Saúde

ATÉ QUANDO?: Trauminha já foi fiscalizado sete vezes neste ano e ainda mantém irregularidades

Foto: Mazinho Gomes/Divulgação/PMJP

Segue crítica a situação do Complexo Hospitalar Mangabeira Tarcísio Buriti (Trauminha), em João Pessoa. Já são sete vistorias do Conselho Regional de Medicina (CRM-PB) e, mesmo assim, a unidade hospitalar ainda mantém irregularidades graves.

Na noite dessa terça-feira (9), o diretor de fiscalização do conselho, Bruno Leandro de Souza, reuniu-se com diretores e médicos do hospital para discutir os problemas. O CRM-PB planeja um encontro com o secretário municipal de Saúde, Fábio Rocha, para que seja traçado um plano de ações que resolvam as falhas o quanto antes. A ideia é que a reunião ocorra ainda nesta semana.

Conforme relato dos médicos, faltam insumos básicos no hospital, como lâmina de bisturi, luvas de procedimento, fios de sutura, cateter intravenoso, dentre outros.

Os profissionais também afirmaram que o hospital não tem condições de agendar alguns tipos de procedimentos, como as cirurgias de cabeça e pescoço, por não possuir equipamentos e medicamentos especiais para tais operações. Muitas vezes faltam também antibióticos e outros remédios.

Na última fiscalização o CRM verificou que a disponibilidade de medicamentos e insumos básicos para o exercício da medicina continuava em nível crítico, com medicamentos prescritos que não estavam sendo administrados nos pacientes e sem estoque na farmácia central.

A Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto.

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Judiciário

FRAUDES: Vereadores e suplentes do PTB tem os mandatos cassados no Sertão

DIVULGAÇÃO

Dois vereadores eleitos e sete suplentes do PTB de São João do Rio do Peixe, no Sertão do estado, tem os mandados cassados pelo juiz Kleyber Thiago Trovão Eulálio, da 37ª Vara Eleitoral, que acatou uma denúncia do Cidadania.

O partido acusou a legenda adversária de lançar candidaturas femininas consideradas laranjas para o preenchimento da quota eleitoral de gênero nas eleições do ano passado, apontando as postulações de Francilene Gomes Pamplona e Fábia Evangelista da Silva como “fraudulentas”.

Em 2022, Francilene não teve nenhum voto e Fábia foi votada por dois eleitores. Os eleitos da legenda, Dery do Gravatá e Kaiqui de Sena, tiveram 562 e 433 votos respectivamente.

“Segundo a parte autora, a impugnada Francilene Gomes Pamplona realizou propaganda política para o candidato do mesmo partido, Kaiqui de Sena Formiga, através da afixação de adesivos na sua residência, reforçando a hipótese de candidatura fictícia”, defendeu o Cidadania.

Na decisão, o magistrado determinou a anulação dos votos recebidos pelo PTB de São João do Rio do Peixe nas eleições proporcionais e a cassação dos diplomas de mandatos eletivos dos eleitos e suplentes.

A decisão atinge:

Valdery Soares Carvalho – eleito 

Fabia Evangelista Da Silva – suplente

Francilene Gomes Pamplona – suplente

Humberto Gomes Do Nascimento – suplente

Kaiqui Leonardo De Sena Formiga – eleito 

Mailson Soares Alves – suplente

 Sebastiana Maria Do Nascimento – suplente

 Solano Mendes Ferreira – suplente

José Samuel Antonino Alves – suplente

Mais PB

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Covid-19

VACINAÇÃO: Paraíba tem mais da metade da população com esquema vacinal completo

Foto: Reprodução

O último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quarta-feira (10) informa que 2.044.551 paraibanos completaram os esquemas vacinais, o que representa 50,37% da população do estado.

Até o momento, 2.987.623 pessoas foram vacinadas com a primeira dose, um total de 1.980.577 pessoas tomaram as duas doses e 63.974 utilizaram imunizante de dose única.

Com relação as doses adicionais, foram aplicadas 7.172 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 168.500 doses de reforço na população com idade a partir de 60 anos.

Desde o início da campanha de vacinação, a Paraíba já distribuiu um total de 6.058.256 doses de vacina aos municípios.

