Brasil

Esquerda não deve ter força para disputar a presidência da Câmara

Foto: Divulgação

Embora não chamem a atenção para o assunto publicamente, as lideranças do partido e da coligação que apoia Lula vêm fazendo contas e desenhando estratégias para eleger o maior número possível de deputados federais, para diminuir a dependência do Centrão na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados.

Ainda assim, segundo as contas dos próprios aliados de Lula, nos melhores cenários o PT elegeria 75 deputados e a esquerda, 160 ao todo. Mesmo que o MDB, que hoje tem 37 deputados, imediatamente passe a compor a base do novo governo, ainda assim um eventual governo Lula tomaria posse com o apoio de cerca de 200 deputados.

Com uma base desse tamanho, um eventual governo Lula não teria força para tirar a presidência da Câmara de Arthur Lira, que se prepara para tentar a reeleição.

O “número mágico” que as lideranças próximas a Lula consideram necessário para ter condições de pelo menos indicar candidato a presidente numa chapa para a eleição da mesa da Câmara seria o de 250 deputados na base – algo muito difícil de a esquerda conseguir neste pleito.

Por isso, deputados influentes na campanha de Lula, alguns bem próximos do ex-presidente, defendem que ele manere nas críticas ao orçamento secreto. Segundo interlocutores do ex-presidente e desses parlamentares, entre eles estariam Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e José Guimarães (PT-CE).

Procurado pela equipe da coluna para comentar o assunto, Guimarães apenas disse: “vamos esperar o resultado das eleições”. Paulinho respondeu que Lira é o seu candidato ao comando da Câmara independentemente de quem vença as eleições presidenciais.

A ala que gostaria que Lula fosse “menos enfático” quanto ao orçamento secreto calcula que, dependendo dos resultados das urnas, talvez seja impossível evitar uma negociação com Lira para a composição da mesa da Câmara logo no início de um eventual governo Lula.

Esses petistas têm trauma da tentativa da ex-presidente Dilma Rousseff de bancar a candidatura do petista Arlindo Chinaglia contra Eduardo Cunha para o comando da Câmara, em fevereiro de 2015.

A vitória de Cunha, aliado e espécie de mentor de Lira, até hoje é vista no petismo como a origem dos problemas que levaram ao impeachment da presidente.

Outra ala do PT defende que é cedo para se preocupar com o poder de Lira no Congresso. “Vamos esperar para ver o tamanho com que ele sairá da eleição em outubro”, diz um desses petistas, que integrou o primeiro escalão do governo Dilma.

Até agora, Lula tem procurado se manter distante dessa discussão. Ouviu os apelos dos aliados, mas não os atendeu.

Na última quarta-feira (31), em Manaus, ele disse querer extinguir o orçamento secreto para criar um orçamento participativo. Na entrevista ao Jornal Nacional, no dia 25 de agosto, ele classificou o orçamento secreto como um mecanismo de “usurpação do poder”. “O Bolsonaro não manda nada, ele é refém do Congresso Nacional”, disse Lula. “Orçamento quem cuida é o Lira”.

Apesar da ênfase de Lula, porém, seu programa de governo não se refere expressamente a “orçamento secreto”. O texto apresentado ao TSE pelo PT promete “transparência e execução dos orçamentos públicos” e defende colocar os “pobres outra vez no orçamento”, fazendo os “super-ricos” pagarem impostos.

Procurada pela reportagem, a campanha de Lula disse que o plano de governo foca em ações do Executivo — e que a palavra final a respeito do fim do orçamento secreto é do Congresso.

Malu Gaspar, de O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Liz Truss é eleita primeira-ministra no Reino Unido e promete reduzir impostos

Foto: Reprodução

Liz Truss foi eleita a primeira-ministra do Reino Unido nesta segunda-feira (5), se tornando a terceira mulher a ocupar o cargo. A conservadora foi eleita com quase 57,4% dos votos em uma votação interna do partido.

Seu concorrente, Rishi Sunak, recebeu 43% dos votos. Em seu primeiro discurso, Truss disse que tomará medidas ousadas e agradeceu Boris Johnson, que renunciou ao cargo.

Durante sua campanha, Truss prometeu reduzir impostos e adotar uma “linha dura” com a União Europeia sobre o Brexit. Ela afirmou também que faria da Grã-Bretanha uma nação a ser aspirada por outras.

“Tomarei medidas ousadas para todos nós passarmos por esses tempos difíceis, aumentar nossa economia e liberar o potencial do Reino Unido”, disse Truss.

Natural de Oxford, no sudeste da Inglaterra, Elizabeth Truss, mais conhecida como Liz Truss, é formada em filosofia, política e economia, Merton College, que faz parte da Universidade de Oxford.

