Política

PODEROSA: Saiba quem é a advogada à frente do cofre de R$ 1 bilhão do novo partido União Brasil

Foto: Divulgação

Na primeira convenção do União Brasil, o superpartido criado a partir da fusão entre DEM e PSL, a advogada Maria Emília de Rueda passou quase despercebida no fundo do auditório e não teve assento na mesa diretora, apesar de ostentar um dos cargos mais importantes da nova legenda — o de tesoureira.

No palco estavam o presidente, Luciano Bivar, o secretário-geral, ACM Neto, ministros do governo Bolsonaro, governadores, senadores e deputados.

Distante da ribalta, Maria Emília vai comandar um dos maiores cofres da política, estimado em R$ 1 bilhão. Esse valor considera o saldo dos fundos partidários do DEM e PSL, acrescido do fundão eleitoral, cujo reajuste é esperado para o Orçamento de 2022.

Atualmente, a verba pública destinada às duas siglas está na casa de R$ 460 milhões. Caberá à advogada agora organizar a distribuição da dinheirama do novo superpartido, que, neste primeiro momento, almeja lançar um candidato à Presidência, 12 nomes a governos estaduais e mais uma penca de postulantes ao Senado e à Câmara.

Apesar da importância da cadeira que ocupará e de fazer parte da Executiva do PSL desde 2015, Maria Emília ainda é uma desconhecida entre seus correligionários.

O Globo

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Política

Auxiliares defendem que Bolsonaro ‘paz e amor’ mire no voto da terceira via para 2022

Em trégua há mais de um mês com o Judiciário, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode ter perdido uma parcela de apoiadores mais radicais, mas auxiliares diretos dizem acreditar que sua versão “paz e amor” deve trazer votos da centro-direita na campanha de 2022.

A avaliação entre interlocutores no Planalto é que não deve haver um candidato competitivo da chamada terceira via no próximo pleito. As eleições, apostam eles, deverão ser polarizadas entre Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com ministros, a postura que o mandatário vinha adotando até as manifestações de raiz golpista do 7 de Setembro afastava eleitores não radicais do presidente.

Folhapress

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Política

GERALDO TÁ ON: Pré-candidato em São Paulo, Alckmin volta ao Twitter

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) voltou ao Twitter neste sábado, 16, depois de 2 anos e meio sem postar nada.

“Amigos, voltei! O Geraldo tá ON!”, escreveu, contando em seguida sobre uma visita à Santa Casa de Santos (SP). Médico, Alckmin participou de uma homenagem aos profissionais da linha de frente no combate à covid.

Antes desse, o último post de Geraldo Alckmin na rede social era de 13 de março de 2019. Falou sobre a chacina em uma escola de Suzano, em São Paulo.

Ainda filiado ao PSDB, o tucano já confirmou que deixará o partido para se candidatar novamente ao governo de São Paulo em 2022. Ele lidera as intenções de voto até agora, com 26%. Uma das opções é sair pelo PSD de Gilberto Kassab, formando uma chapa com Márcio França.

Com informações Poder 360

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Política

Candidatura de Moro é dada como certa pelo Podemos; ex-ministro aposta em órfãos da Lava Jato

A candidatura à Presidência da República do ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro em 2022 pelo Podemos é dada como certa por integrantes do partido, e a filiação é aguardada para novembro, quando Moro prometeu responder ao convite formal feito pela sigla.

A legenda aposta que o nome de Moro é o mais viável entre os que já surgiram para encarnar a chamada terceira via, ou seja, uma alternativa diante do cenário de polarização entre o petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), que vem conversando com o PP sobre a possibilidade de retornar aos quadros da legenda.

No Podemos, a candidatura do ex-ministro de Bolsonaro é vista como uma forma de angariar os votos dos “órfãos” da Lava Jato, ou seja, pessoas que defenderam a extinta força-tarefa liderada por Moro, em Curitiba.

“Eleitores nem-nem”

Consulta espontânea interna já realizada pelo partido indicou o ex-juiz como o nome mais viável da chamada terceira via. O resultado do primeiro levantamento feito pela legenda identificou 40% de possíveis eleitores contrários à polarização, incluindo outros candidatos, entre eles o pedetista Ciro Gomes (CE), visto como um fator negativo para as chances de Lula.

