água, telefone, mensalidades escolares, academias, condomínios, assinaturas, planos de saúde, seguros e outros serviços que exigem cobrança periódica.

A autarquia aponta que a nova funcionalidade mantém os mesmos padrões de segurança já consagrados pelo Pix e, caso ocorra algum problema, o usuário pode recorrer ao Mecanismo Especial de Devolução (MED) para reaver valores, acionando sua instituição financeira.

Batizado de “Conexão Pix”, o evento reunirá empresas recebedoras, instituições de pagamento, iniciadores de transação e desenvolvedores de soluções que devem atuar diretamente com a nova funcionalidade.

A ideia é apresentar, em painéis temáticos, como o Pix Automático pode transformar a experiência de cobrança e ampliar o acesso ao sistema de pagamentos.

A abertura será às 9h30, com a presença do presidente do BC, Gabriel Galípolo, dos diretores Renato Gomes (Organização do Sistema Financeiro e Resolução) e Gilneu Vivan (Regulação), além de representantes da Zetta, entidade parceira do evento.

Ao longo do dia, serão debatidos temas como “Como o Pix Automático pode ajudar o seu negócio”, “Como receber com Pix Automático”, além de sessões de demonstração e um painel técnico sobre o funcionamento da ferramenta, intitulado “Por dentro do Pix Automático – a revolução dos pagamentos recorrentes”.

Conheça mais sobre a nova funcionalidade

O que é o Pix Automático?

O Pix Automático é uma solução de débito automático integrada ao ecossistema do Pix. Com ele, o consumidor pode autorizar uma única vez o pagamento recorrente de uma cobrança

Após a autorização, os valores são debitados automaticamente em cada vencimento, dentro das condições definidas previamente pelo pagador, como valor máximo, periodicidade e uso de linha de crédito.

A proposta é oferecer mais praticidade, segurança e inclusão para consumidores e empresas, além de modernizar o processo de cobrança recorrente, que hoje depende de interações específicas com bancos para funcionar via débito em conta.

Como funciona?

A empresa (como uma escola, academia ou operadora de serviços) passa a oferecer o Pix Automático como forma de pagamento.

O cliente autoriza, uma única vez, o pagamento recorrente por Pix, com regras como valor máximo e se deseja permitir o uso de crédito.

Periodicamente, dias antes do vencimento, a cobrança é enviada ao banco do pagador.

O banco agenda o pagamento e notifica o cliente, que pode revisar a cobrança diretamente no app da sua conta.

No dia do vencimento, o pagamento é realizado automaticamente, conforme os parâmetros definidos.

Benefícios para quem paga

O BC destaca diversos benefícios para quem utilizar a nova funcionalidade:

Facilidade e conveniência: não é mais necessário repetir o processo de pagamento a cada cobrança;

Gestão no app bancário: o usuário pode autorizar, acompanhar, suspender ou cancelar cobranças com poucos toques;

Controle e segurança: o pagador define limites e pode revisar cada operação antes da efetivação

Acesso ampliado: o serviço estará disponível em diferentes instituições, incluindo bancos, cooperativas e iniciadores de pagamento.

Já para quem recebe, a autarquia aponta outros benefícios:

Aumento da base de clientes: o Pix conta com mais de 160 milhões de usuários cadastrados;

Menor custo operacional: não é necessário firmar convênios com múltiplas instituições financeiras;

Redução da inadimplência: pagamentos automáticos tendem a diminuir esquecimentos e atrasos;

Inclusão financeira: amplia o alcance a consumidores que não utilizam cartão de crédito ou boleto bancário.

CNN

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Polícia

Lenno Ferreira, cantor de Desejo de Menina, é preso após show em João Pessoa

O vocalista Lenno Ferreira, da banda Desejo de Menina, foi preso na madruga deste domingo (1°) depois de realizar um show no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa. A prisão foi decorrente de um mandado expedido pela justiça de Pernambuco.

A Polícia Militar da Paraíba prendeu, na madrugada deste domingo (1º), um homem acusado por crimes de trânsito, que resultaram na morte de uma pessoa e de mais sete feridas, em um acidente no sertão do estado de Pernambuco, no início do mês de maio deste ano. A prisão aconteceu em João Pessoa.

De acordo com o 1º Batalhão, unidade responsável pela prisão, o acusado tinha um mandado em aberto pelos crimes de homicídio culposo na direção de veículo automotor, além do crime de condução de veículo sob efeito de álcool ou substância psicoativa. Ambos estão previstos no Código de Trânsito Brasileiro.

