
Cerca de 45% dos municípios paraibanos estão operando no vermelho, aponta estudo


Foto: Reprodução
Nesta quinta-feira, 13, a fachada da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília exibiu pichações com críticas à política bélica do país. O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) afirmou ser responsável pela ação. O grupo invasor de terras divulgou imagens de militantes com faixas, além de uma bandeira norte-americana alterada e queimada.
Entre as frases pichadas, uma se destacava: “Os EUA fazem guerra e lucram com a morte”. Segundo nota do MST, a manifestação integra a 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra e homenageia o centenário de Fidel Castro, ex-ditador cubano.

No local, funcionários da embaixada tentaram cobrir as inscrições durante a manhã. A pichação foi feita no muro lateral do prédio, no Setor de Embaixadas Sul, que atualmente passa por reformas. A segurança da área é supervisionada pelo 5º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.
Com informações da Revista Oeste

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) reinterditou dois famosos estabelecimentos da região do Brejo paraibano nesta quinta-feira (13): o Celeiro 115 e o restaurante da pousada Estação Bananeiras. Ambos já haviam sido autuados no mês de junho.
Segundo apurou o Blog do Gustavo Xavier, no restaurante Celeiro 115 foram encontrados produtos vencidos, mais especificamente carnes bovina e suína. O estabelecimento também não apresentou licença ambiental. O Corpo de Bombeiros ainda lavrou auto de infração por falta de certificação de projeto aprovado.
Já o restaurante da Estação Bananeiras foi reinterditado por não cumprir as exigências da Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa/PB), conforme orientado na última inspeção. Em junho, a fiscalização encontrou produtos vencidos, alimentos impróprios para consumo e proliferação de fungos na área de manipulação de alimentos.

O blog também recebeu a informação de que o Divino Casarão foi interditado por descumprir medidas sanitárias, como a comercialização de produtos vencidos, incluindo polpa de fruta, além de cachaça sem informações sobre origem e fabricante e ausência de placa informativa sobre a proibição de discriminação por orientação sexual. Já a Agevisa lavrou auto de infração e de interdição cautelar após constatar uma série de irregularidades sanitárias, como ausência de alvará sanitário, condições precárias na área de manipulação de alimentos, equipamentos danificados e com pontos de oxidação, armazenamento inadequado de alimentos, falta de capacitação e documentação sanitária dos manipuladores, produtos sem rotulagem obrigatória, ausência de instalações adequadas para funcionários e falta de comprovação da higienização e da potabilidade da água utilizada no estabelecimento.
Os estabelecimentos estão fechados e só reabrirão após a adequação às exigências sanitárias. O espaço do blog está aberto para que os três estabelecimentos apresentem suas respectivas respostas.


