O prefeito Cícero Lucena e Efraim Morais foram flagrados conversando em restaurante em João Pessoa. O encontro aconteceu na tarde desta quarta-feira (8).
Cícero e Efraim sentaram juntos numa mesa do restaurante Gulliver Mar. Ao programa Arapuan Verdade, hoje, Efraim Morais disse que a conversa foi rápida e, “por incrível que pareça, não conversamos sobre política”.
Efraim Morais disse, ainda, que logo depois Cícero Lucena ocupou outra mesa, enquanto ele permaneceu reunido com outros amigos.
O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), revelou, nesta segunda-feira (6), ter conversado recentemente com a senadora Daniella Ribeiro (PSD). Segundo ele, os dois dialogaram bastante sobre o quadro político no estado.
Até então a senadora Daniella Ribeiro, diferentemente do irmão, o deputado Aguinaldo Ribeiro (Progressistas), estava um tanto que afastada do governador João Azevêdo. Nos bastidores se especula uma possível candidatura dela ao governo do Estado.
João Azevêdo disse ter conversado demoradamente com Daniella, inclusive, sobre a possibilidade de Aguinaldo ser o candidato a senador na chapa governista. Durante a entrevista, o gestor estadual revelou que as articulações para selar Aguinaldo na disputa pelo Senado avançaram.
“Conversei recentemente com a senadora Daniella, com quem sempre tive uma relação de muito respeito, inclusive sobre a possibilidade de Aguinaldo ser o candidato a senador”, destacou.
A candidatura de Aguinaldo, no entanto, só fica na base da conversa.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, nesta segunda-feira (6), que podem ser recriadas três pastas em um eventual segundo mandato: da Segurança Pública, da Indústria e Comércio e da Pesca.
Em entrevista ao canal Agro+, da Band, ao ser questionado sobre o desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Bolsonaro disse que ele já foi estudado e seria positivo, mas indicou que não há possibilidade de a reestruturação ministerial acontecer ainda no atual mandato.
“Esse ministério [da Segurança Pública] já foi estudado. Pela extensão do Brasil, eu acho que é positivo seu restabelecimento. Não só desse, como de outros ministérios que não haja dúvida, como Indústria e Comércio, por exemplo. Até a questão da Pesca pode ser estudada”, afirmou.
“Então, nós pretendemos, em havendo uma reeleição, dividir melhor os ministérios, criar no máximo mais três para que possamos melhor administrar o nosso país. Digo: pela extensão do Brasil se justifica fazer isso daí”, prosseguiu.
Bolsonaro disse que uma mudança neste momento exigiria criação de cargos e não há margem para tanto. Ele citou a dificuldade em recriar, por exemplo, a pasta das Comunicações, em meados de 2020. O ministério atualmente está nas mãos do deputado licenciado Fábio Faria (PP-RN).
A pasta da Segurança Pública foi criada no governo Michel Temer (MDB) e extinta no início de 2019. Já a da Indústria e Comércio foi incorporada à pasta da Economia, no superministério comandado por Paulo Guedes. O Ministério da Pesca, que existiu durante gestões petistas, está incorporado hoje ao Ministério da Agricultura.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) dividem as intenções de voto no Rio de Janeiro, indica levantamento do Paraná Pesquisas.
Ambos estão empatados dentro da margem de erro: Lula tem 37,9% contra 37,5% do atual chefe do Executivo.
O levantamento ouviu 1.540 eleitores no Rio de Janeiro de 30 de maio a 2 de junho de 2022. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%.
O ex-presidente Lula e sua mulher, Rosângela da Silva, a Janja, testaram positivo para Covid-19. Eles chegaram a ir neste domingo (5) ao hospital Sírio Libanês para fazer exames. Ela está com sintomas, ainda que leves. O petista está assintomático.
Os dois, que se casaram no dia 18 em SP, foram atendidos pelo cardiologista Roberto Kalil Filho. Ainda não foram realizados exames detalhados, já que o casal passa bem. Lula já tomou quatro doses da vacina contra a doença. Janja tomou três.
A desconfiança é que eles podem ter contraído Covid na série de viagens recentes que fizeram, em que a agenda era intensa. Entre outros lugares, os dois estiveram no Rio Grande do Sul. No sábado, ele participou de evento que discutiu a questão ambiental. A agenda foi feita ao lado de seu candidato a vice, o ex-governador de SP Geraldo Alckmin.
O petista cancelou toda a sua agenda e deve permanecer em casa nos próximos dias, em isolamento.
É a segunda vez que Lula pega Covid-19. Em dezembro de 2020, ele viajou para Cuba e foi diagnosticado ao chegar ao país.
Uma mensagem foi postada neste domingo (5) também nas redes sociais do petista. “O ex-presidente Lula e sua esposa Janja foram diagnosticados hoje com Covid-19. Os dois estão bem, ex-presidente assintomático e Janja com sintomas leves. Ficarão em isolamento e acompanhamento médico nos próximos dias”, diz o comunicado.
Na segunda, a presença de Lula era esperada no lançamento do chamado Quilombo nos Parlamentos, uma iniciativa suprapartidária com mais de cem pré-candidatos que pretende aumentar a representatividade negra no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas estaduais.
