Uma operação da Polícia Civil e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado) resultou na prisão nesta quinta-feira (31) de duas pessoas na Prefeitura de Alhandra.
De acordo com as primeiras informações, uma mulher usava a identidade da cunhada para exercer um cargo público e obter vantagens na Secretaria de Ação Social da cidade. As duas mulheres foram presas.
A operação também apreendeu celulares, computadores e documentos na secretaria. As informações foram obtidas de forma exclusiva pelo jornalista Clilson Júnior, e veiculadas no programa Arapuan Verdade, do Arapuan FM.
O ClickPB falou com o delegado Allan Murilo Terruel, que informou que está neste momento em diligências. O portal segue acompanhando o caso e o texto será atualizado conforme novas informações forem apuradas.
O deputado estadual Wilson Filho afirmou, na noite desta quarta-feira (30), que o deputado Hugo Motta (Republicanos) e o governador João Azevêdo (PSB) é quem deverão discutir apoios em relação à chapa majoritária.
O parlamentar se filiará na manhã dessa sexta-feira (31) ao Republicanos, legenda que é presidida no Estado por Motta e que já declarou apoio a Efraim Filho (União Brasil). Ao mesmo tempo, o partido também apoia à reeleição do atual chefe do poder Executivo estadual.
“Eu como recém filiado ao Republicanos deixarei que essa construção seja feita entre o presidente do partido, Hugo Motta, e o governador João Azevêdo. A partir do prazo final do prazo de filiação, tenho certeza que esse assunto será guiado com maestria pelo deputado Hugo Motta”, disse Wilson Filho em entrevista a programa Hora H, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Wallison Bezerra, na Rede Mais Rádio.
Líder do governo na Assembleia Legislativa, Wilson Filho disse que seu foco será na construção de um grupo forte e na reeleição de João Azevêdo.
“A minha vontade é que tenhamos uma base bastante forte nesse governo João Azevedo e que acredite na sua vitória. É por isso que tinha e continua tendo muitas pessoas com vontade de participar de sua chapa”, disse.
O Ministério da Saúde não deverá mexer na nomenclatura para mudar o status da Covid-19 de pandemia para endemia. O assunto ganhou ênfase nas últimas semanas, mas, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, por parte da pasta o que deve ocorrer são alterações no estado de emergência em saúde pública de importância nacional (Espin).
A expectativa é de uma alteração nos próximos dias, mas o ministério ainda se debruça sobre a possibilidade de revogar ou apenas promover modificações na portaria 188, de fevereiro de 2020, responsável por declarar o estado emergencial da Covid-19. Em palestra no STM (Superior Tribunal Militar), nesta quarta-feira (30), Queiroga comparou o atual momento com um pouso de avião prestes a ocorrer.
“O piloto começa a ver a pista do aeroporto e tem que conduzir o avião para pousar com tranquilidade, com ajuda da torre. É nesse cenário que nós estamos: de começar a flexibilizar medidas sanitárias e pousar o avião com segurança”, disse.
Queiroga definiu a mudança no estado de emergência como a principal medida dentro do arcabouço normativo que possibilitou a tomada de ações contra a Covid, incluindo a compra de insumos e vacinas de forma acelerada, liberação de verbas e adoção de medidas sanitárias.
“Nessa legislação, compete ao ministro estabelecer a duração da emergência sanitária. O ministro não tem a prerrogativa de converter pandemia em endemia. Isso não é o ministro quem faz. E ninguém decreta a pandemia. O que se faz é reconhecer o estado pandêmico, e quem reconhece é a OMS [Organização Mundial de Saúde]”, explicou o ministro, dando a entender que não haverá, por parte do governo brasileiro, a mudança do status.
Há duas semanas, Bolsonaro, ao lado de Queiroga, chegou a dizer que o ministro determinaria, até o fim do mês, a alteração do status da Covid de pandemia para endemia. Agora, a pasta tenta cumprir o prazo, mas em relação às alterações no estado emergencial.
Queiroga, no entanto, fez questão de frisar que não fará as modificações “sem observar o impacto regulatório dessa medida”, a fim de não gerar um “retrocesso em relação à questão sanitária no Brasil”. Para uma flexibilização, a pasta leva em conta a análise do cenário epidemiológico e a capacidade do sistema de saúde em atender pacientes com Covid, além das possibilidades terapêuticas para o tratamento.
Ainda que a portaria não seja revogada por completo, a pasta estuda anunciar, nos próximos dias, mudanças significativas para a entrada de viajantes que venham de fora do Brasil. A equipe técnica pretende acatar as recomendações lançadas pela Anvisa, incluindo o fim da cobrança da obrigatoriedade de testes RT-PCR.
