O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta terça-feira (16) da foto oficial da cúpula do G7. Durante o evento, um gesto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou atenção.
Vídeos mostram Trump passando ao lado de Lula sem cumprimentá-lo ou interagir com o presidente brasileiro. A cena ocorreu durante a formação da foto oficial dos líderes.
Lula participou do encontro como convidado, a convite do presidente francês, Emmanuel Macron. O Brasil não faz parte do G7.
O episódio acontece em meio a um momento de atrito entre Brasil e Estados Unidos, após o governo norte-americano concluir uma investigação comercial e propor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
A Polícia Federal (PF) concluiu que o banqueiro Daniel Vorcaro pagou hospedagens em um hotel de luxo de Lisboa para o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e para o senador Ciro Nogueira (PP-PI), em 2024.
A informação consta em relatório da Operação Compliance Zero, produzido em abril deste ano e divulgado nesta terça-feira (16) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, relator do caso Master.
De acordo com a PF, mensagens de WhatsApp encontradas no celular de Vorcaro mostram que, em 18 de junho de 2024, ele pediu a um aliado identificado como Leo Serrano que fizesse reservas de hotel em Lisboa para “Ciro e Hugo”. Segundo os investigadores, os nomes se referem ao senador e ao presidente da Câmara.
Após as reservas, Vorcaro enviou um áudio a Serrano demonstrando preocupação com a privacidade do encontro no Hotel Four Seasons, onde ocorreria a hospedagem.
“Após a realização das reservas, ainda no mesmo dia, Daniel Bueno Vorcaro encaminhou mensagem de áudio na qual demonstrou acentuada preocupação com a privacidade do evento, ressaltando, inclusive, a necessidade de privatização do espaço localizado em frente ao local, a fim de impedir qualquer visualização do que ocorresse em seu interior”, diz o relatório.
Hugo Motta não é investigado pela PF. Já Ciro Nogueira está entre os investigados e foi alvo de busca e apreensão autorizada pelo STF.
Questionado por jornalistas sobre o caso, Motta afirmou que está “tranquilo” e disse que esteve em Lisboa para participar de um evento jurídico promovido pelo ministro Gilmar Mendes.
Pesquisa da Futura/Apex divulgada nesta terça-feira, 16, mostra que mais da metade dos brasileiros desaprova o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo o levantamento, 58,8% dos entrevistados desaprovam o Congresso, enquanto 29,8% aprovam a atuação da instituição. Outros 11,4% não souberam responder ou preferiram não opinar.
No caso do STF, a desaprovação chega a 51,1%, contra 38,3% de aprovação. Já 10,6% não responderam ou não quiseram comentar.
Apesar dos índices acima de 50%, a desaprovação de ambos recuou em relação a maio. No Congresso, caiu de 60,1% para 58,8%. Já no STF, passou de 54,3% para 51,1%.
Metodologia
O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 8 e 12 de junho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A taxação de encomendas com valor abaixo de US$ 50, zerada neste ano com o fim da “taxa das blusinhas”, retornará em 2027. A cobrança está prevista na reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional, que criou a “Contribuição sobre Bens e Serviços” (CBS), novo tributo federal aplicado a importações e produtos nacionais.
A alíquota ainda será definida pelo Senado em dezembro, com base em cálculos da Receita Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU). Projeções da consultoria Roit apontam que a CBS pode chegar a 9,43% em 2027, acima da estimativa inicial do governo, de 8,8%.
Além da CBS, seguirá sendo cobrado o ICMS estadual sobre compras internacionais, com alíquotas entre 17% e 20%.
Entre 2029 e 2032, os tributos estaduais e municipais serão incorporados ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A estimativa é que a soma das alíquotas da CBS e do IBS alcance cerca de 26,5% em 2032, incidindo também sobre importações.
O Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) considera a cobrança da CBS “essencial para corrigir distorções competitivas” e garantir “isonomia tributária” em relação às plataformas internacionais. Já consumidores criticam o encarecimento de produtos de baixo custo vendidos em plataformas como AliExpress, Shein e Temu.
A Câmara dos Deputados deve votar nesta terça-feira (16) o projeto de lei enviado pelo governo federal que trata do fim da escala de trabalho 6×1. A proposta tramita em regime de urgência e passou a bloquear a votação de projetos ordinários por não ter sido analisada dentro do prazo previsto.
Com isso, os deputados só podem deliberar sobre PECs, projetos de decreto legislativo e requerimentos de urgência até que a matéria seja votada.
