O senador Flávio Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para dizer que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo levado ao hospital nesta sexta-feira (13) após acordar com “calafrios e vômitos” na Papudinha, em Brasília.
“Acabo de receber a notícia de que meu pai @jairbolsonaro está a caminho do hospital, mais uma vez… Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante. Peço orações para que não seja nada grave”, escreveu o senador no X.
O ex-presidente cumpre pena por tentativa de golpe de Estado no Complexo da Papuda desde 15 de janeiro.
A cinco meses do início da campanha eleitoral, o governo do presidente Lula (PT) decidiu zerar as alíquotas de PIS e Cofins sobre combustíveis. A medida, anunciada em 12 de março, repete estratégia adotada em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), quando impostos sobre diesel e gás de cozinha também foram zerados.
Na época, em 11 de março de 2022, o governo Bolsonaro justificou a decisão pela alta do petróleo no mercado internacional causada pela guerra na Ucrânia. Agora, o governo Lula afirma que a medida ocorre após a elevação dos preços provocada por ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã.
A iniciativa chama atenção porque, naquele momento, o próprio PT criticou duramente a decisão do governo Bolsonaro. O senador Humberto Costa afirmou que a redução de tributos era “um jogo de cena” feito apenas no período eleitoral e lembrou que a proposta tinha validade até dezembro daquele ano.
Assim como ocorreu em 2022, o governo Lula também zerou as alíquotas até dezembro. A decisão foi tomada em um cenário em que pesquisas eleitorais indicam risco para a reeleição do presidente, e após orientação do sociólogo Alberto Almeida para que o governo adote medidas de forte apelo popular — citando justamente a estratégia usada por Bolsonaro naquele ano.
O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao governo da Paraíba informações sobre a situação ambiental das obras da chamada Ponte do Futuro, empreendimento que pretende ligar os municípios de Cabedelo e Lucena, no litoral norte do estado.
Em ofício enviado nesta quarta-feira (11), o órgão deu prazo de três dias para que a Secretaria de Estado da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos e o Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) apresentem esclarecimentos e documentos sobre as medidas adotadas para proteção da fauna na área do empreendimento.
A preocupação maior do MPF é com possíveis impactos sobre o macaco-prego-galego, primata endêmico do Nordeste classificado como espécie em perigo de extinção.
A obra da Ponte do Futuro prevê a construção de uma ligação rodoviária sobre o estuário do Rio Paraíba, com o objetivo de melhorar a mobilidade e facilitar o deslocamento entre o litoral norte e a Região Metropolitana de João Pessoa.
Espécie ameaçada
Segundo o MPF, estudos científicos indicam que a sobrevivência do macaco-prego-galego depende da conectividade entre fragmentos florestais existentes na região, principalmente entre a Reserva Particular do Patrimônio Natural Engenho Gargaú e a Mata da Utinga.
O licenciamento ambiental da obra prevê justamente a implantação de corredores ecológicos e passagens de fauna, estruturas que permitem a circulação segura dos animais entre os fragmentos florestais.
Mas o MPF recebeu informações de que máquinas já estariam atuando na área e houve supressão de vegetação antes da implementação completa dessas medidas.
Para o procurador da República João Raphael Lima, os impactos à fauna podem ocorrer já na fase inicial de obras, o que exige que as medidas de proteção sejam adotadas desde o começo da intervenção.
Informações solicitadas
No ofício, o MPF pede detalhes sobre:
o estágio atual de implantação dos corredores ecológicos previstos no licenciamento ambiental;
as medidas adotadas para garantir a circulação da fauna silvestre, como passagens aéreas e terrestres;
ações específicas voltadas à proteção do macaco-prego-galego no programa de fauna do empreendimento;
o cronograma atualizado das medidas ambientais previstas.
O órgão também solicitou o envio de relatórios técnicos, registros fotográficos e dados de monitoramento da fauna que comprovem as ações adotadas durante a execução da obra.
O documento foi encaminhado ainda para ciência da Secretaria de Estado do Meio Ambiente da Paraíba (Seman) e da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema).
Resposta dos órgãos
Ao Conversa Política, a Sudema informou que o processo de licenciamento ambiental foi conduzido de forma técnica e dentro dos parâmetros legais, e todas as informações solicitadas já foram encaminhadas ao Ministério Público Federal.
O Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba, juntamente com as outras autoridades mencionadas, responderão dentro do prazo legal.
