Com a proximidade da Páscoa, o comércio faz projeção das vendas relacionadas ao período. De acordo com o presidente da Fecomércio Paraíba, José Marconi Medeiros, o estado deve ter um aumento de 5% nas vendas, com relação ao último ano.
Segundo Marconi, as vendas de Páscoa vão além dos tradicionais chocolates e ovos. “A data movimenta restaurantes e supermercados, reflexo dos momentos de confraternização com familiares e amigos em restaurantes ou almoços feitos em casa.“, afirmou .
“Além dos chocolates e derivados do cacau, notamos aumento na venda de peixes e crustáceos, que são muito procurados nesta época, bem como de vinhos”, completou o presidente.
Neste ano, o feriado da Semana Santa será entre os dias 7 e 9 de abril, no segundo final de semana do mês.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24), mostra o candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos no 2º turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49%. Comparando ao último levantamento de quinta-feira (22), Flávio oscilou um ponto para cima e Lula, um para baixo.
O Datafolha ouviu 4.050 pessoas, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%. Contratada pela Folha de S.Paulo e pela Globo, a pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09540/2026.
O deputado federal André Janones (Rede-MG) acabou expondo o número de telefone do presidente Lula (PT) durante uma transmissão ao vivo neste sábado (24). O parlamentar conversava com o petista por telefone enquanto o presidente se deslocava do Rio de Janeiro para São Paulo, onde participaria dos últimos atos de campanha antes do segundo turno.
Ao mostrar o celular para a câmera, Janones deixou o contato de Lula visível. Ao perceber o deslize, reagiu com surpresa e preocupação: “Não é possível que mostrei lá o número do Lula. Não é possível, gente”, disse, aos risos. “O pessoal vai ficar puto comigo”, acrescentou.
Antes da ligação, o deputado havia afirmado que mostraria o contato sem revelar os dígitos, por acreditar que o nome salvo na agenda seria suficiente para evitar o vazamento. Após a transmissão, usuários das redes sociais e de grupos de WhatsApp passaram a compartilhar imagens do contato, salvo com o DDD 61, de Brasília, e uma foto de Lula fazendo sinal de positivo.
O segundo turno das Eleições 2026 vai contar com um esquema especial de trânsito em João Pessoa, com interdição de ruas. O esquema foi divulgado pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP).
Segundo a Semob-JP, vão ser interditadas as ruas do Fórum Eleitoral, em Tambiá, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), no Centro, e do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), em Jaguaribe. As alterações são temporárias e afetam a circulação de veículos.
As intervenções serão iniciadas às 6h e seguirão até o encerramento da votação, às 17h. Ao todo, 120 agentes de mobilidade estarão distribuídos pela cidade, atuando na orientação do trânsito e na execução de desvios.
Outros locais que vão receber atenção de agentes de mobilidade são: os colégios Oscar de Castro, José Lins do Rego, Demerval Trigueiro, Papa Paulo VI, Olívio Pinto, CNEC (Geisel), Olívio Ribeiro Campos, Aruanda, Luiz Gonzaga Oliveira, Alice Carneiro, Leonel Brizola, Nazinha Barbosa, Pio XI, Meta e Master.
Durante a Operação, a Semob-JP disponibilizará o WhatsApp (83) 98760-2164, das 5h à meia-noite, para receber mensagens da população e acionar as equipes em situações que demandem fiscalização ou atendimento de urgência relacionado ao trânsito.
A reta final da eleição presidencial chegou e, até agora, o prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSDB), decidiu dar um “perdido” em que cobra posicionamento sobre a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). O silêncio contrasta com o histórico do tucano, forjado no PSB, mas reflete um cálculo complexo em uma cidade rachada ao meio.
No primeiro turno em João Pessoa, a diferença a favor de Lula sobre Flávio foi de menos de 4 mil votos nas urnas.
Então, em um cenário de polarização extrema, a neutralidade de quem pretende concorrer a reeleição em 2028 pode ser tratada com divergências de entendimento. Há quem chame de falta de coragem, de prudência ou pura estratégia de sobrevivência política.
Leo disse: “Eu estou onde sempre estive”.
O que há de fato é que o prefeito decidiu evitar entrar em uma disputa que pode lhe trazer mais custos do que benefícios, principalmente por que nenhuma das duas campanhas ofereceu garantias concretas de apoio ao seu projeto eleitoral.
PT e PL têm projetos para 2028 em João Pessoa
O PT faz oposição na Câmara Municipal liderado pelo vereador Marcos Vinícius, não abriu diálogo. Sem gestos de reciprocidade do PT para 2028, não houve estímulo para Leo entrar de cabeça na campanha pela virada petista.
O partido, inclusive, está no arco de alianças do governador reeleito Lucas Ribeiro (PP) e o senador eleito João Azevêdo (PSB), e, se não bancar uma candidatura própria, que estar ao lado desse grupo com o nome que for posto para a disputa.
O PL de Bolsonaro até tentou aproximações. Leo guarda boa interlocução com nomes da bancada liberal na Câmara, a exemplo de Durval Ferreira e Eder Jampa (atual secretário municipal da Causa Animal). No entanto, o projeto do PL para a capital entra em rota de colisão direta com os planos do tucano.
O partido do ex-presidente planeja lançar candidatura própria à Prefeitura de João Pessoa em 2028, tendo como nome natural o deputado federal Cabo Gilberto, o parlamentar mais votado do estado no pleito deste ano. Apoiar o PL agora seria encorajar um adversário direto na sua própria sucessão.
