Política

Aguinaldo Ribeiro critica reforma do Imposto de Renda; Segundo ele, aprovação da proposta é “medíocre”

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP- PB), Relator da comissão especial que discutiu a reforma tributária na Câmara usou o Twitter para criticar a reforma do Imposto de Renda aprovada pela Casa.

“A aprovação da proposta do IR representa a combinação da mediocridade, insensatez, vaidade e falta de espírito público. Nesse momento, é preciso que o bom senso e o compromisso com o país prevaleçam”, disse o deputado.

Aguinaldo disse ainda que: “Não dá para tratar um tema tão relevante com tamanha irresponsabilidade. A dimensão tributária é hoje um dos principais entraves à competitividade das empresas brasileiras”.

Para o deputado federal, a verdadeira reforma tributária “precisa ser norteada pelos princípios da simplificação, desburocratização e desoneração do setor produtivo, sem aumento da carga tributária global, de modo a alavancar a competitividade do país.”

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Política

ELEIÇÕES 2022: Deputada estadual acredita que PSDB terá candidato à presidência da República

A deputada estadual Camila Toscano (PSDB) disse durante entrevista concedida à imprensa na última sexta-feira, 03, que não se pode fechar a porta para ninguém em se tratando de política mas que não tem como se falar em apoio a Lula (PT) ou à reeleição de Jair Bolsonaro (sem partido) porque acredita que o seu partido, o PSDB, terá candidato para disputar a presidência da República em 2022.

“Nós estamos fazendo uma prévia partidária e os presidenciáveis do nosso partido, a exemplo do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite e o governador de São Paulo, João Dória, estão fazendo campanhas dentro do partido e no dia 21 de novembro, nós iremos fazer uma eleição para saber quem será o nosso candidato à presidência da República”, disse.

Ela diz que isso fecha qualquer porta, nesse momento, sobre dar apoio à candidatura de quem quer que seja porque o PSDB vai estar na disputa e não faz sentido falar de apoio enquanto se faz uma prévia interna.

Contudo, afirma que não se pode fazer política fechando portas, mas acredita que nesse caso para o PSDB vai sim, sair o candidato, que vai ter o apoio dos filiados para conversar com todos os outros pré-candidatos.

“Não é que não teremos um pré-candidato. Teremos sim, agora a candidatura que deverá se firmar no momento certo que será nas convenções do ano que vem”, opinou.

Com informações do Paraibaonline

 

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Política

Durante governo Bolsonaro, grupos de oposição protestaram mais na Paulista

Disputada para o 7 de Setembro, a Avenida Paulista tem sido o local de escolha para atos tanto de manifestantes pró-governo como os contrários ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo levantamento do Poder360, desde 2019, a principal via de São Paulo foi ocupada por esses grupos em ao menos 67 dias – sendo que em 3 deles os grupos tentaram ocupar ao mesmo tempo o local.

Nos 70 atos organizados nestes dias, a oposição a Bolsonaro foi quem mais utilizam a Avenida Paulista: 38 vezes. Já os grupos pró-governo se manifestaram nas imediações do Masp (Museu de Arte de São Paulo) 32 vezes.

Nas 3 vezes em que ocuparam a via simultaneamente, houve confusão. A 1ª ocasião em que isso aconteceu foi em 31 de março de 2019. Defensores da ditadura militar e manifestantes contrários ao golpe de 1964 escalaram da troca de insultos para agressões.

Apesar disso, foi apenas em 31 de maio de 2020 que a situação chegou no que as autoridades consideraram o limite. Grupos que faziam uma manifestação de torcidas pró-democracia e apoiadores de Bolsonaro entraram em confronto na via. A PM (Polícia Militar) interviu e disparou balas de borracha e bombas de gás na ocasião.

Depois disso, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), proibiu que manifestações com pautas em defesa ou contrárias ao governo Bolsonaro sejam realizadas no mesmo local e dia. A decisão foi reforçada depois pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo).

A decisão judicial motivou a disputa pela principal via de São Paulo para o 7 de Setembro. Bolsonaristas estão se organizando para um “último grito” desde agosto. Os atos ganharam força e importância para o grupo com a escalada de tensão entre Bolsonaro e o STF (Supremo Tribunal Federal).

