Saúde

Reforço da Moderna pode aumentar anticorpos contra Ômicron em 83 vezes

A empresa de biotecnologia Moderna, responsável pelo desenvolvimento de uma das vacinas utilizadas nos Estados Unidos, anunciou números preliminares dos efeitos de doses de reforço do seu imunizante no combate à variante Ômicron nesta segunda-feira (20).

“O reforço atualmente autorizado de 50 µg de mRNA-1273 aumentou os níveis de anticorpos neutralizantes contra Ômicron em aproximadamente 37 vezes em comparação com os níveis de pré-reforço”, disse a empresa.

Os níveis de proteção podem subir consideravelmente se a dose for dobrada. “Uma dose de 100 µg de mRNA-1273 aumentou os níveis de anticorpos neutralizantes em aproximadamente 83 vezes em comparação com os níveis de pré-reforço”, afirmou a Moderna em comunicado.

Anticorpos neutralizantes contra Ômicron foram avaliados em um ensaio de título de neutralização de pseudovírus (ID50) (PsVNT) conduzido em laboratórios estabelecidos pelo Centro de Pesquisa de Vacinas do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) da Duke University Medical Center.

Todos os grupos tinham níveis baixos de anticorpos neutralizantes no ensaio Omicron PsVNT antes do reforço.

A Moderna anunciou também que continuará a desenvolver uma vacina específica para a variante Ômicron e que espera avançar em testes clínicos no início de 2022.

CNN Brasil

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Saúde

COVID-19: Estado discute exigência do passaporte da vacina em academias e salões de beleza nesta segunda

Foto: Secom-PB

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, informou que vai discutir nesta segunda-feira (20), com a Procuradoria Geral e o governador João Azevêdo (Cidadania) a recomendação do Ministério Público sobre a ampliação da exigência do passaporte da vacina para shoppings e salões de beleza.

Na recomendação expedida neste domingo (19), os MP’s pedem que o Estado adote medidas para exigência do comprovante de vacinação das pessoas maiores de 18 (dezoito) anos, como requisito também para ingresso nos estabelecimentos de serviços essenciais que contenham espaços que forneçam alimentos de forma distinta do delivery e do takeaway.

Para os órgãos, a falta de exigência do comprovante sanitário nos locais com grande fluxo de pessoas e ambientes onde é necessária a retirada da máscara, coloca em risco a vida e a segurança dos trabalhadores desses locais, que estão continuamente expostos ao contato com os consumidores.

O secretário informou que nesta semana serão realizados dois dias D para que as pessoas escolham os locais mais pertos de suas casas. “Mais de 400 mil paraibanos ainda não receberam a primeira dose e também que não receberam a dose de reforço”, alertou o secretário em entrevista à TV Cabo Branco.

Sobre a atualização dos dados relacionados à vacinação, o gestor disse que a Secretaria de Saúde não tem tido possibilidade de divulgar os números reais por conta da falha no sistema do Sistema Único de Saúde. “O conecte-SUS facilitava o passaporte vacinal e esperamos que esta semana o Ministério da Saúde atualize e resolva esse problema”, disse Geraldo.

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Saúde

Bolsonaro quer autorização dos pais e receita médica para vacinar crianças contra a Covid-19

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse ter pedido ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que os pais e responsáveis de menores de 12 anos tenham que assinar um termo de responsabilidade para vacinar as crianças, além da exigência de receita médica.

A declaração foi dada neste domingo (19) a apoiadores e veículos de imprensa local que acompanhavam o presidente em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo.

Bolsonaro está desde sexta-feira (17) hospedado no hotel de trânsito do Forte dos Andradas, localizado em Guarujá, município vizinho.

“Trabalhamos ontem [sábado] o dia todo. Comecei às 3h30 da manhã, às 4h liguei para o Queiroga e dei uma diretriz para ele. Obviamente, é ele quem bate o martelo porque é o médico da equipe. Vai passar pela Saúde”, explicou.

“Vem da Saúde isso aí. Vacina para criança: primeiro, só autorizado pelo pai. Se algum prefeito, governador, ditador aí quiserem impor é outra história. Mas por parte do governo federal tem que ter a autorização dos pais. Tem que ter uma receita médica”, disse em entrevista para a emissora VTV, afiliada do SBT.