Materiais apreendidos em farmácia de Campina Grande.. divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil encontrou indícios de uma clínica clandestina de aborto em uma farmácia no Centro de Campina Grande, na manhã desta quinta-feira (12). Substâncias abortivas e um caderno com nomes de vítimas estavam em um cômodo oculto.
A operação foi pela Polícia Civil, em conjunto com a Gerência de Vigilância Sanitária de Campina Grande (Gevisa) e o Ministério Público do Consumidor.
Os agentes localizaram um compartimento oculto em um sótão da farmácia. Nesse cômodo, foram apreendidas várias substâncias que, em tese, podem estar relacionadas à realização de abortos clandestinos, além de documentos com anotações alusivas a supostas vítimas e referência a tempo gestacional. O delegado Rafael Pedrosa, à TV Paraíba, disse que o cômodo ficava atrás de um fundo falso.
“Nós verificamos um fundo falso que existia na farmácia. Você sobe por uma escada nesse fundo falso e e se depara com um sótão que é totalmente, digamos assim, é, insalubre, visivelmente insalubre, as circunstâncias sanitárias assim deploráveis e visíveis a olho nu”.
Nesse sótão, havia uma cama, substâncias e objetos suspeitos de serem utilizados para a realização de abortos, como bisturis e gases, além de nomes e exames de ultrassonografia de gestantes.
“Uma relação documental com fotos de supostas vítimas, com nomes e exames de ultrassom indicando o tempo gestacional para eventualmente se avaliar se haveria a compatibilidade ou não com a prática”, complementou o delegado Rafael Pedrosa.
Uma arma calibre 38 também foi apreendida, e um homem foi preso e levado para a Cidade de Polícia de Campina Grande, onde deverá passar por audiência de custódia.
Outra farmácia também foi alvo da operação
A mesma operação também realizou uma inspeção em outra farmácia de Campina Grande, no bairro das Malvinas. No estabelecimento, foram encontrados anabolizantes comercializados de forma irregular e medicamentos vencidos, bem como psicotrópicos cuja comercialização não possuía autorização específica e remédios vencidos.
Também foi verificado que o estabelecimento não possuía licença sanitária válida, alvará de funcionamento regular nem farmacêutico responsável técnico.
O juiz Alexandre Targino Gomes Falcão, titular da 13ª Vara Cível da Capital, determinou nesta quinta-feira (12) o cumprimento de um mandado de reintegração de posse envolvendo sete veículos utilizados em serviços de limpeza urbana em João Pessoa.
Na mesma decisão, o magistrado rejeitou um pedido apresentado pela empresa Inovar Ambiental Assessoria e Comércio S/A, responsável pela coleta de lixo na capital paraibana.
A ordem judicial foi expedida pela Vara Cível de Hidrolândia, em Goiás, dentro de uma ação movida pelas empresas Fernandes Locadora de Veículos e Equipamentos Ltda., Loc-Limp Locadora de Veículos e Equipamentos Eireli e Oliveira Implementos Rodoviários Ltda., que atuam no ramo de locação de veículos e equipamentos.
Na ação, as empresas solicitam a retomada da posse de caminhões alugados à Recicle Serviços de Limpeza Eireli, alegando inadimplência no pagamento dos contratos firmados.
Durante o cumprimento da carta precatória em João Pessoa, a Inovar Ambiental pediu a liberação dos veículos e solicitou ser designada como fiel depositária, argumentando que os caminhões são indispensáveis para a manutenção do serviço de coleta de resíduos na cidade.
No processo, a empresa também sustentou que a paralisação da coleta, mesmo que por um período curto, poderia gerar acúmulo de lixo nas vias públicas, ampliando riscos à saúde da população, como a proliferação de vetores de doenças e a liberação de chorume e gases resultantes da decomposição dos resíduos.
Ao analisar o caso, o juiz entendeu que a avaliação desse pedido cabe apenas ao juízo responsável pela ação principal, em Goiás. Assim, determinou que o mandado de reintegração fosse cumprido conforme a decisão original, autorizando inclusive o uso de força policial caso haja resistência.
Em nota, a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) informou que tomou conhecimento da decisão e esclareceu que a empresa citada atua como prestadora de serviço privada, sendo responsável pela administração de seus próprios contratos e obrigações comerciais.
