Polêmica

VÍDEO: Musk endossa post de jornalista norte-americano que chama Moraes de ‘totalitário’ e ‘tirano’

Elon Musk (esquerda) e Alexandre de Moraes (direita) | (fotos: Angela Weiss / AFP e Gustavo Moreno/SCO/STF)

Elon Musk, dono do X (ex-Twitter), compartilhou neste domingo (7) um vídeo em que o jornalista norte-americano Michael Shellenberger afirma que “o Brasil está à beira da ditadura nas mãos de um ministro totalitário do Supremo Tribunal Federal chamado Alexandre de Moraes”.

Segundo o jornalista, ao lado de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa de um suposto “impulso em direção ao totalitarismo”. Shellenberger afirmou que, desde que assumiu o governo, o petista “aumentou enormemente o financiamento governamental dos principais meios de comunicação, a maioria dos quais incentiva o aumento da censura”.

O que Lula e Moraes estão fazendo é uma violação escandalosa da Constituição do Brasil e da Declaração dos Direitos Humanos das Nações Unidas”, disse Shellenberger. “O Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral interferem em eleições por meio de censura.

Também conforme o jornalista, “a qualquer momento, o Supremo Tribunal Federal poderá bloquear todo o acesso ao X/Twitter para o povo brasileiro”. Porém, até o momento, não há decisões neste sentido.

Posso dizer uma coisa que muitos brasileiros não podem mais: Alexandre de Moraes é um tirano. E a única maneira de lidar com os tiranos é enfrentando-os. Cabe aos seus senadores enfrentar o tirano. E cabe ao povo do Brasil pressionar seus senadores para que façam isso”, concluiu.

ENTENDA

Na 4ª feira (3.abr), Shellenberger publicou um vídeo em que acusa Moraes de liderar um movimento de repressão da liberdade de expressão.

O jornalista afirma que decisões de Moraes à frente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) “ameaçam a democracia no Brasil”. Segundo Shellenberger, em 2022, o ministro pediu que a rede social interviesse em publicações de integrantes do Congresso Nacional e solicitou acesso a detalhes pessoais de usuários –o que violaria as diretrizes da plataforma. As informações integram o “Twitter Files Brazil”.

Na madrugada de sábado (6.abr), Musk usou o X para questionar Moraes: “Por que você determina tanta censura no Brasil?”, perguntou o empresário. Na sequência, o CEO do X comentou o vídeo publicado por Shellenberger na 4ª feira (3.abr), afirmando que a “censura agressiva” do STF “parece violar a lei e a vontade do povo do Brasil”.

Musk fez uma série de postagens sobre o tema neste fim de semana. Na noite de sábado (6.abr), desafiou publicamente as determinações de Moraes e disse que vai remover todas as restrições impostas pela Justiça a perfis de usuários do X. O dono da rede social também falou que cogita fechar a plataforma no Brasil.

Apesar de afirmar que confrontaria a Justiça brasileira, uma nota emitida pela empresa de tecnologia 1 hora antes não corrobora essa versão. O perfil oficial do X disse que a empresa foi “forçada por decisões judiciais a bloquear determinadas contas” da rede social e que vai recorrer na Justiça.

“Não acreditamos que tais ordens estejam de acordo com o Marco Civil da Internet ou com a Constituição Federal do Brasil e contestaremos legalmente as ordens no que for possível”, disse a nota.

Assim, não ficou claro qual medida a plataforma adotará em relação aos bloqueio de perfis ordenados pela Justiça: se descumprirá as ordens judiciais, conforme defendeu Musk, ou se entrará com recurso.

Poder 360

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Polêmica

VÍDEO: Homem se joga em carro para fingir ter sido atropelado em João Pessoa

Um homem foi flagrado correndo e se jogando na frente de um carro para fingir ter sido atropelado. O caso aconteceu na madrugada deste sábado (6) e foi gravado por câmeras da Priscyllas Hall, uma das principais casas de show da Capital.

 

Por volta das 4h52 a suposta vítima estava em uma calçada observando o trânsito. Em seguida, quando um carro se aproxima, ele corre e se joga para cima do veículo.

 

Na sequência, sem entender nada, o motorista do carro para o veículo e observa a suposta vítima do atropelamento caída ao show.

 

Nas imagens, é possível perceber também que o homem que se atirou para cima do carro continua deitado ao chão enquanto outras pessoas se aproximam para ver o que aconteceu.

