Mundo

Maduro se declara inocente de todas as acusações em audiência em Nova York

Foto: Reuters/Leonardo Fernandez Viloria

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou-se inocente de todas as acusações durante audiência realizada nesta segunda-feira (5) em um tribunal federal de Nova York. Diante do juiz, Maduro afirmou que não cometeu nenhum dos crimes que lhe são atribuídos pela Justiça norte-americana.

“Sou um homem decente. Sou inocente. Não sou culpado de nada que é mencionado aqui”, disse o venezuelano durante a sessão. A esposa dele, Cilia Flores, que também foi capturada na operação dos Estados Unidos, acompanhou a audiência e igualmente se declarou inocente.

O juiz distrital Alvin Hellerstein, de 92 anos, que preside o caso, autorizou um pedido da defesa para que o casal receba a visita de um representante do Consulado da Venezuela enquanto estiver sob custódia.

Ao final da audiência, Hellerstein determinou que Nicolás Maduro volte a comparecer ao tribunal no próximo dia 17 de março, quando o processo terá novos desdobramentos.

Com informações da CNN

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Economia

Comércio de João Pessoa cresce 4% em dezembro

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O comércio de João Pessoa encerrou o mês de dezembro com crescimento de 4% nas vendas, resultado positivo impulsionado pelos segmentos de vestuário, perfumaria, calçados e, principalmente, eletrodomésticos, eletrônicos. O desempenho confirma a força do consumo no período natalino e o papel estratégico do fim de ano para o varejo da capital, mesmo em um cenário de consumidor mais cauteloso.

Entre os fatores que contribuíram para esse resultado estão a ampliação do horário de funcionamento das lojas, especialmente no Centro e nos principais corredores comerciais, além da abertura em alguns domingos de dezembro.

Outro ponto que favoreceu a movimentação foi o funcionamento da Zona Azul, sistema de estacionamento rotativo, que teve papel fundamental na organização do trânsito e na rotatividade de vagas, garantindo maior acesso aos consumidores que desejam realizar compras rápidas no comércio de rua. A medida contribuiu para democratizar o uso das vagas, evita a ocupação prolongada e favoreceu o aumento no fluxo de pessoas circulando nas áreas comerciais, beneficiando lojistas e consumidores.

O desempenho do varejo também foi fortalecido pela Campanha Natal de Luz e Prêmios, promovida pela CDL João Pessoa, que teve impacto direto na valorização do comércio físico. A ação contou com a participação de cerca de mil lojas, além de postos de combustíveis e restaurantes, ampliando o alcance da campanha e fortalecendo a economia local.

A cada R$ 50 em compras, os consumidores receberam cupons para concorrer a uma das maiores premiações já realizadas pela entidade, incluindo quatro caminhões de prêmios, um carro elétrico BYD Dolphin Mini, cinco vales-compras de R$ 2 mil, além de prêmios especiais para os vendedores responsáveis pelas vendas contempladas, reconhecendo também os profissionais que atuam diretamente no atendimento ao público.

Para o presidente da CDL João Pessoa, Nivaldo Vilar, o resultado reflete um esforço coletivo e a adoção de estratégias que tornam o comércio mais acessível e atrativo.
“Encerramos dezembro com um crescimento de 4%, em um cenário econômico que exige planejamento e criatividade. A ampliação dos horários, o funcionamento do estacionamento rotativo e uma campanha forte como o Natal de Luz e Prêmios foram decisivos para estimular o consumo, melhorar o acesso às lojas e fortalecer o comércio local”, destacou.

Além de impulsionar as vendas, as ações contribuíram para a geração de empregos temporários, o aumento do fluxo de consumidores nas áreas comerciais e o fortalecimento da relação entre lojistas e clientes, especialmente no Centro da cidade.

O sorteio da Campanha Natal de Luz e Prêmios acontece nesta terça-feira, às 10h30, na sede da CDL João Pessoa, com transmissão ao vivo pelo Instagram oficial da entidade, marcando o encerramento das ações de Natal e celebrando os resultados positivos do comércio neste fim de ano.

