
O Flamengo conversou com agentes, avaliou candidatos e, enfim, cruzou o oceano Atlântico em busca de seu novo treinador. A partir deste sábado (18), o diretor Bruno Spindel inicia a missão que terá Lisboa (POR) como ponto de partida. Gripado, o vice-presidente de futebol rubro-negro, Marcos Braz, adiou seu embarque em um dia, conforme informado inicialmente pelo GE.
Essa não é a primeira vez que a dupla rubro-negra faz um “mochilão” por um comandante europeu. Em julho de 2020, dias depois do anúncio da saída de Jorge Jesus, Braz e Spindel também adotaram o mesmo procedimento.
Após encontros e almoços com nomes como o espanhol Fernando Hierro e o português Carlos Carvalhal, o Flamengo fechou com Domènec Torrent, que tinha no fato de ter sido auxiliar de Pep Guardiola o seu ponto mais positivo.
O espanhol chegou ao clube cercado de expectativa, mas sua passagem não deixou saudade. Dome desmontou o esquema deixado pelo Mister, mexeu incessantemente em peças e não resistiu a um festival de goleadas.
O episódio deixou lições para os rubro-negros, que viajaram com ideias mais claras sobre o que o clube pretende dessa vez.
Naquela ocasião, os dirigentes do Flamengo vinham embalados por um 2019 avassalador e entendiam que precisavam de um treinador que apenas seguisse com o trabalho que já estava em curso.
A prática, no entanto, foi um fracasso. Ficou claro para a cúpula de futebol que a escolha não havia obedecido critérios mais rígidos de análise.
Com informações FolhaPress



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