Entrou para o Parlamento Britânico em 2010, onde foi nomeada subsecretária de Estado Parlamentar para Educação e Assistência Infantil em setembro de 2012. Posteriormente atuou como Secretária de Estado para Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais entre 2014 e 2016.

Depois assumiu como secretária de Justiça até 2017. E como secretária-chefe do Tesouro até 2019. Assumiu o Ministério para Mulheres e Igualdades no mesmo ano, ficando até setembro do ano passado, quando foi nomeada secretária de Relações Exteriores.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

BTG/FSB: Lula tem 42% e Bolsonaro 34%, no primeiro turno

Foto: Reprodução

A nova pesquisa do Instituto FSB para presidente da República encomendada pelo banco BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira (5) aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança com 42% das intenções de voto, seguido pelo atual chefe do Executivo e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), com 34%.

Com relação a pesquisa anterior, de 29 de agosto, Lula recuou 1 ponto porcentual (pp) dos 43% e, no mesmo intervalo de uma semana, Bolsonaro caiu 2 pp, pois tinha 36%. Ciro Gomes foi a 8%, 1 pp a menos que os 9% da pesquisa da semana passada, e Simone Tebet (MDB) registrou 6%, 2 pp a mais do que os 4% na amostra anterior.

Soraya Thronicke (União Brasil) pontuou pela primeira vez, com 1%, mesmo porcentual de Vera Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (Pros), cuja candidatura foi retirada pelo seu partido. Os demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somaram 1%, não sabem ou não responderam foram 3%.

O crescimento de 2pp de Simone Tebet (MDB) – agora com 6% -, que empata tecnicamente com Ciro Gomes (PDT) – com 8% – no limite de margem de erro de 2 pp, e a pontuação de Soraya ocorrem na semana seguinte ao debate presidencial organizado pela Band, em que ambas se destacaram, e ao início da propaganda eleitoral gratuita.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno, Lula venceria Bolsonaro por 53% a 40%, ante 52% a 39% na pesquisa de 29 de agosto. Lula venceria Ciro por 46% a 35% e Simone por 48% a 32%. Ciro bateria Bolsonaro por 49% a 39%. Em um eventual segundo turno entre Bolsonaro e Simone a senadora venceria por 46% a 40%.

A pesquisa foi feita entre sexta-feira, 2, e domingo, 4, com 2 mil eleitores, intervalo de confiança de 95%, margem de erro de 2 pp e está registrada no TSE sob o número BR-01786/2022.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Advogado do PT tenta entrar na casa de Moro com oficiais da Justiça Eleitoral

Foto: Reprodução

Luiz Eduardo Peccinin, advogado do PT, acompanhou no último sábado (3) os oficiais da Justiça Eleitoral que apreenderam materiais de campanha no apartamento de Sergio Moro, em Curitiba. As informações são do portal RIC Mais.

De acordo com o site, os oficiais da Justiça Eleitoral entraram na casa de Moro somente depois da chegada da equipe jurídica do ex-juiz e candidato ao Senado pelo Paraná.

“Neste momento, os advogados contratados pelo PT também tentaram entrar. Foram impedidos. Um deles se contentou a esperar o desenrolar da busca na portaria do prédio, mas Peccinin insistiu. Chegou a subir no elevador junto com os oficiais, mas foi barrado na porta do apartamento.”

A federação “Brasil da Esperança”, liderada pelo PT, acusou o ex-juiz de propaganda irregular por causa da desconformidade entre o tamanho da fonte usada no nome do candidato a senador em relação aos dos suplentes.

O Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Chile rejeita por ampla maioria nova Constituição com viés de esquerda

 

Foto: Reprodução

A população chilena rejeitou a proposta de nova Constituição, em plebiscito neste domingo (4). A opção “rejeito” prevaleceu sobre a aprovação do texto apresentado.

Com 99,99% das mesas contabilizadas, 61,86% dos eleitores eram contrários ao texto apresentado pela Convenção Constitucional chilena. Já os favoráveis eram 38,14%.

A votação, que foi obrigatória, ocorreu entre 8h e 18h (pelo horário local). Segundo estimativa das autoridades chilenas, cerca de 15 milhões de pessoas estavam aptas a votar.

Os eleitores foram chamados para responder à seguinte pergunta: “você aprova o texto da Nova Constituição proposto pela Convenção Constitucional?”. As escolhas possíveis foram: “aprovo” ou “rejeito”.

O presidente do Chile, Gabriel Boric, afirmou neste domingo em suas redes sociais, que se orgulha do momento “histórico” que o país vive. Na publicação, Boric exalta a democracia e a responsabilidade com o voto. “Exerçamos nosso direito e dever de escrever nossa história votando com responsabilidade, calma e muita alegria”, diz o texto.

Boric disse ainda que, independentemente de qual seja o resultado do plebiscito, convocará a “união nacional”.

