Política

PARDAL: aplicativo de combate à corrupção eleitoral já tem quatro denúncias na Paraíba

Foto: Reprodução

O aplicativo Pardal, desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral para os eleitores denunciarem propaganda eleitoral irregular, já está funcionando.

A ferramenta, reativada ontem (16), já recebeu até o início desta quarta-feira (17) quatro denúncias na Paraíba: uma em João Pessoa, uma em Campina Grande, uma em Mataraca e outra em Itapororoca. Todas são relacionadas a propaganda eleitoral irregular.

O aplicativo que pode ser baixado gratuitamente em smartphones e tablets nas lojas virtuais Apple Store e Google Play, é fácil de usar: Ao identificar um problema, a pessoa pode tirar uma foto, gravar um vídeo ou áudio e, enviar os arquivos para a Justiça Eleitoral, responsável pela análise da denúncia. Além disso, todo o processo é feito de forma sigilosa e confidencial, preservando a identidade do denunciante.

A Justiça Eleitoral conta com a participação de toda a sociedade que pode atuar como fiscal da Eleição, no combate à corrupção eleitoral. Pra se ter uma ideia, nas últimas eleições municipais realizadas em 2020, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba recebeu 105.543 denúncias.

Além de propaganda eleitoral irregular, também podem ser denunciados casos de compra de voto, uso da máquina pública para fins eleitorais, abuso de poder econômico, e uso indevido dos meios de comunicação.

Pardal Web

O Pardal Web, acessado pela internet, é voltado para acompanhamento, estatísticas e orientações. As denúncias só podem ser encaminhadas via Pardal Móvel (para smartphones e tablets). Acesse o Pardal Web.

O Pardal Web também traz orientações sobre o que pode e não pode no período eleitoral. São informações sobre o uso de alto-falantes e amplificadores de som, camisetas, adesivos, material gráfico, vias públicas, comícios e participação de artistas em campanhas, entre outros tópicos.

Outras irregularidades eleitorais que podem ser denunciadas são compra de voto, abuso de poder econômico, uso da máquina pública para fins eleitorais e uso indevido dos meios de comunicação social.

Fake News

Para comunicar à Justiça Eleitoral o recebimento de notícias falsas, descontextualizadas ou manipuladas sobre o processo eleitoral brasileiro as cidadãs e cidadãos poderão utilizar o Sistema de Alerta de Desinformação Contra as Eleições.

Clique AQUI e veja a matéria sobre o sistema.

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Política

Nilvan Ferreira e Caio Federal são condenados por propaganda eleitoral irregular e terão que pagar multa de R$ 5 mil

Foto: Reprodução

Candidato ao governo da Paraíba pelo PL, Nilvan Ferreira terá que pagar multa no valor de R$ 5 mil por propaganda eleitoral irregular. Além dele, também foram condenados o candidato a deputado federal Caio Márcio, o Caio da Federal, e a empresa Trust Serviço de Consultoria de Negócios Eireli, com multa no mesmo valor, R$ 5 mil, também por propaganda irregular.

A decisão é do desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, que julgou procedente ação movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

Na ação, o MPE relata que em uma publicação, divulgada no perfil do instagram da empresa Trust Serviço, que é uma pessoa jurídica de direito privado, tinha as imagens de Nilvan Ferreira e de Caio da Federal. Segundo o MPE, a mensagem possui caráter eleitoral.

Na ação o órgão ressalta que “é vedado à pessoa jurídica promover propaganda política, caracterizando-se propaganda eleitoral antecipada”.

Ainda segundo o MPE, foi comprovado que tanto Nilvan quanto Caio tinham conhecimento prévio da propaganda, uma vez que os dois divulgaram uma das publicações da empresa e, dessa forma, devem ser também responsabilizados.

