
A falta de apoio da vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano e do seu esposo, o deputado federal Damião Feliziano é insignificante para desestimular a pré-candidatura de Ciro Gomes ao Palácio do Planalto, se for comparada a crise que vive o PDT.
Em entrevistas recentes a médica não tem tomado partido quando é questionada se vai de Lula ou de Ciro nas eleições deste ano. O fato gerou até uma cobrança em forma de carta com mais de 100 assinaturas de filiados e militantes, que cobram apoio de Lígia ao político cearense.
A legenda tenta afastar rumores de que o partido poderia desistir de ter candidato próprio, após integrantes do pressionarem Ciro a recuar, para que a legenda tenha mais recursos para as candidaturas de deputados federais e aumente a bancada na Câmara.
O partido, no entanto, reiterou a pré-candidatura de Ciro e marcou um ato em Brasília, depois da convenção nacional da sigla nesta sexta-feira, para oficializar o lançamento. A pressão aumentou no mês passado, depois que o ex-ministro foi alvo de uma ação da Polícia Federal, aiada a baixa pontuação nas pesquisas, onde vcoloca o cearense atrás do ex-ministro Sergio Moro.
Deputados do PDT ameaçam deixar o partido ou até mesmo apoiar informalmente outro candidato, caso Ciro mantenha a candidatura. O ex-ministro, no entanto, tem dito que não desistirá.
Enquanto isso, o casal Feliciano pode dormir tranquilo ao saber que não estão sozinhos contra o projeto de Ciro.










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