Para terça, a agenda oficial do pré-candidato previa uma conversa dele sobre o setor elétrico e o projeto privatização da Eletrobras na sede da Federação Nacional dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio Ambiente.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comparecer aos debates de primeiro turno das eleições deste ano, o chefe do Executivo federal “vai junto com ele”.
Durante conversa com a imprensa em Foz do Iguaçu (PR), na sexta-feira (3/6), o mandatário da República comunicou que sua participação nos debates do primeiro turno é uma “questão de estratégia” e ainda está sendo “analisada”.
“Vou ver, isso é questão de estratégia. Mas é questão de estratégia do momento. Eu não quero assumir um compromisso agora e depois não cumprir na frente. Nunca um presidente, pelo o que eu tenha conhecimento, participou do 1º turno de debate. Talvez eu compareça. Vamos esperar. Eu fecho agora, se o Lula for, eu vou junto com ele”, afirmou Bolsonaro.
O presidente ainda disse que não entende como Lula tem 40% das intenções de voto. Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha, o ex-presidente tem 48% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 27%.
“Eu não consigo entender o outro lado ter 40% das intenções de votos. O cara não consegue ir à rua para nada, nem para entrar num butiquim”, reclamou Bolsonaro.
O levantamento foi feito com 2.556 entrevistados acima de 16 anos, em 181 municípios de todos os estados brasileiros. A pesquisa foi realizada entre quarta (25/5) e quinta-feira (26/5).
2º turno
No início desta semana, Bolsonaro disse que só pretende participar de debates com os candidatos ao Palácio do Planalto em um eventual segundo turno das eleições. Durante entrevista, o presidente sugeriu perguntas “combinadas” para evitar “pancadas”.
“Havendo o debate, eu vou participar. O segundo turno eu vou participar. Se eu for para o segundo turno – devo ir, né? -, eu vou participar. No primeiro turno, a gente pensa. Porque se eu for, os 10 candidatos vão querer o tempo todo dar pancada em mim. E eu não vou ter tempo de responder para eles”, salientou o presidente em entrevista ao Programa do Ratinho, da Rede Massa.
“Aí vai fazer pergunta para outro, vão dar pancada em mim e depois pergunta para outro. Então nós vamos analisar isso daí, porque eu acho que debate teria que ser para ter perguntas pré-acertadas com os encarregados de fazer os debates, para não baixar o nível”, concluiu.
Em 2018, quando disputou a cadeira presidencial, Bolsonaro foi duramente criticado por se ausentar de alguns debates com candidatos ao pleito. Durante o período eleitoral, o então candidato foi esfaqueado durante campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais.
Em janeiro deste ano, o chefe do Executivo federal afirmou que compareceria a todos os debates. Na ocasião, ele também ressaltou que a presença nas discussões só seria efetiva se os familiares não fossem citados pelos oponentes.
A ministra Rosa Weber arquivou nessa sexta-feira (3) um inquérito que tramitava no Supremo Tribunal Federal no qual era investigado o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira.
Em abril, a Polícia Federal informou ao STF ter reunido indícios de que Nogueira cometeu crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro ao supostamente ter recebido propina do empresário Joesley Batista, quando exercia o mandato de senador.
Para a PF, a suposta propina seria pagamento pela compra do apoio do PP, partido de Nogueira, para a reeleição e sustentação política do governo da ex-presidente Dilma Roussef. O ministro sempre negou as acusações, argumentando que a PF se baseou somente em delações sem provas
Na decisão de arquivar o inquérito, a ministra atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República, que discordou do entendimento da PF. No último dia 6, a PGR defendeu no STF o arquivamento do inquérito por considerar que as investigações não reuniram provas suficientes.
Rosa Weber afirmou, no entanto, que as apurações podem ser retomadas se houver novos elementos de investigação.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez novas críticas nessa sexta-feira (3) ao processo eleitoral e desafiou os ministros do Supremo Tribunal Federal a ‘debater em público’ o tema. Ele também disse duvidar que alguém ‘teria coragem’ de cassar o seu registro.
“Tem coisas que fica complicado realmente confiar no sistema eleitoral. Não estou atacando a democracia ou o Tribunal Superior Eleitoral. Eu estou desafiando os próprios ministros do Supremo a, em público, vir debater comigo a questão”, afirmou Bolsonaro.
“Agora, vai cassar meu registro? Duvido que tenham coragem de cassar meu registro. Não estou desafiando ninguém. Duvido de que tenha coragem de cassar. Eu tenho desconfiança ainda. Por que não?”, questionou. “Não tem nenhum maluco querendo cancelar minha candidatura por fake news, é brincadeira.”
“Eu defendo a liberdade. Onde está a tipificação das fake news?”, acrescentou .
Bolsonaro deu a declaração a jornalistas em Foz do Iguaçu (PR), onde ele se reuniu com o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez. A fala ocorre em um momento de discussão envolvendo o TSE e o combate às fake news nas eleições.
O pré-candidato ao Governo do Estado, o comunicador Nilvan Ferreira (PL), abriu fogo contra o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) e o senador Veneziano Vital (MDB), também pré-candidatos ao governo.
Em entrevista à 98 FM de Campina Grande, nesta quinta-feira (02), Nilvan afirmou que “a experiência com Cunha Lima não deu certo” ee disse que Veneziano não fez um bom governo quando foi prefeito de Campina Grande.
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