A data sugerida pela reguladora programa para 1º de maio a interrupção da medida, mas o governo pretende adiantar a data. O teste só seria obrigatório para aqueles que não apresentassem certificado de vacinação contra a Covid.
O Ministério da Saúde pretende, ainda, decretar o fim da exigência do uso de máscara. Na avaliação do ministro, as flexibilizações serão possíveis em razão da efetividade das políticas públicas, ainda que ele tenha ressaltado a necessidade de manter a “prudência” quanto às decisões.
Em relação às manifestações de Bolsonaro, que tem pressionado pela “volta da normalidade”, Queiroga admitiu a interferência, mas a definiu como necessária. “Claro que [o presidente] interfere. Não só na Saúde, mas em todos os ministérios. É a função dele, foi eleito para isso”, declarou. “O ministro leva os dados técnicos, e ele toma as decisões”, completou.
No discurso, Queiroga ressaltou a importância da vacinação para a atual situação de maior conforto epidemiológico, convocando a população a fazer a opção pela vacina, mas destacando a não obrigatoriedade da medida.
O vice-prefeito de Campina Grande, Lucas Ribeiro, informou ao ClickPB que permanecerá no partido Progressistas. Nesta quarta-feira (30), ele também comentou que não há nenhuma definição sobre a possibilidade de disputar as Eleições 2022.
Há meses, é especulada a possibilidade de Lucas Ribeiro disputar o cargo de deputado federal.
Outra questão que movimentou a cena política em torno de seu nome foi a mudança de partido de sua mãe, a senadora Daniella Ribeiro, que migrou para o PSD e assumiu a presidência da legenda na Paraíba.
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) realiza, nesta quinta-feira (31), às 17h, no Clube Cabo Branco, em João Pessoa, ato de filiação coletiva de diversas lideranças políticas do estado. O evento contará com a presença do governador João Azevêdo (PSB).
Na ocasião, a legenda receberá filiações de deputados estaduais, prefeitos e vereadores de todas as regiões da Paraíba, fortalecendo o partido para as eleições deste ano.
O presidente estadual do PSB e deputado federal Gervásio Maia Filho destacou que a legenda chega à reta final de filiações com um saldo positivo e com nomes que têm o respeito e serviços prestados à população paraibana.
“Nós estamos preparando o partido para a disputa proporcional na Assembleia Legislativa e Câmara Federal e temos certeza de que montaremos uma chapa forte e unida em torno da pré-candidatura à reeleição de João Azevêdo, garantindo uma base de sustentação numerosa e qualificada, dando tranquilidade para que o governador continue realizando, em parceria com os parlamentares, obras e ações importantes para o desenvolvimento da Paraíba”, comentou.
Nesta quarta-feira (30/03), os desembargadores do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), na abertura da pauta ordinária administrativa, escolheram a lista tríplice para a indicação de membro substituto, na categoria jurista, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). A vaga foi aberta pelo fim do biênio do Brasil juiz Arthur Fialho, que se encerrará em outubro deste ano.
17 nomes de advogados estiveram na disputa para formação da lista tríplice. Entre eles, os mais votados e que irão compor a lista tríplice são: Felipe de Brito Lira Souto (14 votos), Maria Cristina Paiva Santiago (14 votos) e Hermano Gadelha de Sá (11 votos).
A lista tríplice com os nomes dos advogados mais votados será encaminhada à Presidência do TRE-PB. Em seguida, a Corte eleitoral enviará a lista tríplice à Presidência da República, a quem caberá nomear o novo juiz efetivo.
O comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller Chaves, renunciou à presidênciado Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, nessa terça-feira (29), e convocou novas eleições para o cargo, durante reunião ordinária do órgão, que acontece em Brasília.
Euller participou de forma online, por causa da agenda de homenagens e agradecimentos que cumpre, esta semana, em várias unidades da PM, aqui na Paraíba.
O desligamento dele do cargo tem sido compreendido como uma sinalização de que ele vai deixar também o comando da PM para disputar uma vaga de deputado estadual.
“Missão cumprida! Tivemos a oportunidade de, representando à Paraíba, encabeçar os principais temas de interesse das Forças Militares Estaduais do país, a exemplo da nossa lei orgânica. No conselho, criamos e reativamos várias câmaras temáticas, com foco na prevenção à violência contra às mulheres, na prevenção ao uso de drogas pelos nossos jovens, fortalecimento das áreas de interesse turístico, da inteligência, entre outros”, destacou coronel Euller.
Quem assume a função, após ser eleito, é o comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Paulo Coutinho.
