Paraíba

DO LITORAL AO SERTÃO: Confira o desempenho de João e Pedro nas regiões da PB

Foto: Reprodução

Apesar de ter alcançado mais de 10 pontos à frente do segundo colocado no estado, João Azevêdo tem pelas próximas semanas o desafio de expandir sua preferência nos dois maiores colégios eleitorais paraibanos – João Pessoa e Campina Grande.

Em João Pessoa, quem assumiu a liderança na votação de primeiro turno foi Nilvan Ferreira (PL), com 31,10% dos votos pessoenses. Azevêdo ficou em segundo lugar na capital, com 29,20%. Ambos são seguidos por Pedro Cunha Lima (PSDB), Veneziano Vital (MDB) e Adjany Simplicio (PSOL), respectivamente.

Na Rainha da Borborema, a dianteira é de Pedro Cunha Lima (35,40%). Nilvan Ferreira aparece em segundo lugar (24,60%), Veneziano vem em terceiro (21,93%) e João figura em quarta posição (17,25%).

Região Metropolitana

Nas cidades metropolitanas de Cabedelo, Bayeux e Santa Rita, Nilvan Ferreira detém a maior parcela de votos. Nesses três municípios, Pedro Cunha Lima assume o segundo lugar entre os mais votados, e João fica na terceira colocação.

Já em Conde, no Litoral Sul, João detém a maior votação (32,70%), seguido por Nilvan (27,94%), Pedro (21,88%), Veneziano (16,89%) e Adjany (0,35%).

Cariri

Em Monteiro, uma das maiores cidades do Cariri paraibano, João Azevêdo tem larga vantagem com 61,14% dos votos. Em seguida vem Pedro (21,05%), Veneziano (9,76%), Nilvan (7,88%) e Adjany (0,09%).

Cabaceiras, outro município localizado no Cariri, deu 66,44% dos votos para Azevêdo, 14,70% para Nilvan, 12,72% para Pedro, 5,87% a Veneziano e 0,16% para Adjany.

Sertão

Em municípios do Sertão como Cajazeiras, Patos e Sousa, João Azevêdo também mantém a preferência frente aos outros candidatos.

Em Pombal, por exemplo, marca 50,77% contra 37,38% de Pedro Cunha Lima.

Brejo

Nas cidades do Brejo como Bananeiras, Areia, Remígio e Solânea, o eleitor também deu preferência a João neste domingo. Nesta última, por exemplo, o socialista obteve 52,71% dos votos, contra 17,51% de Veneziano, 16,93% de Nilvan e 12,39% de Pedro.

F5 Online

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Polícia

Trio é preso após tentar arrombar cofre de supermercado em JP; Boné do PT é encontrado no local

 

Foto: Reprodução

Três homens foram presos em flagrante após arrombar um supermercado e quase violar o cofre do estabelecimento situado no bairro do José Américo. O crime foi registrado na madrugada desta segunda-feira (3).

Com os criminosos, a polícia apreendeu uma extensa quantidade de serras e equipamentos elétricos usados na ação. O cofre, inclusive, teve a porta danificada. As guarnições encontraram os suspeitos após moradores denunciarem o barulho vindo do estabelecimento.

Foto: Reprodução

Detidos, os homens foram encaminhados à Central de Polícia, no bairro do Geisel. No local sobrou um rastro da ação marcado, inclusive, por uma parede danificada.

Portal T5

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Polícia

Homem é preso após agredir avó e bisavó a pauladas em JP

Foto: Divulgação

Um jovem suspeito de agredir a pauladas a avó e a bisavó foi preso em flagrante durante a madrugada desta segunda-feira (3), em João Pessoa. Testemunhas informaram à polícia que as agressões foram motivadas pela dependência de drogas do suspeito. Segundo as investigações, as idosas também eram vítimas de extorsão.