O prefeito de Jacaraú, Márcio Aurélio, foi alvo de um mandado de busca e apreensão nesta quinta-feira (12). A ordem judicial foi cumprida na casa do gestor no âmbito de investigação relacionada ao homicídio do vereador Peron Filho. O processo está sob segredo de Justiça.
A ordem judicial foi cumprida nesta manhã por equipes do Gaeco do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e da Polícia Civil.
As medidas cautelares foram deferidas pelo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba e cumpridas nas residências do prefeito de Jacaraú e de um ex-gerente do Fórum da comarca. Todo o material apreendido será submetido a análise técnica, no âmbito das autoridades responsáveis pela investigação.
“As diligências têm por finalidade aprofundar as linhas investigativas e coletar elementos informativos que possam contribuir para o completo esclarecimento das circunstâncias do crime, bem como para a eventual identificação de seus autores e de possíveis partícipes”, disse o MP.
Em novembro do ano passado, a Polícia Civil revelou que estava investigando um encontro entre o prefeito de Jacaraú com os ex-secretários Jeferson Carvalho (Transportes e Mobilidade) e Antônio Fernandes (Administração), presos por suspeita de envolvimento na morte do vereador Peron Filho.
Na época, o delegado Sylvio Rabelo afirmou que a reunião entre os secretários e o prefeito teria acontecido cerca de 25 dias após a morte do vereador. O encontro não fazia parte da agenda oficial da gestão. A polícia investiga se houve motivações políticas para o assassinato de Peron Filho, assassinado no dia 15 de setembro, quando saía de uma partida de futebol.
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (12) mostra que 72% dos brasileiros concordam com a afirmação “o STF (Supremo Tribunal Federal) tem poder demais”.
São 18% os que discordam dessa concepção, enquanto 2% não concordam nem discordam. Outros 8% não souberam ou não responderam.
A sondagem ocorre em meio à pressão sobre o STF diante das investigações envolvendo o esquema de fraudes do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O empresário, atualmente preso, teria ligações com os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, que integram a Suprema Corte.
O instituto ainda questionou os entrevistados sobre outras três afirmações:
“É importante votar num candidato ao Senado comprometido com o impeachment de ministros do STF”
66% concordam
22% discordam
2% não concordam nem discordam
10% não sabem ou não responderam
“O STF é aliado do governo Lula”
59% concordam
26% discordam
3% não concordam nem discordam
12%não sabem ou não responderam
“O STF foi importante para manter a democracia no Brasil”
51% concordam
38% discordam
2% não concordam nem discordam
9% não sabem ou não responderam
Metodologia
A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 6 e 9 de março, por meio de entrevistas face a face e via questionários. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05809/2026.
O empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em um cenário de segundo turno apontado por pesquisa da Genial/Quaest provocou reações distintas nas duas pré-campanhas para as eleições presidenciais.
Nos bastidores, aliados de Lula admitem que o governo teve um “cochilo” neste início de ano eleitoral. A avaliação é que o Palácio do Planalto falhou em criar uma agenda positiva e acabou abrindo espaço para que o adversário ganhasse terreno no debate político.
Segundo interlocutores ouvidos pela CNN Brasil, o governo também não conseguiu reagir com força às crises exploradas pela oposição, como o escândalo envolvendo descontos irregulares no Instituto Nacional do Seguro Social e a fraude financeira associada ao Banco Master.
De acordo com a pesquisa mais recente, Flávio Bolsonaro aparece com 41% das intenções de voto em um eventual segundo turno, empatado numericamente com Lula. No levantamento anterior, realizado em fevereiro, o petista tinha 43% contra 38% do senador.
Entre aliados do presidente, a estratégia agora seria reagir em duas frentes: enquanto o governo tenta fortalecer ações positivas na gestão, o Partido dos Trabalhadores deve intensificar críticas ao senador, que tem buscado construir uma imagem mais moderada do que a do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Já no entorno de Flávio Bolsonaro, a leitura é de que a estratégia adotada pelo parlamentar começa a surtir efeito. Aliados avaliam que o crescimento nas pesquisas reflete justamente um discurso considerado menos radical e o aumento da visibilidade nacional desde que seu nome passou a ser tratado como principal representante do bolsonarismo na disputa presidencial.
A pré-campanha do senador também comemora o avanço entre eleitores independentes e entende que o resultado reforça a viabilidade eleitoral da candidatura. Nos próximos dias, Flávio Bolsonaro deve iniciar uma série de viagens pelo país, com agendas previstas no Nordeste e no Sul.
