Política

Defesa de Roberto Jefferson quer recorrer a corte internacional

Foto: Reprodução

A defesa do presidente do PTB, Roberto Jefferson, diz que pode denunciar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para a Organização dos Estados Americanos (OEA), com o intuito de contestar a prisão do ex-deputado na última sexta-feira (13). A declaração foi dada neste sábado (14) pelo advogado do político, Luiz Gustavo Pereira.

“Nós já estamos preparando para a próxima semana uma denúncia na Organização dos Estados Interamericanos contra os abusos cometidos pelo ministro Alexandre de Moraes”, disse o advogado de Roberto Jefferson.

A defesa do presidente do PTB também diz que pedirá a suspeição do ministro do STF, alegando que Jefferson e Moraes já travaram disputas judiciais, o que deixaria o ministro mais inclinado a uma condenação do acusado.

CNN

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Política

NEM LULA E NEM BOLSONARO: Kassab quer lançar Pacheco à presidência

Foto: Antagonista

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, pretende lançar o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), à presidência da República.

Segundo o colunista Igor Gadelha, a maior motivação seria livrar o partido de apoiar candidaturas de Lula ou Bolsonaro, consideradas de ‘extremos opostos’.

Kassab é considerado um dos maiores ‘costuradores’ de acordo da política nacional. O PSD, partido que preside nacionalmente, foi base do governo Bolsonaro no Congresso, mas vem se afastando devido ao desgaste do chefe do Executivo.

iG Último Segundo

Opinião dos leitores

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Política

85 deputados ‘mudam’ de raça em levantamento pós-eleições; maioria passa de pardo a branco

Posse da atual legislatura da Câmara, em fevereiro de 2019 | Foto: Jorge William

Pelo menos 85 deputados “mudaram” de raça entre a autodeclaração feita ao TSE em 2018 e as informações dadas à Câmara. A maioria dos parlamentares cuja raça foi alterada entre os dois levantamentos passou de pardo para branco (43). Vinte e nove fizeram o caminho contrário.

Há três deputados que se declararam pretos ao TSE e brancos ao Parlamento: José Airton Cirilo (PT-CE), Leonardo Monteiro (PT-MG) e Hélio Costa (Republicanos-SC).

Com as trocas, a Câmara passou a ter dois indígenas, além de Joenia Wapichana (Rede-RR). Paulo Guedes (PT-MG) e Coronel Chrisóstomo (PSL-RO), que haviam se declarado pardos ao TSE, disseram posteriormente que são indígenas.

É difícil mapear os motivos das mudanças. O petista cearense, por exemplo, ao ser questionado, diz que não se considera nem um nem outro. Mas pardo. E jogou a culpa em sua assessoria pela mudança.

Fica a critério dos parlamentares informar ou não a raça à Câmara. Dos 578 deputados que passaram por ali nesta legislatura, 109 não o fizeram.

Lauro Jardim – O Globo

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Política

Mourão está ‘no limite da tolerância’ com Bolsonaro, segundo colunista

Marcos Corrêa/PR

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) estaria “no limite” de sua tolerância com o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o colunista Lauro Jardim, o general admitiu a insatisfação com o capitão da reserva em conversas reservadas nos últimos dias.

A relação entre os dois não é das melhores há um tempo. No final de julho, Bolsonaro  comparou o papel de Mourão a um cunhado que “tem que aturar” e disse que o general “por vezes atrapalha” seu governo.

No dia seguinte, o chefe do Executivo recuou, alegando que o general “não tem atrapalhado em absolutamente nada”. Ele, porém, já disse publicamente que não deve contar com Mourão para compor a chapa que deve tentar a reeleição.

Mourão, por sua vez, evita entrar em conflito com o presidente. Após a declaração de Bolsonaro comparando-o a um cunhado, o vice disse ser leal ao presidente e que não comentaria suas falas. Ele também negou renunciar ao governo, dizendo que permanecerá até o fim.