O caso ocorrido no bairro Cristo Redentor foi registrado na Delegacia da Mulher, localizada na Central de Polícia. Além das agressões físicas, os benefícios financeiros recebidos pelas vítimas eram usados pelo homem para obtenção dos entorpecentes, informou a polícia.

O jovem está na carceragem, onde aguarda audiência de custódia.

Denuncie

Na Paraíba, as denúncias podem ser feitas também em qualquer uma das Delegacias da Mulher (Deam) espalhadas em todas as regiões, além do plantão 24 horas na Deam Sul de João Pessoa, que funciona na Central de Polícia.

Além desses locais, o denunciante poderá utilizar os telefones 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar, para chamado de urgência) ou o 180 (número nacional de denúncia contra violência doméstica). Outra opção é fazer um registro da denúncia através da delegacia online no endereço: www.delegaciaonline.pb.gov.br

Portal T5

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Paraíba

CALVÁRIO PETISTA: Ricardo, Estela e Márcia Lucena saem derrotados das urnas

Foto: Divulgação

O eleitor paraibano derrotou três réus na Operação Calvário nas eleições deste domingo (3). O ex-governador Ricardo Coutinho, que despontava em primeiro nas pesquisas eleitorais, foi derrotado na disputa ao Senado. A deputada estadual Estela Bezerra, que não conseguiu se eleger deputada federal, e a ex-prefeita de Conde, Márcia Lucena, que perdeu o pleito para deputada estadual.

Ricardo Coutinho já havia perdido a eleição à Prefeitura de João Pessoa em 2020, quando ficou em sexto lugar atrás de Edilma Freire (PV), Walber Virgolino, Rui Carneiro, Nilvan Ferreira e Cícero Lucena.

Agora Coutinho ficou em terceiro, atrás de Pollyanna Dutra, do PSB, e de Efraim Filho, do União, este eleito senador da República pelo estado da Paraíba.

Ricardo Coutinho foi preso na Operação Calvário e foi denunciado sob a acusação de ser o chefe da organização criminosa responsável por desvios de milhões de reais da saúde e da educação na Paraíba.

Além disso, ele é réu em diversas ações criminais no âmbito da Operação Calvário.

Com informações de Marcelo José 

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Política

Bolsonaro ganha fôlego e Lula sai pressionado do primeiro turno

Foto: Reprodução

A prorrogação da eleição presidencial para o 2º turno mostrou a resiliência e a força do bolsonarismo e deu ao presidente Jair Bolsonaro (PL) fôlego para se manter competitivo na disputa. Seu agora único adversário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve recorde de votos, mas ainda assim precisará ampliar movimentos por mais apoio e terá como desafio manter sua militância engajada.

Bolsonaro também melhorou seu desempenho em relação a 2018, quando teve 49.277.010 votos no 1º turno. No domingo (2), chegou a 51.069.907.

O enfrentamento direto entre Lula e Bolsonaro tende também a acirrar os ataques mútuos, que têm como objetivo aumentar a rejeição um do outro. Ambos devem recorrer a suspeitas de corrupção. No caso do petista, as acusações da Lava Jato. No de Bolsonaro, as acusações de rachadinha e negócios envolvendo sua família.

Bolsonaro deve também atacar Lula por sua ligação com regimes de esquerda da América Latina e pela recessão do governo de Dilma Rousseff (PT), sua sucessora.

Uma novidade pode aparecer na campanha do atual presidente: uma suavização do discurso, com um pouco mais de venda de esperança e emoção em seus comerciais. Foi isso o que o Poder360 ouviu ontem entre os aliados de Bolsonaro.

Por fim, o Planalto vai propagar o quanto puder os números positivos deste momento da economia. E Bolsonaro vai pagar os R$ 600 do Auxílio Brasil a 20 milhões de famílias dentro de uma semana. Até agora, esse benefício parece ter tido resultado tímido na aprovação do presidente, mas esse tipo de efeito é cumulativo e pode vir agora em outubro.

