O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) julgou hoje mais um processo oriundo das eleições municipais de 2020, envolvendo candidaturas laranjas. Dessa vez, o Colegiado reconheceu a existência de uma candidatura laranja do MDB da cidade de Areial, no Agreste do Estado.
De acordo com o processo, o partido teria apresentado 9 homens e 4 mulheres para a disputa do Legislativo municipal.
Uma delas, Jacinta Moreira Fernandes, conforme a Aije apresentada por uma das coligações adversárias, teve um único voto e não teria participado efetivamente do pleito.
A ação havia sido julgada improcedente em primeira instância, mas no TRE o Colegiado entendeu pelo reconhecimento da candidatura fictícia – burlando a legislação eleitoral que estabelece a cota de gênero de 30%, para homens e mulheres.
Com a decisão foi determinada a anulação dos votos obtidos por toda a legenda, cassando três vereadores eleitos: Josinaldo Miguel, Edvaldo de Lima e Diego Balbino. Eles fazem oposição ao prefeito Adelson Benjamin.
O TRE determinou ainda a recontagem dos votos para a disputa proporcional. Cabe recurso da decisão.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, negou pedido das Forças Armadas para ter acesso a dados das eleições de 2014 e de 2018. A Corte considerou que entidades fiscalizadoras do pleito não têm poderes para análise de eleições que já passaram.
A resposta foi encaminhada ao ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira. “As entidades fiscalizadoras do processo eleitoral, nos termos da Resolução nº. 23.673, de 2021, não possuem poderes de análise e fiscalização de eleições passadas, não lhes cumprindo papel de controle externo do TSE”, diz documento.
Fachin responde a pedido feito em junho deste ano. Na ocasião, os militares solicitaram ao TSE que liberassem o acesso a dados referentes às eleições de 2014 e 2018. Na ocasião, foram solicitadas imagens dos boletins de urnas e arquivos do registro digital de voto e os logos das urnas eletrônicas.
A justificativa do ofício foi “esclarecer e conhecer os mecanismos do processo eleitoral com a finalidade de permitir a execução das atividades de fiscalização do processo eleitoral”.
Nas últimas 24h foram confirmados 11 casos de Covid-19 na Paraíba, sendo 11 leves e não houve caso hospitalizado. Até esta segunda (8), o estado já contabilizou um total de 647.710 casos da doença.
Os municípios que mais apresentaram registros nas últimas 24h foram: João Pessoa (9), Cabedelo (1) e Poço de José de Moura (1).
Foram registrados três óbitos nas últimas 24h. As vítimas foram dois homens e uma mulher com idades de 40 a 97 anos, residentes nas cidades de Mamanguape, Sumé e Belém de Brejo do Cruz. As comorbidades identificadas foram diabetes e hipertensão. No momento, o estado segue com 2 óbitos em investigação.
Ocupação de leitos Covid-19
A ocupação total de leitos de UTI adulto em todo estado é de 7%. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, nenhum paciente foi interno nas últimas 24 horas. Ao todo, 52 pacientes estão internados em uma unidade pública de referência para a covid-19.
O Campinense está rebaixado na Série C. Precisando vencer para se manter vivo, o time rubro-negro ficou no empate por 1 a 1 com o Floresta-CE, neste domingo no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, em jogo válido pela penúltima rodada da fase classificatória da competição.
Carlos Renato marcou para o time cearense, cabendo a Lucas Alisson empatar para os raposeiros, ambos no primeiro tempo,
Com o resultado, a Raposa soma 16 pontos, não podendo mais alcançar o próprio Floresta, que chegou aos 20 pontos, sendo o primeiro time fora da zona de rebaixamento. Com isso, o Verdão cearense segue na luta para escapar da Série D na última rodada.
O Campinense vai se despedir da Terceira Divisão contra o Volta Redonda-RJ, sábado, no Estádio Amigão, em Campina Grande. Por sua vez, o Floresta encara o Paysandu, fora de casa, precisando vencer para se livrar da queda.