O acidente que resultou na expedição do mandado aconteceu no último dia 5 de maio, quando o acusado conduzia um carro de luxo, vindo a atingir uma van que transportava passageiros na BR 428, na região de Santa Maria da Boa Vista. Na ocasião, uma vítima de 33 anos de idade morreu, e pelo menos outras sete ficaram feridas.

Agora preso, o acusado segue à disposição da Justiça.

A banda era a atração principal de festividade. Por isso, os policiais aguardaram o fim do show para prender Lenno.

O cantor deve ser transferido para Pernambuco nas próximas horas.

BG com MaisPB

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Brasil

Eduardo Bolsonaro promete ampliar ofensiva contra Moraes: ‘Segurar o seu ímpeto ditatorial’

Eduardo Bolsonaro, atualmente licenciado da Câmara dos Deputados, afirmou que vai ampliar suas ações no exterior contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

Em entrevista à Record, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro declarou que seguirá nos Estados Unidos mobilizando congressistas e autoridades americanas para aplicar sanções ao magistrado, acusando-o de liderar o que classificou como “regime de exceção”.

Segundo o parlamentar, a resposta às recentes decisões do STF não será o recuo, mas o aumento da pressão.

“A gente tem que agora acelerar os passos para sancionar Moraes, para segurar o seu ímpeto ditatorial. Quanto mais o regime acelera a perseguição, mais nós temos que acelerar também as consequências para eles”, prometeu.

Eduardo criticou a inclusão de seu pai em uma intimação recente, sustentando que não há vínculo entre as ações dele nos EUA e o ex-presidente. “Eu achava que a Constituição Brasileira não permitia que você fosse responsabilizado por atos de terceiro. É por isso que eu estou falando que não tem nada a ver em chamar o meu pai.”

O ex-presidente vai depor em inquérito sobre a atuação de Eduardo nos Estados Unidos. O deputado federal recebeu autorização para fazer o depoimento por escrito.

Retorno ao Brasil

Sobre a possibilidade de retornar ao Brasil, o deputado afirmou que isso só ocorrerá se houver segurança jurídica. Ele reiterou que abriu mão do salário e do mandato temporariamente, mas que permanecerá fora do país enquanto considerar haver risco de retaliação institucional.

“Como eu anunciei no vídeo de exílio que postei nas minhas redes sociais, o tempo que eu estou aqui, ele é indefinido. Não existe uma data certa, uma data limite”, explicou.

Para ele, mesmo que fique sem salário ou privilégios do cargo, é preferível ficar nos Estados Unidos, “lutando para trazer uma solução para o Brasil”. “Eu não posso voltar e ficar sobre o cabresto de Alexandre de Moraes. É por isso que eu estou aqui fora, indo às últimas consequências.”

Nas conversas com congressistas americanos, Eduardo afirmou buscar apoio para a aplicação da Global Magnitsky Act contra o ministro.

“Nós já estamos enviando para as autoridades americanas com as quais nós temos relacionamento a gravidade do que está ocorrendo no Brasil. Isso está sendo noticiado pela mídia internacional inteira”, analisou.

Denúncia de coação

O parlamentar também respondeu sobre as investigações envolvendo sua atuação nos EUA. Negou qualquer tentativa de coação e sustentou que as medidas propostas seguem instrumentos legais do sistema americano.

“Não adianta falar que eu estou fazendo coação durante o processo, como o procurador-geral da República tentou dizer recentemente […], porque eu não tenho nenhum meio de cumprimento dessa coação”, defendeu-se.

Eduardo argumenta que, para se configurar a coação, é preciso que o instrumento, no caso a sanção, seja algo ilícito.

“No entanto, esse é um instrumento válido na legislação americana. […] Então, se eu estou cometendo crime por conta disso, então é dizer que Marco Rubio [secretário de Estado norte-americano] e todos os outros congressistas que estão nos apoiando nessa causa também estão cometendo crime”, analisa.

A licença parlamentar termina em julho. Questionado sobre um possível pedido de asilo ou renúncia, Eduardo disse apenas que não há data definida para voltar ao país e que sua prioridade é o trabalho político fora do Congresso.

“Não vim tirar férias. Estou construindo uma resposta internacional ao que acontece no Brasil. Isso é maior que um mandato”, concluiu.