Em sua defesa, Nilvan Ferreira disse que o fato impugnado não caracteriza propaganda eleitoral antecipada, uma vez que, segundo ele, a legislação permite “a menção da “candidatura” por parte dos aspirantes”. Ressalto que não houve pedido explícito de voto na postagem da empresa, que “apenas manifestou em sua rede social o seu livre e desimpedido direito a democracia, que foi simplesmente repostado pelo representado, em nada colidindo com a legislação eleitoral pertinente”.

Já a empresa Trust Serviço afirmou, em sua contestação, que “o fato descrito foi feito sem que se caracterizasse propaganda eleitoral antecipada e, por este motivo, recebe proteção legislativa, mais especificamente no artigo 36-A da Lei das Eleições”. Afirmou que apenas exerceu o direito à liberdade de expressão, manifestando apoio a candidatura de Nilvan e Caio em sua rede social e que não houve pedido explícito de voto na postagem.

Caio da Federal não se manifestou.

Conteúdo nitidamente eleitoreiro

Em seu despacho, o desembargador Márcio Murilo disse que “embora as postagens não veicule pedido expresso de voto, o conteúdo têm cunho nitidamente eleitoreiro porquanto denominam os representados como o “Nosso candidato a deputado federal e o nosso candidato ao governo”.

ParlamentoPB

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Judiciário

OPERAÇÃO CALVÁRIO: Gilmar Mendes manda adiar audiência de processo contra Ricardo

Foto: Reprodução

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu ao pedido da defesa do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) e determinou que seja adiada a audiência de instrução prevista para acontecer nesta quinta-feira (18) no âmbito da Operação Calvário.

Além disso, o magistrado determinou que o Tribunal de Justiça da Paraíba forneça ” acesso pela defesa ao inteiro teor das conversas de Whatsapp mencionadas na denúncia”.

O processo em questão trata-se do contrato de servidores codificados no período em que Coutinho ficou à frente do Governo do Estado e tramita na 2ª Vara Criminal de João Pessoa.

Ao Supremo, a defesa de Ricardo disse que o magistrado paraibano não ofertou ao réu o acesso à integralidade dos diálogos apreendidos e utilizados na denúncia ofertada pelo Ministério Público da Paraíba.

Os advogados informaram a Gilmar que “em nenhum momento, foi apresentado à defesa onde exatamente poderia ser obtido o inteiro teor dessas mensagens ou mesmo a cadeia de custódia desse material, que, segundo a acusação, teria sido extraído de um computador/notebook apreendido na Praça João Pessoa, S/n – Centro, João Pessoa-PB, 58013-140 (Palácio do Governo da Redenção) – Gabinete do Governador”.

A defesa ainda levanta a possibilidade de que os diálogo possam ter sido adulterados. “Tal cenário pode indicar possível edição do conteúdo das conversas, para reorganizar trechos e falas com intuito de subsidiar a tese acusatória… somente o acesso ao inteiro teor desse material permitirá à defesa técnica analisar, com fidedignidade, o verdadeiro contexto dessas mensagens, inclusive para submetê-la à análise de um perito especializado, se for o caso”.

A denúncia 

Em julho do ano passado, Ricardo Coutinho virou réu em mais uma denúncia apresentada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado. À época, o Gaeco acusou o petista de crimes na contratação de servidores codificados na Secretaria de Estado da Saúde entre os anos de 2011 e 2017, o que, segundo os investigadores, violou a Lei de Responsabilidade Fiscal. A contratação desse tipo de funcionário para o estado resultou na inelegibilidade para Ricardo por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo a acusação, a contratação desse tipo de servidor se tornou uma das principais “moedas de troca” para a empresa criminosa – liderada por Ricardo -, já que parte dos beneficiados eram pessoas ligadas ou indicadas por membros da organização, agentes políticos ou lideranças.