Com informações de FolhaPress e Poder 360

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Saúde

Câmara técnica faz manifestação favorável à vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19

Em reunião na última sexta-feira (17), a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI Covid-19) demonstrou apoio unânime dos presentes à vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra o coronavírus, com o imunizante da Pfizer, em alinhamento à decisão da Anvisa sobre o assunto.

“Tendo em vista o recente parecer favorável por parte da Anvisa em relação ao pedido de autorização para aplicação da vacina desenvolvida pela fabricante Pfizer na população pediátrica entre 5 e 11 anos de idade no Brasil, a CTAI Covid-19 manifestou-se unanimemente favorável à sua incorporação na campanha nacional de vacinação, em reunião ordinária realizada no dia 17 de dezembro de 2021”, informou a nota do CTAI.

O Ministério da Saúde ainda não adotou a vacinação de crianças com o imunizante da Pfizer. No dia 4 de janeiro será realizada uma audiência pública, na Saúde, para discutir o que foi oferecido em consulta pública, em adição com o posicionamento da CTAI. A discussão servirá de base para a decisão final do Ministério da Saúde, segundo informou o ministro Marcelo Queiroga.

De acordo com o ministro, questões em torno da aplicação da vacina em criança devem ser analisadas no “âmbito técnico” e ao “âmbito do Ministério da Saúde”, para, a partir daí, esta política ser seguida por estados e municípios.

CNN Brasil

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Saúde

Governo Bolsonaro doará 30 milhões de vacinas contra Covid a outros países

O governo Jair Bolsonaro vai doar 30 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para o Covax Facility, consórcio criado para distribuir os imunizantes aos países de renda baixa e média. O anúncio deve ser feito na segunda-feira (20).

A doação é consequência de um compromisso assumido pelo governo federal ainda em outubro deste ano, após a Cúpula do G20. Os países que assinaram a destinação se comprometeram em ser solidários com os países mais pobres, onde a vacinação ainda não avançou o suficiente.

De acordo com estimativas da Saúde, a doação não deve afetar a distribuição de vacinas entre brasileiros —o país receberá 770 milhões de doses até o fim de 2022, se calculado desde a primeira aplicação do imunizante em território nacional. O governo ainda acredita que a campanha de imunização já pode ser considerada exitosa.

Rivalizando com países dispostos a pagar valores elevados pelos fármacos, o Covax Facility entregou apenas 738 milhões de doses a 144 países ou territórios, abaixo da meta de 2 bilhões estabelecida para 2021.

Hoje, metade da população mundial recebeu ao menos uma dose da vacina. Mas, enquanto países ricos e emergentes já aplicam doses de reforço, nações mais pobres registram baixas taxas de imunização.

A desigualdade é um dos principais problemas da campanha, afetada também por controvérsias sobre os efeitos colaterais, que são raros, e por protestos contra a vacinação obrigatória em alguns países.

Além das questões morais e humanitárias implicadas no acesso desigual à vacinação, ela tem potencial de adiar o fim da pandemia no mundo, com o risco de surgirem novas variantes mais resistentes. Isso ocorre uma vez que o vírus circula mais entre não imunizados.

A concentração das doses em países ricos chegou a ser chamada de “apartheid vacinal” e “fracasso moral” pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom.

Mônica Bérgamo – Folha de S. Paulo

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Saúde

Vacinação contra a covid: 77,5% da população tomou 1ª dose

O Brasil aplicou a 1ª dose da vacina ou a dose única contra a covid-19 em 77,5% da população até as 22h de sábado (18.dez.2021). Foram vacinadas 165,4 milhões de pessoas.

A 2ª dose ou dose única foi aplica O Brasil aplicou a 1ª dose da vacina ou a dose única contra a covid-19 em 77,5% da população até as 22h de sábado (18.dez.2021). Foram vacinadas 165,4 milhões de pessoas.

A 2ª dose ou dose única foi aplicada em 141,5 milhões de habitantes, o equivalente a 66,3% dos brasileiros. O reforço foi administrado em 22,8 milhões. Representam 10,7% da população.

Ao todo, 324.789.879 doses foram administradas no país.

Os dados são da plataforma coronavirusbra1, que compila registros das secretarias estaduais de Saúde. Leia aqui como e de onde o Poder360 obtém dados sobre o coronavírus. da em 141,5 milhões de habitantes, o equivaleDnte a 66,3% dos brasileiros. O reforço foi administrado em 22,8 milhões. Representam 10,7% da população.

Ao todo, 324.789.879 doses foram administradas no país.

