
A quantidade de energia elétrica furtada no Brasil em 2020 por meio de ligações clandestinas seria suficiente para abastecer por um ano o estado do Paraná, o quinto mais populoso do país, com 11,5 milhões de habitantes.
As distribuidoras estimam uma perda de receita de R$ 3,3 bilhões anuais com esse tipo de fraude, de acordo com dados da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica).
O furto de energia elétrica, prática conhecida como “gato”, é um crime previsto no artigo 155 do Código Penal (furto qualificado, com pena de prisão de um a quatro anos e multa). Além do crime, especialistas alertam para o risco de curtos-circuitos, incêndios, eletrocussão e morte causados por incidentes relacionados aos “gatos”.
Entidades do setor e especialistas apontam que a prática ocorre em todas as camadas da sociedade – em locais de vulnerabilidade social, em endereços de luxo, no comércio e na indústria. Para combater esse tipo de crime, as empresas apertam a fiscalização e promovem a regularização de pontos de consumo clandestinos.
Com informações R7










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