Um grupo suspeito de envolvimento com assaltos a bancos e cooperativas de crédito foi preso durante uma operação policial, na madrugada desta quarta-feira (5), na região de Boa Vista, Agreste da Paraíba. Segundo a Polícia Civil, os quatro homens e três mulheres detidos foram levados para a Central de Polícia Civil de Campina Grande.
As prisões aconteceram após uma investigação da Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil, em Campina Grande. Segundo a polícia, o grupo foi encontrado em uma casa localizada na zona rural de Boa Vista.
As mulheres presas são casadas com três dos suspeitos. Todos eles moravam na mesma casa onde foram encontrados.
Um dos homens presos, identificado por Rodolfo, seria o líder do grupo. Ele já havia cumprido pena em 2015, suspeito de envolvimento com um assalto a banco na cidade de Juazeirinho. Atualmente, haviam quatro mandados de prisão em aberto contra ele.
Além do grupo, a polícia também encontrou e apreendeu vários materiais que seriam usados durante as ações criminosas, como explosivos, pistolas, munições e armas roubadas, além de um carro.
O grupo segue na Central de Polícia Civil de Campina Grande aguardando os procedimentos.
Os dois candidatos que saíram derrotados na disputa ao governo do estado têm viagens marcadas para a capital federal, para discutir com Lula e Bolsonaro se vão marchar com João Azevedo (PSB) ou Pedro Cunha Lima (PSDB).
Nilvan Ferreira (PL) e o deputado federal eleito Cabo Gilberto devem desembarcar no Distrito Federal ainda esta semana, para saber a decisão de Bolsonaro se vão formar uma aliança com Pedro. A condição é que o tucano expresse apoio oficial ao candidato a reeleição. Inclusive, adesivos com os dois já estão sendo colados em carros nessa campanha do segundo turno, o que já está gerando uma aproximação?
Em resumo, só depende de Pedro, já que os próprios familiares e várias lideranças de Campina Grande como o prefeito da cidade, Bruno Cunha Lima e o ex-prefeito, Romero Rodrigues, já defendem Bolsonaro há tempos.
Por outro lado, Veneziano Vital (MDB) recebeu um convite do ex-presidente Lula para se fazer presente em São Paulo e também chegar a uma definição. O mais provável é que a ala petista do grupo do ex-prefeito de Campina Grande, capitaneada por Ricardo Coutinho, decida por apoiar João Azevêdo, mesmo que os dois ainda sejam adversários políticos.
Alem disso tem Geraldo Alckmin, que é vice de Lula e do mesmo partido de João, o PSB. O ex-tucano, inclusive, gravou vídeos em apoio ao governador durante o primeiro turno.
Veneziano e João entraram em rota de colisão no início da campanha pelo apoio do ex-presidente, onde o emedebista acabou vencendo a quebra de braço e deixou João a ver navios.
Tanto o PL como o MDB no estado, prometem ainda nesta semana decidir o que já está decidido. Só não ver quem não quer.
O Banco Central está fazendo uma ampla fiscalização no sistema financeiro de olho em fraudes a partir de fragilidades na abertura digital de contas.A preocupação do regulador é de que o processo digital deixe brechas para o cadastro de contas fraudulentas.
Essas contas são utilizadas em crimes envolvendo o Pix, por exemplo. Nesse caso, são abertas utilizando documentos de terceiros para serem utilizadas como um caminho de “escoamento” do dinheiro roubado, em geral via sucessivas transações. Outros crimes também usam esse tipo de conta.
O pente fino, iniciado no fim de agosto, tem sido feito em todo o mercado, de acordo com as fontes, e envolve um pedido de envio de informações de todas as contas fraudadas desde janeiro do ano passado. Segundo uma fonte, essa etapa de fiscalização está próxima da finalização.
Bancos atestam dados de dono da conta
O BC permite a abertura de contas de forma digital sem que o cliente tenha de ir a uma agência há cerca de seis anos. No processo, cabe aos bancos e fintechs atestarem que quem está pedindo a abertura é de fato o dono da documentação utilizada através de comprovações de identidade, com o envio de fotos, por exemplo.
Desde 2020, contudo, o BC permite que cada instituição defina quais os documentos serão exigidos para identificar e qualificar o titular da conta e os controles adotados para verificar sua autenticidade. Para parte dos agentes, pode haver fragilidades nesse processo.
Fiscalização deve ficar mais rígida
“O BC mudou recentemente as regras de abertura de contas para basicamente dizer que cada instituição deveria ter uma política própria. Como a norma já existe, a questão passa a ser a fiscalização. E está em curso uma com todo o mercado agora”, explicou um executivo do setor de instituições de pagamento.
