Lethicia Bronstein se desentendeu com a equipe de Juliette Freire e usou sua conta do Instagram para fazer um desabafo. A campeã do BBB21 escolheu um vestido vermelho, avaliado em R$ 15 mil, para usar em uma ação publicitária, sem pedir autorização à criadora da peça.
Tal vestido seria usado por Priscilla Alcântara, mas de última hora foi parar nas mãos da paraibana. A assessoria da estilista explicou a situação ao dizer que o mal entendido ocorreu com quem trabalhou nos bastidores e não diretamente com a campeã do BBB21.
“Normalmente, a praxe é comunicar a marca se a marca quer que o vestido seja usado na publicidade do artista. Por que não aconteceu um pedido da equipe da Juliette? Eles tiraram o vestido da loja dizendo que era para a Priscilla e, do nada, foi parar em um publipost.
Eles precisam dar o direito da marca decidir se quer ou não fazer parte deste projeto e cobrar por isso. É um direito da estilista cobrar por isso. Em momento algum, a Lethicia atacou a Juliette e o descontentamento foi com a equipe dela, apenas”, disse a assessoria de Bronstein.
O trabalho de diarista surgiu como um recomeço para Gautyelle Costa Machado, de 31 anos, que perdeu o emprego durante a pandemia em Jundiaí (SP). Porém, durante as tentativas de conseguir serviço na área, ele se deparou com situações de assédio sexual, o que se tornou um obstáculo nas buscas por empregos.
Em entrevista ao G1, Gautyelle relatou episódios difíceis que enfrentou tanto pela internet quanto pessoalmente. Apesar do trauma, ele disse que buscou motivação na filha dele, de 11 anos, que precisa sustentar.
“Eu preciso pagar pensão e me deu um desespero. Então, surgiu a ideia de eu ser diarista. Eu gosto de limpar a casa e comecei a divulgar na internet, fiz uma arte bem legal com uma foto minha, uma descrição. Daí eu já recebi bastante críticas por causa da foto e depois começaram os assédios.”
Segundo Gautyelle, as propostas que surgiram depois eram convites de mulheres e homens para que ele fosse garoto de programa. Algumas propostas lhe deixaram constrangido e ele buscou explicar que não era esse trabalho que ele oferecia.
“Eu recebi muitas mensagens de mulheres para eu fazer faxina à noite na casa delas. Nunca na minha vida eu achei que passaria por isso. Eu fiquei sem entender, simplesmente me calei.”
Gautyelle conta que nunca pensou em registrar uma denúncia formal, pois sempre tentou lidar com as situações com conversas.
“Fui trabalhar na casa de um homem e ele me mandou mensagem dizendo que queria algo a mais. Eu fiquei muito sem graça, fiquei sem reação. Isso me deixou muito triste porque uma coisa é você sofrer assédio pela internet e outra era pessoalmente. Aquilo me abalou muito.”
O diarista disponibilizou o número de celular na internet para caso alguém quisesse contratá-lo. De acordo com ele, isso também colaborou para que pessoas mandassem vídeos íntimos sem consentimento.
“Infelizmente eu tive essa falta de respeito muito grande, muito mesmo. Já é difícil você colocar uma pessoa na sua casa que você não conhece. Existem pessoas ruins dentro de casa. Eu não quero passar essa impressão para as pessoas, não sou garoto de programa.”
Adaptação
No emprego anterior, Gautyelle trabalhava em um mercado e precisou se adaptar à nova realidade. Ele também faz pães caseiros para vender, como forma de complementar a renda.
“Não estava nos meus planos ser diarista, a gente não imagina. O que mais me motiva é a minha filha. Passo algumas situações porque eu penso nela, ela precisa de mim. É um trabalho como qualquer outro trabalho, é muito digno”, conta.
Segundo ele, no começo as pessoas tinham receio de contratá-lo, mas com o tempo foi conquistando clientes e, hoje, consegue se manter.