O conselho geral da Fifa tem uma reunião marcada para esta quarta-feira (30/3) em Doha, no Catar. Na ocasião, será debatida a possibilidade de endurecimento das sanções contra a Rússia por conta da guerra na Ucrânia. De acordo com o jornal espanhol AS, o bureau de conselheiros da entidade estuda excluir os russos de forma permanente das principais competições oficias.
Apesar de não ser um critério utilizado de forma rigorosa após a deflagração de conflitos pelo mundo, a Fifa já excluiu nos anos 70 a África do Sul por conta dos confrontos ligados ao Apartheid no país.
O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) rejeitou a apelação da Federação Russa de Futebol, que entrou com um pedido da revogação da exclusão do país da disputa das Eliminatórias da Copa, além da eliminação imediata de todos os clubes russos que estavam em competições organizadas pela Uefa.
Mesmo com o cenário pessimista, os representantes russos não acreditam que o pedido de exclusão seja aprovado e entre em vigor, mas reconhecem que a situação não está favorável por conta das decisões tomadas por Vladimir Putin sobre a questão.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (30) a autorização, em caráter emergencial, do medicamento para a covid-19 Paxlovid, que compreende o uso combinado dos remédios nirmatrelvir e ritonavir. O produto é fabricado pela indústria farmacêutica Wyeth.
O medicamento é indicado para adultos que testaram positivo, que não precisam de oxigênio e que têm risco de evolução para quadros graves da doença. Seu principal efeito é no combate à piora nas condições de saúde das pessoas infectadas.
O remédio é de uso individual oral, mas não é indicado para pessoas abaixo de 18 anos de idade. Também não há indicação para gestantes ou pessoas que podem ou pretendem engravidar durante o tratamento.
A diretora da Anvisa Meiruze Souza Freitas avaliou que os benefícios da liberação do medicamento superam os riscos. Ela acrescentou que a antecipação de produtos para tratar a covid-19 está alinhada à garantia de possibilidades de tratamento contra a doença, considerando a situação da pandemia no Brasil.
“Com a pandemia enfrentamos desafios sem precedentes. Melhorar essa lacuna é prioridade de saúde pública. A disponibilidade de medicamentos essenciais continua insuficiente por motivos diversos, como preços altos, compra e distribuição deficientes, qualidade incerta do produto e prescrição inadequada”, disse Meiruze Freitas.
Já o diretor da Anvisa Rômison Mota destacou que não se trata de um medicamento para prevenção, e que já houve aprovação em outros países como Estados Unidos, Canadá e México.
O diretor da Anvisa Alex Campos lembrou que não é um substituto da vacina, que está disponível gratuitamente, enquanto o Paxlovid, a princípio, será comercializado, dependendo de poder aquisitivo para o consumo.
A diretora Cristiane Jourdan assinalou que os dados evidenciam benefícios superando os riscos e que as medidas para gerenciamento de risco estão compatíveis com as medidas utilizadas no mercado.
Análise técnica
A equipe técnica da Anvisa apontou riscos a serem monitorados no uso concomitante com outros produtos. “Foram feitas exigências de incluir na bula as contraindicações de uso concomitante com o medicamento apalutamida”, informou a gerente de Farmacovigilância, Helaine Capucho.
A gerente listou pontos colocados pela Anvisa, incorporados no plano de gestão de riscos e na bula do remédio. A equipe da Anvisa determinou que seja feita carta a profissionais de saúde para orientação sobre usos do Paxlovid com outros remédios e dos cuidados necessários. Também foi requisitado que a empresa disponibilize informações acerca do uso do produto no Brasil para monitorar sua aplicação e eventuais eventos adversos.
“Incluímos o compromisso de apresentar relatórios de estudos clínicos e não-clínicos e informar trimestralmente a situação regulatória em outros países”, disse o gerente geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes.
O governo argentino anunciou nesta terça-feira (29), um projeto para regular o uso das redes sociais sob a justificativa de que elas “deixem de intoxicar a democracia”.
Em um evento ao lado do presidente Alberto Fernández, o Secretário para Assuntos Estratégicos Gustavo Beliz afirmou que o governo já prepara o projeto e pretente “aprofundar as linhas centrais de utilização das redes sociais para o bem comum” e que o objetivo é evitar que elas “intoxiquem o espírito da democravia do país”.
Segundo Beliz, 40 universidades argentinas foram convocadas para pensar e propor iniciativas referentes ao projeto.
A polêmica se instalou imediatamente e a oposição saiu para criticar abertamente a proposta. “A melhor forma de não intoxicar o espírito da nossa democracia é respeitando a liberdade de expressão e opinião. Controlar expressões nas redes sociais é inaceitável e inconstitucional”, tuitou o prefeito de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta.
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