Em 13 de agosto, o aliado do presidente, o ex-deputado federal e presidente do PTB Roberto Jefferson foi preso. Em 21 de agosto, foi a vez de Sérgio Reis e outros bolsonaristas serem alvo de uma operação da Polícia Federal. As duas decisões foram do ministro Alexandre de Moraes.

Com a manifestação dos movimentos Campanha Fora Bolsonaro e Grito dos Excluídos marcada para o mesmo dia, a Paulista virou uma das protagonistas do próximo 7 de setembro.

Em 23 de agosto, o governo definiu que só os bolsonaristas podem se manifestar na avenida na data. O Estado justificou a decisão afirmando que os apoiadores do presidente solicitaram a utilização da Paulista antes e que não seria seguro permitir que todos se manifestassem no mesmo dia e local.

A oposição ainda insistiu um pouco, mas em 26 de agosto mudou o ato para o Vale do Anhangabaú. O local também tem histórico de grandes protestos. O mais emblemático é o da década de 1980, quando o Anhangabaú foi palco do Diretas Já. Mas a Paulista é mais requisitada pela imagem: mais estreita, a avenida é mais fácil de ser ocupada e garantir imagens impressionantes dos atos.

OS ATOS DO 7 DE SETEMBRO

Com os bolsonaristas na Avenida Paulista e a oposição no Vale do Anhangabaú, os atos estão a uma distância de 2,9 km. A tensão na cidade é grande, com uma caminhada de apenas 40 minutos separando os grupos.
A PM de SP combinou os limites das manifestações com os organizadores e não deve haver encontro entre os atos. Ao Poder360, João Paulo Rodrigues, da coordenação do MST e da Campanha Fora Bolsonaro, afirmou que “a orientação politica é de não cair em provocação e nem de provocar o outro lado”. Segundo ele, o grupo está confiante de que a PM vai saber manter a ordem.

Mas uma das preocupações com o 7 de Setembro é a possível participação de PMs nos atos bolsonaristas.

Como mostrou o Poder360, os policiais se organizam para participar. Praças e oficiais das ativa e da reserva falam em “exigir” o poder, luta contra o comunismo e retirada dos ministros do STF. A ideia do Nas Ruas, que está organizando a manifestação pró-Bolsonaro em São Paulo, é que pessoas de outras cidades se dirijam até a Paulista no 7 de Setembro.

São esperados ônibus de 57 cidades de 8 Estados diferentes, segundo a última divulgação do grupo, na 2ª feira (30.ago.2021). Além disso, há a previsão de caravanas de 115 cidades paulistas.

Poder 360

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Política

PT investe em reaproximação com evangélicos

Desde a vitória de Jair Bolsonaro (sem partido) sobre Fernando Haddad (PT-SP), em 2018, uma das avaliações recorrentes de dirigentes do PT foi que o resgate de pontes com o mundo evangélico seria crucial para qualquer projeto que o partido viesse a propor em eleições.

Agora, após recuperar seus direitos políticos e em franca campanha para voltar à Presidência da República, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e figuras importantes do partido têm se dedicado a buscar pastores para tentar desfazer resistências e reverter a quase hegemonia de Bolsonaro dentro desse grupo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o segmento representava, em 2020, 22,2% da população brasileira.

Sob a liderança da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), o partido fundou um núcleo específico para tratar do assunto: o Evangélicos do PT (Nept). O trabalho tem sido feito no sentido de retomar o diálogo perdido com essa parcela, sobretudo na periferia das grandes cidades. O reencontro com evangélicos, de acordo com Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula, é considerado “fundamental” para a estratégia de retomada da periferia.

“É um front que nós consideramos extremamente importante, e temos estimulado muito o nosso pessoal, sobretudo nos estados, a fazer um contato com as igrejas. Isso está sendo feito menos nas cúpulas e mais na base, direto com pastores ou com organizadores regionais dos grupos evangélicos. A gente tem consciência de que esse diálogo é fundamental, sobretudo para o trabalho nas periferias, onde a presença evangélica é muito forte”, destacou o ex-ministro em conversa com o Metrópoles.

O núcleo tem uma direção nacional e já formou grupos espalhados pelo país todo para reunir militantes evangélicos e pastores simpáticos ao PT. Embora ainda não tenha caráter de campanha aberta, tem pavimentado a inserção de Lula nessa camada social.