“Esse método de pagamento foi instituído por governos anteriores, mas não nesta formatação, pois antes de 2011, pagava-se a esses (CODIFICADOS), com recursos proveniente dos Repasses do Governo Federal para o custeio da Média e Alta Complexidade, a chamada Produtividade SUS, mas quando da assunção da empresa criminosa, a gestão dessa verba não mais estava disponível e não havia perspectiva de recebimento da mesma, pois a Gestão anterior concedeu a Gestão Plena a todos os municípios da Paraíba, o que retirou o teto financeiro do Estado, sendo repassado aos municípios. Com esta situação posta, o governo de RICARDO VIEIRA COUTINHO naquele momento só podia custear essa despesa com pessoal “Codificado”, com recursos próprios, configurando-se clara opção pela ilegalidade”

MaisPB

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Política

Paraibana refugiada da Guerra da Ucrânia desiste do Senado e registra candidatura para deputada federal

Foto: reprodução

A paraibana Silvana Pilipenko, sobrevivente dos ataques da Rússia contra a Ucrânia, que conseguiu fugir da guerra e se refugiar em sua terra natal, João Pessoa, desistiu da pré-candidatura ao Senado pelo Partido da Mulher Brasileira – ‘Brasil 35’ e registrou candidatura para deputada federal.

Segundo o portal divulgacandcontas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a candidata de 54 anos, que ganhou notoriedade nacional após ficar semanas desaparecida na Ucrânia e conseguir deixar o país durante a guerra contra a Rússia, agora enfrenta o desafio de conseguir votos para a concorrida vaga ao Congresso Nacional que tem 229 candidatos disputando as 12 vagas pela Paraíba.

A candidata tem quase meio milhão declarado ao Tribunal Superior Eleitoral. Ao todo ela declarou bens como terreno, apartamento e veículo orçados em R$450 mil.

Com informações ClickPB

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Polícia

Delegado do caso Milton Ribeiro pede ao STF a prisão da cúpula da PF

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O delegado Bruno Calandrini solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão de integrantes da cúpula da Polícia Federal (PF). Calandrini é o atual responsável pelas investigações sobre a corrupção no Ministério da Educação (MEC), que levou à condenação do Ex-ministro da pasta, Milton Ribeiro, e alega ter ocorrido interferência do alto comando da PF ao longo das apurações sobre o caso. O pedido deve ser avaliado pela ministra Cármen Lúcia, encarregada do inquérito sobre a corrupção no MEC. A informação foi dada neste sábado (13) com exclusividade pelo colunista Rodrigo Rangel, do site Metrópoles.

É a primeira vez, na história recente da PF, que um delegado pede a prisão da cúpula da corporação. O caso do gabinete paralelo do Mec vem sendo investigado desde março deste ano, após denúncia do Jornal o Estado de S. Paulo.

Em junho, o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi preso pela Polícia Federal após suspeitas de envolvimento no caso. Na época, Agentes da corporação cumpriram 13 mandados de busca e apreensão e cinco ordens de prisão em Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal.

Pouco depois da prisão de Milton Ribeiro, Bruno Calandrini chegou a afirmar em um grupo de policiais da PF que seus superiores estariam impondo obstáculos ao bom andamento da investigação. Na mensagem, ele escreveu não ter autonomia para conduzir o inquérito com independência e segurança institucional.

Ainda, segundo o delegado, com base em telefonemas interceptados com autorização judicial, há indícios de que o presidente Jair Bolsonaro teria alertado Milton Ribeiro do risco iminente de deflagração de uma operação. Uma vez dado o apontamento, o Ministério Público Federal pediu que o caso, que antes seguia primeira instância da Justiça Federal em Brasília, fosse remetido para o Supremo Tribunal Federal. Desde então, o inquérito está com a ministra Cármen Lúcia.

O pedido de prisão da cúpula da Polícia Federal foi apresentado recentemente. Dentro da PF, já havia certa expectativa de que Calandrini, que virou alvo de uma sindicância interna após acusar seus superiores de interferir na investigação, poderia recorrer a uma medida extrema.