Além das críticas de Bolsonaro a ele, o general também estaria incomodado com os ataques de Bolsonaro às instituições democráticas e a outros poderes. Após o desfile com tanques em frente à Esplanada dos Ministérios,  o general se reuniu com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luis Roberto Barroso e descartou qualquer possibilidade de golpe.

iG Último Segundo

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Política

Em busca de alianças para 2022, Lula chega ao Nordeste neste domingo

Ricardo Stuckert / Instituto Lula

Em busca de costurar alianças com governadores e prefeitos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega ao Nordeste neste domingo (15).

Lula e sua equipe planejam passar pelo menos 11 dias no nordeste, passando por seis estados: Pernambuco, Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia. Não está previsto nenhum ato aberto ao público, apenas reuniões com deputados e governadores, além de movimentos populares e sindicais.

O reduto, tradicionalmente petista, tem ganhado boa atenção do presidente Jair Bolsonaro. O chefe do Executivo turbinou o Bolsa Família e tem constantemente visitado a região para participar da inauguração de obras, além de conceder entrevistas à veículos locais.

O primeiro encontro de Lula no Pernambuco será com a cúpula do PSB no estado. O partido, que estava afastado do PT desde o ano passado, retomou o diálogo e é considerado um aliado importante para 2022. Um dos potenciais aliados na mira de Lula é João Campos (PSB). O prefeito, que foi eleito derrotando a petista Marília Arraes (PT), admitiu jantar com o ex-presidente —embora tenha defendido uma candidatura própria do PSB para 2022.

Veja a agenda de Lula pelo Nordeste

15 e 16.ago

– Pernambuco

17 e 18.ago – Piauí

18 a 20.ago – Maranhão

20.ago – Ceará

24.ago – Rio Grande do Norte

25 e 26.ago – Bahia

Blog do BG com IG

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Política

Suplentes assumiram um terço do Senado Federal desde 2015

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Há 18 dias a agora senadora Eliane Nogueira (PP-PI), de 72 anos, assumiu a vaga do filho e passou a fazer parte de uma lista de 25 suplentes que, de forma temporária ou permanente, foram chamados a ocupar cadeiras do Senado de 2015 pra cá. O número representa quase 1/3 dos 81 mandatos.

Atualmente, são oito substitutos em exercício – a maioria sem experiência anterior em cargos majoritários.

Dois nem sequer haviam exercido função pública, como Eliane – 1ª suplente de Ciro Nogueira (PP-PI), atual ministro da Casa Civil da gestão Bolsonaro –, e Alexandre Giordano (PSL-SP), de 48 anos, senador substituto de Major Olimpio, morto por covid-19 em março deste ano. Mas, a partir de agora, todos têm direito a voto em matérias decisivas para o País, como, por exemplo, a reforma político-eleitoral, que depois de passar pela Câmara dos Deputados seguirá para o Senado.

Os pontos em debate pelos parlamentares, no entanto, não incluem mudanças nas regras vigentes para eleição de senadores e seus suplentes nem mesmo quando os escolhidos são parentes. Além de Ciro Nogueira, Chico Rodrigues (DEM-RR), preso com dinheiro na cueca ano passado, tem o filho Pedro Rodrigues como suplente; Davi Alcolumbre (DEM-AP) escolheu o irmão Josiel para a função e Eduardo Braga (MDB-AM) alçou Sandra Braga, sua mulher, como substituta imediata. Entre 2015 e 2016, ela assumiu o cargo por 15 meses.

O mais recente suplente a exercer um mandato como senador é, diferentemente da maioria, figura conhecida da política nacional. Aos 74 anos, José Aníbal acumula cinco mandatos como deputado federal e já foi presidente nacional de seu partido, o PSDB. “É claro que essa bagagem facilita meu trabalho quando assumo a vaga. Além disso, tenho muita proximidade com o (José) Serra, conheço seus projetos e acompanho seu mandato desde 2015”, afirmou Aníbal. No dia 10, Serra anunciou ter doença de Parkinson e pediu licença médica para se dedicar ao tratamento.

Com o afastamento de Serra, São Paulo tem agora uma senadora somente eleita como “cabeça de chapa” em exercício, Mara Gabrilli (PSDB). Mas com a morte de Olimpio, Giordano perdeu o status de suplente para virar titular, com mandato assegurado até janeiro de 2027.