Cortesias

O ex-presidente, por sua vez, em suas andanças pelas regiões Sudeste e Nordeste, usou parte da agenda para se encontrar com líderes evangélicos.

No Rio de Janeiro, Lula esteve com o bispo Manoel Ferreira, líder da Assembleia de Deus de Madureira, bolsonarista declarado desde as eleições de 2018. Antes, o bispo foi aliado do governo Lula e apoiador da reeleição de Dilma Rousseff, em 2014. O encontro foi combinado pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), e realizado em um sítio de sua propriedade.

Aliados de Bolsonaro encararam o episódio como “visita de cortesia” e lembraram que o pastor tem “gratidão” ao ex-presidente, devido a uma lei sancionada em 2003, que deu personalidade jurídica própria às igrejas.

Na Bahia, foi a vez de Lula se encontrar com Pastor Sargento Isidório (Avante), deputado federal mais votado no estado em 2018, com 323 mil votos, e que já se encontra plenamente engajado na defesa da eleição do ex-presidente e na divulgação do apoio de Lula ao seu nome – usando sua inseparável Bíblia. O parlamentar divulgou em suas redes uma foto da mão de Lula postada sobre a edição.

O pastor Ariovaldo Ramos, coordenador da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, é um apoiador do ex-presidente e chegou a visitá-lo na prisão em Curitiba.

Ele avalia que, para entrar novamente na periferia das grandes cidades, necessariamente o PT terá que buscar os evangélicos. “Não há dúvida nenhuma desse interesse, inclusive já foi mostrado e dito pelo próprio Lula”, enfatiza.

Com informações Metrópoles

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Política

Filho de Trump afirma que China ‘tem planos’ para as eleições do Brasil no ano que vem

Em um evento promovido pelo deputado Eduardo Bolsonaro, o filho do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump insinuou, sem provas, que há um suposto interesse da China em influenciar as eleições de 2022 no Brasil. Donald Trump Jr., cuja presença era esperada na Conferência de Ação Política Conservadora, que está sendo realizada em Brasília, não conseguiu chegar ao país após as tempestades na Costa Leste dos Estados Unidos nos últimos dias.

Trump Jr., entretanto, participou de forma do evento à distância. Em seu discurso, falou principalmente do governo de Joe Biden, que venceu seu pai nas eleições americanas em novembro de 2020.

O filho de Trump concentrou boa parte da suas críticas na crise do Afeganistão, colocando na conta do atual governo o fracasso na evacuação militar americana.

Em relação ao Brasil, Trump Jr. citou em alguns momentos as eleições do ano que vem, afirmando que a população pode escolher entre dois opostos, em referência à provável disputa entre o presidente Jair Bolsonaro e ao ex-presidente Lula.

No meio de sua explanação, ao falar sobre a possibilidade de que o novo coronavírus tenha se originado na China, o filho do ex-presidente americano afirmou que o país asiático teria um plano para as eleições brasileiras.

— E adivinha, Brasil, (a China) está chegando aí também. As exportações de alimentos que saem do Brasil são a corda de salvamento para a China — afirmou Trump Jr., antes de falar sobre um suposto plano chinês para as eleições: — Então se você acha que eles não estão fazendo o que puderem para instalar um governo socialista que eles possam manipular, alguém que acredita e pensa como eles, ao contrário de alguém que ama a liberdade, se você acha que eles não têm planos para a alternativa no ano que vem, então não está prestando atenção.

Um dos principais organizadores da Conferência, deputado Eduardo Bolsonaro, em outras ocasiões, já se envolveu em polêmicas com a China e chegou a protagonizar um embate pública com o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming.

O Globo

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Política

DE VOLTA AO PT: Ricardo Coutinho: “O maior partido da América Latina, também será o maior partido da Paraíba”

O ex- governador da Paraíba Ricardo Coutinho participou na tarde deste sábado, 04, na sede do Sindicato dos Bancários, na Avenida Beira Rio, na Capital,  de evento de filiação de novos membros do Partido dos Trabalhadores.

Na ocasião, Ricardo disse, que será muito importante a presença da juventude na construção do processo da retomada democrática.

Estiveram presentes ao evento os deputados estaduais Cida Ramos e Jeová Campos, o vereador pessoense Marcos Henrique, o ex-deputado federal Luiz Couto, a ex-vereadora Paula Frassinetti, os presidentes estadual e municipal do Partido dos Trabalhadores, Jackson Macêdo e Antônio Barbosa.

