O suspeito da morte de Anielle Teixeira foi indiciado, nesta terça-feira (21), por homicídio qualificado. O corpo da menina de 11 anos foi encontrado no dia 8 de setembro, três dias após o desaparecimento na orla de Cabo Branco, em João Pessoa.
A Polícia Civil concluiu e enviou à Justiça a primeira parte do inquérito que investiga a autoria e as causas do homicídio. Anielle Teixeira desapareceu no dia 5 de setembro, quando dormia junto à família em um quiosque na praia. Imagens de câmeras de segurança mostram o indiciado, José Alex da Silva, circulando no mesmo quiosque.
José Alex confessou o crime, e perícias indicam que a morte aconteceu por estrangulamento. A polícia afirmou que o resultado dos exames que podem comprovar se houve violência sexual, o que agravaria a acusação, ainda não saiu.
A defesa de José Alex alega que não há novidade nesta etapa de acusação, e que aguarda os laudos, já que o suspeito afirma não ter praticado violência sexual contra Anielle. Ainda de acordo com a defesa, os exames também foram solicitados em relação a outro caso de estupro que José Alex é suspeito.
O homem segue preso e o indiciamento será avaliado, agora, pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB).
O empresário Joabson Agostinho Gomes e a mulher dele, Jordana Azevedo Freire, se entregaram à polícia na tarde desta terça-feira (21), em Manaus. Eles são suspeitos de envolvimento no assassinato do sargento do Exército, Lucas Ramon Silva Guimarães, de 29 anos.
A delegada Marna de Miranda, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), informou que o caso se trata de um crime passional. O casal suspeito, dono da rede Vitória Supermercados, se entregou na sede da DEHS, acompanhado de advogados.
Policiais informaram que o casal foi separado em celas, assinaram mandados de prisão temporária e devem ser ouvidos na delegacia.
Segundo a delegada, o sargento tinha um caso com Jordana, casada com o empresário Joabson Agostinho que, ao descobrir a traição, mandou matar a vítima. O advogado de defesa do casal, Rafael Grosso, informou que ainda não pode comentar o caso pois está sob sigilo judicial, mas afirmou que seus clientes são inocentes.
O crime aconteceu no dia 1° de setembro deste ano em uma cafeteria que pertencia à vítima. Câmeras de segurança registraram o momento que um homem entra no local e atira contra o sargento à queima roupa.
Operação por morte de sargento
Uma operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira (21) para cumprir seis mandados de busca e apreensão, sendo um na casa dos suspeitos e outros cinco nos supermercados da rede.
Durante a operação, um revólver roubado foi apreendido dentro de uma das lojas com um segurança do estabelecimento. Ele foi preso e vai responder por porte ilegal de arma de fogo. Documentos e um computador foram apreendidos.
A delegada disse que o relacionamento extraconjugal foi comprovado. O marido da suspeita descobriu o caso após olhar o celular dela. A vítima tinha o relacionamento desde dezembro de 2020.
“A partir dessa descoberta, o sargento passou a ser vítima de ameaças, o que conduziu ele a ter alguns comportamentos. Ele começou a adquirir arma de fogo, contratou segurança privada, vivia com medo e temeroso pela vida. A vítima devolveu uma quantia de R$ 200 mil que foi entregue a um funcionário do supermercado no Batalhão do Exército onde o soldado trabalhava”, completou
Segundo a delegada, a proprietária do supermercado dava dinheiro para o sargento e o marido acabou descobrindo.
“Comprovado nós temos: relacionamento extraconjugal, descoberta desse relacionamento e um desvio de dinheiro da rede de supermercados pela esposa do proprietário”, disse.
Após descobrir as traições, a mulher também sofreu violência doméstica por parte do empresário da rede de supermercados.
O empresário contratou um atirador para mandar matar o sargento. O assassino ainda não foi identificado.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (21), uma operação para apurar fraudes na aquisição de medicamentos de alto custo por força de decisão judicial pelo Ministério da Saúde. A estimativa é que as fraudes, com pagamento antecipado sem o recebimento dos medicamentos, tenham causado prejuízo que ultrapassa os R$ 20 milhões.