O petista, por outro lado, deve usar contra o atual presidente o discurso de que ele foi omisso e cruel na resposta à pandemia da covid-19, deixou a miséria e a fome escalarem e não tem interlocução internacional.

Embora tenha recebido o maior número de votos em 1º turno desde que disputa a Presidência da República, a expectativa de vitória em 1º turno e a derrota em São Paulo frustraram os aliados do petista.

Também é muito importante notar que Bolsonaro terminou na frente de Lula em 4 regiões do Brasil. O petista só ganhou (e muito bem) no Nordeste. Leia abaixo o desempenho dos 2 por unidade da Federação:

Na reta final, muitas pesquisas de intenção de voto com problemas metodológicos indicavam que Lula tinha chances de liquidar a eleição no domingo. Era uma miragem. A campanha do PT incentivou o chamado “voto útil”, sobretudo para arrancar votos de Ciro Gomes, do PDT. Não deu certo. Ciro desidratou nas últimas 72 horas, mas seus votos aparentemente não só não foram para Lula, como podem ter engrossado os apoios a Bolsonaro.

Lula também apelou para que as pessoas comparecessem às urnas. O objetivo era reduzir a abstenção de cerca de 20% que costuma ser registrada em todas as eleições. Dirigentes do PT telefonavam para repórteres para dizer que não havia hipótese de a abstenção neste ano ser igual a de 2018. Seria menor, por causa da polarização extremada da disputa. Essa estratégia também fracassou. Neste ano, a taxa de abstenção foi de 20,9% (um pouco maior do que a de 20,3% de 2018).

Bolsonaro, por sua vez, manteve o discurso de descrença em relação às pesquisas. Repetiu que sairia vencedor da disputa. Cravou, no dia da eleição, que venceria no 1º turno com 60% dos votos. Obviamente era um blefe.

Só que o presidente terá um argumento para esgrimir pelas próximas 4 semanas: a maioria das empresas alimentou a tese propagada em programas de TV a cabo sobre vitória de Lula no 1º turno. A TV Globo, uma espécie de nêmesis de Bolsonaro na mídia, usou em seus telejornais apenas os levantamentos de Datafolha e Ipec, justamente as empresas que mais apontavam para possível vitória de Lula no 1º turno.

O PoderData foi uma das poucas empresas de pesquisa que nunca apontou a possibilidade de vitória do PT no 1º turno.

A decisão por um 2º turno neste domingo frustrou o grupo mais próximo a Lula. Coube ao ex-presidente animar seus companheiros. No discurso feito logo após o resultado eleitoral, ele afirmou que “a luta continua até a vitória final” e conclamou seus aliados a continuarem engajados.

A resposta do público na av. Paulista, onde o PT organizou um ato com a presença de Lula, mostrou que a tarefa será difícil. O clima de derrota tomou conta. O ex-presidente fez um discurso de apenas 4 minutos.

A principal decepção dos petistas foi com o resultado em São Paulo. A expectativa era de disputa acirrada no Estado, mas o atual presidente teve quase 1,8 milhão de votos a mais que o petista.

Com a ida de Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao 2º turno na disputa estadual, Lula pretende intensificar a campanha no Estado para tentar fazer uma dobradinha com seu correligionário.

Também vai se concentrar em São Paulo por ser o maior colégio eleitoral do país, com 34,6 milhões de eleitores. Ele precisa recuperar terreno no Estado.

De novo, em São Paulo e no Sudeste, o erro estratégico do PT foi confiar nas pesquisas tradicionais (feitas presencialmente) e achar que o caminho estava suave. O Datafolha pesquisou São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Apurou na véspera da eleição intenções de votos muito diferentes (com mais de 10 pontos de diferença) em 3 Estados (SP, RJ e BA).

A votação de Lula era esperada pela campanha petista, mas o desempenho de Bolsonaro surpreendeu –de novo por causa da miragem criada por empresas tradicionais de pesquisa. Aliados do ex-presidente não haviam projetado uma vantagem de menos de 5 pontos.