Apesar de novato na política, Giordano se considera preparado. “Claro que não imagina assumir nesta condição, com a morte do meu amigo Olimpio, mas nada me pega de surpresa. Estou preparado desde que aceitei ser suplente. Acho até melhor não ter tido experiências públicas antes. Quem vem de fora tem uma visão mais realista, acho. Brasília parece uma bolha, às vezes, quase um Big Brother, BBB mesmo”, disse.

Ainda em fase de adaptação, o senador busca conhecer mais os procedimentos da Casa para apresentar projetos e ditar seu estilo. Ele não se diz bolsonarista, mas afirma ter o que chama de “tendência” governista. “Não acho que valha a pena rachar com o governo. Se o Lula estivesse lá seria normal também. Não é que sou Lula, sou governista. Meu mandato não é ideológico. Não ligo para essa coisa de esquerda e direita. O meu mandato é da mão para a boca, o que preciso é levar comida para o povo que tá passando fome na rua.”

Giordano e Aníbal discordam sobre as regras que o colocaram lá. Para o tucano, mesmo favorecido com o formato atual, o correto seria convocar o terceiro colocado para assumir em caso de vacância. “E, claro, sou totalmente contra parente assumir. Não faz o menor sentido.” Já Giordano não vê problemas: “É um cargo de confiança, o necessário pra mim é ser competente, só isso.”

Tramita na Casa proposta do senador Fabiano Contarato (Rede-ES) para vetar suplentes parentes, sem data de votação.

Carlos Portinho (PL-RJ), que virou senador de forma definitiva com a morte por covid-19 de Arolde de Oliveira (PSD-RJ), também é contra a regra que permite parentes como substitutos, mas defende o modelo de suplência. “Eu tenho muita identificação com a história política do Arolde, apesar de bem mais novo, de outra geração. Acho, aliás, que a juventude foi justamente um dos motivos de ele ter me escolhido. Mas, claro, tenho alguns posicionamentos diferentes e o eleitor tem de entender isso.”

Portinho disse ainda ter participado intensamente da campanha, apresentando-se e pedindo votos ao eleitor. Ele afirma que os suplentes são como vice-prefeitos ou como o vice-presidente da República, e destaca que seus nomes estão na urna. “O eleitor tem de entender isso e olhar para a chapa como um todo”, completou.

Com informações de Estadão Conteúdo

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Política

“Não há interferência política” na Força, diz comandante do Exército

Foto: Marcos Corrêa/PR

As Forças Armadas estão, nos últimos meses, se equilibrando entre a expectativa do presidente Jair Bolsonaro de demonstrações de apoio irrestrito ao governo e a vontade de militares em blindar a imagem das instituições.

No sábado (14), general Paulo Sérgio Nogueira, comandante do Exército, disse que a instituição não sofre com interferência do Palácio do Planalto.

“Não há interferência política no Exército”, falou, por telefone, ao jornal O Globo. “O Alto Comando está com o comandante.”

O general deu a declaração depois de comparecer à cerimônia na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro.

Na terça-feira (10), o general participou de uma reunião ministerial no Planalto. Depois, esteve ao lado de Bolsonaro no desfile militar na Praça dos Três Poderes.

O comandante do Exército voltou ao Planalto na quinta-feira (12), para solenidade de cumprimento de oficiais-generais no Salão Nobre do Palácio. Na cerimônia, Bolsonaro afirmou que nas Forças Armadas há a certeza do “apoio total” às decisões do chefe do Executivo.

“Nas mãos das Forças Armadas, a certeza da garantia da nossa liberdade, da nossa democracia e o apoio total às decisões do presidente para o bem da sua nação”, disse o presidente.

Bolsonaro falou ainda que as Forças têm o compromisso de “dar a vida pela pátria se preciso for, quer sejam ameaças externas ou internas”.

O general assumiu o comando do Exército no fim de abril, depois da demissão de Edson Leal Pujol. Também foram demitidos na mesma época os comandantes da Marinha e da Aeronáutica. O argumento principal é que Bolsonaro buscava ter uma relação mais próxima com os chefes das Forças Armadas.

Desde então, o general passou por algumas situações que dividiram as opiniões dos militares. Uma delas foi a participação do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em ato político promovido por Bolsonaro em 23 de maio.

