O teto da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital Pedro I, em Campina Grande desabou nesta segunda-feira (27). Segundo a direção da unidade hospitalar, o desabamento ocorreu após um vazamento.
Não haviam pessoas no local, porque técnicos de uma empresa de engenharia identificaram a situação e recomendaram a realocação prévia. A unidade de saúde passa por reformas e um dos ajustes aconteceria no local para cessar o vazamento.
As chuvas que atingem a Bahia causaram o rompimento de duas barragens e a morte de mais uma pessoa neste fim de semana, elevando o número de vítimas para 18 desde novembro. Segundo o governador do estado, 37 dos 417 municípios do estado têm comunidades inteiras debaixo d’água.
A 18ª morte foi a do dono de balsa Olivan Alves Mota, de 60 anos, que afogou-se neste domingo (26) no Rio das Contas, em Aureliano leal, no Sul do estado.
Os rompimentos de barragem ocorreram em Vitória da Conquista, na noite de sábado (25), e Jussiape, na Chapada Diamantina, na manhã deste domingo (26). Moradores foram orientados a deixar suas casas.
“Nós temos 37 cidades com várias comunidades embaixo d’água”, disse o governador Rui Costa (PT), que pela manhã sobrevoou cidades atingidas acompanhado pelo ministro da Cidadania, João Roma.
Segundo Roma, as rodovias federais que cruzam o estado têm 8 pontos totalmente ou parcialmente interditados.
Na noite de sábado, moradores de dois bairros de Salvador, Castelo Branco e Sete de Abril, foram orientados a deixar as suas casas por conta do risco de desabamento de imóveis e deslizamentos de terra.
As sirenes de alerta depois que o volume de chuva ultrapassou 150 milímetros em 72 horas. “Tivemos o novembro mais chuvoso dos últimos dez anos e dezembro vai superar todas as expectativas”, diz Sósthenes Macedo, coordenador da Defesa Civil de Salvador.
Uma criança de dois anos e seus pais ficaram feridos em um acidente ocorrido na noite dessa terça-feira (21) na BR-104, entre os municípios de Lagoa e Campina Grande.
A criança chegou a ser arremessada do veículo, enquanto as duas outras vítimas ficaram presas às ferragens e só foram retiradas com o auxílio do Corpo de Bombeiros.
A principal suspeita é de que o acidente tenha sido provocado por uma ultrapassagem irregular no trecho, causando a colisão entre o carro em que estavam as vítimas e outro carro.
Os feridos foram socorridos para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Já o motorista do outro veículo fugiu do local do acidente e ainda não foi identificado.
Conforme boletim médico, a criança continua na UTI, em observação com trauma torácico. O pai e a mãe passaram por procedimento cirúrgico durante a madrugada e encontram-se na URPA, em estado grave, porém estáveis.
O Ministério Público do Trabalho na Paraíba instaurou, nesta terça-feira (23), procedimento para apurar a queda de uma estrutura que matou dois trabalhadores e solicitou uma perícia da Superintendência Regional do Trabalho, que pode interditar o local, se for o caso.
Os corpos das duas vítimas do acidente em uma estrutura no Manaíra Shopping, em João Pessoa, foram liberados pelo Departamento de Medicina Legal no início da tarde.
O velório de Euclides E. da Silva será realizado no município de Conde, litoral paraibano, enquanto a cerimônia para velar o corpo de José L. Bezerra será realizada no bairro de Tibiri, em Santa Rita.
Segundo testemunhas, as vítimas realizavam a reforma da casa de máquinas do ar-condicionado do estabelecimento, na madrugada desta terça-feira (23), quando foram atingidas pela estrutura de concreto de 8 m² com peso superior a uma tonelada.
Em nota, o Manaíra Shopping lamentou o ocorrido e informou que deve apurar as causas da tragédia.
Os corpos dos trabalhadores que morreram nesta terça-feira (23) no acidente em uma estrutura no Manaíra Shopping, foram liberados pelo Departamento de Medicina Legal no início da tarde.
O velório de Euclides E. da Silva será realizado no município de Conde, litoral paraibano, enquanto a cerimônia para velar o corpo de José L. Bezerra será realizada no bairro de Tibiri, em Santa Rita.
Segundo testemunhas, as vítimas realizavam a reforma da casa de máquinas do ar-condicionado do estabelecimento, quando foram atingidas pela estrutura de concreto de 8 m² com peso superior a uma tonelada.
O MPT disse que o procedimento para apuração das mortes deve ser analisado por um dos procuradores da instituição. Em nota, o Manaíra Shopping lamentou o ocorrido e informou que deve apurar as causas da tragédia.
Dois trabalhadores mortos no Manaíra Shopping, em João Pessoa, foram esmagados por uma estrutura de concreto superior a uma tonelada. O Corpo de Bombeiros realizou a remoção dos corpos das vítimas na madrugada desta terça-feira (23). O Ministério Público do Trabalho (MPT) instaurou procedimento e deve investigar as causas do ocorrido.
Os corpos de José L. Bezerra e Euclides E. da Silva foram levados para o Instituto de Medicina Legal, onde passaram por análise cadavérica.
Segundo testemunhas, as vítimas realizavam a reforma da casa de máquinas do ar-condicionado do estabelecimento quando foram atingidas pela estrutura de concreto de 8 m².
O MPT disse que o procedimento para apuração das mortes deve ser analisado por um dos procuradores da instituição.
