Polêmica

Servidora do estado é exonerada por ciúmes da mulher do secretário Cláudio Furtado

 

A edição de quinta-feira (7) do Diario Oficial do estado publicou dois atos do governador João Azevedo (PSB) demitindo a advogada Ludmilla Dantas Silva da gerência de administração da Secretaria de Ciência e Tecnologia e da chefia de gabinete do secretário, Cláudio Furtado, duas funções que ela acumulava.

o motivo teria sido por conta do ciúme da esposa do secretário que estaria incomodada com a advogada.

A demissão foi comemorada pela esposa de Cláudio, Cris Furtado, no Instagram dela. “Vamos divulgar, pessoal! Lugar de vadia é bem distante da Ciência e Tecnologia!”, escreveu Cris, em postagem posteriormente apagada. Postagens mantidas, contudo, demonstram que os ciúmes de Ludmilla são antigos.

“Como é humilhante permanecer num lugar que se sabe que não é bem-vinda, nem que é respeitada. Deplorável e digna de pena uma pessoa que se submete a tal situação”, escreveu Cris em 7 de março. Em 21 de março, postou ela: “Nunca insista em impor sua presença onde não é mais bem-vindo/a. Essa atitude demonstra o mínimo de respeito por si mesmo (a) e mantém o que lhe resta de dignidade”. Outras cinco postagens são uma referência implícita à ex-assessora direta do marido.

Ex-vereadora de João Pessoa, funcionária pública federal, escritora de livros infantis, como se descreve no Instagram, Cris Furtado é chefe da assessoria de imprensa do diretório do PSB de João Pessoa. Casada com Cláudio Furtado, doutor em Física pela Universidade Federal de Pernambuco e professor de Física na Universidade Federal da Paraíba, tem um casal de filhos com ele.

Em postagem no Instagram de 12 de fevereiro, descreve o marido: “Você é e sempre será o grande amor da minha vida, meu melhor amigo, minha melhor companhia, meu norte”. O secretário de Ciência e Tecnologia, por sua vez, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, teve uma mensagem sua postada no Instagram dela: “Você é uma esposa dedicada, parceira e companheira e tem sido fundamental para nossa família”.

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Polêmica

VÍDEO: Presidente da Câmara de Jacaraú afirma que mulher “deveria ter apanhado”

Uma fala violenta e misógina do presidente da Câmara Municipal de Jacaraú, vereador Genésio Pessoa (PSB), causou revolta entre parlamentares, movimentos feministas e a população local. Durante sessão realizada na última sexta-feira (9), ao negar que uma suposta agressão contra uma cidadã tenha ocorrido nas dependências da Câmara, o vereador afirmou: “Ela não apanhou, mas deveria!”, gerando imediato repúdio pela clara incitação à violência contra a mulher.

Entenda o caso

A polêmica teve início após uma servidora pública municipal denunciar, em suas redes sociais, que exames oftalmológicos realizados por uma ótica em parceria com a Câmara de Jacaraú não eram gratuitos, como divulgado. Segundo a servidora, após realizar o exame, ela foi impedida de receber a receita para confeccionar os óculos em outro local. “Se a gente só pode fazer os óculos nessa ótica, então o exame não é gratuito”, afirmou. Ainda de acordo com a servidora, nesse momento, ela teria sido agredida por uma atendente da ótica, expulsa do local e impedida de retornar.

Durante a sessão da Câmara, um cidadão utilizou a tribuna livre para denunciar o caso. Na tentativa de defender a atendente, o presidente da Casa fez a declaração: “Ela não apanhou, mas deveria!”.

A fala, proferida em tom irônico e agressivo, escancara o machismo presente no discurso de ódio contra mulheres — num país onde os dados da violência de gênero são alarmantes. De acordo com a Rede de Observatórios da Segurança, uma mulher é vítima de feminicídio a cada 17 horas. Na Paraíba, apenas no primeiro trimestre de 2025, 12 mulheres já foram assassinadas.

O caso reacende o debate sobre a urgente necessidade de formação ética e política nas casas legislativas, bem como a adoção de medidas concretas contra a cultura de violência institucionalizada.

Diante da reação imediata dos presentes na sessão, o vereador usou a palavra para se desculpar, afirmando que a fala foi fruto “do calor do momento” e classificou-a como “infeliz”.

Até o fechamento desta matéria, a Câmara Municipal de Jacaraú ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre o caso.