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Brasil

Alexandre de Moraes afasta Roberto Jefferson da presidência do PTB por 180 dias

Foto: Felipe Menezes/PTB Nacional

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu nesta quarta-feira (10) afastar o ex-deputado Roberto Jefferson da presidência do PTB.

A decisão tem validade inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada, e atende a um pedido de deputados estaduais e federais da própria legenda.

“Determino a imposição de medida cautelar consistente na suspensão de Roberto Jefferson Monteiro Francisco do exercício da função de presidente do Partido Trabalhista Brasileiro pelo prazo inicial de 180 dias”, diz o despacho cautelar.

Jefferson está preso de forma preventiva (por tempo indeterminado) desde 13 de agosto por determinação de Moraes, que é relator do chamado “inquérito da milícia digital”, que é uma continuidade do inquérito dos atos antidemocráticos.

G1

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Judiciário

DECISÃO: STF suspende pagamento de pensão a familiares de políticos e ex-juízes da PB

Dvulgação

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, suspender o pagamento de pensão especial a dependentes de ex-governadores, ex-desembargadores, ex-juízes e ex-deputados estaduais na Paraíba.

Todos os magistrados seguiram o voto da ministra Rosa Weber, relatora da ação movida pela Procuradoria-Geral da República.

Na decisão, a corte afastou a obrigação para a devolução de parcelas já pagas até o fim do julgamento, ou seja, até o início do mês.

O julgamento 

Na ação, o procurador-Geral da República, Augusto Aras, pede que o STF fixe a tese no sentido de que é incompatível com os preceitos constitucionais a concessão e, principalmente, a continuidade do pagamento de pensões especiais e vitalícias a dependentes de governadores, desembargadores, juízes e deputado estaduais, em razão do mero exercício do cargo/mandato eletivo.

O voto da ministra sugere que não haverá devolução das parcelas já recebidas pelas viúvas. Por outro lado, os pagamentos das pensões deverão ser suspensos a partir da publicação da ata de julgamento da ADPF, que é o marco temporal por ela definido.

MaisPB

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Diversos

VÍDEO: DUVIDO CAIR: De moto, homem prende TV com durex ao próprio corpo

Parece que alguém aprendeu a lição. Após uma mulher tentar transportar uma TV montada na garupa de uma moto, e derrubar o equipamento, um homem resolveu prender o produto no próprio corpo utilizando um simples durex.

Em um vídeo gravado na BR-230 em João Pessoa, o motociclista olha para a câmera e diz “Essa aqui não cai!”

Nas redes sociais, vários internautas elogiaram a ideia do condutor. “Se a NASA vir pro Brasil, o brasileiro é quem estuda ela.”, disse um deles.

 

 

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Política

“UM NOME FORTE”: Fábio Rocha reforça candidatura de Marcelo Queiroga em 2022

Foto: MaisPB

Se dependesse do Secretário de Saúde de João Pessoa, Fábio Rocha, o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga já estaria eleito.

Nesta segunda-feira (10) durante uma agenda com o ministro em João Pessoa, Rocha disse que Queiroga deu “um norte para saúde” do Brasil ao assumir o comando do Ministério em meio à pandemia de Covid-19.

“É um nome forte, um ministro inteligente, um homem culto. Onde você tem a rara oportunidade de um estado, seja a Paraíba ou o Rio de Janeiro, ter ele como representante, seja na Câmara Federal ou no Senado. O país teria muito a ganhar”, disse.

Para a tristeza do Secretário Municipal, Queiroga deixou claro que a possibilidade de entrar para política jamais existiu.

Com informações do MaisPB

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OAB

“DENÚNCIA SÉRIA”: Raoni pede levantamento dos pagamentos de mensalidades de advogados

 

Foto: Raoni Vita

O candidato de oposição a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Paraíba (OAB-PB), Raoni Vita, informou durante entrevista a uma rádio de João Pessoa, que encaminhou pedido à comissão eleitoral para que seja feito um levantamento dos pagamentos de mensalidades realizados nos 30 dias anteriores ao prazo final (14 de outubro) para que os advogados estejam aptos para votar nas eleições da Ordem.

O jurista encaminhou a solicitação após a denúncia de que o sogro de Assis Almeida, presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Estado da Paraíba (CAA-PB) e candidato à reeleição na chapa de Harrison Targino, pagou um débito de R$ 13.346,45 de uma advogada para que ela ficasse apta a para votar nas eleições da Ordem.

