Um jovem de morreu na noite desta quarta-feira (5) após se envolver em um acidente na BR-101 entre Bayeux e João Pessoa. De acordo com familiares, ele soube que a esposa, grávida de gêmeos, teve um pico de pressão alta e deu entrada em um hospital na capital paraibana.
Durante o trajeto, em alta velocidade, ele tentou desviar de um buraco e bateu outra motocicleta, além de ter atingido a traseira de outro veículo. Com a violência da pancada, ele morreu na hora.
Além da esposa grávida de gêmeos, Joesley Lucas de Araújo, de 23 anos, deixa outro filho.
A pesquisa PoderData realizada de 3 a 5 de outubro de 2022 mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 52% das intenções de voto contra 48% de Jair Bolsonaro (PL) no 2º turno das eleições. O placar é referente aos votos válidos – os atribuídos a algum dos candidatos, excluindo-se brancos e nulos.
A diferença numérica é a menor já captada pelo PoderData em um confronto direto entre os 2 candidatos. A distância indica vantagem mínima do petista – não há empate técnico, já que o levantamento com 3.500 entrevistas tem 1,8 ponto percentual de margem de erro.
Essa é a 1ª pesquisa do PoderData depois do 1º turno das eleições, no domingo (2). Com 100% das urnas apuradas, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contabilizou 48,43% dos votos para Lula e 43,2% para Bolsonaro no 1º turno.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com recursos do Poder360, por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram 3.500 entrevistas em 301 municípios nas 27 unidades da Federação de 3 a 5 de outubro de 2022. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual para um intervalo de confiança de 95%. Registro no TSE: BR-08253/2022.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou a nova pesquisa eleitoral divulgada pelo Instituto Ipec, que apontou, nesta quarta-feira (5), que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 51% as intenções dos votos totais para o segundo turno. O atual titular do Palácio do Planalto aparece com 43%. O levantamento foi o primeiro feito após críticas sobre a divergência entre o resultado real das urnas no domingo (2) e as projeções realizadas por institutos de pesquisa na véspera do pleito.
Em uma transmissão nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro disse que “recomeçou a palhaçada” dos institutos de pesquisa.
O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais mostrou que a disputa pelo Palácio do Planalto entre Lula e Bolsonaro foi acirrada. Com 100% das urnas apuradas, Lula alcançou 48,43% dos votos, e Bolsonaro, 43,20%.
Até o último sábado (1º), no entanto, os principais institutos de pesquisa não conseguiam cravar se haveria, ou não, um segundo turno na eleição nacional. Enquanto Lula oscilou em torno dos 50% de votos válidos na maioria dos levantamentos nacionais ao longo da campanha, Bolsonaro ficou em torno dos 30% nos levantamentos de intenção de voto.
O ministro da Justiça, Anderson Torres, informou nessa terça-feira (4) que encaminhou à Polícia Federal um pedido para abrir investigação sobre a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais do Brasil.
Nas redes sociais, Torres disse que o pedido atende a uma representação recebida pelo ministério. O documento teria apontado “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados”.
O anúncio do apoio do candidato a presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao governador João Azevedo, que disputa a reeleição, já causa atritos entre os filiados do PT no estado.
Na noite desta quarta-feira (5), horas após Lula divulgar um vídeo ao lado de João, Amanda Rodrigues, esposa do ex-governador Ricardo Coutinho, não ficou nem um pouco satisfeita com a decisão do PT nacional e estadual e soltou que não votava em “traidor”.
Hoje filiado ao PT, Ricardo é tido como padrinho político de João Azevedo, que foi secretário de Recursos Hídricos na gestão do petista, à época no PSB.
Em 2018, Coutinho lançou o nome do atual governador e o ajudou a se eleger nas eleições de 2018.
Só que em 2019, um ano depois, João rompeu com Ricardo após o petista promover, junto com a direção nacional, a dissolução da executiva estadual do PSB.
Com isso, Ricardo tomou as rédeas do partido, inclusive saindo como candidato a prefeito em 2020, sendo derrotado nas eleições. Este ano, Ricardo se lançou como candidato ao Senado, mesmo Inelegível e perdeu de novo.
O Brasil registrou a maior queda da taxa de desemprego em um ano entre 40 países, de acordo com levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating. O indicador recuou de 13,1%, em agosto de 2021, para 8,9%, no mesmo período deste ano, uma redução de 4,2 pontos percentuais.
A trajetória de queda do desemprego no país começou na última metade do ano passado e atingiu 8,9% no trimestre encerrado em agosto. O percentual é o menor apurado desde julho de 2015, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Apesar da redução, a quantidade de profissionais ainda fora da força de trabalho equivale a 9,7 milhões de pessoas, menor nível desde novembro de 2015. Já o contingente de pessoas ocupadas foi de 99 milhões, batendo novamente o recorde na série histórica, iniciada em 2012.
O RECUO DA TAXA DE DESEMPREGO
A diferença entre agosto de 2021 e agosto de 2022 (em pontos percentuais)
Um levantamento feito pela CNN Brasil com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que, assim como na Câmara dos Deputados, o Partido Liberal (PL) e o Partido dos Trabalhadores (PT) lideram o número de parlamentares eleitos para as Assembleias Legislativas dos 26 estados e para a Câmara Legislativa do Distrito Federal.