Parlamento PB

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Polêmica

MPE pede cassação da prefeita de Areia Silvia Cunha por compra de votos



					MPE dá parecer favorável à cassação da prefeita de Areia por compra de votos

				arquivo pessoal/Instagram

O Ministério Público Eleitoral (MPE) deu parecer favorável à cassação da prefeita reeleita de Areia, Silvia Cunha Lima (MDB), e o vice, Luiz Francisco dos Santos Neto (Podemos), por compra de votos nas eleições de 2024. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), proposta pelo PSDB, tramita 11ª Zona Eleitoral.

A ação tem como base a prisão em flagrante de dois servidores da Prefeitura de Areia, que foram presos no dia 4 de outubro de 2024, dois dias antes da eleição, enquanto distribuíam cestas básicas a eleitores em troca de votos para a chapa de Drª Sílvia e Neto Ceral.

Segundo o MPE, eles usaram veículos da gestão municipal e em prédios públicos, o que caracterizaria abuso de poder político e econômico.

O MPE constatou que os alimentos distribuídos não estavam vinculados a nenhum programa social regular e que houve desvio de finalidade na entrega das cestas, incluindo produtos que sequer integravam o “Programa Criança Feliz”, da gestão municipal.

“De fato, há provas robustas de desvirtuamento do Programa, com a distribuição irregular de alimentos, de modo que eleitores receberam vantagem econômica para votar nos Promovidos”, destaca o promotor eleitoral Bruno Leonardo Lins.

O parecer conclui que a conduta viola o artigo 41-A da Lei das Eleições, que proíbe a captação ilícita de sufrágio, e recomenda a procedência da ação movida pelo PSDB e pelo ex-prefeito João Francisco Batista de Albuquerque.

Defesa de Drª Sílvia
Ao Conversa Política, a defesa da prefeita disse que recebeu com estranheza o parecer do MPE. “Em texto extremamente sucinto, o promotor entendeu pelo provimento da ação com base no depoimento de uma única testemunha (que em sede de audiência foi absolutamente contraditória) e em entendimento esposado, sem a motivação necessária, de desvirtuamento de programa social”, pontua o advogado Rodrigo Rabello.

Ainda segundo a defesa, o parecer desconsiderou as quase duas mil páginas de documentos acostadas aos autos em sede de contestação. “Pela complexidade da discussão e pela abundância de provas existentes no processo que atestam a ausência de ilegalidades, a defesa segue serena e confiante em um desfecho positivo do processo, respeitando a vontade soberana do povo de Areia”, concluiu.

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Polêmica

Defesa da família de Kelton vai recorrer de decisão que concedeu domiciliar a Ruan

A defesa da família do motoboy Kelton Marques, representada pelo advogado Luiz Pereira, anunciou nesta quarta-feira (7) que vai recorrer da decisão da juíza Juliana Accioly Uchôa, da 1ª Vara Mista de Catolé do Rocha, que concedeu a prisão domiciliar para Ruan Macário. Para Pereira, o motivo da remissão da pena não foi devidamente esclarecido.

“Nós insurgimos contra a redução da pena e, para isso, o Ministério Público já manifestou interesse de recorrer. A assistência de acusação, que é a família representada por mim, também manifesta intenção de recorrer. Entendo que foi precipitada a questão da redução da remissão de pena dele. Não entendi ainda como foi que ocorreu. E se houver recurso, nós também iremos recorrer dessa decisão em específico”, pontuou o advogado.

No alvará de soltura, a magistrada acatou o pedido da defesa de Ruan que alegou que o preso já havia cumprido mais da metade da pena e possuía uma boa conduta carcerária.

Ruan Ferreira de Oliveira foi acusado de atropelar e matar o entregador ao ultrapassar o sinal vermelho em alta velocidade e bêbado. O fato ocorreu em 2021 no Retão de Manaíra, em João Pessoa. Macário foi condenado em dezembro de 2023 por homicídio qualificado com dolo eventual, quando se assume o risco de matar, pela morte do profissional.

MaisPB

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Polêmica

Polêmica: expansão urbana na Baía da Traição pode atingir terras indígenas Potiguara

 Polêmica: expansão urbana na Baía da Traição pode atingir terras indígenas Potiguara
Reprodução/TV Cabo Branco

A prefeita de Baía da Traição, Deta (MDB), enviou à Câmara Municipal um projeto de lei que propõe a redefinição e expansão do perímetro urbano da cidade. A proposta acendeu um alerta em indígenas da etnia Potiguara, que tem 90% de área demarcadas ou em processo de reconhecimento no território.

Uma das preocupações é que o projeto abra caminho para a especulação imobiliária, com a construção de condomínios de luxo e resorts em área protegida pela Constituição Federal e tratados internacionais.