Desse percentual, 24% de eleitores disseram que não votariam de jeito nenhum em Lula ou em Bolsonaro. Nesse segmento dos “nem-nem”, a consulta identificou Moro com 10% de intenções de voto, pontuação considerada pelos integrantes do partido como excelente para um nome ainda não colocado. Outros 8% não responderam e 6% disseram não saber ainda em quem votar.

O partido encomendou uma nova rodada de pesquisa qualitativa, e os resultados serão conhecidos nas próximas semanas.

Encontro e estratégias

Há cerca de duas semana, Moro teve uma reunião, em Curitiba, com membros do Podemos. Participaram do encontro a deputada Renata Abreu (SP) e os senadores Flávio Arns (PR), Álvaro Dias (PR) e Oriovisto Guimarães (PR).

Moro ficou de dar a resposta ao partido até o dia 15 de novembro, ou seja, duas semanas depois do término do contrato do ex-juiz, nos Estados Unidos, com a consultoria empresarial Alvarez e Marsal, que não permite atividade política durante a vigência.

Com informações Metrópoles

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Política

ENCONTRO: Governador da Paraíba reúne bancada de aliados na segunda-feira, em João Pessoa

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania) irá reunir sua bancada de apoio na Assembleia Legislativa no Palácio da Redenção na manhã da próxima segunda-feira, 18.

Na pauta, estão o alinhamento das informações e a mensagem que João deverá levar ao legislativo na retomada das sessões híbridas, o que acontecerá na terça-feira, 19, depois da imunização do deputado Cabo Gilberto Silva.

 

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Política

Bolsonaro ironiza possível indiciamento pela CPI e chama Renan Calheiros de ‘bandido’

Após o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmar que deve pedir o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro por 11 crimes, Bolsonaro ironizou a intenção de Renan e chamou o relator de “bandido”. O relatório de Renan deve ser apresenta na próxima semana à CPI e precisa ser aprovado pela maioria dos senadores.

“Sabia que eu fui indiciado hoje por homicídio? Alguém está sabendo aí? A CPI me indiciou por homicídio. O Renan Calheiros me indiciou por homicídio. 11 crimes” — disse Bolsonaro, rindo, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada.

Veja mais: https://www.blogdobgpb.com.br/2021/10/15/cpi-da-covid-relatorio-vai-pedir-indiciamento-de-bolsonaro-por-11-crimes-diz-renan/

Depois, enquanto falava de medidas tomadas pelo governo durante a pandemia, o presidente falou sobre Renan Calheiros:

“O que nós gastamos com auxílio-emergencial foi o equivalente a 13 anos de Bolsa Família. Tem cara que critica ainda. O Renan me chama de homicida. Um bandido daquele. Bandido é elogio para ele” — disse, acrescentando depois: “O Renan está achando que eu não vou dormir porque está me chamando de homicida, está de sacanagem.”

O presidente afirmou que “para o mundo tudo” será retratado como um “homicida”, e reclamou de governadores não receberem a mesma acusação:

“O que passa na cabeça do Renan Calheiros naquela CPI? Eu vi que…O que passa na cabeça dele com esse indiciamento? Esse indiciamento, para o mundo todo, vai que eu sou homicida. Eu não vi nenhum chefe de estado (governador) ser acusado de homicida no Brasil por causa da pandemia. E olha que eu dei dinheiro para todos eles”.

O Globo

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Política

OPINIÃO: Lira diz ao STF que impeachment de presidente é “solução extrema”

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse ao STF que o impeachment de um presidente da República é uma “solução extrema” e que o “primeiro juiz de autoridades eleitas numa democracia deve ser sempre o voto popular”.

Na manifestação recebida pelo STF nesta sexta (15), Lira disse que “não há que se falar em prazo determinado em sede constitucional para que denúncia por crime de responsabilidade imputada ao Presidente da República seja examinada pela Presidência da Câmara dos Deputados”.