A Loteria do Estado da Paraíba (LOTEP)esclareceu que a operação da Polícia Federal envolvendo a Pixbet e a Pixstar não tem qualquer relação com a autarquia paraibana. A manifestação ocorre após a deflagração, nesta quinta-feira (13), da Operação Arena, que investiga suspeitas envolvendo empresas e pessoas ligadas ao mercado de apostas esportivas.
A operação cumpre mandados de busca e apreensão em cinco estados, incluindo a Paraíba, e apura suspeitas relacionadas à movimentação de recursos, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
Diante da repercussão da operação, a LOTEP informou que não mantém relação de autorização ou delegação com as empresas Pixbet e Pixstar para a exploração da atividade lotérica no âmbito estadual.
A autarquia destacou ainda que a exploração de apostas de quota fixa (BETs) em âmbito nacional está submetida ao regime federal de autorização e fiscalização da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda.
Segundo a LOTEP, os pedidos de autorização apresentados à autarquia passam por análise documental e de conformidadeantes de uma eventual autorização.
O procedimento verifica, entre outros pontos, a regularidade jurídica, a situação fiscal, a capacidade econômico-financeira e a qualificação dos interessados.
Também são analisados elementos relacionados à idoneidade e à integridade dos agentes envolvidos no processo de autorização.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O líder da oposição na Câmara, deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), protocolou na quarta-feira (12) um novo pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
A iniciativa veio após a decisão do ministro que autorizou uma operação da Polícia Federal contra Raimundo Soares Cutrim e Diogo Diniz Lima, apontados como pessoas que forneceram informações ao jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, que publicou reportagens investigativas sobre o ministro Flávio Dino.
Para a oposição, a decisão de Alexandre de Moraes representa uma violação ao sigilo da fonte jornalística, direito garantido pela Constituição Federal. O pedido de impeachment sustenta que a medida afronta o artigo 5º, inciso XIV, que protege o sigilo da fonte quando necessário ao exercício profissional.
O pedido será encaminhado ao Senado Federal, responsável por processar e julgar ministros do STF em casos de crime de responsabilidade. A abertura de um eventual processo, no entanto, depende de decisão do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) identificou problemas graves na conservação de bens históricos em diferentes regiões do Estado. Entre os casos que mais preocupam está a Fazenda Maquiné, em Araruna, classificada em “estado de ruínas” e considerada uma das situações de maior urgência. O relatório foi apresentado nesta quarta-feira (12), durante sessão do Tribunal Pleno, sob a presidência do conselheiro Fábio Nogueira. Veja fotos dos imóveis clicando aqui
O levantamento também encontrou imóveis abandonados, risco de desabamento, vandalismo, descaracterização arquitetônica e falta de manutenção preventiva em patrimônios históricos de João Pessoa, Campina Grande, Rio Tinto e Patos. A auditoria integra o Processo de Inspeção Especial TC nº 02280/25 e foi realizada no âmbito do convênio de cooperação técnica firmado entre os Tribunais de Contas da Paraíba e de Pernambuco para o biênio 2025-2026.
O trabalho teve como objetivo verificar as condições de conservação e a proteção legal de bens tombados pelos órgãos de preservação federal, estadual e municipal. A fiscalização foi conduzida pela Diretoria de Auditoria e Fiscalização do TCE-PB, tendo como unidade jurisdicionada o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (IPHAEP). A equipe foi formada pelos auditores de controle externo Júlio Uchoa Cavalcanti Neto, Glaucio Barreto Xavier, Waldir Bezerra Dinoá e João César Bezerra de Menezes.
Para o presidente do TCE-PB, conselheiro Fábio Nogueira, preservar o patrimônio histórico é fundamental para manter viva a memória da Paraíba e garantir que esse legado seja conhecido e valorizado pelas futuras gerações. “Preservar o nosso patrimônio é preservar a nossa história, a nossa identidade e um legado que precisa ser transmitido às próximas gerações”, destacou.
Auditoria foi provocada pelo Ministério Público de Contas – A fiscalização teve origem em uma solicitação apresentada, em 2023, pelo Ministério Público de Contas da Paraíba (MPC-PB), por meio da Força-Tarefa do Patrimônio Cultural (FTPC). O pedido, protocolado pelo procurador-chefe da FTPC, Marcílio Toscano Franca Filho, apontava a preocupação com o abandono, a deterioração e a vulnerabilidade de bens históricos e culturais em diversas regiões do Estado.
Entre os episódios citados pelo MPC-PB estava o furto, em abril de 2023, do busto em homenagem ao ex-presidente do Estado Antônio Pessoa, em uma praça no bairro do Tambiá, em João Pessoa. O caso reforçou a necessidade de avaliar as políticas públicas de proteção e conservação do patrimônio cultural paraibano.
Centro Histórico de João Pessoa – Na Capital, um dos principais alertas está no Centro Histórico, especialmente na área conhecida como Cidade Baixa. A auditoria encontrou imóveis com fachadas em processo de desprendimento, vegetação parasitária, sinais de abandono e deterioração prolongada. “As condições aumentam o risco de desabamentos e ameaçam a segurança de pedestres, além de comprometerem o patrimônio arquitetônico”.
O cenário é diferente na Cidade Alta. De acordo com o levantamento, imóveis ocupados por órgãos públicos e instituições religiosas apresentam, de modo geral, melhores condições de conservação. Para os auditores, o uso contínuo dos prédios e a manutenção preventiva ajudam a reduzir a deterioração.
Fazenda Maquiné exige medidas emergenciais – Em Araruna, a Fazenda Maquiné foi apontada como um dos casos mais críticos. Considerado um exemplar raro da arquitetura rural e da história econômica da Paraíba, o imóvel foi classificado em estado de ruínas.
O relatório recomenda atenção imediata do IPHAEP e a adoção de medidas emergenciais, incluindo o escoramento da estrutura, para evitar a perda total da edificação. A auditoria também destaca o potencial da Fazenda Maquiné para integrar o circuito turístico do Estado.
Em Campina Grande, a fiscalização concentrou-se em patrimônios ferroviários e industriais, como a antiga Estação Ferroviária e seus armazéns. Foram identificados pontos em situação precária, além de registros de vandalismo e descaracterização arquitetônica provocada por ocupações comerciais que não observam as normas de preservação.
Entre as recomendações estão medidas para combater o vandalismo e impedir ou reverter intervenções que comprometam as características originais dos imóveis.
Rio Tinto e Patos também apresentam problemas – Em Rio Tinto, a auditoria avaliou a Vila Operária e estruturas da antiga Companhia de Tecidos Rio Tinto. Embora o conjunto ainda mantenha seu traçado original, foram identificadas alterações individuais nas residências que podem comprometer suas características históricas.
Em Patos, foram vistoriados prédios administrativos e a estação ferroviária. O levantamento apontou a necessidade de ampliar e descentralizar a fiscalização dos órgãos estaduais responsáveis pela preservação, especialmente diante da dificuldade de acompanhamento permanente dos bens tombados localizados no interior.
TCE-PB propõe fiscalização permanente – O relatório conclui que o tombamento, por si só, não garante a preservação de um bem histórico. Para evitar a deterioração, são necessárias fiscalização contínua, uso adequado dos imóveis e manutenção preventiva.
Como encaminhamento, o TCE-PB propõe incorporar a Auditoria Temática de Patrimônio Histórico de forma sistemática ao Plano Anual de Auditoria da Corte, preferencialmente em ciclos bienais. A medida permitiria acompanhar a evolução dos bens já fiscalizados e identificar novos patrimônios em situação de risco.
O relatório também sugere o uso de tecnologias, como imagens de satélite e drones, além da criação de um painel de riscos com informações georreferenciadas sobre os bens tombados e os registros das fiscalizações.