Ficha Técnica
Floresta-CE
Marcão, Lucas Rodrigues, Mailson, Perema e Fábio Alves; Jô Almeida, Dudu (Thalison), Carlos Renato e Renan Mota (Caique); Raphael Luz (Luan) e Flávio Torres. Técnico – Leston Júnior Campinense
Mauro Iguatu, Cesinha ( Gui Campana), Mateus, Bremer e Filipe Ramon (Fernando Ceará); Magno (Patrick ), Lucas Alisson, Carlos Maia (Willian Anicete) e Dione; e Rodrigo Fumaça ( Pedro Chinês) e Emerson. Técnico – Flávio Araújo
Gols -Carlos Renato (F) aos 11min, Lucas Alisson (C) aos 23min do 1ºT
Cartão amarelo – Emerson (C)
Árbitro – Diego Pombo Lopez (BA)
Assistentes – Edevan de Oliveira Pereira e Daniella Coutinho Pinto (BA)
A Nike e a CBF apresentaram, de forma oficial, neste domingo (7/8), as camisas que a Seleção Brasileira vai usar durante o Mundial do Catar.
De acordo com a fabricante de material esportivo, a coleção simboliza a “garra brasileira” e foi lançada sob a alcunha de “Veste a Garra”.
– A garra, espírito e resiliência da nação, acima de tudo, a onça-pintada também representa o estilo de jogo do Brasil: tão feroz quanto artístico – explica a fornecedora de material esportivo.
A Seleção Brasileira estreia no Mundial do Catar no dia 24 de novembro, uma quinta-feira, contra a Sérvia, às 16h.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pediu, neste domingo (7), que pais e responsáveis levem crianças de todo o país para se vacinar contra a poliomielite.
“Não faltam vacinas, elas estão aí. Temos que imunizar 15 milhões de crianças, e não é uma atribuição exclusiva do ministério [da Saúde] esse tipo de ação. Temos os programas de imunização dos estados e municípios”, disse ele, durante agenda em São Paulo (SP).
O discurso do ministro e de outras autoridades de saúde ocorreu na avenida Paulista, em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Queiroga defendeu a vacinação durante o lançamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e da Multivacinação de 2022.
Para a campanha contra a poliomielite, o grupo-alvo, segundo o Ministério da Saúde, são os menores de 5 anos. As crianças com menos de 1 ano deverão ser vacinadas conforme a situação vacinal encontrada para esquema primário. Já crianças de 1 a 4 anos deverão ser vacinadas com a VOP (Vacina Oral Poliomielite), desde que tenham recebido as três doses da VIP (Vacina Inativada Poliomielite) do esquema básico.
“Ninguém tem dúvida da importância do Programa Nacional de Imunizações, instituído na década de 1970, e é uma das principais políticas públicas de saúde do nosso país. Com ele, erradicamos a poliomielite no Brasil. O último caso foi em 1989, no meu estado, na Paraíba. Não queremos mais casos de poliomielite”, afirmou.
Queiroga lembrou ainda que, recentemente, foram registrados casos nos Estados Unidos e em Israel. “Portanto, pode acontecer no Brasil, embora não tenhamos uma urgência. Em função de casos de poliomielite [nos EUA e Israel], é urgente que consigamos recobrar nossas coberturas mundiais”, ressaltou.
O ministro da Saúde disse também que, durante o período de pandemia, a cobertura vacinal contra a poliomielite diminuiu. “É premente recuperar cobertura vacinal contra a pólio e outras doenças que são evitáveis com vacinas. É a melhor forma de protegermos a sociedade”, cobrou.
Ele fez um apelo aos pais, mães e avós para que levem as crianças às 38 mil salas de vacinação disponíveis nos municípios.
Queiroga citou ainda outras 22 vacinas disponíveis no Programa Nacional de Vacinação. “O Brasil também apoia países vizinhos e a proteção às cidades de fronteiras, [afinal] as pessoas passam de uma fronteira para a outra. Protegemos regiões de fronteira. Peço aos pais que levem seus filhos às salas de vacinação. É inaceitável que tenhamos crianças com doenças que podem ser evitáveis”, encerrou.