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Paraíba

QUE FEDOR: MP convoca reunião para apurar vazamento de esgoto na orla de JP

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) vai reunir, na manhã desta quinta-feira (8), representantes da Prefeitura de João Pessoa, da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) para tratar sobre o vazamento de esgoto identificado nas praias de Tambaú, Manaíra e Bessa nos últimos dias.

A reunião será conduzida pelo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans, e pela promotora de Justiça Cláudia Cabral. O objetivo é esclarecer as causas da agressão ambiental, identificar responsabilidades e definir medidas para solucionar o problema de forma definitiva.

O MP revelou que, assim que tomou conhecimento da situação, acionou os presidentes da Cagepa e da Sudema, além do secretário municipal de Meio Ambiente, para cobrar providências imediatas.

Confira nota do Ministério Público:

O Ministério Público da Paraíba informa que vai se reunir com representantes das secretarias de Meio Ambiente e Infraestrutura da prefeitura de João Pessoa, da Sudema e da Cagepa na manhã desta quinta-feira (08/01).
O vazamento de esgoto nas praias de Tambaú, Manaíra e Bessa é o assunto da reunião, que será conduzida pelo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans, e pela promotora de Justiça Cláudia Cabral.
Ao tomar conhecimento da agressão ao meio ambiente, em caráter emergencial, a instituição fez contato com os presidentes da Cagepa, Sudema e com o secretário do Meio Ambiente do município para tratar da situação.
O MPPB quer saber de quem é a responsabilidade pela agressão ao meio ambiente e o que vai ser feito para solucionar o problema, cobrando de cada ente a sua responsabilidade e a devida atuação, assim como a identificação dos responsáveis em todas as esferas, inclusive empresarial e governamental. Paralelamente, o engenheiro ambiental do Ministério Público está fazendo as inspeções nesses novos locais identificados para relatório técnico da situação, a fim de individualizar as responsabilidades de órgãos e envolvidos.
Com essas informações, o MP decidirá os próximos passos a adotar sobre o caso, pela punição dos culpados e em defesa do meio ambiente e da população e pela resolutividade em definitivo desse grave problema.

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Transparência Internacional critica Governo Lula por falta de informação e cita ‘risco de fraude e corrupção’

A ONG Transparência Internacional-Brasil criticou, por meio de nota técnica, a baixa disponibilização de informações sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. De acordo com a organização, as lacunas de transparência podem levar a “aumento dos riscos de fraude, corrupção e má gestão, além da criação de obstáculos para o controle social, incluindo os impactos sociais e ambientais”. Procurada, a Casa Civil, responsável pelo PAC, não retornou.

Os pesquisadores veem como “pouco significativo” o as melhorias implementadas desde 2024 que aumentaram a nota na qual a ONG avalia anualmente a transparência do programa — de 8,15 para 12,12 pontos de um total de 100. A avaliação baixa se dá por considerarem que as lacunas persistem mesmo após dois anos do início da execução da terceira edição do PAC. Nas gestões anteriores, obras do PAC foram acometidas por baixa transparência, danos ambientais, baixo envolvimento de comunidades afetadas e corrupção, apontou Maria Dominguez, coordenadora do Programa de Integridade e Governança Pública da ONG, em artigo publicado no GLOBO em 2024.

O documento ressalta que a nota geral em 2025 tem a relevância agravada pelo contexto da realização da COP30, que ocorreu em novembro em Belém. Isso se deve pelo fato de o Novo PAC ser composto por eixos relacionados diretamente à agenda ambiental, como o de “Transição e Segurança Energética”, e pela importância da transparência no combate à corrupção e no enfrentamento das mudanças climáticas.