O Procon-JP suspendeu a comercialização de planos de saúde da Unimed João Pessoa após identificar irregularidades durante fiscalização realizada no Hospital Pediátrico Unimed, no bairro da Torre. A medida cautelar foi comunicada à operadora nesta quinta-feira (13), que terá 30 dias para fazer as adequações determinadas.
A fiscalização apontou demora na disponibilização de leitos para crianças que já tinham indicação médica de internação. O órgão informou que duas mães, de pacientes de 11 e 2 anos, denunciaram a situação. Segundo o Procon, as crianças permaneceram em ambiente de observação mesmo após a indicação de internação.
A medida determina que pacientes pediátricos com indicação de internação tenham o leito disponibilizado em até duas horas. Caso não haja vaga na rede própria, a operadora deverá providenciar transferência para unidade credenciada ou custear uma vaga fora da rede. O Procon também determinou o envio diário de informações sobre casos pendentes enquanto a cautelar estiver em vigor.
Segundo o órgão, foram identificados pelo menos 37 atendimentos de consumidores contra a Unimed João Pessoa entre 2024 e 2026. A decisão também foi comunicada à ANS, Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, CRM-PB e CMDCA.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 81 municípios da Paraíba. O aviso é válido a partir das 10h até as 22h desta quinta-feira (13).
Segundo o instituto, a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 30%, com baixo risco de incêndios florestais e de impactos à saúde.
O Inmet orienta que a população das cidades afetadas mantenha a hidratação constante, evite atividades físicas intensas nas horas mais secas do dia e reduza a exposição ao sol nos períodos de maior calor.
Em caso de necessidade, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199, e o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
Municípios sob alerta de baixa umidade
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O dono da PixBet, o paraibano Ernildo Júnior, foi interceptado na manhã desta quinta-feira (13) por uma viatura da Polícia Federal na BR-230, quando chegava a Campina Grande, na Paraíba.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que os agentes cercam o veículo e realizam uma busca pessoal no empresário.
A abordagem ocorreu durante a Operação Arena, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo recursos de apostas. Segundo as investigações, uma estrutura societária e financeira teria sido criada no Brasil e no exterior para movimentar e ocultar a origem e o destino de valores.
A Justiça Federal autorizou 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados, além da quebra de sigilos bancário e telemático e do sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão.
Além da PixBet, a operação também mira o advogado Nelson Wilians, que mantém relação profissional com a empresa e com Ernildo Júnior. A defesa afirma que a relação com a PixBet é estritamente profissional e repudiou qualquer tentativa de associar a atuação de seus advogados às condutas investigadas.

O policial militar Ícaro Flávio, de 30 anos, morreu após ser baleado na cabeça durante uma troca de tiros no bairro do Açude, em Santa Rita, na Grande João Pessoa. O confronto aconteceu na madrugada desta quinta-feira (13).
O policial foi socorrido inicialmente para o Hospital Metropolitano e, depois, levado para o Hospital de Trauma, em João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos.
Durante a ação da PM, seis pessoas foram detidas, sendo três maiores de idade e três adolescentes. Dois suspeitos também foram baleados e socorridos para o Hospital de Trauma. Um deles morreu após dar entrada na unidade hospitalar.
O outro suspeito, de 32 anos, segue internado em estado grave.

Uma pesquisa do PoderData/Aya mostra que 45% dos eleitores se identificam como de direita ou centro-direita. Outros 5% se consideram de centro, enquanto 29% são de esquerda ou centro-esquerda. Já 21% afirmam não ter posicionamento político.
O levantamento, realizado de 9 a 12 de agosto, apresentou cinco classificações: direita, centro-direita, centro, centro-esquerda e esquerda. Entre os 45% à direita, 36% se dizem de direita e 9% de centro-direita. Dos 29% à esquerda, 17% são de esquerda e 12% de centro-esquerda.
Metodologia
O levantamento entrevistou 2.400 eleitores entre 9 a 12 de agosto de 2026, em 658 municípios nas 27 unidades do país. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-06868/2026.
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