Não há uma definição sobre os desdobramentos da fiscalização. Parte do mercado acredita em um futuro aperto nas normas de abertura de contas, que também valeria para todos os agentes. Outra fonte afirma, entretanto, que as regras são as mesmas e que mais faria mais sentido ampliar a fiscalização.
A sinalização do BC, segundo o interlocutor, é que a fiscalização daqui em diante será mais rígida. Fontes ponderam que há fraudes a partir de contas tanto em fintechs quanto em bancos. Ambos os lados afirmam que o setor tem debatido propostas e enviado sugestões ao BC para deter as fraudes no sistema financeiro, que tem crescido não só no Brasil.
“O BC está tentando entender para onde está indo esse dinheiro. Se uma instituição estiver recebendo dinheiro em volume superior à sua participação de mercado, pode ser a indicação de um problema. O BC está fazendo esse esforço, mapeando onde estão essas áreas de calor, para começar a desvendar o problema”, disse uma fonte do sistema bancário.
Questionado, o BC disse apenas que fiscaliza “continuamente os entes regulados” e disse que não iria comentar sobre as demandas de endurecimento de regras para abertura digital de contas e sobre a criação de novas normas.
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, disse nesta terça-feira (4) que o Tribunal está tomando “as medidas necessárias” para evitar filas nas seções durante o 2º turno da eleição.
Durante abertura da sessão do TSE nesta terça-feira, também exaltou o sistema eleitoral brasileiro e a participação popular no 1º turno. Moraes afirmou que, mais uma vez, as urnas eletrônicas mostraram que “não há, no mundo, uma eleição tão segura, tão confiável, tão auditável e com apuração tão rápida” como no Brasil.
O ministro também convocou a população para votar novamente no 2º turno, a qual chamou de “grande festa da democracia”.
“Quero agradecer, principalmente, à sociedade brasileira. A eleitora e o eleitor brasileiros demostraram maturidade democrática, compareceram às seções eleitorais, realizaram o ato de votar, a concretização da democracia com paz, harmonia e segurança. Isso é muito importante”, falou.
Um grupo de quatro criminosos armados ateou fogo em um ônibus na noite desta terça-feira (4) no bairro do Colinas do Sul em João Pessoa.
De acordo com os passageiros, eles chegaram em um veículo, abordaram o motorista e pediram que as pessoas saíssem às pressas do veículo, porque iriam fazer uma “parada”, que não significa boa coisa no linguajar da bandidagem.
Após isso, eles jogaram vários coquetéis Molotov dentro do veículo, entraram no carro e fugiram, mas antes deixarm um recado “Ninguém viu e ninguém ouviu nada”.
De acordo com a PM, o crime pode ter sido uma retaliação a um caso que aconteceu no último sábado, onde um homem foi baleado na cabeça por um PM, após ser confundido com um bandido.
Ele está internado em estado grave no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.
Com o homem, foi encontrado um revólver com munições, drogas e dinheiro. A família diz que a arma não pertence a ele e foram colocadas no local do crime pelos próprios policiais, e que o jovem não tem envolvimento com drogas.
A Polícia Militar está acompanhando o caso administrativamente e afastou o policial.
Entre as cidades 10 mais violentas do país, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o candidato à Presidência mais votado no primeiro turno em oito. O petista enfrentará Jair Bolsonaro (PL) no próximo dia 30, pelo segundo turno.
De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral, entre os municípios da lista, o atual presidente só venceu em Floresta do Araguaia, no Pará, e e Aripuanã, no Mato Grosso.
Para organizar o ranking dos municípios mais violentos, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública considerou as taxas médias de mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes entre 2019 a 2021.
Das 10 cidades, sete estão localizadas na região Nordeste, enquanto duas ficam no Pará, no Norte do Brasil, e uma em Aripuanã, no Mato Grosso, na região Centro-Oeste.
Confira abaixo qual candidato recebeu mais votos em cada uma dessas cidades no primeiro turno:
1º – São João do Jaguaribe (CE) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 224,0
Lula, com 3730 votos;
2º – Jacareacanga (PA) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 199,2
Lula, com 4.382 votos;
3º – Aurelino Leal (BA) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 144,2
Lula, com 5.086 votos;
4º – Floresta do Araguaia (PA) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 133
Jair Bolsonaro, com 5.350 votos;
5º – Umarizal (RN) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 123,6
Lula, com 5.270 votos;
6º – Guaiúba (CE) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 121,8
Lula, com 11.888 votos;
7º – Jussari (BA) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 120,9
Lula, com 2.119 votos;
8º – Rodolfo Fernandes (RN) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 119,6
Lula, com 2.611 votos;
9º – Extremoz (RN) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 118,7
Lula, com 12.753 votos;
10º – Aripuanã (MT) – taxa média de mortes violentas por 100 mil habitantes de 118,7
O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), disse nesta terça-feira (4.out.2022) que o resultado do 1º turno das eleições presidenciais foi um “milagre”. O chefe do Executivo, que disputará o 2º turno, afirmou que “todos” estavam “contra” sua candidatura e mencionou a imprensa, empresas de pesquisas e, de forma indireta, ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
“Acredito que o que aconteceu no último domingo também foi um milagre. Estavam todos contra mim. Todos é maneira de falar, né. Todos quem? A grande imprensa, institutos de pesquisas, parte dos magistrados togados lá da Praça dos 3 Poderes, outros países de esquerda”, disse em encontro com pastores evangélicos em São Paulo.
Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão o 2º turno das eleições em 30 de outubro de 2022. Ao contrário do que algumas empresas de pesquisa afirmavam, a vantagem do petista sobre o atual chefe do Executivo foi apertada.
“Nada está decidido, nada está ganho, nós devemos fazer tudo aquilo que está ao nosso alcance. Quando for impossível fazer com as nossas mãos poderemos aí sim entregar nas mãos de Deus”, declarou Bolsonaro.
O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), entrou em acordo com Tarcísio de Freitas (Republicanos) para declarar apoio ao candidato de Jair Bolsonaro (PL) ao Governo de São Paulo.
Nesta terça-feira (4), Rodrigo também tem um encontro com o presidente na capital paulista, indicando que o apoio a Bolsonaro na corrida pela Presidência também está encaminhado.
Rodrigo terminou o primeiro turno da eleição em terceiro lugar, com 18,4% dos votos válidos, e não avançou para o segundo turno, numa derrota histórica para o PSDB no estado.
Na segunda-feira (3), a campanha de Haddad chegou a procurar interlocutores de Rodrigo, mas não teve contato direto com o governador.
De acordo com aliados de Rodrigo, o governador viu vantagem em fechar uma aliança com Tarcísio na expectativa de que o PSDB mantenha parte dos cargos e das secretarias que ocupa hoje na estrutura governamental, incluindo o Sebrae. A manutenção do comando da Assembleia Legislativa também é um pleito dos tucanos.
Os tucanos levaram em conta que Tarcísio e sua coligação não teriam quadros suficientes e precisariam do apoio do PSDB para tocar o governo. Além disso, o movimento de apoio também busca blindar que tucanos sejam alvo de investigações ou retaliações promovidas pelo eventual governo Tarcísio.
Pesou ainda o fato de que Tarcísio é considerado favorito para o cargo num estado que sempre elegeu governos de direita. O bolsonarista terminou o primeiro turno em primeiro lugar e tem rejeição menor do que o adversário Haddad.
O PSDB em São Paulo também considera o PT um adversário histórico e, de acordo com interlocutores de Rodrigo, não havia sentido apoiar os petistas no segundo turno.
No interior, prefeitos ligados ao PSDB já iniciaram um embarque na campanha de Tarcísio, a exemplo do prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB). “Por coerência, não posso apoiar um candidato [Lula] que foi condenado e preso pelo maior escândalo de corrupção do nosso país. Luto contra a corrupção generalizada no PT há muitos anos”, disse.
O governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), declarou apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa presidencial contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele foi a Brasília se encontrar com o presidente e fez um pronunciamento ao lado de Bolsonaro, no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.
No pronunciamento, Zema criticou o governo de Fernando Pimentel (PT), seu antecessor, em Minas. “Foi uma gestão desastrosa que arruinou o Estado de Minas”, declarou. “É só perguntar para qualquer prefeito de Minas Gerais o estrago que o PT fez no Estado”, disse o governador reeleito.”Então, estou aqui para declarar o meu apoio à candidatura do presidente Bolsonaro, porque eu mais do que ninguém herdei uma tragédia”, disse Zema.
Veja vídeo:
“O PT arruinou MG. Herdamos 30bi de dívida. Pode perguntar aos 853 prefeitos. Tivemos prefeitos q renunciaram, adoeceram e suicidaram c/a gestão do PT. O PT descontou folha d funcionário público e suspendeu fundo d assistência social. O PT diverge entre discurso e prática.” Zema. pic.twitter.com/YBIDbHcRKY
Nas redes sociais do deputado estadual reeleito Walber Virgolino (PL), o prefeito de Campina Grande Bruno Cunha Lima (PSD), apareceram nesta segunda-feira (3) em uma foto ao lado do atual ministro da Saúde Marcelo Queiroga em uma reunião com outros bolsonaristas, onde traçaram metas para a campanha do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) na Paraíba.
“O exército bolsonarista na presença do ministro da saúde Marcelo Queiroga se organizando e traçando estratégias para o 2° turno”, disse Walber ao postar foto com a presença de Bruno.
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