— Esse eixo representa 35% de todos os recursos previstos para o programa e engloba 908 projetos. Há empreendimentos financeiramente relevantes, como o Luz Para Todos, a Usina Termelétrica a Gás de Portocem, no Pará, e o projeto de desenvolvimento da produção de petróleo e gás no Campo de Raia, no Rio. Também identificamos obras com potencial impacto ambiental relevante na Amazônia, como a Usina Termoelétrica de Manaus (AM) e de Jurema (MT) — destaca Amanda Faria Lima, autora do estudo.

A ONG destaca como exemplo a usina nuclear de Angra 1, cujo investimento é de R$1,8 bilhão e “não há disponibilidade no portal do Novo PAC de quaisquer documentos sobre licenciamento ambiental, estudo de viabilidade técnica, de impacto ambiental, entre outras informações sobre o projeto de modernização”. Da mesma forma, a Usina Termoelétrica de Manaus I, descrita como um projeto privado com grande potencial poluidor e orçado em R$351 milhões, “não possui qualquer documento que demonstre os impactos ambientais previstos com a sua implantação, tampouco o registro de quais ações compensatórias e de mitigação serão elaboradas”. Segundo Lima, a transparência com relação aos estudos ambientais é necessária para que a sociedade esteja ciente dos riscos das obras à natureza.

Estruturado em nove eixos, o Novo PAC prevê um investimento de R$ 1,3 trilhão até 2026, quando o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é encerrado. Seis destes nove módulos zeraram na avaliação, o que significa que nenhuma informação dos indicadores avaliados está disponível.

A última atualização pública sobre o Novo PAC, com dados até dezembro de 2024, lista 23.059 obras vinculadas ao programa, mas apenas 8.297 possuem link para o detalhamento dos dados, o que representa 35,98% do total. Do 1,3 trilhão previsto em investimento, o estudo identificou o detalhamento de R$ 79,5 bilhões — apenas 5,67% do total.

Recomendações

Diante dos resultados da pesquisa e a “urgência do aprimoramento da transparência do Novo PAC”, a ONG apresenta recomendações ao Executivo federal:

  •     Garantir a publicação em formato aberto e atualizado dos dados e documentos de todos os projetos, obras e medidas institucionais do Novo PAC, permitindo o acompanhamento do seu planejamento, da sua contratação, da sua execução e do seu monitoramento, incluindo informações sobre questões sociais e ambientais, bem como sobre investimentos de empresas estatais, sob concessão e com participação privada;
  •     Publicar a documentação relativa à análise de viabilidade e de preparação dos projetos, obras e iniciativas aprovados pelo Programa, em especial para projetos com grande impacto sobre o meio ambiente e o clima;
  •     Publicar informações relacionadas aos valores dos investimentos federais realizados através de empresas públicas;
  •     Publicar normativo que identifique os grupos e categorias de dados e documentos a serem disponibilizados por todos os entes que receberem recursos vinculados a projetos de infraestrutura do Novo PAC;
  •     Desenvolver e publicar normativo que determine o cadastro e a disponibilização de informações sobre investimentos de empresas estatais, sob concessão pública e com participação público-privada na página do ObrasGov;
  •     Desenvolver normativa sobre o processo de seleção de projetos do Novo PAC, com definição de critérios transparentes para a tomada de decisão embasada em indicadores de desempenho;
  •     Promover a divulgação dos dados e documentos relativos a todos os projetos e obras do Novo PAC em um portal único, ainda que com posterior redirecionamento, sendo o ObrasGov uma opção para a gestão e a divulgação dessas informações;
  •     Manter registro atualizado e público das pautas e das atas de deliberação do Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (CGPAC);
  •     Disponibilizar informações sobre os programas de integridade dos órgãos e entidades públicas e de empresas privadas que atuam nos investimentos do Novo PAC;
  •     Criar diretrizes para que os responsáveis pelos projetos e obras do Novo PAC incluam informações sobre licitações e execução contratual no portal ObrasGov, condicionando os empenhos federais ao preenchimento do cronograma físico-financeiro.