Um homem foi preso em flagrante suspeito de agredir a esposa dentro do Instituto Cândida Vargas, em João Pessoa, pouco depois de ela dar à luz, na noite desta quarta-feira (11). Segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM), a agressão aconteceu após o marido descobrir que a mulher havia feito uma laqueadura.
De acordo com a GCM, a agressão ocorreu dentro da enfermaria da maternidade, logo após o nascimento do bebê. Os agentes informaram que o homem se revoltou ao saber da realização da laqueadura e iniciou uma discussão com a esposa, seguida de agressões
O guarda municipal Gilson Costa, que participou da ocorrência, afirmou que o agressor começou com agressões verbais e, em seguida, puxou o acesso venoso da vítima. “Ele já vinha acompanhando ela há alguns dias. Ele, revoltado, quis agredir ela com palavras e terminou até puxando o acesso dela. Isso tudo dentro da enfermaria”, disse.
O homem foi preso e levado para a Central de Polícia, onde foi ouvido. O caso foi registrado na Delegacia da Mulher e deve ser investigado pela Polícia Civil. O suspeito deve passar por audiência de custódia nesta quinta-feira (12).
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli se declarou suspeito para relatar um mandado de segurança apresentado à corte que cobra a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara dos Deputados para investigar suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e o BRB (Banco Regional de Brasília).
Toffoli tinha sido escolhido por sorteio, mas abriu mão de analisar o pedido. Com isso, será feito um novo sorteio para definir outro relator. “Declaro minha suspeição por motivo de foro íntimo. Determino à Secretaria Judiciária que encaminhe o processo à Presidência desta Suprema Corte para a adoção das providências que julgar pertinentes.”
A ação foi protocolada pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que acusa o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de omissão por não instalar a comissão, apesar de o requerimento ter reunido as assinaturas necessárias.
No pedido ao STF, o parlamentar afirma que a criação da CPI atende aos requisitos previstos na Constituição: apoio de mais de um terço dos deputados, definição de fato determinado — as supostas fraudes financeiras — e prazo de funcionamento de até 120 dias.
Segundo a argumentação apresentada ao Supremo, a instalação da comissão é um direito das minorias parlamentares e um ato obrigatório da presidência da Câmara quando os requisitos constitucionais são cumpridos, não cabendo decisão baseada em conveniência política.
O mandado de segurança também contesta a justificativa de que existiria uma “fila” de requerimentos de CPIs aguardando análise. De acordo com o documento, o Regimento Interno da Câmara apenas limita a cinco o número de comissões em funcionamento simultâneo. Como não há nenhuma CPI atualmente em atividade, o deputado sustenta que não haveria impedimento para a criação do colegiado.
Na peça enviada ao STF, o parlamentar também cita a gravidade das suspeitas envolvendo o caso, que apontam possíveis prejuízos bilionários a fundos de pensão públicos e riscos à integridade do sistema financeiro nacional.
“A gravidade dos fatos a serem investigados pela CPI é de proporções alarmantes. O caso do Banco Master já foi classificado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como possivelmente a maior fraude bancária da história do Brasil, com estimativas de um prejuízo que pode alcançar R$ 55 bilhões”, destacou Rollemberg.
Histórico de Toffoli com casos do banco
Em 2025, Toffoli foi relator de alguns processos no Supremo relacionados ao Banco Master.
Em fevereiro deste ano, porém, o ministro decidiu deixar a relatoria dos casos após o avanço de investigações da Polícia Federal. A apuração encontrou, no celular do dono do banco, Daniel Vorcaro, documentos que faziam menção ao nome do ministro. André Mendonça assumiu a relatoria dos processos sobre o Master no lugar de Toffoli.
Segundo a investigação, também foram identificadas referências a operações envolvendo uma empresa associada à família de Toffoli que vendeu participação no Resort Tayayá, no Paraná, a fundos ligados ao Banco Master.
Inicialmente, o ministro resistiu à ideia de deixar os processos, mas acabou acatando o apelo de outros integrantes do Supremo, que buscavam evitar o aprofundamento do desgaste institucional na corte.
Sobre a negociação envolvendo um fundo ligado a Vorcaro, Toffoli afirmou que a empresa da qual é sócio e que vendeu participação no resort é administrada por parentes. Segundo o ministro, ele não participa da gestão do empreendimento nem das decisões comerciais relacionadas ao negócio.
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