O cálculo dos petistas é que, para ganhar no 2º turno, Bolsonaro precisa conquistar quase todos os votos dados a Simone Tebet (MDB), que teve 4,9 milhões de votos (4,16%) e ficou em 3º lugar, e Ciro Gomes (PDT), que conquistou 3,5 milhões de votos (3,05%) e acabou em 4º.

Somados, os dois obtiveram 8,5 milhões de votos. A vantagem de Lula sobre Bolsonaro foi de 6,1 milhões de votos.

Mas nem tudo é matemático na dinâmica eleitoral e 4 semanas de uma nova fase da campanha podem mudar muita coisa. Aliás, começa a rondar a campanha petista a “síndrome de Alckmin”. O ex-tucano enfrentou Lula na eleição presidencial de 2006. Os 2 foram para o 2º turno e Alckmin teve naquele ano menos votos do que havia conquistado no 1º. Enfim, é possível um candidato ser desidratado de 1 turno para o outro. Já aconteceu com o hoje candidato a vice de Lula.

Lula deve intensificar a busca por mais apoios e demonstrar força política no 2º turno. Desde 2021, ele construiu uma frente ampla que reuniu 10 partidos em sua coligação. Agora deverá avançar sobre o PDT, ainda que Ciro Gomes não deva apoiá-lo, PSD e parte do União Brasil. Também tentará atrair Simone Tebet.

Bolsonaro deve intensificar viagens pelo país e apostar no argumento de que terá maior governabilidade junto ao Congresso do que Lula. E uma coisa é fato: o Legislativo que toma posse em 2023 é muito mais conservador e pró-Bolsonaro do que a Lula.

Poder360

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Brasil

“Nós vencemos a mentira”, diz Bolsonaro sobre pesquisas após confirmação de 2º turno com Lula

O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), conversou com a imprensa na noite deste domingo (2) após a confirmação do 2º turno contra o ex-presidente Lula (PT) no dia 30 de outubro.

O presidente afirmou que está confiante para a disputa do 2º turno contra seu rival, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Nós vencemos as mentiras”, disse ele ao citar pesquisas que colocavam Lula à frente do cargo.

Veja:

 

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Política

“É apenas uma prorrogação”, diz Lula sobre 2º turno

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que sua ida ao 2º turno das eleições presidenciais é “apenas uma prorrogação” e conclamou seus principais aliados a continuar trabalhando “até a vitória final”. Em pronunciamento na noite deste domingo (2), o petista afirmou que terá a “chance” de debater diretamente com seu oponente Jair Bolsonaro (PL) e disse que trabalhará para ampliar suas alianças.

“Durante toda essa campanha, a gente esteve na frente nas pesquisas de opinião pública de todos os institutos, mesmo aqueles que não queriam que a gente ganhasse, colocavam a gente em 1º lugar. E eu sempre achei que a gente ia ganhar essas eleições. Eu quero dizer para vocês que nós vamo ganhar essas eleições. Isso para nós é apenas uma prorrogação”, disse.

O petista teve 57.256.053 votos – 48,43% dos votos válidos (sem considerar brancos, nulos e abstenções) e não conseguiu encerrar o pleito no 1º turno, como planejava. Na tentativa de se reeleger, Bolsonaro teve 51.070.958 votos – 43,20% dos votos válidos.

Poder360

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Brasil

Nove ex-ministros de Bolsonaro são eleitos neste domingo

Foto: Reprodução

Entre os 17 ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro (PL) que disputaram cargos públicos nas eleições, nove foram eleitos nestas eleições.

Em maio, 10 ministros deixaram o governo para se candidatar nas eleições. Antes disso, outros 18 saíram ou foram demitidos de seus cargos. Destes, 7 disputaram o pleito deste domingo (2.out).