O Globo

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Mundo

Presidente da Colômbia pede que população “tome o poder” se ele sofrer violência

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, fez uma publicação na rede social X, durante a madrugada desta segunda-feira (5), pedindo que a população colombiana tome o poder “em cada município do país”, para defendê-lo contra “qualquer ato ilegítimo de violência”.

“Tenho enorme fé no meu povo, e é por isso que lhes pedi que defendam o presidente contra qualquer ato ilegítimo de violência. A forma de me defenderem é tomar o poder em cada município do país. A ordem para as forças de segurança não é atirar contra o povo, mas sim contra os invasores”, escreveu o presidente.Play Video

A declaração de Petro ocorre depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Colômbia no domingo (4), com uma ação militar, um dia após forças americanas invadirem a Venezuela para capturar o ditador Nicolás Maduro e a esposa dele, sob a acusação de ligação com o narcotráfico internacional.

“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos”, afirmou Trump a bordo do avião presidencial em direção à capital Washington, fazendo referência ao líder colombiano.

Petro também afirmou que “qualquer comandante das Forças Armadas que preferir a bandeira dos EUA à bandeira colombiana será imediatamente destituído da instituição por ordem de todos os soldados e por minha própria ordem.”

O líder colombiano ressaltou que é o comandante supremo das forças militares e policiais do país por ordem constitucional. “E se prenderem o presidente, a quem grande parte do meu povo ama e respeita, libertarão a onça-pintada do povo”, escreveu o presidente.

“Não sou ilegítimo, nem traficante de drogas. Meu único bem é a casa da minha família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários são públicos. Ninguém conseguiu provar que gastei mais do que ganho. Não sou ganancioso”, continuou Petro.

O presidente também defendeu o histórico de seu governo no combate ao narcotráfico na Colômbia. Ele listou alguns dos sucessos de sua administração no combate às drogas.

Isso incluiu o que ele descreveu como “a maior apreensão de cocaína da história mundial e o controle de El Plateado — ‘A Wall Street da Cocaína’, que governos anteriores permitiram prosperar”.

Petro afirmou ter ordenado bombardeios direcionados contra grupos armados ligados ao narcotráfico, respeitando o direito humanitário, e alertou outros contra ataques a esses grupos sem informações suficientes.

Com informações da CNN

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Paraíba

Cresce o número de mortes nas rodovias federais da Paraíba no Ano Novo

Três mortes foram registradas anos rodovias federais da Paraíba durante o feriado de ano novo. O balanço ofi divulgado nesta segunda-feira (5) pela Polícia Rodoviária Federal na Paraíba.

Os dados apontam uma queda expressiva no total de acidentes e de ocorrências graves, embora tenha havido um aumento no número de fatalidades em relação ao mesmo período anterior.

O comparativo com o período de Ano Novo de 2024/2025 revela:

• Total de Acidentes: Queda de 36% (de 30 para 19 acidentes).

• Acidentes Graves: Redução de 33% (de 15 para 10 ocorrências).

Blog do BG PB

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Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, estaria na Rússia, diz Agência Reuters

Foto: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters

Delcy Rodríguez, declarada presidente interina da Venezuela, está na Rússia, disseram à agência de notícias Reuters quatro fontes familiarizadas com seus movimentos no sábado (3), depois que o presidente Donald Trump afirmou que o presidente Nicolás Maduro havia sido capturado pelas forças dos EUA após um ataque ao país.

O irmão dela, Jorge Rodríguez, chefe da Assembleia Nacional, está em Caracas, disseram três fontes com conhecimento de seu paradeiro.

Delcy Rodríguez apareceu em uma mensagem de áudio na televisão estatal no início do dia, pedindo uma prova de vida de Maduro e da esposa Cilia, enquanto Jorge Rodríguez não apareceu desde o ataque.

UOL com informações de Reuters

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Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, fala em trabalhar ‘junto’ com os EUA

Delcy Rodríguez llamó a Estados Unidos a “trabajar en una agenda de cooperación” y evitó pedir la liberación de Maduro - Radio Libertad

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que pretende dialogar com os Estados Unidos para construir uma agenda de cooperação baseada no desenvolvimento compartilhado e no respeito ao direito internacional. Segundo ela, a prioridade é estabelecer relações equilibradas, com respeito à soberania e sem interferência externa e fez um convite a trabalharem ‘juntos’ por isso.