Após os recentes eventos com a presença do ex-presidente Lula em Campina Grande e outras cidades do país, o Partido Liberal (PL) decidiu representar ações junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na última sexta-feira (05), o partido do presidente Jair Bolsonaro formalizou sete ações contra Lula.
Além das falas de Lula em Campina Grande, durante o evento de 2 de agosto, o PL também citou os discursos do ex-presidente em Brasília (12 de julho), Serra Talhada-PE (20 de julho), Garanhuns-PE (20 de julho), Recife (21 de julho), Fortaleza (30 de julho), e Teresina (3 de agosto).
As representações formuladas pelo PL citam que Lula praticou “discurso de ódio” quando chamou Bolsonaro de “genocida”, “fascista”, “miliciano”, “negacionista”, “covarde”, “mentiroso” e “pessoa do mal”.
A peça é assinada pelo advogado Tarcísio Vieira de Carvalho. Para ele, o ex-presidente cometeu infrações eleitorais “diante da promoção de propaganda antecipada positiva, em seu favor, e propaganda antecipada negativa, em detrimento do também pré-candidato Jair Messias Bolsonaro”.
De um importante conselheiro de Lula, sobre as pesquisas desta semana que mostraram a aproximação de Jair Bolsonaro: “Lula nunca acreditou que venceria no primeiro turno. Esse discurso acabou”.
Na avaliação desse petista, o discurso de uma possível vitória no primeiro turno — algo nunca conquistado pelo partido nas eleições — servia para animar a militância, mas agora ficou distante da realidade e tornou-se até prejudicial ao partido, pois o clima de “já ganhou” pode desmobilizar a tropa.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu neste sábado (6) o pedido de registro de candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) à presidência da República. A chapa também é composta pela senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), candidata à vice-presidência.
No pedido de registro, Tebet declarou possuir bens declarados no valor de R$ 2,3 milhões, entre imóveis e depósito em conta bancária. A lista de bens de Mara Gabrilli soma R$ 12,8 milhões, entre imóveis e investimentos financeiros.
As candidaturas serão apoiadas pela federação partidária PSDB-Cidadania e o Podemos.
O pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral é o primeiro passo para a oficialização dos nomes dos candidatos que foram aprovados nas convenções partidárias e pretendem concorrer às eleições de outubro.
Oficialmente, a campanha eleitoral, quando os candidatos podem efetivamente pedir votos e divulgar seus números, começa no dia 16 de agosto. O registro no TSE e nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) deve ser feito até o dia 15 de agosto.
Começa nesta segunda-feira (8), a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Multivacinação na Paraíba. A campanha segue até o dia 9 de setembro com o objetivo de ampliar as coberturas vacinais de crianças com idades de 1 ano a menos de 5 anos e atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes, inclusive, com a realização do Dia D de Vacina Mais Paraíba, no dia 20 de agosto em todo o estado.
O intuito da campanha é ampliar a cobertura vacinal no caso da poliomielite e reduzir o número de não vacinados de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade, além de melhorar as coberturas vacinais, conforme preconiza o Calendário Nacional de Vacinação. O reforço com a campanha de vacinação se deve à baixa gradual na cobertura vacinal, que segue a mesma tendência do cenário nacional, e barrar o vírus que provoca a poliomielite.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), dados apontam uma grande queda na cobertura vacinal da poliomielite desde 2016, mas que foi acentuada durante a pandemia do novo coronavírus.
Multivacinação
Para a multivacinação, o público-alvo é o de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) não vacinados ou com esquemas vacinais incompletos. Serão ofertadas vacinas da BCG, Hepatite B, Penta (DTP/Hib/HB), Vip/Vop, Rotavírus, Pneumocócica 10 valente (conjugada), Menigocócica C (conjugada), Febre amarela.
A SES reforça que o adiamento da vacinação só deve ocorrer em situações em que a criança ou adolescente esteja com doenças febris graves para que os sintomas/sinais ou eventuais complicações não sejam atribuídas à vacinação e mascarem o problema real.
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