O PL, legenda do presidente Jair Bolsonaro, fez 129 deputados estaduais/distritais, seguido pelo PT, do ex-presidente Lula, com 118. Em seguida vêm o União Brasil, com 100, Progressistas (87), Republicanos (76), PSD (78), Republicanos (76), PSDB (54), PSB (54) e PDT (43).
caso de São Paulo, estado em que a disputa foi de 47% dos votos para o atual presidente e 40% para o ex, ambos construíram bancadas expressivas. Foram 19 deputados do PL e 18 do PT.
O PL ainda elegeu 17 parlamentares no Rio, onde Bolsonaro ganhou de Lula por 51% a 40%, e 11 em Santa Catarina, onde fez 62% a 29% em cima do rival. Já o PT garantiu 12 deputados em Minas Gerais, onde Lula venceu Bolsonaro por 48% a 43%; 12 em Piauí, com 74% a 19% sobre o atual presidente.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) declarou voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial. Em anúncio nas redes sociais, o tucano afirmou que vota “por uma história de luta pela democracia e inclusão social”. A publicação é acompanhada de duas fotos de FHC com o petista, uma antiga, da época em que disputavam eleições um contra o outro, e uma atual, de quando se encontraram no ano passado.
Às vésperas do primeiro turno, o ex-presidente lançou nota recomendando o voto em quem defende “a democracia e o combate à pobreza e a desigualdade social”. Naquela ocasião, ele não citou o petista nominalmente. A candidata oficialmente apoiada pelo PSDB na primeira rodada do pleito era a senadora Simone Tebet (MDB).
A declaração de Fernando Henrique Cardoso ocorre um dia após o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), anunciar apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL). O acordo foi mal recebido pelo partido e criticado por tucanos históricos, como Aloysio Nunes. A legenda liberou os diretórios estaduais para apoiarem qualquer um dos candidatos à sucessão presidencial.
O candidato do PT agradeceu rapidamente pelo apoio. “Obrigado pelo apoio, FHC. Vamos juntos pela democracia. Um grande abraço!”, escreveu. Em seguida, compartilhou a publicação do tucano e agradeceu pelo “voto e confiança”. “O Brasil precisa de diálogo e de paz”, disse.
O governador reeleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), anunciou oficialmente hoje que apoiará o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno. Os dois fizeram uma declaração conjunta no Palácio da Alvorada, em Brasília.
“Nada mais natural que esse apoio agora no segundo turno ao presidente Bolsonaro”, disse Ibaneis. “É um apoio que vem de coração, e um apoio que vamos correr as ruas do Distrito Federal junto com a população, em especial, a população mais carente da nossa cidade, para que a gente consiga os votos para reeleger o presidente”.
Bolsonaro reafirmou que o apoio era natural, já que os dois estiveram juntos durante os últimos quatro anos de governo. “Fechamos acordo e ele estará junto comigo por ocasião da reeleição, como esteve durante a campanha”, afirmou.
Ibaneis disputou o governo do DF com apoio de Bolsonaro e teve na sua chapa a ex-ministra Flávia Arruda (PL-DF), que acabou não se elegendo para o Senado. Ontem, os governadores reeleitos em Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e no Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), também manifestaram apoio formal à tentativa de reeleição de Bolsonaro.
Derrotado nas urnas, o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), foi outro que aderiu ao bolsonarismo no segundo turno contra Lula. Bolsonaro tem negociado com governadores alinhados ao campo da direita e da centro-direita e também aqueles que, embora acumulem divergências com o atual mandatário do Executivo federal, posicionam-se de forma crítica em relação ao PT.
Nos últimos dias, Bolsonaro afirmou que dedicará quase metade das agendas no segundo turno para percorrer a região Sudeste. O período de atividades é mais curto na etapa final do pleito, e o Sudeste possui os maiores colégios eleitorais do país (SP e MG). Já nos materiais de TV e das redes sociais, a campanha deve focar em conteúdos direcionados ao Norte e Nordeste.
Com a ausência de políticas de combate ao crime por parte do governo do estado, facções criminosas têm aproveitado para ditar as próprias regras em bairros da capital paraibana.
Esta semana, integrantes da chamada “Nova Okaida” picharam um verdadeiro Código de Ética no bairro do Cristo em João Pessoa.
“Comunidade é lugar de paz e felicidade”, diz o comunicado. Veja abaixo:
Foto: Reprodução
Nas redes sociais os comentários são os mais diversos, inclusive com pessoas comemorando a iniciativa. “Só assim as comunidades tem lei”, disse uma internauta. “Pelo menos nós motoboys sabemos que podemos realizar nossas entregas nesse local, sempre respeitando a comunidade”, afirma outro.
O recado está dado: O crime está, lamentavelmente, mais organizado que o próprio estado.
Durante entrevista ao programa Correio Debate da TV Correio, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a pasta vai renovar a frota de ambulâncias do SAMU na Paraíba.
“Não tenho aqui um número exato, mas a pelo menos dez anos não havia renovação nas ambulâncias do SAMU. Porque nós conseguimos renovar a frota do SAMU?! Porque o governo não tem corrupção. Quando não tem corrupção, sobra recursos pra aplicação em políticas públicas do interesse da população da brasileira.” frisou.
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