Para redigir o conteúdo da nova Carta Magna, os chilenos elegeram 155 membros para compor a chamada “Convenção Constitucional”. Entre eles estão 78 homens e 77 mulheres, com idade média de 45 anos.

O texto rejeitado foi escrito para substituir a atual Constituição Política do Chile, promulgada em 1980 –durante a ditadura do general Augusto Pinochet, que se estendeu entre 1973 e 1990.

Em 2020, 78% dos chilenos votaram a favor da elaboração de uma nova carta constitucional para o país. O plebiscito havia sido acordado um ano antes, quando uma onda de protestos violentos e intensa repressão se espalhou pelas ruas do Chile.

O projeto da nova Constituição se baseia em dez pilares que reúnem “elementos fundamentais e normas mais relevantes”, segundo a convenção. São eles: democracia; inclusão; tradição institucional; garantias de direitos; liberdade; igualdade de gênero; proteção da natureza e do meio ambiente; regiões; projeção futura e economia responsável.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

ELEIÇÕES 2022: Novo e Psol lideram em arrecadação com financiamento coletivo

Foto: Divulgação/Partido Novo

Os partidos Novo e Psol são os que mais arrecadaram com financiamento coletivo na campanha eleitoral de 2022 até o momento. Juntos, os partidos levantaram cerca de R$ 2,7 milhões. O 1º arrecadou R$ 1,8 milhão, enquanto o 2º somou R$ 890 mil.

O levantamento foi feito por meio dos dados disponibilizados no DivulgaCandContas, sistema de prestação de contas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até sexta- feira (02).

Os candidatos do PT aparecem em 3º lugar no ranking de arrecadação, com R$ 684 mil levantados, seguidos por União Brasil e Republicanos, com R$ 487 mil e R$ 480 mil, respectivamente.

Entre os partidos que mais arrecadaram, são 214 candidaturas do Novo, 102 do Psol e 96 do PT. No total, 7 empresas registraram os recursos arrecadados no portal do TSE. Candidaturas do Estado de São Paulo foram as que mais receberam doações.

Até o momento, R$ 6,4 milhões foram arrecadados por 711 candidatos na campanha eleitoral de 2022. O prazo máximo para a captação de doações é 1º de outubro, um dia antes do 1º turno.

Entre os candidatos que mais levantaram recursos, Vinicius Poit, candidato ao governo de São Paulo pelo Novo, lidera o ranking. Foram R$ 477 mil arrecadados via financiamento coletivo.

Leia o ranking de arrecadação por candidato:

Vinicius Poit (Novo): R$ 477 mil;

Francisco Carlos de Assis (Republicanos): R$ 365 mil;

Alessandro Molon (PSB): R$ 223 mil;

Guilherme Boulos (Psol): R$ 188 mil;

Daniel Ricardo Soranz (PSD): R$ 136 mil….

Poder 360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Eleições de 2022 terão recorde de eleitores com ensino médio completo: 58,2 milhões

Foto: reprodução

As eleições deste ano terão o maior número de eleitores que completaram o ensino médio desde que o Tribunal Superior Eleitoral começou a compilar dados sobre a escolaridade dos votantes em eleições gerais, no ano de 2014. Em 2022, serão 58,2 milhões de eleitores que terminaram o ensino básico, que contempla o ensino fundamental e o médio.

Entre eles, 17,1 milhões também completaram o ensino superior, e 41,1 milhões, apenas o ensino básico.

Além dos números absolutos, a proporção de votantes com ensino básico completo também é a maior da série histórica. Neste ano, o grupo de eleitores representa 43,41% do eleitorado.

  • 2014: 31,8 milhões – 22,32%
  • 2018: 47,1 milhões – 32,86%
  • 2022: 58,2 milhões – 43,41%

Avanços na educação básica

Nas últimas eleições gerais, a categoria que representava mais eleitores, também com cerca de 26%, era a dos que não completaram o ensino fundamental.

Em 2022, essa fatia reúne pouco menos de 23% dos votantes, na segunda colocação. Nos três pleitos anteriores, esse era o grau de escolaridade com maior incidência.
Na terceira colocação, estão aqueles que concluíram o fundamental, mas não concluíram o ensino médio, pouco acima de 16%.

O percentual dos eleitores com superior completo neste ano 10,95% também é o maior já registrado. Há quatro anos, o índice era de 9,22%. Em números absolutos, são quase quatro milhões a mais de graduados.

Reflexo discrepante entre candidatos

A proporção de eleitores com ensino superior completo é cerca de cinco vezes maior do que a de eleitores. Entre os postulantes a cargos eletivos, 54,68% concluíram o ensino superior, de acordo com os registros do TSE

Com relação aos que declararam ter completado o ensino médio mas não têm ensino superior, a proporção entre eleitores e candidatos é similar – pouco mais de um quarto dos postulantes a cargos públicos se encaixam no quadro.