“Essa é uma denúncia séria, que conta com provas e que precisa ser apurada. Encaminhamos essa solicitação e estamos esperando um posicionamento da comissão eleitoral”, disse Raoni.

A advogada, que teve a dívida paga integra o Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da OAB-PB e era alvo, desde 2018, de uma ação de execução de título extrajudicial. O comprovante de pagamento em nome Mário Vicenta da Silva, sogro de Assis Almeida, foi anexado ao processo judicial para pedir baixa da ação já no dia seguinte ao pagamento.

Raoni lembrou que o Provimento 146, que regulamenta as eleições destaca que se constitui conduta vedada o pagamento de anuidade de advogado ou o fornecimento de recursos financeiros ou bem de valor econômico que possa desvirtuar a liberdade de voto.

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OAB

A AMIZADE É TUDO: Advogado justifica pagamento de R$ 13 mil para aliada votar nas eleições da OAB-PB

Imagem reprodução

O sogro de Assis Almeida, presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Estado da Paraíba (CAA-PB), se manifestou na tarde desta quarta-feira (10) sobre uma possível denúncia de compra de voto.

Mário Vicente da Silva Filho confirmou o pagamento de um débito de R$ 13.346,45 de uma advogada junto à OAB-PB cinco dias antes do fim do prazo para que as pendências financeiras fossem quitadas.

Assis Almeida é candidato à reeleição para o mesmo cargo na chapa de Harrison Targino.

Através da sua assessoria, Vicente informou que mantém estreita relação de amizade com a advogada e o pagamento foi feito para evitar prosseguimento de execução na qual foi realizada penhora sobre sua pensão alimentícia.

“Lógico, assinala Mário Vicente, que, por consequência, ela poderá votar na próxima eleição da OAB-PB, se assim entender, restando visto, todavia, que o empréstimo foi motivado pela necessidade de se evitar o prosseguimento da execução, que poderia acarretar sérios prejuízos para a manutenção da advogada amiga”, diz a nota.

“Mário Vicente ressalta que o valor do empréstimo resultou de contrato formal com a presença de duas testemunhas, demonstrando-se a veracidade da negociação”, prossegue.

“Assis Almeida, referido na reportagem politiqueira, sequer sabe dessa operação, sendo a atitude oportunista mais uma maldade contra sua honra”, finaliza.

Blog de Maurílio Júnior

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Política

Congresso articula reação ao STF e avalia projeto para incorporar o orçamento secreto às verbas dos ministérios

Foto: Reprodução

Deputados e senadores já começaram a articular uma reação após o Supremo formar maioria para suspender os pagamentos do orçamento secreto. Pressionados por prefeitos aliados, que se beneficiam da aplicação dos recursos em melhorias nos seus municípios, parlamentares estudam uma saída legislativa. Uma das possibilidades seria aprovar um projeto que remaneje as verbas das emendas de relator para os orçamentos dos ministérios. Com isso, a destinação dos valores seria negociada pelos congressistas diretamente com as pastas. Uma ala do governo, contudo, ainda resiste a essa alternativa.

No próprio Congresso há o receio de que essa saída seja interpretada pelo STF como uma burla à decisão da Corte, visto que não haveria transparência sobre as negociações entre congressistas e ministérios. Dos R$ 16,8 bilhões das emendas de relator de 2021, R$ 9 bilhões já foram empenhados, ou seja, reservados a algum fim. A suspensão do pagamento dessa fatia é o que gera mais inconformismo entre congressistas e prefeitos. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que a Corte pode ter “extrapolado” ao adotar tal medida.

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), classificou a decisão do STF de “ativismo político do Poder Judiciário”. Questionado sobre qual será a solução para executar as emendas, ele disse que cabe a Lira e ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), resolver a situação.

“A solução é bem simples, mas ainda não sei como vai ser. Vai depender do Arthur Lira e do Pacheco.”, afirmou Ricardo.

Para reclassificar as emendas de relator, é preciso que o governo encaminhe ao Congresso um projeto de lei. Do total de emendas de relator previstas no Orçamento de 2021, de R$ 16,8 bilhões, foram empenhados R$ 9,3 bilhões e pagos R$ 3,5 bilhões. Todo o valor empenhado e o saldo poderão virar despesas discricionárias, ou seja, de uso livre.

O Globo

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