R7

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Gastronomia

PAPO DE FOGÃO RAIZ: Confira as receitas de Feijoada, Osso de Patinho e Buchada de Galinha

FEIJOADA
Ingredientes:
100g de carne de charque cortada
100g de carne de sol em cubos
100g de mocotó
1 linguiça calabresa
50g de bacon em cubos
1 paio
500g de feijão preto
1 cebola roxa picada
4 dentes de alho picado
3 folhas de louro
6 pimentas de cheiro picada
½ pimentão verde picado
Pimenta do reino com cominho a gosto
Sal a gosto.
50ml de óleo
1 ½ de água
3 folhas de louro

Modo de preparo:
Dessalgue as carnes trocando várias vezes a água. Reserve!
Corte a calabresa e o paio em rodelas
Aqueça bem a panela de pressão, coloque o óleo e, em seguida, o bacon. Deixe refogar por 3 minutos.
Acrescente o charque, a costela suína, a carne de sol, a linguiça calabresa e o paio em rodelas. Misture bem!
Acrescente a cebola, as folhas de louro, o alho, a pimenta de cheiro, a pimenta do reino, o pimentão e refogue por 5 minutos.
Coloque o feijão e refogue por mais 5 minutos.
Acrescente a água, feche a panela de pressão e deixe cozinhar por 20 minutos.
Após retirar a pressão, abra a panela e verifique o sal, se necessário coloque sal. Deixe ferver por mais 5 minutos, com a tampa aberta, e sirva em seguida. Acompanha arroz, couve, laranja e farofa.

Tempo de preparo: 3h
Tempo de cozimento: 40 min

DICA RÁPIDA

OSSO DO PATINHO
Ingredientes:
1 osso do patinho inteiro
1 tomate picado
1 cebola picada
½ pimentão verde picado
Sal e pimenta do reino a gosto
Cominho a gosto
2 colheres de sopa de colorau
1L de água

Modo de preparo:
Coloque o osso do patinho na panela de pressão aquecida.
Acrescente a cebola, o pimentão, o tomate, o sal, a pimenta do reino, o cominho e misture bem. Deixe refogar por 2 minutos.
Coloque a água, feche a panela de pressão e deixe cozinhar por 30 a 40 minutos, até que esteja bem macio as cartilagens soltando do osso.
Sirva em seguida.
Se gostar, pode cozinhar o feijão junto com o osso do patinho. Colocar o feijão após 25 min de cozimento.
Sirva em seguida!

Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 40 min

DICA RÁPIDA

Buchada de galinha
Porção de receita unitária, 3 buchadas.

Proporção para 2 receitas

Ingredientes:
6 peles do pescoço da galinha ou frango
400gr de coração de frango
400 gramas de moela
200 gramas de fígado de frango
1/2 limão Taiti
Sal, Pimenta do reino e Páprica picante a gosto
2 cebolas grandes
3 pimentas de cheiro
1 pimentão
3 tomates
3 dentes grandes de alho
50 ml de azeite ou manteiga da terra

Modo de preparo:
Corte os miúdos do frango picadinhos e tempere com sal, pimenta do reino, páprica picante e meio limão.

Costure com linha média a base mais grossa das peles do pescoço.
coloque o recheio dos miúdos, compactando bem para a pele ficar esticadinha.
Costurar a outra abertura para fechamento completo.

Numa panela refogue a cebola, O alho, o pimentão, a pimenta de cheiro e os tomates com azeite/manteiga da terra, até murcharem, tempere com sal e Pimenta do Reino.

Coloque as buchadinhas sobre essa cama de vegetais refogados e complete com água até a metade das buchadas.
Tampe a panela e cozinhe por 35 minutos, virando as buchadas de 10 em 10 minutos.
Acrescente água se precisar até o final do processo.
Sirva com uma farofa e um limãozinho.

Tempo de preparo: 30 min
Tempo de cozimento: 35 min

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Brasil

Fies tem calote recorde, saldo devedor de R$ 116 bilhões e baixa ocupação de vagas

 

 

A proporção de estudantes atendidos pelo Financiamento Estudantil (Fies) que tinha alguma parcela atrasada atingiu 61,5% em abril, em um universo de 2 milhões de contratos, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Em 2014, essa taxa era de 31%.

A inadimplência, recorde na história do programa, lança alerta sobre a sustentabilidade do financiamento estudantil federal nos próximos anos. A queda de atratividade para os alunos também preocupa o governo e as faculdades privadas. Em 2018, eram preenchidas 82% das vagas ofertadas. No ano passado, o índice caiu para apenas 39%.

Diretor de Políticas e Programas de Educação Superior da pasta, Adilson de Carvalho diz que o MEC estuda maneiras de aperfeiçoar o modelo, para atrair mais alunos e melhorar a quitação de dívidas. Também estuda incentivar o ingresso em áreas com demanda de mercado, como licenciaturas e carreiras de tecnologia.