No caso dos eleitores, há uma distribuição maior entre os diferentes níveis educacionais.

Enquanto mais de 16% dos eleitores não concluíram o ensino médio, são menos de 3% dos candidatos; se 7% dos eleitores sabem ler e escrever, é o caso de cerca de 1% dos candidatos. Distorções entre os dados da população e daqueles que pretendem representá-los na política também são encontradas em outros recortes.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Candidatos à presidência entram na 4ª semana de campanha rodando o Brasil

Foto: Rede Globo/Divulgação

Os presidenciáveis entram neste domingo (4) na quarta semana de campanha eleitoral. Na agenda, os postulantes visitam diferentes regiões do país para conquistar o eleitorado: Confira a agenda:

Ciro Gomes (PDT): faz caminhada em Alfenas (MG), com concentração, às 10h, na Praça Emílio da Silveira. À tarde, viaja para Uberlândia (MG), onde participa de um encontro com moradores da cidade na avenida Comendador Alexandrino Garcia, no bairro Marta Helena. À noite, já em São Paulo, participa da inauguração do comitê na cidade, às 18h.

Constituinte Eymael (DC): o candidato não divulgou sua agenda.

Felipe D’Ávila (Novo): em Novo Esteio (RS), visita, às 10h, a 45ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil. Às 12h, já em Porto Alegre, almoça no CTG Estância da Azenha. Encerra sua agenda com uma caminhada, às 16h, no Parque Jaime Lerner (Orla do Guaíba).

Jair Bolsonaro (PL): o candidato não divulgou sua agenda.

Léo Péricles (UP): o candidato não divulgou sua agenda.

Lula (PT): às 11h, se encontra com trabalhadoras domésticas, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP).

Pablo Marçal (Pros): às 6h, às 12h e às 21h, participa da série diária Brasileiro Rico, com transmissão ao vivo pelo YouTube; às 15h, tem “adesivaço”, em Goiânia.

Simone Tebet (MDB): às 11h, a candidata encontra o arcebispo Dom Orlando Abrantes, no Convento Redentorista, em Aparecida (SP); às 12h, participa de missa na Basílica de Aparecida; às 16h grava programa de televisão para a propaganda eleitoral.

Sofia Manzano (PCB): às 8h, faz panfletagem na Feira da Ceilândia, no Distrito Federal; às 13h, concede entrevista virtual com o Partido Comunista Peruano; às 15h, participa de panfletagem na feira da Torre de TV, em Brasília.

Soraya Thronicke (União): candidata passa o dia em São Paulo, onde tem gravação do programa eleitoral gratuito, às 10h, e reunião com a equipe de Assessoria e Comunicação da campanha eleitoral, às 16h.

Vera Lucia (PSTU): 11h, participa de caminhada e almoço na Vila Esperança, em Osasco (SP).

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

PT apaga post com fake news, após notificação da Igreja Universal

Foto: PIXABAY

A presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores), deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), apagou uma postagem que propagava fake news, após uma interpelação extrajudicial da Igreja Universal do Reino de Deus.

O post utilizava, sem autorização, a imagem de propriedade da Universal, de um culto realizado no Templo de Salomão. Com uma foto sobreposta do ex-presidente Lula, a postagem anunciava que uma “frente evangélica” havia declarado apoio ao candidato de esquerda.

Na interpelação, a Igreja afirma que, além do uso não autorizado da fotografia, a imagem publicada pela presidente do PT confunde os fiéis e frequentadores da Universal, “fazendo-os acreditar que a Instituição estaria apoiando Lula na disputa eleitoral presidencial de 2022, o que não corresponde à verdade”.

A Universal havia fixado um prazo de 24 horas para que a postagem fosse excluída dos perfis da deputada federal, para “evitar maiores prejuízos decorrentes da utilização indevida da foto – ainda mais por se tratar de veiculação de natureza estritamente política”.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

VÍDEO: Bolsonaro sobre empresários investigados: “Vagabundo é quem dá canetada”

 O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar, neste sábado (3/9), a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou quebra de sigilo bancário e bloqueio de contas de empresários apoiadores do seu governo acusados de defenderem um golpe de Estado, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença as eleições.

Em evento voltado ao público feminino, em Novo Hamburgo (RS), o presidente afirmou que “os empresários estavam privadamente discutindo um assunto”.

“Não interessa qual é o assunto. Eu posso muito bem pegar meia dúzia aqui e falar em um canto o que bem entender. Não é porque tem um vagabundo ouvindo atrás da árvore a nossa conversa, que vai querer roubar a nossa liberdade”, disse o mandatário do país.

“Agora, mais vagabundo do que quem está ouvindo a conversa, é quem dá a canetada após ouvir o que ouviu esse vagabundo”, emendou o chefe do Executivo, sem citar o nome de Moraes.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.