Dos 17 ministros que concorreram a cargos eletivos nessas eleições, 12 receberam o apoio oficial de Bolsonaro em suas candidaturas. O ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto (PL) disputa a eleição para o cargo de vice-presidente da chapa de Bolsonaro à reeleição e segue para o 2º turno.

Além de Braga Netto, o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) segue na disputa por São Paulo contra Fernando Haddad (PT). O ex-ministro do Trabalho e Previdência Social Onyx Lorenzoni (PL) também disputa o 2º turno contra Eduardo Leite (PSDB).

Entre os 4 ex-ministros que não receberam apoio oficial do chefe do Executivo nas candidaturas, 3 romperam com o governo, são eles: Sergio Moro (União), ex-ministro da Justiça e Segurança Pública; Luiz Henrique Mandetta (União Brasil), ex-ministro da Saúde; e Abraham Weintraub (PMB), ex-ministro da Educação.

Veja abaixo o desempenho:

Poder360

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Brasil

Erros de pesquisas de intenção de voto mancham credibilidade de institutos, dizem especialistas

Divulgação

Os resultados do primeiro turno das eleições, que ocorreram nesse domingo (2), frustraram as previsões das pesquisas feitas pelos principais institutos que fazem levantamentos sobre a preferência do eleitorado do país.

Na eleição presidencial, por exemplo, Datafolha e Ipec davam menos de 40% dos votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontaram a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhar sem a necessidade de segundo turno, mas ambos erraram.

Desde agosto, o Ipec fez sete pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto. Considerando os votos válidos, o petista oscilou de 52% para 51%. Levando em conta a margem de erro de dois pontos percentuais estabelecida pelo instituto, o Ipec se aproximou do resultado divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que registrou 48% dos votos para Lula.

No entanto, a empresa não chegou nem perto do total de votos obtidos por Bolsonaro. O presidente teve 43%, segundo o TSE. Nos sete levantamentos do Ipec, contudo, o chefe do Executivo começou e terminou com 37% dos votos válidos. Com o Datafolha não foi diferente. Em seis pesquisas feitas desde agosto, Lula iniciou com 51% dos votos válidos e terminou com 50%. Bolsonaro, por sua vez, tinha 35% na primeira amostra e 36% na última.

Perda de credibilidad

Na avaliação de especialistas, a quantidade de erros compromete a credibilidade das empresas. Doutor em ciência política, Leandro Gabiati diz que os institutos de pesquisa fazem parte do processo eleitoral e ajudam o eleitor a entender melhor em qual contexto ele vai votar, mas alerta que a baixa assertividade atrapalha o cenário eleitoral.

“Quando as pesquisas trazem informações erradas, isso confunde o eleitor. E se os institutos passam a ter descrédito na sociedade e com atores políticos, isso é negativo para a democracia como um todo. É fundamental que os institutos façam uma mea culpa e aprimorem a metodologia e as ferramentas de pesquisa para acertar mais”, afirmou.

R7

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Paraíba

ABSTENÇÃO: No primeiro turno, mais de 500 mil deixam de votar na PB

Foto: Divulgação/TSE

Cerca de 534 mil pessoas na Paraíba não compareceram às zonas eleitorais para votar neste domingo (2). Os dados, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostram que 2,5 milhões de pessoas votaram, mas 17% dos eleitores aptos deixaram de ir às seções. O número de nulos e brancos para o cargo chegou a135 mil.

Para presidente, foram 2.414.957 votos válidos no estado, 93.572 nulos e 41.795 brancos. Para governador, foram apurados 2.170.520 votos válidos, mas nulos e brancos surpreenderam: 373.950 pessoas deixaram de escolher entre os candidatos para ocupar o Governo do Estado.

Na disputa ao Senado, 546.492 votaram branco ou nulo; 333 mil não votaram para deputado federal e 303 mil não definiram por qual deputado estadual queriam ser representados.

Quem não votou ou justificou a ausência à Justiça Eleitoral, precisará pagar uma multa para regularizar a situação. A taxa pode ser paga através do site do TSE.

MaisPB

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