O Itamaraty confirmou, nessa sexta-feira (20), que pelo menos cinco brasileiros continuam no Afeganistão após o país ter sido dominado pelo Talibã. Segundo a nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, dois deles manifestaram o desejo de sair do território afegão.
“A situação dos brasileiros no Afeganistão constitui, neste momento, prioridade para a assistência consular do Itamaraty”, diz o comunicado. Não há até o momento informações sobre as identidades dos brasileiros que estão no país asiático.
O ministério também confirmou que o governo brasileiro avalia conceder vistos humanitários a cidadãos afegãos que queiram deixar o país, nos mesmos moldes das autorizações já concedidas a refugiados de outros países, como o Haiti e a Síria.
Confira abaixo a íntegra da nota:
“A situação dos brasileiros no Afeganistão constitui, neste momento, prioridade para a assistência consular do Itamaraty. Foram amplamente divulgados os dados de contato da Embaixada do Brasil em Islamabad, que tem a representação do Brasil junto ao Afeganistão e a jurisdição consular sobre o território afegão, e da Divisão de Assistência Consular, para identificar e apoiar brasileiros que precisem urgentemente de auxílio.
São os seguintes os telefones de plantão da Embaixada do Brasil no Paquistão (+92 300 8525941) e da Divisão de Assistência Consular do MRE (+55 61 98197-2284).
Até o momento, há informação sobre cinco brasileiros no Afeganistão, dois dos quais manifestaram intenção de deixar o país.
Os brasileiros que necessitem receberão o apoio mais amplo possível. Está sendo realizada coordenação diplomática com países que têm conduzido operações de resgate em território afegão.
No momento, o Governo brasileiro avalia a possibilidade de concessão de vistos humanitários para pessoas afetadas pela situação política no Afeganistão em termos semelhantes aos concedidos a haitianos e apátridas da República do Haiti e para as pessoas afetadas pelo conflito na Síria.”
Está marcada para a próxima terça-feira, 24, a entrega do título de posse ao novo dono do Hotel Tambaú, o advogado paraibano, Rui Galdino, que foi reconhecido como arrematante do leilão do hotel, pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e não o Grupo A. Gaspar, do Rio Grande do Norte.
A decisão monocrática foi da desembargadora Marilia de Castro Neves Vieira, que acolheu os argumentos apresentados pelo paraibano e declarou como legítimo o leilão realizado ainda no ano passado, quando a empresa inicialmente vencedora desistiu do leilão Na ocasião, o hotel havia sido vendido por R$ 40,6 milhões ao Grupo A. Gaspar, do Rio Grande do Norte.
Ruy Gaspar representante do Grupo A. Gaspar não quis falar com o Blog sobre o assunto. Se limitou a dizer que “achei a decisão muito esquisita, muito estranha”.
O governo inglês divulgou os dados iniciais da pesquisa feita em 37 eventos-teste para mapear a segurança do retorno do público no verão europeu. Segundo a pesquisa, os casos de infecção por Covid-19 ligados aos eventos ao vivo estão “amplamente alinhados ou abaixo da taxa de infecção comunitária”, publicou o site da revista “NME”.
Batizado de Programa de Pesquisa de Eventos, o estudo mapeou por quatro meses grandes reuniões de público, a grande maioria com capacidade total, entre elas a cerimônia do BRIT Awards, os festivais de música Download e Latitude, e o show da banda Blossoms, em Liverpool. Foram mapeados também competições esportivas, em especial o Grande Prêmio de Fórmula 1 e o torneio de tênis de Wimbledon.
O resultado aponta que “eventos com grande presença de público podem ser realizados com segurança”, mas exige cautela em torno de “aspectos específicos da participação em eventos”.
Apesar da taxas de contaminação controladas, o governo britânico apontou risco potencial em participar de eventos com pouca estrutura e atenção para viagens e deslocamentos.
Em termos de números, os festivais de música Latitude e Tramlines, realizados em julho, estão ligados ao maior número de casos de Covid-19 (mais de mil por evento) se comparados com os eventos esportivos — a Fórmula 1 e Wimbledon registraram 585 e 881 casos, respectivamente.