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Torcedor do Sousa está em estado grave após ataque da torcida do Treze a ônibus

O ônibus que levava torcedores do Sousa de volta ao Sertão da Paraíba foi atacado por membros da torcida do Treze na BR-230, em Pocinhos, na madrugada desta quinta-feira (4). Tiros de espingarda e pedras foram atiradas em direção ao veículo, e uma delas fez uma vítima, que se encontra em estado grave no Hospital de Trauma de Campina Grande.

De acordo com o Trauma, o homem de 33 anos em estado grave passou por procedimentos de emergência e se encontra em observação e ainda foi espancado por trezeanos. O Boletim de Ocorrência foi registrado em Juazeirinho, e a perícia no veículo aconteceu em Soledade.

Na descrição dos fatos, é citado a ocorrência de uma briga generalizada entre torcedores de Sousa e Treze, contendo, no local do confronto, pessoas feridas e um carro danificado. A emboscada teria sido realizada pelos trezeanos, os quais calcularam a hora que o ônibus da torcida do Dino deixou o estádio Amigão.

Sousa cobra autoridades

Em nota oficial, o Sousa se manifestou, certamente, contrário aos ataques sofridos pelo torcedores do Treze e, também, lamentou os casos de violência. Além disso, pediu a colaboração do Núcleo do Desporto e Defesa do Torcedor do Ministério Público da Paraíba (Nudetor/MPPB) e do Governo do Estado para punir os envolvidos.

“Desde já repudiamos os atos de violência praticados e cobramos das autoridades locais Nudetor, Governo do Estado da Paraíba a devida apuração, indiciamento e punição aos envolvidos. O Sousa Esporte Clube sempre defendeu o esporte como um dos pilares para a integração e união de pessoas, não havendo espaço para a pratica de crimes. Desde já prestamos nossa solidariedade às vítimas”, escreveu.

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A cada 30 dias, dois paraibanos morrem em acidentes do trabalho, alerta MPT

Na Paraíba, a cada 30 dias, em média, dois trabalhadores morrem vítimas de acidentes do trabalho. A cada 24 horas, 15 acidentes de trabalho são registrados no Estado e, desses, pelo menos cinco trabalhadores precisam ser afastados das suas atividades pela gravidade dos casos. Os dados preocupantes e ainda subnotificados foram divulgados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), na tarde da segunda-feira (1º), durante o lançamento da Campanha Abril Verde 2024, que traz como tema: “Adoecimento também é acidente do trabalho – Conhecer para Prevenir”. A campanha reforça a importância da prevenção e da notificação de doenças relacionadas ao trabalho.

O lançamento aconteceu na Sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT13), em João Pessoa e reuniu representantes de várias instituições parceiras e a imprensa. Após a coletiva, houve o acendimento das luzes do edifício-sede do TRT13 e do MPT-PB, em gesto simbólico em homenagem às vítimas de acidentes do trabalho. Em 2024, o movimento Abril Verde completa 10 anos.

O procurador do Trabalho Marcos Antonio Ferreira Almeida lembrou que o Abril Verde é uma campanha que busca conscientizar toda a sociedade acerca da segurança no trabalho e da prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. “Os cuidados com a saúde não devem ocorrer só no mês de abril. Os acidentes de trabalho e adoecimentos precisam ser prevenidos e enfrentados todos os dias. O MPT está sempre vigilante e atento. Para se ter ideia, nós instauramos quase mil procedimentos de investigação relacionados à saúde e segurança no trabalho apenas nos anos de 2023 e 2024”, informou Marcos Almeida, coordenador Regional da Codemat/MPT (Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho).

“Os acidentes de trabalho e as doenças ocupacionais trazem prejuízos para o trabalhador, para a própria família do trabalhador, para o empregador e para a sociedade, que experimenta os custos sociais decorrentes desses acidentes. Portanto, essa é uma pauta coletiva. A prevenção deve ser uma luta de todos”, concluiu o procurador Marcos Almeida.

“A cada ano, nos deparamos com o crescimento no número de acidentes de trabalho. Por isso existem iniciativas, como a campanha Abril Verde, para que possam alertar empregadores, trabalhadores e a sociedade acerca da necessidade da prevenção”, ressaltou a juíza Rafaela Benevides, gestora do Programa Trabalho Seguro do TRT-PB.