Cálculo, aliás, que não foi feito pelo clã político em Guarabira. Nesta semana, sua tia, a prefeita Léa Toscano, e sua prima, a deputada estadual Camila Toscano, selaram apoio oficial a Flávio Bolsonaro no segundo turno.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou pela extinção, sem análise do mérito, do caso que trata do pedido de divulgação voluntária da quebra de sigilo dos candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No parecer, o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, afirmou que não há interesse processual nem matéria estritamente eleitoral que justifique a intervenção da Justiça Eleitoral. A campanha de Lula havia solicitado a atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para liberar os sigilos.
“Não se vislumbram, no conteúdo do presente expediente, elementos aptos a justificar a intervenção da Justiça Eleitoral, sobretudo porque não há matéria estritamente eleitoral a ser equacionada”, diz o parecer.
Na quinta-feira (22), o ministro André Mendonça já havia afirmado que não era necessária a intervenção judicial, pois os próprios candidatos podem decidir quais informações divulgar.
Espinosa também citou a decisão do ministro: “Como bem apontado pelo Ministro Relator, ‘não cabe à Justiça Eleitoral definir o que cada candidato quer ou não divulgar. O que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor'”.
O caso começou no domingo (18), durante o debate da Band, quando Lula se dispôs a divulgar seus dados e cobrou o mesmo de Flávio. O presidente ofereceu acesso às informações dos últimos oito anos, desde que o adversário fizesse o mesmo. Dias depois, o senador aceitou a proposta, mas condicionou a divulgação ao cumprimento de outras exigências pelo petista.
Na quinta-feira (22), representantes das duas campanhas oficializaram o compromisso de buscar a abertura dos sigilos dos candidatos, além de informações de familiares e empresas relacionadas a eles.
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) estima que os eleitores levem cerca de 12 segundos para votar para presidente da República no segundo turno das Eleições 2026. A previsão é da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (STIC), que também espera concluir a apuração no estado até as 19h, caso não ocorram intercorrências.
No primeiro turno, cada eleitor levou, em média, 70 segundos para votar nos seis cargos. Como, no segundo turno, haverá votação para apenas um cargo, a expectativa é de que o procedimento seja mais rápido.
A Paraíba tem 3.247.397 eleitores aptos a votar, dos quais 53% são mulheres e 47% são homens. No primeiro turno, 82,62% do eleitorado compareceu às urnas, enquanto a abstenção foi de 17,38%. Dos votos apurados, 9,84% foram nulos e 4,77% foram brancos.
Durante o debate da TV Globo, realizado na noite desta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou ter percorrido cerca de 91 mil quilômetros em viagens de ônibus e barco para conhecer de perto a realidade do Brasil e de sua população.
No entanto, a distância mencionada pelo petista equivale a mais de duas voltas completas ao redor da Terra, cuja circunferência é de aproximadamente 40 mil quilômetros.
Segundo Lula, as viagens permitiram conhecer diferentes regiões do país e acompanhar as condições de vida dos brasileiros.
João Pessoa e Campina Grande terão alterações no trânsito neste domingo (25), durante o segundo turno das Eleições 2026. As operações incluem bloqueios em vias próximas aos locais de votação e agentes para orientar os motoristas.
João Pessoa
Em João Pessoa, as mudanças começam às 6h e seguem até o fim da votação. Ao todo, 120 agentes atuarão na orientação do trânsito e na execução de desvios, com monitoramento em tempo real pelas câmeras do Centro Operacional de Trânsito e Transporte (COTT).
Assim como no primeiro turno, haverá interdições no Fórum Eleitoral, em Tambiá, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), no Centro, e no IFPB, em Jaguaribe. Também serão realizadas alterações temporárias na circulação de veículos e reforço do patrulhamento nos principais locais de votação da Capital.
De acordo com a Semob-JP, os locais que receberão atenção especial estão os colégios Oscar de Castro, José Lins do Rego, Demerval Trigueiro, Papa Paulo VI, Olívio Pinto, CNEC (Geisel), Olívio Ribeiro Campos, Aruanda, Luiz Gonzaga Oliveira, Alice Carneiro, Leonel Brizola, Nazinha Barbosa, Pio XI, Meta e Master.
Campina Grande
Em Campina Grande, a Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) mobilizará cerca de 70 agentes, com viaturas e motocicletas para monitorar as vias durante os horários de maior movimentação.
As interdições ocorrerão no Raul Córdula, na Escola José Miguel Leão, em São José da Mata, no CAD e DAMAS, no Polivalente, nas Lourdinas e nas escolas estaduais da Prata e da Liberdade. Já na Escola Estadual da Palmeira e no Nenzinha Cunha Lima, haverá disciplinamento do trânsito.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu “acabar com a polícia” no Brasil durante debate contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), promovido pela TV Globo na noite desta sexta-feira (23).
A afirmação foi feita durante a discussão sobre a retomada de territórios. Lula acusou o oponente na disputa pela Presidência da República de querer entregar o país “para o Trump”, em referência ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O petista associou o eventual fim da polícia à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, defendida por seu governo. Além disso, afirmou que, após a aprovação da proposta, criará o Ministério da Segurança Pública, separado do Ministério da Justiça.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o debate presidencial da TV Globo nesta sexta-feira (23), que não aceita ser chamado de “nove dedos” e se referiu ao adversário Flávio Bolsonaro (PL) como “miliciano”.
Lula explicou que perdeu um dos dedos da mão em um acidente de trabalho, quando atuava como metalúrgico, antes de iniciar sua trajetória política.
“Ele disse uma grande asneira que não levarei para casa. Ele me chamou de nove dedos. Saiba de uma coisa, se tem alguém que sabe o que é o mundo do trabalho, sou eu, trabalhando à noite, com 17 anos. Não vou permitir que um miliciano me chame de nove dedos”, afirmou o presidente,
O episódio ocorreu durante o confronto entre os candidatos às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25).
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