O evento foi transmitido ao vivo pelas redes sociais do ex-governador.

O ex-governador conta com o apoio do ex-presidente Lula e da deputada federal Gleisi Hoffmann, que comanda a legenda no país.

Por fim, Ricardo afirmou: “O maior partido da América Latina, também será o maior partido da Paraíba”.

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Política

PF intima Carla Zambelli para depor em inquérito sobre atos no 7 de Setembro; Deputada diz que mesmo sem ter acesso aos autos se fará presente

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) informou, neste sábado (4), que foi intimada pela PF (Polícia Federal) a depor no inquérito sobre atos no 7 de setembro. A ordem partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A audiência será realizada na manhã de domingo (5). Em carta, Carla Zambelli disse que não teve acesso aos autos e que se fará presente.

“Mesmo sem ter acesso aos autos, em respeito à Polícia Federal e à Constituição, me farei presente. É certo que para mim, o mar ficará agitado após essa oitiva, mas nada impedirá que mantenha minhas convicções e acredite naquilo que sempre defendi”, afirmou a deputada.

“Conclamo a todos meus amigos, eleitores e cidadãos brasileiros a comparecerem às manifestações da Nova Independência com o propósito de pacificar o país, e uni-lo em prol da defesa da Constituição e das liberdades, sem qualquer ato de violência ou ataque a quem quer que seja”, afirmou.

A deputada publicou um vídeo no Twitter neste sábado afirmando estará nas ruas “quantas vezes forem necessárias” para apoiar Bolsonaro. No vídeo, Carla Zambelli exibe filmagens de atos em que ela participou no dia da independência de 2015 e 2016. “O grito de liberdade é o mesmo e o problema é o mesmo: pessoas que s acham acima da lei e que tentam calar pessoas como eu”, disse.

Poder 360

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Política

ELEIÇÕES 2022: “Vai ser um prazer votar no companheiro Ricardo Coutinho para o Senado”, diz presidente estadual do PT

Durante solenidade de filiação de novos membros do Partido dos Trabalhadores, entre eles, o ex-governador Ricardo Coutinho, na tarde deste sábado, 04, na sede do Sindicato dos Bancários, na Avenida Beira Rio, na Capital, o presidente estadual da legenda, Jackson Macêdo, disse que a Paraíba não aguenta mais eleger senador representante de grupo familiar oligárquico.

Segundo Jackson, chegou a hora do Estado ter um senador de esquerda.

“Chegou a hora da Paraíba ter prazer de ter um senador de esquerda, identificado com nosso projeto social, com nosso projeto político, identificado com nossa trincheira de luta”, afirmou Macêdo.

Jackson disse ainda: “A gente tem que ter muita clareza do que a gente quer em 2022”.

Por fim ele afirmou: “Nós vamos construir a maior vitória eleitoral da história do PT da Paraíba”.

O evento de filiação está sendo transmitido pelas redes sociais.

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Política

Atos marcados para o dia 7 de setembro lotam hotéis em Brasília

Tradicionalmente vazios nos feriados, hotéis de Brasília terão lotação máxima nos próximos dias. Dados da Abih-DF (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Distrito Federal) apontam para uma ocupação de quase 100% na segunda (6) e na terça (7).

“Em nenhum feriado de 7 de Setembro houve uma mobilização em função de desfile, comemoração da independência, nada disso”, afirmou o presidente da associação, Henrique Severien, ressaltando o caráter inédito deste ano.

De acordo com Henrique, são poucas as vagas disponíveis em hotéis no Plano Piloto, região central de Brasília, para os dias 6 e 7, e todas correspondem a unidades de categoria superior, como suítes presidenciais.

“A previsão é de 100% (de ocupação nos dias 6 e 7). Dia 8 é queda, uns 75%, 80%”, afirmou.

Haverá dois espaços para as manifestações. Os locais foram definidos com os organizadores dos eventos, que se reuniram durante a semana com representantes das forças de segurança, órgãos federais e do governo do Distrito Federal.

Os manifestantes pró-governo ficarão na Esplanada dos Ministérios. Treze grupos foram cadastrados pelo Nucae (Núcleo de Atividades Especiais), da Secretaria de Segurança do DF.