O temor da direção aumentou dias atrás, com a constatação de que o delegado havia pedido ao Supremo uma medida cautelar. Os autos tramitam em segredo de Justiça.

Tribuna do Norte

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Política

Congresso deve discutir reajuste a deputados e senadores depois das eleições

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovar um reajuste de 18% nos salários de ministros e juízes, o Congresso Nacional passou a cogitar um aumento nos vencimentos de deputados e senadores. Contudo, ao contrário do STF, os parlamentares devem deixar a discussão para depois das eleições.

De todo modo, o percentual de recomposição já é discutido pelos congressistas, que avaliam um reajuste entre 8% e 9%. Atualmente, deputados e senadores ganham por mês R$ 33.763.

A depender do aumento que for aprovado, o salário dos parlamentares pode ficar entre R$ 36,4 mil e R$ 36,8 mil. Caso a recomposição seja efetivada, os novos vencimentos serão pagos apenas a partir de 2023, visto que o Congresso não pode aumentar salários dentro de uma mesma legislatura.

Deputados e senadores não querem um aumento nos moldes do que foi aprovado para ministros e juízes, para não comprometer ainda mais os cofres públicos. Só o reajuste a ser concedido aos ministros da Corte, por exemplo, terá um custo de R$ 981 mil em 2023. Em relação aos demais servidores do STF, o impacto será de R$ 26,3 milhões no ano que vem, já considerando verbas previdenciárias.

O Senado enviou ao Ministério da Economia a previsão orçamentária para o ano que vem, sem a previsão de conceder reajustes. Contudo, afirmou que o tema será debatido na Lei Orçamentária Anual.

A opção de discutir o assunto apenas depois das eleições é para evitar polêmicas que possam interferir no resultado das urnas, visto que o eleitorado não vai concordar com a iniciativa, segundo fontes ouvidas pela reportagem. O aumento aprovado pelo STF foi bastante criticado pela opinião pública, pois o país ainda enfrenta dificuldades econômicas e tem uma inflação de dois dígitos.

No momento, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) registra alta de 10,07% no acumulado dos últimos 12 meses, resultado ainda acima do dobro do teto da meta estabelecida pelo governo para o período, de 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto (de 2% a 5%).

R7

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Política

Exército vê risco de violência eleitoral, e batalhões montam esquema de segurança

Foto: Divulgação/Exército

O Alto Comando do Exército teme que a disputa política polarizada das eleições presidenciais deste ano possa causar um aumento de casos de violência eleitoral.

A avaliação foi feita durante reunião dos 16 generais que compõem o Alto Comando do Exército, em Brasília, na primeira semana de agosto.

A reunião tratava de questões administrativas, mas a análise da conjuntura política e eleitoral foi feita durante o encontro, segundo três generais com conhecimento do que foi discutido.

Para auxiliar em possíveis casos de violência eleitoral, os comandos militares regionais deixarão batalhões a postos nos quartéis para eventuais convocações nos dias das eleições.

Tradicionalmente, batalhões do Exército ficam mobilizados no dia da votação nos estados que solicitam ajuda federal. Em pleitos anteriores, no entanto, não havia a avaliação de que eles poderiam ser necessários para atuar em eventuais episódios de violência relacionada ao processo eleitoral.

As estratégias sobre como reagir a esse cenário já são discutidas entre representantes dos militares e de estados que devem solicitar apoio das Forças Armadas para a segurança e logística do primeiro turno, como Rio de Janeiro e Tocantins.

Os generais consultados pela Folha afirmaram que a morte do petista Marcelo de Arruda, assassinado pelo bolsonarista Jorge Guaranho em sua festa de aniversário, acendeu o sinal de alerta para o risco de aumento de casos de violência.

O Exército se prepara desde o início do ano para tentar evitar incidentes relacionados ao período eleitoral.

Em mudança em seu cronograma, a Força definiu que os 67 exercícios militares principais previstos para o ano devem ser executados até setembro. Depois disso, todo o efetivo ficará à disposição de eventuais necessidades.