General da ativa, Pazuello subiu em um carro de som com o chefe do Planalto e outros aliados depois de um passeio de moto no Rio de Janeiro. No ato, o ex-ministro falou rapidamente ao microfone.

O regulamento disciplinar do Exército prevê punição para o militar da ativa que “manifestar-se publicamente […] sem que esteja autorizado a respeito de assuntos de natureza político-partidária”.

Integrantes do Exército pediam que Pazuello fosse punido, mas o procedimento administrativo que havia sido instaurado contra Pazuello foi arquivado.

Segundo o jornal, esses e outros episódios foram discutidos por integrantes do Alto Comando. Apesar de se mostrarem preocupados com ataques de Bolsonaro às instituições, a visão geral é que Nogueira não pode se opor ao presidente e, assim, instaurar uma crise no país.

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Política

Lula costura apoio de governadores e do ‘centrão’ para neutralizar Bolsonaro no Nordeste

Foto: Fernando Bizerra Jr./EFE

No momento em que Jair Bolsonaro (sem partido) inicia uma ofensiva sobre o eleitorado mais pobre do Nordeste, turbinando o programa Bolsa Família, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarca na região para estreitar as alianças com governadores e traçar estratégias para as eleições de 2022.

O objetivo da viagem é aparar arestas na construção de palanques locais e formar uma base de apoio mais ampla com apoio local de legendas como PSB, MDB, Cidadania, PP e Republicanos.

Lula desembarca neste domingo (15) no Recife e fica na região até 26 de agosto, passando por Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia.

Poder/Folha de S.Paulo

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Política

STF se silencia sobre impeachment de Barroso e Moraes e aposta em articulação no Senado

Foto: Divulgação

O Supremo Tribunal Federal (STF) não pretende se manifestar sobre a ameaça feita nas redes sociais pelo presidente Jair Bolsonaro de pedir o impeachment dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes ao Senado. O Estadão/Broadcast apurou que os ministros da Corte acreditam que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), não dará andamento a eventual processo e apostam suas fichas numa pacificação liderada pela Casa.

Nos bastidores, ministros definiram o anúncio do presidente como “mais uma aventura golpista” e o consideram que a reação estratégica, neste momento, é deixar o presidente sem resposta, falando apenas para seus apoiadores. A avaliação de integrantes da Corte é de que é preciso confiar na política e nos políticos. Procurado, o STF não se manifestou. Internamente, o Senado já tem adotado postura nessa linha.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Canalhas , pensam que o Presidente Bolsonaro vai ficar inerte diante esses desmandos dos que “se acham intocáveis”, isso vai ter um fim . Canetada neles Presidente , a autorização maior virá no dia 07 de Setembro .

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Política

“Sabe que não tem como ganhar as eleições”, diz Lula sobre Bolsonaro

Foto: Ricardo Stuckert/ Divulgação

Em entrevista ao portal da Folha de Pernambuco o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o presidente Jair Bolsonaro questiona o sistema eleitoral brasileiro atual baseado na apuração dos votos por meio das urnas eletrônicas “porque sabe que não tem como ganhar as eleições”.

“Ele só inventou isso [voto impresso] porque sabe que não tem como ganhar as eleições depois do desastre que é seu governo para o povo brasileiro”, disparou.

O petista ainda recorda que “há 20 anos que tem eleição no Brasil para todos os cargos pela urna eletrônica. Os mesários imprimem o resultado de cada sala, todo mundo fiscaliza. Ele elegeu os filhos todos na urna eletrônica, não? Agora, que ele vai perder, resolveram inventar isso. Ele vive de mentira em mentira, enquanto o povo brasileiro luta para colocar comida na mesa”.

De acordo com Lula, “Bolsonaro não será derrotado por um partido ou um outro candidato. Será derrotado pelo povo brasileiro, que vai corrigir esse acidente”.

Blog do BG com WSCOM

Opinião dos leitores

  1. NÃO TEM COMO GANHAR AS ELEIÇÕES É VC LULA, O PRESIDENTE BOLSONARO VAI GANHAR NO PRIMEIRO TURNO, POUCAS PESSOAS VAI VOTAR EM VC, O POVO ACORDOU UP, UP, UP, UP

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