Os festivais, porém, foram realizados após o dia 19 de julho, quando todas as restrições impostas pelo governo foram derrubadas e a taxa de transmissão comunitária estava mais alta.
“Mostramos que podemos reintroduzir esportes de massa e eventos culturais com segurança, mas é importante que as pessoas permaneçam cautelosas ao se misturar em ambientes muito lotados”, alertou o secretário de Cultura inglês Oliver Dowden.
Vacinação avançada
O gestor ainda exaltou a importância de seguir com a vacinação: “Para que possamos manter a temporada de futebol, teatros e shows seguros com multidões cheias neste inverno, peço aos fãs de esporte, música e cultura que tomem a vacina, pois esta é a maneira mais segura de fazermos grandes eventos com capacidade máxima mais uma vez”.
O próximo grande evento previsto é o tradicional festival de Reading & Leeds, marcado para o último fim de semana de agosto.
Vale lembrar que, até o momento, 75% da população acima dos 16 anos no Reino Unido está vacinada com as duas doses de alguma vacina contra a Covid-19 — o número sobe para 87% levando em conta a primeira dose.
Apesar de não ser obrigatório, o governo tem incentivado os eventos com público a utilizarem os passaportes de Covid, provando a vacinação.
Alvo de um pedido de impeachment apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro no Senado nesta sexta-feira (20), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes é alvo de outros seis pedidos de afastamento protocolados em 2021.
Todos estão parados na advocacia do Senado desde que foram protocolados. Alguns versam sobre o inquérito das fake news, relatado por Moraes, outros sobre a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ).
O parlamentar foi preso em fevereiro após fazer apologia ao AI-5, mais duro instrumento de repressão da ditadura militar, e por defender agressões e destituição de ministros do Supremo, segundo Moraes. Ele foi posto em prisão domiciliar, mas voltou a ser preso em junho após violar as regras de uso de sua tornozeleira eletrônica.
O senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) assina dois pedidos: um, de fevereiro de 2021, questiona o inquérito das fake news e pede o afastamento de Moraes por ele ter determinado a prisão de Silveira. No outro, Kajuru assina o pedido com os colegas senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Lasier Martins (Podemos-RS, Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).
Roberto Jefferson, preso na última sexta-feira por decisão de Moraes acusado de incitar a violência e integrar uma suposta milícia digital, também é autor de um dos pedidos de impeachment contra Moraes. Na inicial, protocolada em fevereiro, o presidente nacional do PTB acusa Moraes de agir de forma “político-partidária” na condução do inquérito das Fake News – que tem o ex-deputado federal como alvo.
Os outros pedidos de afastamento de Moraes foram protocolados por cidadãos, incluindo um militar da Marinha. Ao todo o STF tem pelo menos 11 pedidos de impeachment contra ministros do STF. Além dos 7 contra Moraes (6 antigos e mais um, apresentado nesta sexta-feira por Bolsonaro), são alvos de pedidos de afastamento os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin e Carmen Lúcia. Há, ainda, um pedido que pede o afastamento de todos os ministros da Suprema Corte.
Nas redes sociais e nos corredores da emissora, os funcionários da TV Globo não escondem a insatisfação com o atual governo. Agora, até mesmo o cafezinho de vários deles está diferente. A novidade é que alguns deles ganharam um biscoito “militante”, que vem com a frase: “Fora Bolsonaro”.
O ator Thardelly Lima, amigo de Juliette Freire, e a atriz Julia Lemmertz foram os responsáveis por presentearem seus colegas de trabalho com a iguaria, digamos, politizada.
A atriz Carol Marra, que estará na próxima novela das sete da emissora, também compartilhou a lembrança dos amigos em seu Instagram e aproveitou para agradecer Lemmertz.