Durante as eleições, as Forças Armadas são chamadas para ajudar em questões logísticas e de segurança nas operações de GVA (Garantia de Votação e Apuração).

Cerca de 30 mil militares devem atuar na operação, que envolve o transporte de urnas eletrônicas para seções eleitorais remotas.

O pedido de auxílio da força federal é feito pelos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A corte aprova o envio das tropas militares após a assinatura de um decreto de Garantia de Votação e Apuração, que cabe ao presidente da República.

A autorização para o emprego das forças federais neste ano já foi dada, faltando ao TSE informar as localidades em que os militares deverão atuar.

O Alto Comando do Exército é composto pelos 16 generais quatro estrelas da ativa, o posto mais alto da carreira. O grupo se reúne periodicamente e assessora o ministro da Defesa em questões administrativas e de promoção de oficiais.

O temor de aumento de violência eleitoral também mobilizou a Polícia Federal.

A diretoria-geral da corporação enviou ofício para as 27 superintendências regionais, no mês passado, para orientar que façam contato com as respectivas secretarias de Segurança nos estados para mobilizar esforços na segurança dos presidenciáveis.

No texto, a direção da PF afirma que o “cenário atual evidencia a necessidade de somarmos esforços, haja vista o acirramento das relações entre correligionários dos principais candidatos e os incidentes já registrados na fase de pré-campanha eleitoral”.

Com informações de FolhaPress

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Polícia

NO CARIRI: Dono de bar é morto a facadas dentro do próprio estabelecimento

Foto: Reprodução

O dono de um bar foi assassinado a facadas dentro do próprio estabelecimento, na noite da última sexta-feira (12), na cidade de São José dos Cordeiros, no Cariri paraibano.

Segundo a polícia, o suspeito de cometer o crime também esfaqueou a sua ex-companheira, que teve ferimentos leves. Após cometer o crime, ele tentou fugir, mas foi capturado pela polícia e preso em flagrante.

Testemunhas relataram à PM que o motivo do desentendimento teria sido “ciúmes”, já que a ex-mulher do suspeito foi convidada por Antônio Marques para trabalhar no bar. No momento do crime, houve uma discussão entre o homem e sua ex esposa. Ele golpeou o braço dela com a faca, então Antônio interviu e acabou sendo esfaqueado e morto pelo suspeito.

Ainda segundo a PM, a ex-mulher do acusado teve ferimentos leves. Ela foi levada ao hospital geral de Serra Branca para fazer alguns curativos e logo foi liberada. Já o acusado, foi transferido para cadeia pública de Serra Branca e está à disposição da justiça esperando audiência de custódia.

Com informações g1PB

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Gastronomia

Papo de Fogão Especial de Dia dos Pais traz duas receitas deliciosas

PAELLA NORDESTINA
Ingredientes:
300g de arroz Arbóreo cru
400g de carne de sol em tiras
3 Pimentas de Cheiro picadas
1,5L de caldo de legumes
300 gr de jerimum grelhado em tiras largas
1 Cebola Roxa cortada de pétalas
½ Pimentão Vermelho em tiras
½ Pimentão Amarelo em tiras
½ Pimentão Verde em tiras
Coentro e cebolinha a gosto
100 ml vinho branco seco
Manteiga da terra a gosto
Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:
Em uma paelleira adicione a manteiga da terra, a pimenta de cheiro, a carne de sol e deixe refogar. Quando a carne estiver refogada, acrescente o arroz arbóreo em formato de cruz. Em seguida coloque metade do caldo de legumes e deixe cozinhar até secar um pouco.

Acrescente o restante do caldo de legumes, coloque os pimentões coloridos e a cebola roxa por toda a paelleira.
Quando estiver secando acrescente o vinho branco por toda superfície e espere secar.
Desligue o fogo, polvilhe o coentro e a cebolinha e está pronto. É só servir!!