“É fato que o princípio republicano pressupõe a responsabilidade efetiva de todos e o presidente da República não é exceção. Entretanto, o impeachment é uma solução extrema: o primeiro juiz das autoridades eleitas em uma democracia deve ser sempre o voto popular”, justificou.

Lira argumentou que a decisão por parte do presidente da Câmara em relação a um pedido de impeachment contra um presidente da República é uma “função política, não administrativa”.

“A Presidência da Câmara dos Deputados, ao despachar as denúncias contra o Chefe do Poder Executivo, deve sopesar cuidadosamente os aspectos jurídicos e político-institucionais envolvidos. O tempo dessa decisão não é objeto de norma legal ou regimental pela própria natureza dele”, afirmou.

CNN Brasil

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Covid-19

CPI DA COVID: relatório vai pedir indiciamento de Bolsonaro por 11 crimes, diz Renan

Foto: Getty Imagens

O relator de CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou nesta sexta-feira que pretender indicar ao menos 11 tipos penais para o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O parlamentar fez a listagem dos possíveis crimes cometidos pelo mandatário ao longo da pandemia em uma entrevista à rádio CBN. Segundo Renan, os 11 tipos penais são: epidemia com resultado morte; infração de medidas sanitárias; emprego irregular de verba pública; incitação ao crime; falsificação de documento particular; charlatanismo; prevaricação; genocídio de indígenas; crimes contra a humanidade; crimes de responsabilidade; e homicídio por omissão.

— [Homicídio por omissão] Significa, em outras palavras, que o presidente da República descumpriu seu dever legal de evitar a morte de milhares de brasileiros durante a pandemia — afirmou o relator.

Renan afirmou que o relatório final da comissão terá a descrição de cada crime a partir dos fatos caracterizados pelas condutas do presidente. Além de Bolsonaro, ao menos 40 outros personagens envolvidos no enfrentamento da pandemia também serão indiciados. Entre eles está o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e braço direito do general na pasta, Elcio Franco, que também é militar.

Renan também respondeu se há a possibilidade do indiciamento de algum dos filhos de Bolsonaro. Segundo o senador, a comissão estuda o pedido para indiciar os filhos por fake news envolvendo a pandemia, entre outros crimes.

Blog do BG com O Globo

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Diversos

VÍDEO – O MILAGRE DA DIARREIA: Cabo Daciolo diz que se converteu após cura de “piriri”

Imagem: reprodução

Benevenuto Daciolo Fonseca Santos, o Cabo Daciolo (sem partido), revelou em uma entrevista ao Flow Podcast, transmitida ao vivo na última quarta-feira (13), que se converteu à religião evangélica após uma crise de diarreia.

De acordo com Cabo Daciolo, após quase 1 mês inteiro com problemas intestinais, um médico informou que seria necessário fazer um exame de colonoscopia, onde um cabo de fibra ótica seria introduzido pelo ânus de Daciolo. O político então se recusou a fazer um exame e pediu a Deus que o curasse da diarreia persistente. confira o vídeo abaixo:

O ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro e candidato à Presidência da República nas Eleições 2018, informou que, a partir do milagre da cura começou a ler a Bíblia e a subir montes. E foi assim que ele ficou marcado na campanha de 2018: sempre com o livro na mão em debates e reclusões para orações.

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Política

“GENTE COMO A GENTE”: Bolsonaro diz que chora sozinho no banheiro de casa e que Michelle nunca viu

Foto: Marcos Corrêa/PR

Em um encontro, na noite desta quarta-feira (14), organizado por uma igreja evangélica em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que chora no banheiro de casa. O presidente atualmente mora no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.

“Cada vez mais nós sabemos o que devemos fazer. Para onde devemos direcionar as nossas forças. Quantas vezes eu choro no banheiro em casa? Minha esposa [Michelle Bolsonaro] nunca viu. Ela acha que eu sou o machão dos machões. Em parte acho que ela tem razão até”, afirmou Bolsonaro.

“O que me faz agir dessa maneira? Eu não sou mais um deputado. Se ele errar um voto, pode não influenciar em nada. Um voto em 513. Mas uma decisão minha mal tomada, muita gente sofre. Mexe na bolsa, no dólar, no preço do combustível”, finalizou o presidente.

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