Os dados são da plataforma coronavirusbra1, que compila registros das secretarias estaduais de Saúde. Leia aqui como e de onde o Poder360 obtém dados sobre o coronavírus.

Poder 360

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Saúde

Nova onda de Covid-19 suspende jogos e afeta calendário de futebol na Europa

O aumento de casos de Covid-19 no oeste da Europa tem tido reflexos muito evidentes no futebol do continente. Estádios voltaram a ficar vazios, elencos voltaram a ter surtos, jogos foram cancelados, e alguns clubes ingleses têm inclusive pressionado a Premier League para suspender as partidas até janeiro.

No Reino Unido, o aumento dos números da Covid-19 tem sido meteórico. Desde quarta-feira (15), o país registrou três recordes consecutivos de novos casos de coronavírus, incluindo as 93.045 pessoas diagnosticadas na sexta (17) -o maior número diário em toda a pandemia.

Na Inglaterra, especificamente, cerca de 30% dos casos de toda a pandemia foram registrados neste mês de dezembro -mais de 2,8 milhões, ou 5% da população-, o que quer dizer que ao menos uma a cada 20 pessoas no país se infectou em pouco mais de duas semanas.

Nesta semana, a nova onda chegou com força ao futebol inglês, e três partidas da Premier League e uma da segunda divisão foram adiadas por surtos de Covid-19 nos times. Na sexta, a liga anunciou o adiamento de mais cinco jogos em cada divisão pelos mesmos motivos, de modo que o alastramento do vírus já tem impactos práticos no calendário.

O Manchester United, por exemplo, vive surto de Covid-19 no elenco e por isso teve dois jogos adiados nestes últimos dias. O clube ainda está vivo na Copa da Inglaterra e na Liga dos Campeões, por isso tem calendário cheio pela frente.

Pode não chegar a 91 partidas em um único ano, como o Palmeiras teve no Brasil em 2021, mas a temporada já reserva uma maratona de jogos para CR7 e cia. em algum momento para o time voltar a “estar em dia” com a agenda.

Alguns treinadores de clubes ingleses têm pressionado pela suspensão por completo dos jogos até janeiro. “Casos de Dovid-19 estão subindo, todos os clubes estão tendo problemas”, ponderou Thomas Frank, do Brentford.

Thomas Tuchel, do Chelsea, admitiu que cancelar apenas alguns jogos pode levar a uma situação injusta do campeonato; e Marcelo Bielsa, do Leeds, afirmou que “não gostaria de levar vantagem” contra um adversário desfalcado pelo coronavírus. Pep Guardiola não pôde falar sobre o assunto pois a entrevista coletiva foi cancelada após seu teste de Covid-19 dar resultado inconclusivo.

A exemplo do Reino Unido, a França também tem vivido aumento abrupto de casos de coronavírus: foram mais de 335 mil casos registrados na semana passada (de 6 a 12 de dezembro), o maior número semanal em toda a pandemia. A onda ainda não cancelou jogos da Ligue 1, mas pode ser apenas uma questão de tempo após Lille e Reims terem funcionários contaminados nos últimos dias.

Espanha e Itália têm tendência de alta, mas ainda estão longe da fase mais grave da pandemia. O espanhol Real Madrid lida atualmente com um surto da Covid. No total, seis atletas, entre eles o brasileiro Rodrygo, e um assistente técnico vão ficar em isolamento após contraírem a doença.

Na Alemanha, o pico dos casos parece ter sido na virada do mês, mas o futebol segue afetado pela pandemia: o público dos estádios está limitado a 15 mil no país todo, e alguns clubes têm tido jogos de portões fechados -como Bayern de Munique e RB Leipzig- devido às condições ruins de suas regiões.

FolhaPress

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Saúde

COVID-19: Brasil vacinou 40,5% dos idosos com dose de reforço

O Brasil aplicou 12,3 milhões de doses de reforço da vacina contra o coronavírus em idosos. Isso representa 40,5% das 31,3 milhões de pessoas com mais de 60 anos, de acordo com as projeções de população do IBGE.

O Espírito Santo é o Estado mais adiantado, com 2 de cada 3 idosos vacinados. A unidade da federação aplicou 412 mil doses de reforço até agora. O Acre é o mais atrasado, com apenas 18,4% dos idosos que receberam a dose adicional.

São Paulo é o que mais aplicou doses de reforço em idosos. Foram 2,9 milhões os que receberam. O Estado também é o que tem o maior número de idosos para serem vacinados (7,6 milhões).