Em nota, o Manaíra Shopping lamentou o ocorrido e informou que deve apurar as causas da tragédia.
O turista alemão Berned Grinn, de 55 anos, que morreu em acidente de parapente neste domingo (21), em João Pessoa, será cremado na Paraíba e cinzas serão levadas para a Alemanha.
Um amigo que morava com ele em Recife, contou que a família do turista vai enviar uma procuração ao Consulado Alemão na capital pernambucana, permitindo a cremação de Berned.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu na praia de Gramame Norte, após Berned ter um problema ao decolar. O turista teria tentado contornar o problema, conhecido como ‘parafuso’, mas foi atingido por uma rajada de vento e se chocado com uma falésia.
Um policial militar morreu e um agente penitenciário ficou gravemente ferido na madrugada desta sexta-feira (12), na BR-104, sentido Queimadas, na Paraíba. A Polícia informou que os dois eram irmãos e seguiam viagem de carro.
O condutor do veículo perdeu o controle e capotou várias vezes.
Roniere Farias, de 40 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Já Railton Farias, de 36 anos, ficou gravemente ferido e foi socorrido pelo Samu para o Hospital de Trauma de Campina Grande.
Roniere era paraibano e trabalhava como policial na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco.
Durante o voo entre Goiânia e Piedade de Caratinga, o piloto do avião que levava a cantora Marília Mendonça e outros dois passageiros, além do copiloto, se comunicou quatro vezes pela frequência de rádio local. Segundo um piloto da região que guiava um monomotor de Viçosa para o mesmo destino no mesmo horário, as mensagens de Geraldo Martins de Medeiros Júnior davam a impressão de um voo normal. Mas um detalhe ficou em sua memória: o condutor da aeronave que caiu na última sexta-feira (5) matando cinco pessoas repetiu duas vezes que iria iniciar o procedimento de pouso, chamado de “perna do vento” no jargão técnico da aviação.
“Ele disse que estava pegando a perna do vento e, cerca de 20 segundos depois, voltou a dizer que estava pegando “a perna do vento 02”, o que significa que estava iniciando o procedimento padrão de pouso. Isso não configura uma anormalidade pois os pilotos podem prolongar um pouco o tempo do pouso” explicou o piloto, que trabalha para empresários locais e é experiente no mapa cartográfico da região.
O piloto, que prefere não se identificar, já deu depoimento para os órgãos responsáveis por investigar as possíveis causas do acidente, entre eles o Seripa (Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). Como a frequência é aberta, as mensagens trocadas durante os voos não ficam registradas em qualquer gravação.
Em sua primeira comunicação, Geraldo informou estar voando a 12.500 pés e a “44 fora”.
“É uma altitude compatível para o local. Fiquei a dúvida se eram 44 milhas de distância ou 44 minutos. Como eu estava indo para o mesmo aeroporto e precisava estimar o pouso, perguntei. Ele respondeu que eram 44 milhas” lembra o piloto, que só em Caratinga já opera aeronaves há dez anos.
Na segunda mensagem, o piloto da PEC Táxi Aéreo disse já estar a 6.500 pés, em processo de descida. O condutor da região explica que essa altitude é padrão, normal para o relevo do local. Ele calcula que nesse momento o bimotor estivesse a cinco ou sete minutos da pista.
A penúltima entrada na frequência aconteceu, provavelmente, dois minutos antes da queda:
“Não sei se era o piloto ou o copiloto. Ele disse: “PTONJ (prefixo da aeronave) ingressando perna do vento 02 em Caratinga.”
Traduzindo, isso quer dizer que a parti dali, já vendo a pista, ele iniciaria o processo de pouso.
“Vinte a 30 segundos depois, ele votou a falar: ‘Ingressando perna do vento 02’. Isso não é um problema e nem causa de estranhamento pois muitos pilotos prolongam um pouco mais a descida” explica ele.
O voo entre Viçosa e Caratinga tem duração de 30 minutos. O piloto que operava esta rota pousou normalmente no aeródromo local, sem saber do acidente:
“Eu achei que ele tinha pousado normalmente. Em solo, perguntei para a equipe sobre o outro avião, e eles disseram não ter havido outro pouso. Cinco minutos depois, meu celular começou a tocar. Eram amigos perguntando se eu estava bem. Foi assim que eu soube da queda do avião [em que estava Marília Mendonça]”. Reportagem completa em O Globo
O avião que caiu com a cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas, na última sexta-feira (5) será levado para um hangar do aeroporto de Caratinga, em Minas Gerais.
No local, Técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) irão realizar uma perícia mais detalhada na aeronave.
Ainda no sábado à noite, o bimotor foi retirado da cachoeira (e colocado em um terreno ao lado da própria cachoeira). Embora a ação estivesse prevista para acontecer neste domingo (7) a aeronave precisou ser retirada antes para evitar que uma possível cheia ou a incidência de chuvas no local prejudicasse o trabalho da perícia.
Aeronave não possuía caixa-preta
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) afirmou, na tarde deste sábado (6), que o avião que caiu com a cantora Marília Mendonça e outros quatro passageiros em Minas Gerais não possui caixa-preta.
Segundo o órgão, na aeronave foi encontrado apenas um geolocalizador que pode ser utilizado para confrontar o plano de voo. O dispositivo é umas das evidências para se compreender as causas do acidente ocorrido na última sexta (5). O Cenipa afirmou que todas as evidências e itens pessoais foram retirados da aeronave e que os peritos não entrarão mais no avião.
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