A pesquisa PoderData realizada de 31 de julho a 2 de agosto de 2022 mostra que o quadro para a sucessão presidencial segue estável. Hoje, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 43% das intenções de voto no 1º turno, enquanto Jair Bolsonaro (PL) marca 35%. Os demais candidatos, juntos, somam 15%.
Pouco mudou em relação a 15 dias antes. O petista manteve o percentual da rodada anterior, enquanto o atual presidente oscilou negativamente dentro da margem de erro.
Ciro Gomes registra 7% das intenções de voto. Simone Tebet marca 4% e André Janones, 2%. Eymael e Felipe d’Avila tem 1% cada um. Os outros nomes testados não tiveram menções suficientes para pontuar.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 31 de julho a 2 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-08398/2022.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil protocolou um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pedindo que seja assegurada a comunicação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.
O pedido considera que o senador tem direito a se comunicar com o ex-presidente por ser seu advogado e que essa comunicação é indispensável ao exercício da natureza técnica da advocacia
O documento foi apresentado após representação encaminhada pelo advogado Flávio Bolsonaro à Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas. Nesta segunda-feira (13), Moraes ordenou a suspensão de visitas de Flávio a Jair, após o senador divulgar em redes sociais uma carta do ex-presidente.
A divulgação, feita no sábado (11) representa, para o ministro do STF, desrespeito a determinação de afastamento de Jair Bolsonaro das redes sociais e desvio de finalidade no exercício do direito de visita.
Segundo a OAB, a manifestação tem caráter técnico e exclusivamente institucional e não ingressa no mérito da decisão judicial nem das circunstâncias que a motivaram. O objetivo, informa a OAB, é o de “assegurar o exercício da defesa técnica, em observância às prerrogativas da advocacia previstas no Estatuto da Advocacia”.
“A OAB está à disposição para defender as prerrogativas profissionais de todas as advogadas e de todos os advogados do país, independentemente de quem eles representem ou de qualquer circunstância relacionada ao caso concreto. Trata-se de assegurar direitos previstos em lei e indispensáveis ao pleno exercício da advocacia”, afirmou via assessoria o procurador nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB, Alex Sarkis.
O ministro Alexandre de Moraes ainda não se manifestou sobre o ofício da OAB. Em sua decisão na segunda-feira, o ministro também determinou que o caso seja enviado ao Ministério Público Eleitoral para ciência e adoção das medidas cabíveis em função do período eleitoral.
No ano passado, Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista. Após passar por cirurgia, obteve autorização judicial para cumprir a pena em prisão domiciliar.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, anunciou nesta terça-feira (14) a intenção de criar um selo de acurácia eleitoral para premiar os institutos de pesquisa que mais acertarem os resultados das eleições.
A minuta com a proposta de premiação foi apresentada em reunião com 16 institutos de pesquisa no TSE.
Participaram:
Instituto Apex Partners
Intituto AtlasIntel
Instituto DataFolha
Intituto Data Povo
Instituto Data Tempo
Instituto Direto ao Ponto
Instituto Ipos-Ipec
Instituto Quaest
Instituto MDA Pesquisa
Instituto Ipespe
Instituto Nexus
Instito Paraná Pesquisas
Instituto de Pesquisas Perfil
Instituto Poderdata
Insituto Real Time Big Data
Instituto Vox Brasil
“É chegado o momento da Justiça Eleitoral laurear as empresas que a cada ciclo dedicam os seus maiores esforços em favor da democracia. Essa iniciativa destina-se ao reconhecimento das entidades cuja estimativas apresentem o maior grau de aderência dos resultados oficiais das eleições”, disse o ministro.
Os institutos de pesquisa terão até sexta-feira (17) para enviar contribuições sobre a proposta. Essas contribuições, de acordo com o presidente do TSE, servirão para a definição dos critérios de escolha dos ganhadores da premiação.
Segundo Kassio Nunes Marques, as pesquisas eleitorais ocupam posição de relevância no debate público. “O eleitorado brasileiro atribui significativo valor às informações por elas produzidas, que se consolidaram como sustentáculo na compreensão da dinâmica eleitoral, possuindo impacto efetivo no engajamento desse processo”, acrescentou o ministro.