A Operação Pés de Barro investiga fatos ocorridos entre os anos de 2016 e 2018, que envolveram a aquisição dos medicamentos de alto custo Aldurazyme, Fabrazyme, Myozyme, Elaprase e Soliris/Eculizumabe pela Diretoria de Logística em Saúde do Ministério da Saúde.
Segundo a PF, foram encontrados indícios de inobservância da legislação administrativa, licitatória e sanitária, além do descumprimento de reiteradas decisões judiciais, com o aparente intento de favorecer determinadas empresas.
A PF disse ainda que a má condução dos processos de aquisição desses medicamentos causou o desabastecimento por vários meses de seus estoques do Ministério da Saúde, com evidente prejuízo de centenas de pacientes beneficiários de ordens judiciais. A situação teria levado a óbito ao menos 14 pacientes.
Os policiais federais cumprem 15 mandados de busca e apreensão nos estados de Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo e no Distrito Federal. Os envolvidos podem responder pelos crimes de fraude à licitação, estelionato, falsidade ideológica, corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e corrupção ativa.
O advogado Genival Veloso Filho é o novo representante do empresário Ruan Ferreira de Oliveira que teve a prisão preventiva decretada por atropelar e matar o entregador Kelton Marques de Souza. Genival substitui Harley Cordeiro que inicialmente fazia a defesa de Ruan. Nesta quarta-feira, 22, às 14h, o novo advogado do empresário vai conceder uma entrevista coletiva para falar sobre o caso.
Ruan está foragido desde a madrugada de 11 de setembro quando o Voyage que ele dirigia avançou o sinal vermelho no Retão de Manaíra a 163 km por hora e atingiu a motocicleta em que estava Kelton Marques. As imagens do momento da colisão foram entregues por engano à irmã da vítima porque a polícia acreditou que a câmera pertencia ao motociclista. Mas, o equipamento, na verdade, havia se desprendido do automóvel e registrava o trajeto de Ruan desde a BR 230, passando pela avenida Tancredo Neves e seguindo pelo Retão até encontrar o entregador, que cruzava a via vindo da Rua Miriam Ribeiro.
A prisão preventiva de Ruan foi decretada pelol juiz Wolgrand da Cunha Ramos no dia 12 de setembro.
A Polícia Civil deflagrou nessa segunda-feira (20), em João Pessoa, a operação ‘Password’ contra um grupo suspeito de aplicar golpes por telefone. Os policiais cumpriram mandado em uma apartamento que funcionava como um “call center do crime”, de onde partiam as ligações para as vítimas.
No local foram encontradas duas mulheres, que foram encaminhadas para a Central de Polícia, onde prestaram depoimento. O grupo alugou um apartamento no Cabo Branco, onde instalou o call center para praticar os golpes. A polícia apreendeu notebooks, vários celulares, anotações sobre as vítimas, maquinetas de cartão de crédito e chips de celular.
O grupo criminoso é formado por suspeito de Caruaru e João Pessoa. O suspeito de liderar o esquema já foi preso quatro vezes pelo mesmo crime no estado de Pernambuco.
Estes crimes acontecem por falta de Leis duras, é uma vergonha os bandidos são presos varias vezes, ficam fazendo até chacotas com as Policias, porque as Policias prendem e a Justica solta por falta de Leis duras, e as Policias são desmoralizadas por conta dessa impunidade agalopante escancarada, por o nosso Pais esta vivendo um estado de sítio quem está mandando e ditando as Leis são os politicos corruptos e os traficantes, parece até q não temos Governo, com um Presidente da Republica incompetente desmoralizado como o Bolsonaro, q não fez nada por a segurança até agora e nem faz pela população Brasileira, o q faz tirar direitos da classe trabalhadora em todos osxsegmentos, essa é a verdade.
