
A família da paraibana Silvana Vicente Pilipenko, 53 anos, busca informações da parente moradora da Ucrânia há 13 dias. O país enfrenta ataques da Rússia desde o dia 26 de fevereiro. Bombardeios, cortes de energia, falta de internet e alimentos são desafios vividos pela população ucraniana.
EmJoão Pessoa, Mere Vicente busca, através das redes sociais, contato com a irmã, que vive em Mariupol, cidade do Leste do país, há quase 30 anos.
O último contato entre as duas aconteceu no dia 2 de março, por uma chamada de vídeo. “Eu falava com ela duas ou três vezes por dia. Mas quando iniciou a guerra, começou a faltar energia, cortes de internet. A última vez que eu falei com ela foi no dia 2 de março“, disse Mere.
Ao Portal T5, ela informou que a paraibana é casada com um ucraniano há 26 anos e tem um filho. “Ela disse que a situação já tava bem crítica. Já estava ficando sem água, sem internet. Uma parte do prédio dela foi bombardeada. A gente não sabe se ela está viva, se ela tá morta”.
Beatriz Vicente, sobrinha de Silvana, disse que a tia voltaria para o Brasil no próximo dia 20 de março e que não acreditada na guerra.
“Ela não tentou voltar antes. Porque, quando começou a tensão, a mídia de lá tava dizendo que a guerra era só especulação. Eu até falei com ela ‘venha pra cá’ e ela falou que não viria”.
Ainda de acordo com Beatriz, a família já entrou em contato com a embaixada brasileira na Ucrânia e com o grupo BrazUcra, que é formado por brasileiros voluntários, em busca de informações.
PortalT5





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