“Em um cenário de constante evolução das metodologias de coleta de dados, dos hábitos de comunicação da sociedade e das formas de interação entre os eleitores, o aprimoramento permanente das pesquisas constitui desafio compartilhado por toda a comunidade científica e pelas instituições que atuam no processo democrático”, disse o ministro.
Justiça da Paraíba manda empresa de bets suspender plataformas de apostas em território nacional — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
O juiz João Lucas Souto Gil Messias, da Vara da Infância e Juventude de Campina Grande, mandou a empresa de bets PixBet suspender todas as plataformas de apostas on-line em território nacional, em caráter liminar, por considerar que os mecanismos atuais não impedem o acesso de menores de idade.
De acordo com a decisão, a suspensão deve acontecer em até 48 horas sob pena de multa diária de R$ 100 mil até que a empresa regularize os mecanismos de barrar os sites para menores de idade.
A suspensão é válida para todo o território nacional e também para plataformas que são de propriedade da Pixbet, como a Flabet e a Bet da Sorte
Entre as medidas impostas pela Justiça para a regularização e retomada das plataformas estão:
reconhecimento facial com prova de vida a cada acesso e a cada operação financeira;
verificação biométrica cruzada com bases oficiais;
bloqueio automático de cadastros realizados com CPF de menores.
O ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido de liminar apresentado pela defesa da vereadora Rosiene Sarinho e manteve o afastamento cautelar da parlamentar da Câmara Municipal de Bayeux. Ela é investigada na Operação Mal Partido, da Polícia Civil da Paraíba.
Rosiene é suspeita dos crimes de peculato, que é o desvio de recursos públicos, e concussão, caracterizada pela exigência de vantagem indevida por agente público. As medidas cautelares foram determinadas pela Justiça da Paraíba em abril deste ano e já haviam sido mantidas pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).
A defesa argumentou que o afastamento é desproporcional, que os fatos investigados ocorreram em 2025 e que a medida representa uma punição antecipada. Também alegou que as restrições impostas configuram um “exílio institucional”.
Ao analisar o pedido, o ministro Joel Ilan Paciornik afirmou que, em avaliação preliminar, não identificou constrangimento ilegal que justificasse a suspensão da decisão. O STJ ainda solicitou informações ao TJPB e ao juízo de primeira instância. Depois dessa etapa e do parecer do Ministério Público Federal, o mérito do habeas corpus será julgado pela Quinta Turma da Corte.
O presidente da OAB-PB, Harrison Targino, determinou nesta terça-feira (14) a suspensão cautelar do exercício profissional de dois advogados investigados por supostamente utilizarem a técnica conhecida como prompt injection em petições apresentadas à Justiça paraibana. Os casos chegaram à Ordem após comunicações encaminhadas por magistrados do Tribunal de Justiça da Paraíba.
Em uma das situações, a suspeita surgiu após a identificação de comandos ocultos inseridos em petições relacionadas a um processo que tramita sob segredo de justiça. De acordo com a representação encaminhada à OAB-PB, as instruções estavam escondidas em texto branco, com tamanho reduzido e de difícil visualização, mas poderiam ser interpretadas por sistemas de inteligência artificial utilizados como apoio na elaboração de minutas judiciais.
Outro caso foi comunicado pela Justiça de Sousa. Conforme a decisão judicial, o documento continha comandos direcionados a ferramentas de IA para favorecer os argumentos de uma das partes. O texto também fazia referência a um teste para verificar eventual utilização exclusiva de inteligência artificial na produção das decisões judiciais.
Ao justificar a medida cautelar, Harrison Targino afirmou que “a Ordem tem o dever institucional de agir com rigor sempre que houver indícios de condutas que possam comprometer a ética profissional, a boa-fé processual e a confiança da sociedade na advocacia. A suspensão cautelar não representa um julgamento definitivo, mas uma medida excepcional prevista no Estatuto da Advocacia para resguardar a dignidade da profissão e garantir a adequada apuração dos fatos, assegurando ao profissional investigado o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa”.
O que é prompt injection?
Prompt injection é uma técnica utilizada para tentar influenciar sistemas de inteligência artificial por meio da inserção de comandos ocultos em textos aparentemente comuns. Essas instruções podem ficar invisíveis para a leitura tradicional, mas ainda serem identificadas por ferramentas automatizadas que processam documentos.