O ponto de encontro será a Biblioteca Nacional. De lá, seguirão pela Esplanada dos Ministérios e poderão chegar até a Avenida José Sarney, na ligação entre as vias S1 e N1. Os monumentos e prédios públicos estarão fechados com grades e resguardados por policiais.

Já os manifestantes contrários governo irão se concentrar no estacionamento da Torre de TV, a partir das 8h, ao lado da Praça das Fontes. De lá, seguirão em caminhada, a partir das 10h, até o Memorial dos Povos Indígenas. A Polícia Militar do DF fará a segurança do perímetro e acompanhará todo o trajeto.

Uol com informações das agências Estado e Brasil

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Política

“O poder moderador é o povo brasileiro”, diz Bolsonaro em discurso após ‘motociata’ em Pernambuco

O presidente da República, Jair Bolsonaro, aproveitou a mobilização de apoiadores para o 7 de setembro para realizar uma motociata em Pernambuco. Bolsonaro saiu de Santa Cruz do Capibaribe (PE), a única cidade no estado em que o chefe do Executivo venceu o segundo turno das eleições no estado, rumo a Caruaru. Após o evento, o presidente discursou para apoiadores e disse que “o poder moderador é o povo brasileiro”.

“Hoje, o Brasil tem um presidente da República que acredita em Deus, que respeita os seus militares, que defende a família tradicional e deve lealdade ao seu povo. No próximo dia 7, terça-feira, dia da Pátria, todos nós temos um encontro com nosso destino. Enquanto juristas procuram quem é o poder moderador no Brasil, eu digo a todos que o poder moderador é o povo brasileiro”, afirmou.

Bolsonaro disse, ainda, que nenhum dos presidentes dos três Poderes é mais soberano do que o povo e, então, mandou indiretas para ministros do STF. “Temos um ou outro saindo da normalidade, um ou dois saindo das quatro linhas da Constituição. Nós jogamos dentro das quatro linhas, mas o povo, como poder moderador, não pode admitir que nenhum de nós jogue fora dessas quatro linhas. Um dos direitos inalienáveis que temos no Brasil é a liberdade de expressão. Não se pode admitir que uma pessoa usando de seu cargo, não interessa em que poder ele esteja, tire da população esse direito. A nossa independência, nossa outra independência, agora, dia 7, todos ouvirão o clamor de vocês”, afirmou.

“E não estaremos lá apenas para fazer figuração. Estaremos lá para mostrar a todos que não admitiremos mais quem quer que seja ignorar a nossa Constituição. Os nossos movimentos sempre foram pacíficos, ordeiros. Nunca teve atos de vandalismo. Tenha certeza que o retrato da imagem na Esplanada, onde estarei pela manhã, bem como à tarde, na Paulista, o retrato do povo servirá para mostrar para esses que ousam não respeitá-los, que ousam não se submeter à nossa Constituição. Esses serão colocados no seu devido lugar”, completou o presidente.

Ao fim do discurso, Bolsonaro mandou indiretas ao STF e aos ministros Alexandre de Moraes e Roberto Barroso. “Não podemos admitir que um ou dois homens ameacem a nossa democracia ou a nossa liberdade. Se aparece um dos meus 23 ministros e tem um comportamento fora da Constituição, eu chamo a atenção dele e, se não se enquadrar, eu demito. O mesmo ocorre com a Câmara, o Senado, com o Conselho de Ética. O nosso STF não pode ser diferente do Poder Executivo ou Legislativo. Se lá tem alguém que ousa continuar agindo fora das quatro linhas, aquele poder tem que chamar essas pessoas e enquadrá-las. E lembrar que ele fez o juramento para cumprir a Constituição”, afirmou Bolsonaro.

“Se assim não ocorrer com qualquer um dos três Poderes, a tendência é acontecer uma ruptura. Ruptura que não quero e nem desejo. E tenho certeza que nem o povo assim o quer. Mas a responsabilidade cabe a cada Poder. Eu apelo a esse outro poder que reveja a ação dessa pessoa que está prejudicando o destino do Brasil. Poderíamos até estar aqui por outro motivo. Mas estamos empenhados em lutar pela nossa liberdade e nossa dignidade”, declarou.

Além dos motociclistas, pedestres fizeram um corredor pelas ruas Santa Cruz do Capibaribe durante a passagem do mandatário. Essa é a décima motociata do ano e o presidente.

R7

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