Ao Conversa Política, o cacique Caboquinho Potiguara, criticou a falta de uma consulta prévia às comunidades indígenas, o que é uma exigência constitucional e também prevista na Convenção 169 da OIT, da qual o Brasil é signatário.

Ainda segundo o indígena, a proposta também não contém parecer técnico da Funai ou de órgãos ambientais sobre a compatibilidade da proposta com os direitos territoriais dos povos originários.

“Direitos constitucionais dos povos originários não podem ser afetados por projetos que desconsideram nossa história, cultura e dignidade. Nossa luta é pela preservação do que nos é sagrado”, afirma o cacique.

Projeto prevê expansão da área urbana

O projeto estabelece critérios para a delimitação da nova zona urbana de Baía da Traição, definindo uma área de aproximadamente 11.590 metros quadrados e um perímetro de 16.079 metros lineares.

A proposta estabelece que a zona urbana deve contar com ao menos três dos seguintes serviços: vias pavimentadas, abastecimento de água e serviços públicos. O texto também traz orientações para uso sustentável do solo.

Segundo o anexo técnico, assinado pelo engenheiro civil Almiro Neto, “a expansão do perímetro urbano de Baía da Traição deve priorizar o equilíbrio entre desenvolvimento e preservação, garantindo direitos indígenas e proteção ambiental. O projeto deve ser implementado em etapas, com ampla participação comunitária e fiscalização”

Projeto está em análise na Câmara

Para entrar em vigor, o Projeto de Lei nº 10/2025 ainda precisa ser aprovado pela Câmara Municipal, mas não há previsão de quando a matéria deve ser colocada em pauta.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Ronaldo do Mel, disse ao Conversa Políticaque a Casa está elaborando um parecer jurídico sobre a proposta, que deve ser entregue no dia 23 de maio ao Executivo. “Ainda vou me reunir com o conselho de liderança indígenas pra fechar nosso parecer jurídico”, afirmou.

Resposta da prefeitura

A Prefeitura divulgou um comunicado oficial afirmando que “em nenhum momento houve proposta de descaracterizar a condição de aldeia”.

Segundo a gestão da prefeita, a proposta visa apenas formalizar como urbanas áreas que já estão inseridas na malha da cidade, como as aldeias Akajutibiró, Vila São Miguel e Forte — hoje ainda classificadas como zona rural. A regularização permitiria a destinação de recursos federais e estaduais, incluindo moradias populares, com um investimento superior a R$ 3 milhões.

A Prefeitura afirma ainda que nenhuma medida será adotada sem consentimento do Conselho da Comunidade Indígena Potiguara, reafirmando o compromisso com o diálogo e a autonomia das lideranças tradicionais.

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Polêmica

Defensoria Pública pede suspensão de concurso público da Educação de João Pessoa

A Defensoria Pública do Estado da Paraíba recomendou à Prefeitura de João Pessoa a imediata suspensão do concurso público da Secretaria de Educação e Cultura do Município. O órgão pediu a readequação do edital para que sejam incluídas cotas étnico-raciais para a disputa das vagas.

O edital oferece 403 vagas – 27 delas para pessoas com deficiência, porém, segundo a Defensoria Pública, não há reserva de vagas para pessoas negras, indígenas ou quilombolas, o que, segundo a Defensoria, configura omissão inconstitucional e descumprimento de normas nacionais e internacionais.

A Defensoria também recomenda a reabertura do prazo de inscrições por mais 30 dias, permitindo que candidatas e candidatos já inscritos façam a readequação da inscrição para concorrer pelas cotas raciais.

A Prefeitura de João Pessoa terá um prazo de cinco dias úteis para atender a recomendação. Caso não cumpra a medida, a Defensoria Pública da Paraíba tomará as medidas judiciais cabíveis para assegurar a efetivação das políticas afirmativas.

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Maurício Gaúcho, ex-jogador de Campinense e Treze é preso por dívida de pensão alimentícia



					Ex-jogador de Campinense e Treze é preso por dívida de pensão alimentícia, em Campina Grande
Divulgação

O ex-jogador de futebol Maurício de Souza Prestes, conhecido como Maurício Gaúcho, foi preso na tarde desta quinta-feira (1º), em Campina Grande, após sua ex-companheira de 35 anos denunciar o homem por violência doméstica na Delegacia da Mulher. A prisão foi realizada após a polícia descobrir que havia um mandado de prisão em aberto contra ele, relacionado a uma dívida de pensão alimentícia de um outro relacionamento.

Maurício, que tem 43 anos e está aposentado, teve passagens por clubes de Campina Grande, como o Treze Futebol Clube, em 2009, e o Campinense Clube, em duas ocasiões: 2007 a 2008 e de 2010 a 2011. Sua última atuação como jogador profissional foi em 2013, no Goytacaz, no Rio de Janeiro.