Ana Maria Braga virou alvo de críticas dos seguidores na manhã deste sábado (21). A apresentadora da Globo publicou no Instagram uma foto do neto, Varuna, de apenas dois meses, com as partes íntimas expostas. “Falta de respeito com a criança”, reclamou uma fã.
“Um sorriso de Varuna para alegrar seu sábado! Bom fim de semana!”, escreveu a titular do Mais Você na legenda da postagem. A imagem chamou a atenção dos seguidores, já que o bebê aparece sem roupas.
Foto: Reprodução/Instagram
“Ana, que netinho lindo. Mas cuidado com a questão da pedofilia. Tampa o pintinho”, aconselhou Amanda Siqueira. “Nossa, que péssima postagem! Falta de respeito com a criança”, comentou Lediene Moura. “Não precisa expor uma criança assim”, disse Ione Batista.
“Bebê lindo! Mas, como sugeriram, melhor não expor fotos assim. Infelizmente o mundo não é confiável e podem até bloquear sua conta aqui”, pontuou Francyelle Lemes. “Apaga e, se quiser, coloca outra foto cobrindo as partes dele. Tem muito pedófilo nessa rede”, afirmou Rose.
“Poderia cobrir as partes da criança, tem tanta maldade na internet”, escreveu Raquel Castilho. “Ana, proteja seu netinho. Estamos vivendo tempos maus”, disse Betânia Calheiros.
Varuna é fruto da união de Mariana Maffei Pereira com Badarik González. O bebê nasceu em 16 de junho.
A Polícia Militar interceptou um ônibus, nessa sexta-feira (20), na cidade de Juazeirinho, e apreendeu quase 10 kg de cocaína que estavam sendo transportados por dois homens em um ônibus. Eles teriam saído com a droga da cidade de Sousa com destino a João Pessoa.
As equipes da Força Tática do 15º Batalhão realizavam uma operação na região de Juazeirinho quando receberam a denúncia sobre o esquema do tráfico, que teria os dois homens, de 24 e 32 anos, como transportadores da droga. O entorpecente estava dividido em oito tabletes, escondidos em uma mochila que eles levavam como bagagem de mão.
Os presos foram apresentados na Delegacia de Polícia, na cidade de Esperança.
Uma arte com a imagem da ex-vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) feita no muro da Escola Estadual Vitor Antônio Trindade, em Araçatuba, interior de São Paulo, gerou polêmica entre internautas e moradores. Após repercussão negativa, o conselho escolar decidiu que apagará a arte na próxima terça-feira (24).
Segundo o G1 apurou, o mural foi feito na segunda semana de agosto e com autorização do conselho escolar, composto por pais, professores e alunos. Além da imagem da ex-vereadora, foi colocada a frase: “Quiseram nos enterrar, não sabiam que éramos sementes. Marielle Presente”.
No entanto, houve polêmica criada por moradores fora do ambiente escolar nas redes sociais. Alguns criticaram a pintura argumentando que se tratava de uma atitude partidária. Já outros elogiaram a arte, dizendo que a ex-vereadora exerceu papel fundamental na política.
Após a repercussão, o conselho se reuniu novamente e em uma votação foi decidido que iria retirar a arte.
O advogado Renan Salviano afirma que ficou sabendo da situação e protocolou um requerimento na Diretoria de Ensino para tentar reverter a retirada do mural. Ele argumenta, no documento, que a decisão é manifestamente discriminatória, arbitrária e ilegal.
Em nota, a Secretaria da Educação de São Paulo (SEDUC-SP) afirmou que a decisão pela pintura dos murais na Escola Estadual Vítor Antônio Trindade partiu da própria Comunidade Escolar e foi discutida em reunião de conselho.
“A pasta dá autonomia às unidades escolares para que realizem esse tipo de atividade artística nos muros das escolas”, argumentou a Secretaria da Educação de São Paulo em outro trecho da mesma nota.
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de Araçatuba publicou um texto nas redes sociais, demonstrando perplexidade diante dos ataques a história, a luta e ao legado de Marielle Franco.
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