O texto foi apresentado pelo governo em 14 de abril e prevê jornada semanal máxima de 40 horas, além de dois dias de descanso por semana. A proposta tem conteúdo semelhante à PEC do fim da escala 6×1 aprovada pela Câmara no fim de maio, mas foi encaminhada com urgência constitucional.
Na tentativa de acelerar a tramitação, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), designou na semana passada o deputado Leo Prates (Republicanos-BA) como relator da matéria.
Caso seja aprovado, o projeto permitirá o avanço de outras pautas antes do recesso parlamentar, previsto para 18 de julho. A proposta também seguirá para o Senado Federal, onde terá prazo de 45 dias para votação. Se esse período for ultrapassado, a pauta da Casa poderá ficar trancada.
Levantamento da Futura/Apex mostra que a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 49,6% em junho, superando a desaprovação, que ficou em 47,7%. Outros 2,7% não souberam ou não responderam.
Em maio, a desaprovação era de 51,8%, enquanto a aprovação registrava 44,9%. Na ocasião, 3,2% não souberam ou não responderam.
Avaliação
A pesquisa também aponta que 41,4% dos entrevistados avaliam o governo como ruim ou péssimo, enquanto 39,8% consideram a gestão ótima ou boa. Outros 18% classificam o governo como regular, e 0,9% não souberam ou não responderam.
Metodologia
O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 8 e 12 de junho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Uma operação da Polícia Civil da Paraíba e do Ministério Público da Paraíba foi deflagrada nesta terça-feira (16), em João Pessoa, para investigar homicídios registrados no bairro de Mandacaru.
Na Operação “Caixinha”, foram cumpridos 23 mandados judiciais, sendo 18 de prisão e cinco de busca e apreensão. Entre os alvos, 12 já respondem a ações penais por homicídio em investigações anteriores da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa da Capital (DCCPES).
Segundo a Polícia Civil, as investigações identificaram uma organização criminosa que arrecadava dinheiro entre os integrantes para a compra e administração de armas de fogo.
“O nome da operação se dá pelos próprios faccionados. Existia, entre eles, um grupo autodenominado “caixinha”, que servia para arrecadar mensalidades, e esse dinheiro era revertido para a aquisição e o gerenciamento de armas de fogo naquela região. As investigações partiram de crimes de homicídios e todas as lideranças de Mandacaru foram presas”, disse o delegado Felipe Viana.
Ainda de acordo com a corporação, as armas eram utilizadas para fortalecer a atuação do grupo e na disputa por território. Para a Polícia Civil, os crimes investigados têm relação com a disputa entre facções.
O vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal, Cabo Deyvison (PL), sofreu uma tentativa de homicídio na noite desta segunda-feira (15). Ele foi baleado enquanto realizava uma transmissão ao vivo em frente a uma unidade de saúde da cidade.
Cabo Deyvison foi atingido nas pernas, recebeu os primeiros atendimentos no local e depois foi encaminhado ao Hospital Regional Tarcísio Maia.
O cinegrafista que o acompanhava, Diego de Oliveira Morais, foi atingido na nuca e não resistiu.
Na saída da UPA para o Hospital Tarcísio Maia, Cabo Deyvison mostrou-se revoltado e direcionou a sua fala para possíveis inimigos da política.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou nesta segunda-feira (15) contra a concessão de prisão domiciliar ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e também rejeitou a nova versão da proposta de delação premiada apresentada por ele.
A manifestação foi enviada ao ministro André Mendonça, do STF. No parecer, Gonet afirma que não houve fatos novos que justifiquem a mudança do regime de prisão de Vorcaro desde que a Segunda Turma da Corte determinou a manutenção da medida.
Segundo o procurador-geral, cabe ao tribunal definir o local de cumprimento da prisão preventiva, considerando o risco que o ex-banqueiro oferece.
Na semana passada, ao rejeitar pela segunda vez a proposta de delação de Vorcaro, a Polícia Federal sugeriu a Mendonça que ele deixasse a cela da superintendência da corporação em Brasília.
Vorcaro permanece no local enquanto negocia os termos do acordo de delação com a PF e a PGR. Atualmente, ele está em uma sala especial com ar-condicionado, banheiro privativo, frigobar, armário e janela para o jardim da corporação.
O abastecimento de água será suspenso nesta terça-feira (16) em Campina Grande e outras quatro cidades, segundo a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa).
A interrupção no fornecimento começa às 8h e ocorre para a realização de uma manutenção em um dos tanques de abastecimento. De acordo com a Cagepa, a previsão é de que o serviço seja retomado de forma gradual a partir das 18h do mesmo dia.
A companhia orienta os moradores das áreas afetadas a fazerem o uso racional da água armazenada durante o período de suspensão.
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