Em geral, o Fies banca a maior parte da mensalidade e só cobra a restituição após o estudante se formar. Mas esse financiamento, na maioria dos casos, não tem sido integral: há ainda uma coparticipação que o aluno deve custear durante o curso. A exceção é o Fies Social (para quem tem renda familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa), quando 100% da mensalidade é coberta.

A parcela da mensalidade financiada só é paga pelo estudante após a formatura. Esse débito, com juros mais baixos que os de mercado, deve ser pago para o governo federal. O saldo devedor total de parcelas de amortização é hoje de R$ 116 bilhões.

Ao longo da graduação, as faculdades têm garantia de pagamento, por meio da verba que vem dos cofres da União.

Já a dívida dos alunos durante o curso, referente a essa coparticipação, é diretamente com as instituições de ensino. O montante devido para as faculdades não foi informado pelo MEC.

Desde 2015, o Fies tem passado por reformulações que restringiram as regras de acesso. Na época, o redesenho incluiu diminuir a proporção de bolsas integrais e impor mais limites de vagas.

A mudança precisou ser feita justamente diante da explosão de gastos com mensalidades no gestão Dilma Rousseff (PT), o que ameaçava a sustentabilidade financeira do financiamento estudantil.

O Fies, depois disso, encolheu. Em 2014, houve 733 mil novos contratos. Já no ano passado, foram 44 mil. Segundo o relatório do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do MEC responsável pelo Fies, foram repassados ao menos R$ 5,6 bilhões para o programa em 2024.

De acordo com Carvalho, já havia expectativa de queda do total de contratos com a reformulação, mas o tamanho da redução da atratividade surpreende.

“O que preocupa é que talvez tenhamos errado na mão nas reformas que fizemos (a partir de 2015), que eram necessárias porque era um processo insustentável, ao menos do ponto de vista financeiro. Mas essa queda não era a esperada”, disse ele durante o Congresso Brasileiro de Educação Superior Privada (CBESP).

A concepção da reforma era tornar o programa autossuficiente, com os recém-formados pagando suas dívidas. Esse valor seria usado para ajudar a custear alunos que ainda estivessem na graduação. Mas isso não aconteceu, especialmente em razão da alta inadimplência.

O MEC identificou que a maioria dos estudantes que abandonam o processo de inscrição no Fies o fazem ainda na etapa de cadastro, quando os valores da coparticipação são mostrados. Para a pasta, isso indica que as vagas ociosas têm relação com a falta de capacidade financeira dos candidatos.

Nos últimos dois anos, o governo tem feito incentivos à renegociação de débitos para beneficiários com contratos antigos inadimplentes. Até 2024, foram repactuados 389 mil contratos, com arrecadação R$ 800 milhões pela União, somente com o pagamento da entrada do novo valor das dívidas.

O que fazer agora?

O governo tenta implementar no Fies um formato de pagamento condicionado à renda do recém-formado: aquele com renda próxima ao salário mínimo (R$ 1.518) pagaria 8% do salário mensal para a amortização da dívida. Já quem ganha o equivalente ao teto do INSS (R$ 8.157,41) ou mais pagaria 13% da renda.

“A gente está fazendo um esforço muito grande para que saia no menor tempo possível porque o programa foi desenhado tendo isso como premissa”, afirma Carvalho, sem dar previsão de quando isso será implementado.

Outro ponto crucial, segundo ele, é oferecer ao aluno do Fies opções de assistência, como auxílios para moradia, alimentação e transporte. Ele defende que esse é um complemento que não deve partir só do poder público, mas também das próprias faculdades.

“Esse estudante cada vez mais precisa de outros elementos junto com o pacote, além da simples oferta da vaga (seja pelo Fies ou ProUni, que dá bolsas). Se ofertar só a vaga, esse estudante, pelo perfil socioeconômico, não fica”, diz.

O Pé-de-Meia, programa federal que paga bolsas para alunos de ensino médio não abandonarem a escola, também é visto pelo governo como estratégico. Além de aumentar o total de formados no ensino básico, transfere renda a jovens pobres, que depois podem mirar a graduação.

Para o diretor do MEC, além do desafio financeiro, há um obstáculo de comunicação. “Há certo desencanto com a educação superior. No mundo inteiro, a procura tem caído – aqui no Brasil, especialmente”, diz.

“Alia-se a isso o comportamento de novas gerações, que se encantam com redes sociais, novas tecnologias da informação, e cria-se um ambiente em que precisa de esforço muito maior para que se interessem pelo curso superior”, avalia.