“Essa campanha começou em 2014 aqui na Paraíba com a primeira Lei Municipal em João Pessoa e a primeira Lei Estadual do Abril Verde, para que possamos diminuir os altos índices de acidentes do trabalho, mortes e adoecimentos ocupacionais em nosso País. É necessário que todos os empregadores e trabalhadores possam adotar a cultura da prevenção, seguindo as normas e os procedimentos de segurança do trabalho. Pois, o trabalhador não pode morrer trabalhando”, afirmou o presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho (SINTEST-PB), Nivaldo Barbosa, idealizador do movimento Abril Verde.

Dados

A Paraíba registrou, somente em 2022, 5,6 mil acidentes do trabalho, segundo dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (https://smartlabbr.org/sst/), ferramenta coordenada pelo MPT e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil.

Segundo o Observatório, acidentes do trabalho e agravos afastaram 1,6 mil trabalhadores paraibanos das suas funções em 2022. Dado considera apenas empregados com carteira assinada. De acordo com o Observatório, de 2007 a 2022, foram comunicados 35 mil acidentes de trabalho na Paraíba no emprego com carteira assinada.

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Filho de Lula é acusado de agredir e abusar psicologicamente da ex-namorada

Luis Cláudio Lula da Silva, de 39 anos, filho mais novo do presidente Lula, foi denunciado por sua companheira, uma médica de 29 anos, por agressão física e psicológica. O registro da ocorrência foi realizado na tarde desta terça-feira (02/04), na Delegacia da Mulher, em São Paulo. Luís Cláudio e a denunciante vivem uma união estável há dois anos.

As informações constam no boletim de ocorrência registrado junto à polícia.

Durante o depoimento dado por telefone, a mulher relatou que desde o final de janeiro tem se desentendido com o companheiro e que em uma ocasião Luis Cláudio teria dado uma cotovelada na barriga dela.

A médica também contou para a polícia que, em diversas ocasiões, sofreu abusos psicológicos com Luis Cláudio a ofendendo com xingamentos como “vagabunda, gorda, feia e doente mental.”

Aos policiais, a mulher também contou que não havia registrado boletim de ocorrência anteriormente, pois teria sido intimidada, “uma vez que o autor das agressões é filho do presidente da república” e teria se utilizado dessas condições para ameaçar “acabar com a alma dela”, além de dizer que ninguém acreditaria em sua narrativa.

No boletim de ocorrência, também consta a informação sobre o afastamento da mulher do trabalho por um mês devido ao trauma causado pelas agressões. Ainda segundo o documento, ela chegou a ser hospitalizada com crises de ansiedade.

A mulher contou, também, que em determinada oportunidade, Luis Cláudio chegou alcoolizado em casa e tentou forçar a entrada no quarto, mesmo com os pedidos de distância feitos por ela.

Com MaurílioJR

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Polícia Civil de SP pede prisão preventiva de “Casal Braiscompany” e dois funcionários

A Polícia Civil de São Paulo pediu a prisão preventiva de quatro pessoas ligadas à empresa paraibana Braiscompany, que são acusadas de crimes contra a economia popular, associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. São alvos dos pedidos os sócios da empresa, o casal Antônio Inácio da Silva Neto (mais conhecido por Antônio Ais) e Fabrícia Farias, e os funcionários Mizael Moreira Silva e Karla Roberta Pereira Alves.

Dos quatro citados pela Polícia Civil paulista, três já estão condenados pela Justiça Federal na Paraíba. Os sócios Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias foram condenados a 88 anos e 7 meses de prisão e a 61 anos e 11 meses de prisão respectivamente. Eles estavam foragidos, mas foram presos na Argentina e aguardam o processo de extradição. Ele está em regime fechado, ela foi colocada em liberdade condicional. Já Mizael Moreira da Silva foi condenado a 19 anos e 6 meses de prisão.

Justamente por já ter uma ação tramitando na Justiça Federal na Paraíba, o caso foi remetido a Campina Grande a pedido do Ministério Público de São Paulo.

As condenações dos três e de outras sete pessoas ligadas ao esquema criminoso foram assinadas pelo juiz federal Vinícius Costa Vidor, da 4ª Vara Federal em Campina Grande.