Tempo de preparo: 10 min
Tempo de cozimento: 30 min

DICA RÁPIDA

FROZEN DE TANGERINAIngredientes:
2 sachês de polpa de tangerina congelado
1 copo de gelo bem cheio (no copo que será servido)
2 doses de vodka

Modo de preparo:
Coloque tudo num liquidificador potente e bata bem até dissolver e quebrar por completo as pedras de gelo e o sachê.
Sirva no mesmo copo que já estava gelado.

Tempo de preparo: 3 min

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Política

“Eu respeito a bandeira nacional, a esquerda coloca fogo nela”, afirma Bolsonaro

Foto: reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro (PL) falou sobre o uso da bandeira nacional na campanha e disse que a esquerda está acostumada a queimar a bandeira.  Em entrevista ao jornalista Rica Perrone no podcast Cara a Tapa neste sábado, 13, Bolsonaro disse que a esquerda prefere a cor vermelha e que é comum ver militantes profanando símbolos religiosos.

Eu respeito a bandeira nacional. O pessoal da esquerda é comum você ver botar fogo na bandeira nacional e fazer com que os símbolos religiosos sejam profanados. Do lado de lá, sempre preferiram a cor vermelha, que é associada a ditadura no mundo todo”, afirmou o presidente, que continuou: “O pessoal para o lado de cá começou a usar mais o verde e amarelo. Mas não tem nada a ver. É comum andar pelo brasil e quando passamos em região de fazendas, uma em cada três em uma vara com a bandeira hasteada. Cada vez mais o país tá pintado de verde e amarelo. Não é pela Copa, é pelo patriotismo”.

Bolsonaro também falou sobre a esquerda assinar carta pela democracia, mas mostrar simpatia por governos autoritários, citando Nicolas Maduro Fidel Castro e Hugo Chávez. “Você não nega o amor da esquerda por ditaduras no mundo todo. O cara assina carta pela democracia, mas sempre foi amigo de Chávez, Maduro, Fidel Castro, Bachelet. Quando chega a época das eleições querem ser diferentões. Não dá para ser diferentão. Começam a ir em igrejas agora. Nunca foi. Vão de quatro em quatro anos. Mas, durante o intervalo de quatro anos, dá uma chegadinha, bate o papo”, afirmou.

Além disso, Bolsonaro voltou a defender a utilização de comprovante de votos e criticar o modelo de urnas eletrônicas atual.  O presidente disse que confia nas máquinas, mas não nos homens por trás delas e afirmou que nenhum país do mundo quer nosso sistema. “Eu brigo por transparência. […] Confiar na máquina a gente confia. Só não confia em quem faz o programa, em quem está por trás das máquinas. Ninguém quer o nosso sistema, porque não vai ter aceitação. A Alemanha já teve esse sistema aqui, que depois foi deixado de lado”, afirmou Bolsonaro.

Em outro momento do programa, Bolsonaro falou sobre as fake news e acusações contra ele sua família revelando que uma das que mais o afetou foi a que envolveu a Wal do Açaí, dizendo que os jornais pegaram pesado para o atingir.

O que mais me pegou foi o que fizeram com a Wal do Açaí, disseram que era funcionária fantasma minha, que vendia açaí e não estava trabalhando no horário do expediente. Primeiro que quem faz o horário é o parlamentar e nós temos o direito de ter funcionários comissionados em Brasília e no seu estado também. Eu não podia ter alguém trabalhando em São Paulo, mas no Rio de Janeiro podia ter e tinha essa menina em Angra. Se você ver a lojinha dela, quando faturava um salário mínimo ela dava graças a Deus. Mulher pobre, humilde e vira aquela onda toda. Imediatamente eu fui ver quem ela era naquele início de janeiro e ela estava em férias até 20 ou 21 de janeiro. Ela podia estar onde quiser, a Folha jogou pesado. Para atingir a mim, pegam uma pessoa humilde”, disse o presidente.

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