Na prática, o objetivo é induzir a IA a seguir orientações específicas durante a análise do conteúdo. Especialistas apontam que esse tipo de prática é considerado um dos principais desafios de segurança envolvendo modelos de linguagem, especialmente quando utilizados como ferramenta de apoio em atividades profissionais e institucionais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46,3% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador e pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro (RJ), que tem 46,1%, segundo pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (16).
Os dois estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro do levantamento.
Brancos, nulos e eleitores que afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos somam 6,5%, enquanto 1,1% não souberam responder.
Metodologia
Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o Brasil entre os dias 7 e 11 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07294/2026.
Três homens suspeitos de roubar um carro e integrar um grupo armado foram baleados após trocarem tiros com a Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (14), no Distrito Mecânico, em João Pessoa.
Segundo a PM, equipes do Radiopatrulhamento do 1º Batalhão foram até uma comunidade do bairro após informações sobre homens armados. No local, os policiais encontraram um carro preto roubado pouco antes, com sete suspeitos.
De acordo com o capitão Mendonça, ao perceberem a aproximação das equipes, os ocupantes do veículo desceram e atiraram contra os policiais.
Após o confronto, três suspeitos foram baleados, detidos e levados para o Hospital de Trauma de João Pessoa. A PM recuperou o carro roubado e apreendeu um revólver e munições.
O material foi encaminhado para a Central de Polícia Civil, onde serão realizados os procedimentos da ocorrência e a identificação dos envolvidos.
Já os outros quatro suspeitos fugiram e continuam sendo procurados. Segundo a Polícia Militar, as buscas pelo grupo continuam.
Pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é rejeitado por 47,6% dos eleitores. Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato do partido, rejeitado por 45,4%.
Na sequência, aparece a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 32,2%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), tem 15,3%; seguido por Cabo Daciolo (Mobiliza), tem 14,7% de rejeição.
Veja os números:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 47,6%
Flávio Bolsonaro (PL) — 45,4%
Michelle Bolsonaro (PL) — 32,2%
Romeu Zema (Novo) — 15,3%
Cabo Daciolo (Mobiliza) — 14,7%
Ronaldo Caiado (PSD) — 13,3%
Renan Santos (Missão) — 12,3%
Joaquim Barbosa (DC) — 10,5%
Augusto Cury (Avante) — 9,6%
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre 7 e 11 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) questionou uma suposta diferença de tratamento entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) durante períodos em que os dois enfrentaram decisões judiciais.
Ao falar das restrições impostas ao pai, Flávio comparou o caso com o período em que Lula ficou preso em Curitiba, entre abril de 2018 e novembro de 2019.
“Lula escreveu 22 cartas, podia fazer tudo. Qual o critério com Bolsonaro?”, afirmou o senador durante uma live no YouTube.
A comparação feita por Flávio envolve as condições de Lula durante a prisão e as medidas determinadas pela Justiça para Jair Bolsonaro. Os dois casos ocorreram em contextos jurídicos diferentes.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um procedimento para investigar a abordagem de policiais militares contra torcedores do Botafogo-PB antes da partida contra o Confiança, no domingo (12), nas proximidades do Estádio Almeidão, em João Pessoa.
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram três policiais agredindo um torcedor do Belo com socos e joelhadas durante a dispersão de torcedores reunidos no local.
O caso é investigado pelo Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial do MPPB. Os possíveis delitos serão analisados pela Vara de Auditoria Militar, por se tratar de uma ocorrência durante o exercício da função militar.
“O Ministério Público não compactua com atos de emprego de violência que estaria em desacordo com os protocolos de atuação policial. E os eventuais excessos serão investigados e seus responsáveis punidos na forma da lei no devido processo legal, uma vez concluídas as apurações já determinadas”, afirmou o promotor José Leonardo Pinto.
Proibição
Após a confusão entre torcedores de Botafogo-PB e Confiança, o Nudetor ampliou por mais dois jogos a suspensão das torcidas organizadas “Jovem” e “Fúria” e proibiu a presença dos integrantes em um raio de 5 km dos estádios.
Nesta terça-feira (14), o MPPB também vai discutir a suspensão por tempo indeterminado das duas torcidas organizadas dos estádios da Paraíba, devido à reincidência em episódios de violência.
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