Karla Roberta Pereira Alves, no entanto, entra na mira das investigações apenas agora. Sem ter sido citada nas investigações iniciais da Polícia Federal, ela é apontada pelos investigadores paulistas como sendo uma “laranja” que “concordou emprestar seu nome para transferência de um veiculo de marca Ferrari California” avaliado em R$ 1,7 milhões e cujo verdadeiro dono seria Antonio Neto.

A Braiscompany é uma empresa que tinha sede em Campina Grande e filiais em João Pessoa, Recife, Brasília, Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo. Ela foi alvo de investigações a partir de 2022, quando a Polícia Federal na Paraíba começou a investigar suspeitas de um esquema de pirâmide que teria movimentado entre R$ 1,5 e R$ 2 bilhões e feito milhares de vítimas em todo o Brasil.

O relatório final da Divisão de Investigações Sobre Crimes Contra o Patrimônio da Polícia Civil da São Paulo, inclusive, que ficou responsável pelas investigações, classifica a Braiscompany como uma “empresa de pseudoinvestimento” e justifica o pedido de prisão a partir de três valores: a garantia da ordem pública, a conveniência da instrução criminal e a aplicação da lei penal.

As investigações apontam ainda que o casal Fabrícia e Antônio adquiriram muitos bens de alto valor durante o período em análise, fato que demonstraria “uma quantia volumosa movimentada durante um relativo curto período de tempo” e “uma possível estratégia de aquisição de bens com o provável intuito de camuflar o dinheiro adquirido de maneira espúria”.

Esse dinheiro serviria também para manter a aparência de “sucesso” para assim poder angariar novas vítimas. Assim, prossegue a denúncia, o dinheiro que deveria ser usado para investimentos era desviado para as contas correntes dos sócios da empresa “com a finalidade de ostentar em suas redes sociais uma vida de luxo”.

De toda forma, os investigadores lembram que a Braiscompany oferecia a venda de criptomoedas sob a promessa de um retorno financeiro em torno de 8% ao mês, “uma taxa considerada irreal para os padrões usuais de mercado”.

Segundo investigação, redes sociais apresentavam uma “vida de luxo” para atrais novos clientes — Foto: Instagram/Reprodução
Segundo investigação, redes sociais apresentavam uma “vida de luxo” para atrais novos clientes — Foto: Instagram/Reprodução

Operação contra a Braiscompany
A Braiscompany foi alvo de uma operação da Polícia Federal no dia 16 de fevereiro de 2023, que teve como objetivo combater crimes contra o sistema financeiro e o mercado de capitais. As ações da PF aconteceram na sede da empresa do ‘casal Braiscompany’ e em um condomínio fechado, em Campina Grande, e em João Pessoa e em São Paulo. A operação foi nomeada de Halving.

A empresa, idealizada pelo casal Antônio Ais e Fabrícia Ais, era especializada em gestão de ativos digitais e soluções em tecnologia blockchain. Os investidores convertiam seu dinheiro em ativos digitais, que eram “alugados” para a companhia e ficavam sob a gestão dela pelo período de um ano. Os rendimentos dos clientes representavam o pagamento pela locação dessas criptomoedas.

O que a Braiscompany oferecia?
O ‘casal Braiscompany’ prometia um retorno financeiro ao redor de 8% ao mês, uma taxa considerada irreal pelos padrões usuais do mercado. Milhares de moradores de Campina Grande investiram suas economias pessoais na empresa, motivados pelo boca a boca entre parentes, amigos e conhecidos. Antônio Neto Ais, o fundador da companhia, disse em uma live que gerenciava R$ 600 milhões de 10 mil pessoas.

De acordo com a PF, os sócios da Braiscompany movimentaram cerca de R$ 1,5 bilhão nos últimos quatro anos.

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(FOTOS) Prefeitura de Santa Rita manda derrubar árvores centenárias no Centro e gera revolta na cidade

Prefeitura de Santa Rita manda derrubar árvores centenárias no Centro e gera revolta na cidade
A Prefeitura da cidade de Santa Rita mandou derrubar árvores centenárias que estavam plantadas no Centro da cidade de Santa Rita.
O caso foi denunciado por vereadores de oposição da cidade.
As árvores ficavam na Praça João Pessoa, em frente à Câmara Municipal de Santa Rita.
Além da questão ambiental, árvores centenárias costumam ser protegidas também como patrimônio cultural o que agravaria o problema.