Boa noite 2 meses de investigação e prende 2 mulheres que foram liberadas e não prende os cabeças isso não é operação é cabuetagem equipe é a de João Gustavo godoy esses sim investiga e prende
Será que a polícia comeu 8 k de propina estranho investigação de 2 meses e prende 2 🍊 … mídia acorda para os fatos é denúncia chama no e-mail [email protected]
Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, nesta segunda-feira (20), a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 35/2021, de autoria do poder Executivo, que cria a Polícia Penal do Estado. A reunião da CCJ aconteceu através do sistema de videoconferência e contou com a participação dos deputados Ricardo Barbosa (presidente da Comissão), Anderson Monteiro, Branco Mendes, Edmilson Soares, Hervázio Bezerra e Wallber Virgolino.
De acordo com o texto da PEC, a Polícia Penal da Paraíba estará vinculada ao órgão administrador da administração penitenciária do Estado e, assim com as Polícias Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros, terá estatuto próprio, estabelecendo organização, garantias, direitos e deveres.
O presidente da CCJ, o deputado Ricardo Barbosa ressaltou que a PEC é de extrema importância por se tratar inclusive de uma nova política salarial que o Governo do Estado passará a implantar para os agentes penitenciários. Ricardo lembrou ainda que o Legislativo paraibano participou de forma ativa, através de diálogos com representantes da categoria, em prol da elaboração e aprovação do texto.
“Com essa PEC, os agentes penitenciários terão equiparados os seus vencimentos com as outras categorias da força de segurança do Estado”, afirmou o deputado. “Esperamos que com essa legislação a situação do policial penal melhore e que venham mais concursos públicos”, completou o deputado Wallber Virgolino.
A Polícia Militar prendeu 124 suspeitos de roubos, furtos, crimes contra a vida, violência doméstica e outros oito crimes, nesse fim de semana, durante as ações e operações de reforço da segurança, que foram realizadas em todo o estado. Entre os presos, 14 deles eram considerados foragidos da Justiça.
Da sexta até o domingo (19), a PM realizou 1.545 atendimentos à população, dos mais diversos tipos. O balanço foi divulgado pela Coordenadoria de Estatística e Avaliação (EM/7) e aponta ainda que foram recuperados 21 veículos (carros e motos) que estavam com queixa de roubo ou furto.
Armas apreendidas – A Polícia Militar registrou um aumento de 23,8% do número de armas apreendidas, nesse fim de semana, em comparação com o fim de semana passado. Da sexta-feira (17) até o fim da noite desse domingo (19), foram retiradas de circulação 26 armas de vários calibres, em 18 cidades.
As apreensões aconteceram nos municípios de João Pessoa, Campina Grande, Gurinhém, Massaranduba, Mulungu, Pocinhos, Solânea, Santa Inês e outras 10 cidades, sendo a capital a que mais teve armas apreendidas, com oito unidades, no total.
A Polícia Militar chegou a 2.108 armas apreendidas, já este ano, na Paraíba, através de ações de abordagens, incursões e operações das mais diversas para combater crimes – que tem as armas de fogo como principal instrumento. No estado, os policiais que realizam apreensão de arma de fogo são bonificados com valores entre R$ 600 e R$ 1.500, de acordo com o tipo de armamento.
Um homem foi preso na zona rural do município de Areial, suspeito de envolvimento no roubo ao gerente de uma casa lotérica no município de Areial. O crime aconteceu no dia 27 de agosto.
De acordo com informações da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), o gerente havia sacado a quantia de R$ 15 mil em uma agência bancária e estava se dirigindo até a casa lotérica, quando foi surpreendido pelos assaltantes. Eles estavam armados e encapuzados.
“Estamos investigando os demais envolvidos nesse crime. Inclusive, pedimos que a população ligue para o disque-denúncia 197, caso tenha alguma informação a respeito”, disse o delegado seccional Cristiano Santana.