(A ideia é) desfazer essa ilusão que afeta muitos jovens brasileiros: de acharem que vão subir, melhorar fácil de vida sem ensino superior”, continua ele.

O MEC estuda ainda incentivar, por meio do financiamento estudantil, cursos em que enxerga necessidade de mais profissionais no País, como licenciaturas (formação de professores) e áreas da tecnologia (como Inteligência Artificial e Ciências de Dados).

“A empregabilidade é uma variável importante. O interesse do estudante não é a única variável, mas é levada em conta”, afirma Carvalho.

O setor de ensino superior privado reivindica incentivo também para a Enfermagem, cuja oferta na modalidade a distância (EAD) passou a ser proibida por um decreto federal publicado em maio. Não há ainda, porém, indicação do MEC nesse sentido.

Pela nova regra, a Enfermagem só poderá ser oferecida de forma presencial, o que exige ao menos 70% da carga horária na sala de aula. Hoje, há cerca de 193 mil matriculados em cursos EAD de Enfermagem – que terão o direito de concluir a graduação nesse formato.

O diretor do MEC diz que a pasta está aberta para discutir com o setor privado sobre a possibilidade de expandir o Fies para o EAD. “O decreto saiu na semana passada e a gente ainda não fez esse estudo. Mas estamos abertos”, afirma.

Estadão Conteúdo, por Isabela Moya

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Política

Hugo Motta encomenda proposta de ajuste fiscal ao grupo da reforma administrativa

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), encomendou ao deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) uma ampliação das discussões no grupo de trabalho sobre a reforma administrativa para incluir, também, medidas de ajuste fiscal e alternativas para o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O GT, criado oficialmente na quinta-feira (29), tem 45 dias de prazo para apresentar um relatório com propostas. Pedro Paulo foi escolhido como coordenador. Há 14 deputados no grupo.

“O Hugo [Motta] havia me ‘contratado’ para pensar a reforma administrativa. Nesta semana ele me ligou e disse que estava aditivando o contrato para tratar de medidas de ajuste fiscal”, afirmou Pedro Paulo.

Diante das reclamações do setor privado sobre a alta do IOF e do amplo apoio de frentes parlamentares à derrubada do decreto, Motta deu 10 dias para o governo apresentar alternativas. Caso contrário, ameaça colocar em votação os projetos que cancelam o aumento do imposto.

O coordenador diz que avalia três possibilidades de medidas fiscais:

  • Corte horizontal de gasto tributário, da ordem 10%, pegando todos os setores que recebem algum incentivo fiscal — para evitar um duelo entre “ganhadores e perdedores”;
  • Desvinculação do salário mínimo para aposentadorias, pensões e benefícios sociais;
  • Desvinculação das despesas de saúde e educação, que hoje obedecem a uma proporção da receita corrente líquida, crescendo acima do máximo permitido pelo arcabouço fiscal (2,5%) para todas as demais despesas.

Conforme antecipou o deputado, em entrevista à CNN, sua ideia de reforma administrativa não coloca em xeque a estabilidade dos servidores públicos.

Ele tem simpatia por contratações temporárias, para determinadas áreas, e por metas coletivas que possam gerar bônus (14º salário) para servidores caso sejam alcançadas — assim como parâmetros individuais para funcionários em cargos estratégicos e/ou no topo da carreira.

A possibilidade de introduzir medidas fiscais no relatório final do GT, que seria convertido em projeto de lei ou proposta de emenda constitucional, foi aventada por Pedro Paulo em entrevista ao jornal O Globo.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, reagiu nas redes sociais. “Recebi com surpresa a entrevista do deputado Pedro Paulo sobre a possibilidade de discutir desvinculação de benefícios previdenciários e dos pisos de saúde e educação no GT”, disse a ministra.

Conforme antecipou o deputado, em entrevista à CNN, sua ideia de reforma administrativa não coloca em xeque a estabilidade dos servidores públicos.

Ele tem simpatia por contratações temporárias, para determinadas áreas, e por metas coletivas que possam gerar bônus (14º salário) para servidores caso sejam alcançadas — assim como parâmetros individuais para funcionários em cargos estratégicos e/ou no topo da carreira.

A possibilidade de introduzir medidas fiscais no relatório final do GT, que seria convertido em projeto de lei ou proposta de emenda constitucional, foi aventada por Pedro Paulo em entrevista ao jornal O Globo.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, reagiu nas redes sociais. “Recebi com surpresa a entrevista do deputado Pedro Paulo sobre a possibilidade de discutir desvinculação de benefícios previdenciários e dos pisos de saúde e educação no GT”, disse a ministra.

CNN

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