De acordo com informações da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), a ex-companheira compareceu à unidade policial no início da tarde de quinta-feira para formalizar a denúncia. Ela relatou que foi abordada por Maurício na madrugada de quinta-feira, em um posto de combustíveis de Campina Grande. Durante a abordagem, ele teria feito ameaças, afirmando que “só não lhe daria uma surra porque ela estava acompanhada”.



					Ex-jogador de Campinense e Treze é preso por dívida de pensão alimentícia, em Campina Grande
Reprodução/TV Paraíba

Após o encontro, a situação teria se intensificado, com o ex-jogador enviando mensagens ameaçadoras para uma amiga da vítima. Ele também teria enviado uma foto íntima do casal, com visualização única, o que, segundo a polícia, pode caracterizar o crime de divulgação não consentida de material íntimo.

A partir dessas informações, os policiais civis realizaram uma consulta no sistema integrado da corporação e descobriram a existência de um mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), por dívida de pensão alimentícia. Embora o mandado não tivesse relação com a ocorrência desta quinta-feira, ele possibilitou a prisão imediata do ex-jogador.

Maurício foi encontrado e preso na rua Marquês do Herval, no Centro de Campina Grande, sendo conduzido à Central de Polícia Civil da cidade, onde permanece detido. Ele será submetido à audiência de custódia nesta sexta-feira (2). A defesa de Maurício não foi localizada até o momento.

O inquérito policial foi instaurado com base na denúncia da ex-companheira, e a investigação irá apurar as ameaças feitas por Maurício e a possível prática de divulgação de imagem íntima sem consentimento, crimes previstos pela Lei Maria da Penha e outras legislações específicas de proteção à dignidade da pessoa.

A vítima relatou que manteve um relacionamento com o ex-atleta por aproximadamente seis anos, mas não tiveram filhos juntos.

 

JornalPB

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Polêmica

Entidades nacionais emitem nota de repúdio contra TCE após indicação de Alana Galdino para vaga de conselheira

A indicação de Alanna Galdino, filha do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, para o cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), gerou reação das entidades que representam os auditores de controle externo.

Em nota pública, a ANTC e a AudTCE/PB manifestaram repúdio à decisão do plenário do TCE-PB, tomada em 23 de abril de 2025, que optou por desconsiderar o parecer técnico da auditoria sobre o processo.

As entidades ressaltam que esse parecer é parte essencial das decisões do Tribunal, sendo baseado em critérios técnicos e evidências.

O relatório da auditoria questionava o cumprimento do requisito constitucional de dez anos de atividade profissional compatível com a função.

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Polêmica

Entenda polêmica sobre show de Seu Pereira interrompido em Campina Grande

Seu Pereira
(Reproduçao/Instagram)

Um show do cantor e compositor paraibano Seu Pereira em Campina Grande, no último sábado (26), foi interrompido pela Polícia Militar por conta de uma suposta denúncia de excesso de som.

A apresentação ocorria em um estabelecimento próximo ao Parque do Povo e, segundo o artista, próximo ao fim do show, policiais militares chegaram ao local ordenando a interrupção do show.

Mas, segundo Seu Pereira, o motivo para o show ser paralisado teria cunho político. “Fiquei sabendo que foi a primeira vez que aconteceu isso no espaço, então não tem como não acreditar que foi uma questão política”, disse o artista nas redes sociais.

Impedidos de seguir a apresentação no local, Seu Pereira e a banda Coletivo 401 continuaram o show no Parque do Povo.

O outro lado

O coronel Vamberto Moreira, comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar de Campina Grande, reforçou que houve uma denúncia sobre poluição sonora e que os níveis de som aferidos no local pela Polícia Ambiental ultrapassavam o estabelecido na legislação para o horário da apresentação.

Ele também rebateu a acusação de Seu Pereira de que a interrupção do show tenha tido motivações políticas.

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Polêmica

VÍDEO: Secretária de Saúde de Pilar recomenda não consumir peixe distribuído após intoxicação

Nas redes sociais, a secretária de Saúde de Pilar recomendou não consumir o peixe distribuído e “aguardar novos direcionamentos até análises estejam prontas”.

Em vídeo, Yuanna Raynare disse que a medida é para que a Secretaria “possa ter a segurança de liberar o consumo”.

Moradores da cidade Pilar apresentaram sintomas de intoxicação alimentar após o consumo de peixes distribuídos pela prefeitura, entre a terça-feira (15) e a quarta-feira (16). De acordo com o município, sete toneladas de pescado foram entregues à população.

blog do bg pb 

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