Imagens de câmeras de segurança gravaram toda a ação da morte de Priscila de Sousa Gonçalves, de 21 anos. As imagens mostram ela sendo golpeada pelas costas. Um homem de 38 anos que estava em uma caminhonete chegou a colocá-la no veículo, mas depois a retirou já desfalecida e a deixou na calçada.
O marido dela de 30 anos foi preso por feminicídio e o acusado de omissão de socorro se apresentou aos policiais acompanhado de advogado.
Ele foi preso e chegou a tentar forjar um álibi, mas imagens registraram o momento do crime.
De acordo com informações da Ascom do 46º BPM, por volta das 2h15, a Polícia Militar foi informada que uma mulher havia dado entrada no Pronto Socorro Municipal, vítima de esfaqueamento.
Os militares foram até a unidade onde foram informados que Priscila teria dado entrada já sem vida. O marido da vítima, de 30 anos, relatou aos militares que estava na zona rural de Patrocínio, quando recebeu um pedido de ajuda de sua esposa, a qual lhe relatou que havia sido vítima de esfaqueamento e estava na Av. Rufina Alvina de Jesus, na porta de um bar, bairro Serra Negra.
Segundo a versão inicial do marido, ele foi até o local no seu veículo e prestou socorro à vítima. No entanto, os militares realizaram diligências e constataram, através de câmeras existentes no local do crime, que o marido da vítima seria o autor do crime.
As imagens mostraram o momento em que o acusado corre atrás da vítima com uma faca na mão e lhe desfere um golpe nas costas. Após o fato, ele saiu do local em seu veículo GM/Kadett, sendo que posteriormente retorna e presta socorro à vítima.
Segundo informações da Polícia Militar, no momento do crime, no local dos fatos, havia um terceiro indivíduo o qual foi identificado, sendo que ele estava em uma caminhonete GM/S10 e não prestou socorro à vítima, sendo qualificado na ocorrência como autor do crime de omissão de socorro, porém, apesar das diligências, ainda não foi localizado.
Diante dos fatos, os militares realizaram a prisão do acusado em flagrante delito, sendo conduzido à Delegacia de Polícia Civil de plantão. O veículo utilizado por ele, um GM/Kadett, foi apreendido.
Após diligências, a arma branca, utilizada pelo autor do crime foi localizada na manhã desta sexta-feira (17). O homem de 38 anos, acusado de omissão de socorro, apresentou-se para a Polícia Militar juntamente com seu advogado. Será encaminhando à autoridade de Polícia Judiciária para demais providências.
Um piloto da Polícia Civil do Rio, que pilotava um helicóptero particular, teve que fazer uma manobra sobre o Batalhão da Polícia Militar em Bangu, Zona Oeste do Rio, para fugir de dois passageiros que o haviam rendido durante o voo.
Segundo a polícia, os passageiros contrataram um voo para Angra dos Reis, no sul fluminense, com previsão de retorno ao Rio nesta segunda-feira (20). No final da tarde deste domingo (19) eles informaram que voltariam no mesmo dia. Como o piloto que fez o voo não estava se sentindo bem, solicitou ajuda de outro colega.
Ele foi rendido, já no ar, com uma arma, e recebeu a ordem de ir até o Complexo Penitenciário de Bangu, que fica localizado ao lado do 14ºBPM, no mesmo bairro.
Os criminosos queriam que o piloto sobrevoasse a penitenciária, segundo informações da polícia. A Assessoria de Comunicação da Polícia Civil confirmou que o piloto Adonis Lopes chegou a entrar em luta corporal com os homens durante o voo e que eles desistiram do plano quando perceberam que o helicóptero poderia cair.
Em nota, a polícia informou que quando sobrevoava o batalhão, o piloto fez uma manobra para simular um queda e a dupla deixou que ele voltasse a pilotar. Ainda segundo a polícia, os criminosos ordenaram que o piloto voasse até Niterói, na Região Metropolitana. Os homens pularam da aeronave e fugiram para uma região de mata.
Comente aqui