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Deputados defendem exoneração de secretário de Educação da Paraíba: “estamos há dois meses aguardando audiência”

Jutay Meneses, Deputado Estadual. Fotos: Victor Emannuel/ Sistema Arapuan de Comunicação

O deputado estadual, Jutay Meneses (Republicanos), defendeu, nesta terça-feira (2), a saída do secretário de Educação, Roberto Souza, da Pasta. O parlamentar revelou estar há dois meses aguardando ser recebido em audiência pelo secretário.

Jutay disse estar acompanhando essa situação pela imprensa, mas acredita que a permanência de Roberto Souza no cargo é insustentável. Ele chegou a dizer se for consultado vai opinar pela saída do auxiliar. “Se for consultado opino pela saída dele, porque o secretário tem que ter atenção, tem que ser gestor, mas tem que ter sensibilidade política. Dizer não, quando tem que dizer não, mas um não com convicção. Meu grande reclame é que ele está deixando de cumprir a legislação federal do PAA no estado, prejudicando os agricultores e pescadores”, desabafou.

O deputado disse ainda se o governador decidir pela mudança estará acertando, pois deverá colocar um técnico que possua sensibilidade política para assumir a função.

Jutay foi um dos parlamentares a aprovarem a convocação do secretário Roberto Souza para prestar esclarecimentos na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

O deputado estadual Branco Mendes (Republicanos) defende a interferência do deputado federal Hugo Motta sobre a exoneração imediata do secretário de Educação, Antônio Roberto de Araújo. Recentemente, deputados da base aliada do governador João Azevêdo apoiaram um requerimento do deputado de oposição George Morais, para convocação do secretário de Educação para prestar esclarecimentos na Assembleia Legislativa.

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Uber expulsa motorista que cancelou corrida de mãe de santo em João Pessoa

A Uber confirmou nesta segunda-feira (01/04) que expulsou o motorista acusado de racismo religioso contra uma mãe de santo, na semana passada, em João Pessoa. Uma líder da religião de matriz africana candomblé denunciou a prática racista.

O motorista acionado enviou uma mensagem à usuária do serviço com conteúdo racista religioso e cancelou a corrida devido a sua vestimenta. Na matéria, a denunciante diz que a prática é recorrente e que não poderia mais se calar diante do preconceito sofrido pelas pessoas integrantes da religião.

A Uber informou por meio de nota que “não tolera qualquer forma de discriminação e informa que a conta do motorista está banida da plataforma”.

“Em casos dessa natureza, a empresa encoraja a denúncia tanto pelo próprio aplicativo quanto às autoridades competentes e se coloca à disposição para colaborar com as investigações, na forma da lei”, acrescentou.

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Procon vai fiscalizar farmácias de João Pessoa para combater aumento abusivo de preços

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Fiscalização visa evitar que farmácias promovam aumentos maiores do que o limite de 4,5%.

O Procon de João Pessoa vai iniciar, nos próximos dias, uma fiscalização intensiva em todas as farmácias da capital paraibana em razão do aumento oficial de preços de medicamentos em todo o país. Foi o que prometeu o coordenador do Procon-JP, Rougger Guerra, nesta segunda-feira (1º). A intenção é coibir o reajuste abusivo dos preços.

“Este é um momento muito dolorido para todos os consumidores que fazem uso de medicamentos de uso contínuo em todo o Brasil. Aqui na Paraíba, acontecerá um aumento ainda mais significativo em razão também do aumento do ICMS sobre  esse tipo de produto. Suspeita-se de um aumento até 4,5%, podendo, dependendo da farmacêutica, esse aumento ser um pouco menor ou até esse limite”, pontuou o coordenador.

Ele enfatizou que o Procon de João Pessoa fará uma fiscalização intensa em todas as farmácias de João Pessoa para garantir que nenhum estabelecimento use desse aumento oficial para lucrar indevidamente em cima dos consumidores. “Ou seja, que não promovam aumentos maiores do que esse limite de 4,5% e que também não incluam nesse limite medicamentos que não são de uso contínuo e que não são abarcados por esse aumento oficial”, acrescentou. 

Rougger Guerra reforçou ainda que a fiscalização será feita de forma intensa para garantir que as farmácias também não façam a exigência de cadastro prévio no estabelecimento para concessão de descontos, o que é ilegal, segundo ele, e fere a proteção da lei geral de dados. “O Procon está atento a isso e irá iniciar uma fiscalização em todos os estabelecimentos da capital”, concluiu.

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