Os 2 Estados com o maior atraso em relação à aplicação da dose de reforço estão no Norte do país. No Acre e no Amapá, 3 de cada 4 idosos ainda não tiveram a aplicação.

Conforme a cobertura do 1º ciclo vacinal (2ª dose ou dose única) vai chegando a um teto, a imunização com a dose de reforço deve servir como indicador sobre o quão protegida a população está contra a propagação rápida do vírus.

Estudo da Pfizer publicado em 8 de dezembro, por exemplo, sugere que 3 doses da vacina da farmacêutica conseguem neutralizar em grande parte a variante ômicron.

Poder 360

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COVID-19: Ministro da Saúde anuncia redução para toda população do intervalo da dose de reforço

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou neste sábado (18) a redução no intervalo de aplicação da terceira dose da vacina contra Covid-19 para toda população do país. A aplicação da dose de reforço será feita quatro meses após a segunda dose.

“Para ampliar a proteção contra a variante Ômicron vamos reduzir o intervalo de aplicação da 3ª dose de cinco para quatro meses. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos, em especial em grupos de risco”, explicou o ministro.

Conforme Queiroga, a portaria com a modificação será publicada na segunda-feira. “Informem-se sobre o calendário vacinal de seu município e veja se já chegou a sua vez”, alertou.

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Saúde

Queiroga diz que decidirá sobre vacinação infantil contra a Covid-19 em 5 de janeiro

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou, neste sábado (18/12), que o governo federal decidirá sobre a vacinação contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos em 5 de janeiro. Segundo ele, no dia 4 do mesmo mês, será realizada uma audiência pública para discutir o assunto.

Acompanhado do advogado-geral da União, Bruno Bianco, Queiroga disse que a Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 vai divulgar um documento técnico sobre o assunto em 22 de dezembro. A partir disso, a secretaria do Ministério da Saúde colocará a documentação para consulta pública.

“É um tema sensível que suscita o interesse da sociedade brasileira como um todo, porque as crianças são o nosso futuro. Temos que dedicar a elas todo o nosso respeito e a nossa atenção”, disse Queiroga. “Todas as faixas etárias que serão incluídas no PNI serão contempladas com a vacina e elas estarão disponíveis de maneira célere”, completou.

Na noite dessa sexta-feira (17/12), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 48 horas para o governo federal se manifestar sobre eventual atualização do Programa Nacional de Imunizações (PNI) com a inclusão da vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19.

O advogado-geral da União informou que, em resposta ao STF, o governo vai apresentar, até este domingo (19/12), o cronograma das ações anunciadas neste sábado.

Apesar da autorização da Anvisa para uso do imunizante Pfizer em crianças de 5 a 11 anos, divulgada nessa quinta-feira (16/12), ainda não há expectativa para o início da imunização desse público no Brasil. Cabe ao Ministério da Saúde adquirir doses para essa população e incluí-la no Programa Nacional de Imunização contra a Covid.

Em nota divulgada à imprensa nesta semana, a Pfizer afirmou que o contrato mais recente firmado com o governo federal, para compra de 100 milhões de doses em 2022, permite a modificação das vacinas para diferentes faixas etárias.

Na prática, caso o Ministério da Saúde decida incluir as crianças no PNI no próximo ano, a farmacêutica Pfizer poderá fornecer doses específicas para esse grupo, seguindo o acordo firmado com o governo. No entanto, nenhuma vacina com dosagem especial foi enviada ao Brasil até o momento.

“O terceiro contrato assinado com o governo brasileiro, no dia 29 de novembro de 2021, para o fornecimento de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 para o ano de 2022 também inclui a possibilidade de fornecimento de versões modificadas do imunizante para variantes, que poderão ser eventualmente desenvolvidas caso necessário, e versões para diferentes faixas etárias, conforme solicitação por parte do Ministério da Saúde”, informou o laboratório.

Questionado se a decisão da Anvisa não é suficiente para dar início a imunização em crianças de 5 a 11 anos, Queiroga disse que não e que a decisão final sobre o assunto compete ao Ministério da Saúde.

“Nós vamos fazer um procedimento administrativo para avaliar a decisão da Anvisa em todos os seus aspectos, para que a partir dessa análise, se possa verificar a implementação de uma política pública”, detalhou Queiroga. “Eu não vou me antecipar até porque essa decisão não será uma decisão direta do ministro”, reafirmou.

Metrópoles

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