Com a captura de Nicolás Maduro por forças americanas durante uma operação militar em Caracas, na madrugada de sábado (3), Delcy passou a atuar como presidente em exercício. No domingo (4), ela recebeu apoio das Forças Armadas venezuelanas. O presidente dos EUA, Donald Trump advertiu que novos ataques podem ocorrer caso o governo venezuelano “não faça a coisa certa”.

Leia a íntegra da declaração (traduzida para o português):

“Mensagem da Venezuela ao mundo e aos Estados Unidos

A Venezuela reafirma seu compromisso com a paz e a coexistência pacífica. Nosso país aspira a viver sem ameaças externas, em um ambiente de respeito e cooperação internacional. Acreditamos que a paz global se constrói garantindo, primeiro, a paz de cada nação.

Consideramos prioritário avançar rumo a uma relação internacional equilibrada e respeitosa entre os Estados Unidos e a Venezuela, e entre a Venezuela e os países da região, baseada na igualdade soberana e na não interferência. Esses princípios norteiam nossa diplomacia com o resto do mundo

Estendemos um convite ao governo dos EUA para trabalharmos juntos em uma agenda de cooperação, orientada para o desenvolvimento compartilhado, dentro da estrutura do direito internacional, e para fortalecer uma coexistência comunitária duradoura.

Presidente Donald Trump: nossos povos e nossa região merecem a paz e o diálogo, não a guerra. Essa sempre foi a posição do presidente Nicolás Maduro e é a de toda a Venezuela neste momento. Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida. Meu sonho é que a Venezuela seja uma grande potência onde todos os venezuelanos de bem estejam unidos.

A Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à soberania e a um futuro.

Delcy Rodríguez, presidente interina da República Bolivariana da Venezuela”

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Brasil

Lula prometeu ‘revogaço’ e transparência, mas governo já decretou mais de 3 mil sigilos

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Durante a campanha de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu o que chamou de ‘revogaço’. Disse que iria rever decretos de sigilo do governo Jair Bolsonaro e que faria uma gestão transparente.

No entanto, entre 2023 e 2025, o governo Lula não só manteve como ampliou a aplicação de sigilos sobre informações públicas.

Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) e de relatórios independentes indicam a imposição de 3.287 sigilos no período, com restrições que incluem informações sobre viagens oficiais, gastos públicos e dados relacionados a empresários.

Em 2023, primeiro ano do atual mandato, foram registrados 1.339 pedidos de informação classificados com sigilo de até 100 anos. Em comparação, no último ano do governo Bolsonaro, em 2022, houve 1.332 registros do mesmo tipo.

Os levantamentos apontam ainda que 16% dos pedidos feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) foram negados na atual gestão.

Com informações da coluna de Cláudio Humberto, no Diário do Poder

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Mundo

Maduro deve comparecer a tribunal de Nova York nesta segunda-feira (5)

Foto: reprodução

O ditador venezuelano Nicolás Maduro deve comparecer nesta segunda-feira (5), às 14h (horário de Brasília), a um tribunal federal em Nova York.

A audiência será conduzida pelo juiz distrital Alvin Hellerstein, do Tribunal do Distrito Sul de Nova York.

No sábado (3), o Departamento de Justiça dos Estados Unidos apresentou uma nova acusação contra Maduro, que integra um processo criminal por tráfico de drogas em andamento há cerca de 15 anos.

Segundo os promotores, o líder venezuelano e seus aliados teriam transformado instituições do Estado em um sistema de corrupção financiado pelo narcotráfico.

Responsável pelo caso há mais de uma década, Hellerstein, de 92 anos, é um magistrado experiente e indicado ao cargo pelo ex-presidente Bill Clinton.

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